Sustentabilidade empresarial: adote essa prática

O que é sustentabilidade empresarial?

A sustentabilidade empresarial é, basicamente, um conjunto de práticas trabalhadas por uma marca para contribuir com o desenvolvimento mais sustentável da sociedade em relação ao meio ambiente. Dessa forma, são consideradas medidas nesse sentido,  soluções referentes à degradação ambiental e, consequentemente,  a preservação de recursos minerais e naturais.

Mas, uma empresa precisa também crescer economicamente para se manter em atividade, cumprindo suas entregas e funções. E existem muitas maneiras de unir o desenvolvimento sustentável e econômico de um negócio. Confira algumas dicas que vão te ajudar nessa missão.

Vantagens de implementar um projeto de sustentabilidade empresarial

É urgente que terceiro setor, Estado e as pessoas desenvolvam formas de viver sustentavelmente. Isso porque toda a natureza está em um nível profundo de esgotamento. É possível perceber isso por muito sinais, como secas, queimadas e enchentes em níveis extremos.

A partir dessa urgência, muitos consumidores tem se atentado para as marcas que trabalham em prol da causa ambiental. Ou seja, as empresas que atuam dessa forma são mais bem vistas por seu público.

Além disso, medidas sustentáveis acabam sendo muito mais econômicas. Por exemplo, tentar reduzir o consumo de água, matéria-prima, ou usar fontes de energias renováveis e reaproveitar materiais, são formas de contribuir com o meio ambiente e também com o caixa do seu próprio negócio. Essa redução de custos podem ser sentida a curto e longo prazo, dependendo das estratégias empregadas.

Otimização de processos

Mercado de ações e sustentabilidade empresarial

E não é apenas junto aos consumidores que a empresa passa a ser mais valorizada. O mercado também mensura as atividades de sustentabilidade empresarial e isso incide sobre o valor da marca. Um bom exemplo disso é que a Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, criou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).

O ISE analisa a performance das empresas no aspecto da sustentabilidade corporativa. Para isso, baseia-se em eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Além disso, faz uma diferenciação em termos de qualidade, nível de compromisso com o desenvolvimento sustentável, equidade, transparência e prestação de contas, natureza do produto. E ainda do desempenho empresarial nas dimensões econômico-financeira, social, ambiental e de mudanças climáticas.

Mas não são apenas as grandes empresas que devem promover sua marca de fora mais sustentável. Medidas simples já fazem toda a diferença, na preservação ambiental e na economia.

Ações: os 4 Rs

Sustentabilidade empresarial

A sustentabilidade desenvolve-se a partir de 4 Rs: repensar, reduzir, reutilizar e reciclar. Dessa forma, para implementar ações voltadas para a proteção ambiental é preciso atuar nessas 4 esferas.

1- Repensar:

Este é o momento de colocar na ponta do papel e avaliar o que está sendo feito hoje na sua empresa. A partir disso é que se pode estabelecer de que forma é possível atuar de forma mais sustentável. Depois da reflexão pense em ações voltadas para estas 3 frentes de atuação: reduzir, reutilizar e reciclar.

Vale destacar que é importante desenvolver suas ações seguindo exatamente essa ordem, primeiro buscando a redução, para evitar desperdícios, depois reutilizando e, por fim, reciclando. Assim evitam-se gastos para o descarte e refação de novas peças com os materiais jogados fora.

2- Reduzir:

A redução refere-se a produção de lixo, consumo de recursos e também produção de poluentes. Nas empresas, ações voltadas para essa redução estão intimamente relacionadas com a utilização de combustíveis limpos e redução de desperdícios.

De que forma isso pode ser feito? Uma consultoria de otimização de processos dá conta de colocar e prática essas ações. Com esse serviço ainda é possível gerar um maior  e melhor rendimento na produção.

Sustentabilidade empresarial

Além disso, o uso de energias renováveis, como a solar, uma das mais acessíveis atualmente no Brasil, ajuda a reduzir o consumo de outras fontes, como a produzida por hidrelétricas. Outra ação nesse sentido é trocar as lâmpadas para as de LED. O impacto disso também pode ser sentido na conta de luz, que acaba sendo um dos maiores gastos em empresas de todos os portes.

3- Reutilizar:

A reutilização em empresas passa pelo aproveitamento de embalagens e outros materiais que envolvem a produção, dando a ele uma nova finalidade. Além dessa medida, o uso de restos de alimentos do refeitório, em compostagem, por exemplo, é uma maneira efetiva de reduzir a quantidade de lixo mandada para os aterros diariamente.

No entanto, se a sua empresa não dispõe de espaço, uma forma muito importante de reutilização é a doação. Por exemplo, se o seu empreendimento utiliza muito cabos, que são fornecidos em carretel, é possível doá-los para entidades fazerem o aproveitamento para o artesanato. O mesmo vale para potes, vidros e até mesmo óleo de cozinha, esse último é transformado em sabão e ainda complementa a renda de muitas pessoas.

4- Reciclar: 

Por fim, a reciclagem resulta na transformação de um objeto em um novo produto. Aqui são destinados os materiais que não puderam ser aproveitados nos outros Rs. Para contribuir para a reciclagem é preciso fazer a coleta seletiva. Além disso, filiar-se a uma empresa responsável pelo recolhimento e destinação correta desses materiais. O impacto da reciclagem está em poupar matéria-prima que seria retirada da natureza. 

A urgência da sustentabilidade empresarial

Todas essas ações precisam ser colocadas em prática com máxima urgência para benefício do nosso ecossistema e garantia de vida equilibrada para as futuras gerações. Precisa de ajuda para colocar tudo isso em prática? Conte com a Mais Consultoria, nossos serviços de otimização, qualidade, estratégia e gestão financeira podem te auxiliar a desenvolver seu negócio de forma rentável e ainda assim sustentável. Fala com consultor

Consultoria empresarial para pequenas empresas: por que vale a pena?

O serviço de consultoria empresarial é bem conhecido dentro de grandes corporações, que podem investir nesse trabalho para diversas frentes. Mas, as pequenas e médias empresas também possuem demandas e necessidades que poderiam ser sanadas com esse tipo de serviço. Além disso, uma consultoria empresarial para pequenas empresas faz toda a diferença nas finanças e entregas. Se você tem uma empresa de pequeno porte e ainda não se convenceu que esse tipo de trabalho pode te ajudar, continue a leitura.

Para quem se destina esses serviços?

Para começar é preciso destacar que o serviço de consultoria é voltado para empresas que tenham objetivos delineados. Isso porque o trabalho pode ser desenvolvido em diferente frentes de atuação. No entanto, é preciso ter uma necessidade e um objetivo claro a ser alcançado com o projeto. 

Ou seja, o serviço não é para solucionar qualquer problema. É destinado para alcançar objetivos específicos com uma ajuda externa eficaz. É isso que nos leva ao segundo ponto.

Esteja aberto a mudanças

Uma consultoria é para uma empresa que enxerga seus gargalos e potencialidades. Mas, sobretudo, que está aberta a mudanças. Afinal, quando se recorre a esse tipo de serviços pressupõem-se que algo não vai bem, ou que é possível melhorar ainda mais. Logo, os gestores e equipe de profissionais precisam estar dispostos a entender o trabalho de uma consultoria empresarial e e colocar a mão na massa para implantar novos processos e melhorias.

Consultoria empresarial para pequenas empresas - Net Promoter Score

Consultoria empresarial para pequenas empresas: por que investir?

Se o seu negócio é pequeno deve estar agora mesmo se perguntando: “Por que investir nisso se a minha empresa tem tantas outras necessidades e um orçamento apertado?”.

Pois bem, uma consultoria é um investimento que te ajudará a chegar onde deseja estar. Se hoje você sofre com o caixa no vermelho e baixa produtividade, uma consultoria te ajuda a resolver isso. Isso porque trabalhos de qualidade, otimização e gestão financeira podem identificar onde estão os gargalos e ainda propor soluções de fácil aplicação para solucioná-los.

Mas, se a sua pequena empresa pretende lançar um produto e tem receio da receptividade do mercado, a consultoria empresarial também é empregada de forma estratégica. A atuação aqui será para fazer as pesquisas de mercado necessárias e avaliar a melhor forma de fazer esse lançamento.

Enfim, já deu para perceber como é amplo o serviço e pode contemplar as necessidades de qualquer negócio. O que cabe aqui é encontrar a consultoria empresarial para pequenas empresas certa, que realmente entenda as necessidades do negócio para impulsioná-lo.

Como escolher o serviço?

Algumas questões são importantes na hora de avaliar a contratação certa para o seu negócio:

  • A empresa tem know-how com pequenas e médias empresas?
  • Como é a cartela de clientes?
  • Tem conhecimento no tipo de serviço que você busca? Trabalha de forma personalizada?
  • Apresenta uma abordagem  e linguagem condizente com a realidade de seus profissionais?

A nossa consultoria empresarial para pequenas empresas pode ser exatamente o que você procura. A Mais atua há 16 anos no mercado atendendo pequenas e médias empresas de Juiz de Fora e região do entorno com soluções nas frentes de estratégia, qualidade, otimização e gestão financeira. Entre em contato conosco e tenha uma proposta personalizada.

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Planejamento anual empresarial: por que e como fazer?

Como você vislumbra o seu negócio em 2020? Estabelecer ações, metas, objetivos e prazos para os próximos 12 meses pode ser determinante para a saúde da empresa. Para te ajudar nisso preparamos aqui um passo a passo do planejamento anual empresarial. Acompanhe na leitura.

Por que fazer esse planejamento?

Planejar é evitar imprevistos ou danos. Por isso, independentemente do tipo que seja, é sempre importante para um negócio estar um passo a frente. No caso do planejamento anual empresarial, ele serve como um guia para nortear todas as ações da empresa e garantir que as decisões sejam tomadas estratégicas e assertivas. Além disso, prepara as empresas e incentiva a colaboração por meio de metas. Agora, que sabe da sua importância, acompanhe o passo a passo para fazer o seu planejamento para 2020.

#1 Como sua empresa está hoje?

Para definir o lugar que deseja chegar até o final do próximo ano é preciso saber exatamente onde o seu negócio está hoje. Faça um estudo de forças, fraquezas, ameaças e oportunidades. Nosso material de Matriz Swot pode te ajudar nisso. Clique no banner abaixo e tenha acesso gratuitamente.

Matriz Swot

Além disso, faça uma retrospectiva do ano de 2019. As metas foram batidas? Atingiu seus objetivos? Avalie tudo o que passou para entender a sua situação atual. Nesse momento, é essencial pensar também em estratégias e soluções para o que não deu certo. Dessa forma, o planejamento do próximo ano estará muito mais consistente e realista.

#2 Como está o mercado?

Além de conhecer o seu negócio, o estudo de mercado permite saber o que é possível esperar do próximo ano de forma ampliada. Verifique fatores internos e externos que podem afetar o seu mercado. Assim, se as projeções estiverem promissoras talvez seja o momento ideal para investir e lançar novas ideias. No entanto, se o seu segmento não estiver indo tão bem, é o momento de buscar uma certa estabilidade para manter a empresa com bons resultados.

#3 Lideranças

Para estruturar todo o planejamento é preciso contar com lideranças estratégicas dentro do seu negócio que possuam uma visão detalhada do que acontece no dia-a-dia da empresa. Assim, todos podem sentar juntos para traçar todo o planejamento anual empresarial de forma que ele seja desafiador, mas ainda assim, coerente e realista com a situação do negócio.

#4 Metas e objetivos

Depois de definida a equipe envolvida no planejamento é hora de colocar a mão na massa. Metas e objetivos precisam estar muito claros e, de preferência, serem quantificáveis. Na hora de estipulá-los pense sempre em números. Dessa forma, o progresso se tornará muito mais claro e mensurável.

Mas, para traças metas e objetivos é preciso saber com clareza a diferença entre eles:

Metas: as metas são tarefas específicas para serem executadas dentro de um período de tempo para alcançar os objetivos. Ou seja, é o caminho a ser percorrido.

Objetivos: já os objetivos são os seus propósitos. Ou seja, onde quer se chegar.

Agora que já definimos a diferença entre eles, veja como traçá-los.

As metas podem ser globais ou individuais. Ou seja, estipuladas para serem perseguidas por toda a equipe ou por uma pessoa especificamente.

Vamos a um exemplo de meta: reduzir em 5% os custos para a confecção do produto X. No exemplo a meta é global. Todos os funcionários envolvidos na produção precisam se esforçar, por exemplo, para reduzir o número de produtos defeituosos. Para, dessa forma, garantir que a matéria-prima e tempo de produção não sejam desperdiçados e, consequentemente, diminuir o custo de produção.

Os objetivos também podem ser divididos. São centrais ou complementares. O primeiro seria o grande resultado que se deseja obter até o final do ano. Já o segundo são etapas menores até se atingir o objetivo central. Essas divisões são feitas para que se tenha uma visão mais clara se os objetivos estão sendo cumpridos ao longo do ano.

Um exemplo de objetivo central é: ser a empresa de destaque da região em determinado segmento. Para chegar nesse objetivo muitas metas precisam ser batidas em relação a preço e qualidade, por exemplo.

Metas e objetivos realistas para o seu planejamento anual empresarial

Vale destacar que as projeções precisam ser executáveis, caso contrário podem ter o efeito contrário do pretendido e desmotivar os profissionais envolvidos em cada meta proposta.

#5 Ações

Depois de definir o que se precisa fazer e onde quer chegar é hora de distribuir tarefas e delinear ações. Aqui é preciso definir quem serão os responsáveis por cada meta, quem irá quantificá-las e mensurá-las e ainda quais outras ações podem ser desenvolvidas para alcanças os objetivos.

Um exemplo disso é: se o desejo é diminuir o custo de produção e um grande gargalo são as produções defeituosas, o que pode ser revisto para melhorar isso? Pode ser que o maquinário precise passar por manutenção ou ainda que a equipe precisa de um curso ou capacitação para ter mais afinidade com o manuseio dos equipamentos na hora da produção. Concluindo, invista em pequenas melhorias que podem proporcionar grandes impactos para alcançar seus objetivos.

#6 Orçamento

Para chegar onde se deseja estar, e até mesmo investir nessas melhorias como citadas anteriormente, é preciso planejar também as finanças. Coloque na ponta do lápis todas as despesas e receitas, levanto em consideração custos fixos e variáveis.

Vale lembrar que os investimentos também devem ser previstos. Por exemplo, se for lançar um novo produto ou serviço, tenha em mente disponibilizar uma verba extra para o marketing do mesmo.

#7 Consultoria

Na hora de delinear tudo isso uma consultoria especializada faz toda a diferença. Por isso, conte com a Mais. Há mais de 16 anos no mercado, desenvolvemos projetos nas frentes de gestão financeira, qualidade, estratégia e otimização. Todos esses aspectos tem impacto direto nos objetivos traçados no planejamento anual empresarial. Entre em contato no banner abaixo e saiba como os nossos serviços podem impulsionar o seu negócio.

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Ponto de equilíbrio de uma empresa: o que é e como calculá-lo?

Por que saber o ponto de equilíbrio de uma empresa?

Esse cálculo é muito simples e útil. Por meio dele é possível saber qual é o faturamento mínimo necessário para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis de um negócio em um determinado período. Ou seja, a partir desse índice é você consegue projetar as finanças para ter um melhor controle financeiro. Continue a leitura e entenda tudo o que é preciso saber sobre esse importante dado na contabilidade do seu negócio. 

Cálculo do PE

O ponto de equilíbrio é calculado sob a forma de percentual da receita projetada. Seu cálculo é muito simples, mas tem três perspectivas diferentes, que são:

Ponto de equilíbrio contábil:

O contábil é o mais utilizado como parâmetro nas empresas. Seu cálculo baseia-se na divisão das despesas fixas e variáveis mensais pelo montante obtido pelo negócio.

Ponto de equilíbrio

Dessa forma, é preciso fazer previamente o cálculo de custos fixos e variáveis. Já falamos sobre esses conceitos em um outro artigo aqui no blog, confira.

Ponto de equilíbrio econômico

Já o ponto de equilíbrio econômico avalia as possibilidades. De que forma? Esse índice leva em consideração o custo de oportunidade. Ou seja, é calculado, por exemplo, quando alguém opta em investir em um negócio e não em outro. Assim, ele projeta o quando é preciso vender para gerar um resultado igual ou superior ao do negócio que foi preterido.

Seu cálculo é feito da seguinte forma:

Ponto de equilíbrio econômico

Ponto de equilíbrio financeiro

O ponto de equilíbrio financeiro é similar ao contábil, mas exclui os gastos que não geram, efetivamente, fluxo no caixa. É possível citar como exemplo esse topo de gasto a depreciação de ativos.

Logo,

Ponto de Equilíbrio Financeiro

Como utilizar o Ponto de Equilíbrio de uma empresa estrategicamente?

A partir do cálculo de PE que seja mais adequado para o seu negócio é possível utilizar esse número estrategicamente. Por exemplo, se está no início de um negócio ainda pequeno a sua meta que realmente importa, ou na terminologia correta One Metric that Matters (OMTM), pode ser o PE. Assim determina-se o mínimo para verde e não ficar no vermelho, passando desse valor começa o seu lucro. Fácil de entender assim, não é?

NPS

A partir do PE você enxerga uma capacidade de aumentar lucros. Existe uma margem de otimização, que diz até quando o negócio pode crescer com a estrutura atual. Mas, para incrementar a produção muito mais que isso será necessário fazer alguns investimento. Afinal, para aumentar o lucro é preciso fazer contratação de mão de obra, investimento em maquinário e matéria-prima. Quando chegar nesse ponto máximo de otimização é preciso recalcular o Ponto de Equilíbrio com os novos valores.

Gestão financeira eficiente

Cuidar de cada um desses cálculo e dados pode ser exigir muito tempo dos gestores. Além disso, uma consultoria especializada pode acrescentar muitas inovações importantes para a cadeira produtiva. Por isso, seja para a gestão financeira, otimização de projetos, implementação de estratégias ou avaliação e padronização de padrões de qualidade, conte com a Mais Consultoria. Com a experiência de 16 anos de história e mais de 200 clientes atendidos, podemos impulsionar também o seu negócio. Fale com consultor

 

 

 

 

Quanto vale minha empresa?

Conhecer esse valor ajuda os empreendedores a saber o que é preciso para crescer

Você acha que saber o valor do seu próprio negócio só é interessante quando se pretende vendê-lo? Está muito enganado. Buscar responder a pergunta: “Quanto vale a minha empresa?” é uma forma de saber se posicionar frente ao mercado. E, até mesmo, reagir a uma possível proposta de compra do negócio.

Posicionamento estratégico

Ao saber a resposta dessa pergunta o empresário consegue pensar em mecanismos para tornar a empresa mais competitiva e crescer no mercado. Além disso, consegue atrair investidores, vender ações e planejar-se para o futuro.

Valuation: responda a pergunta “Quanto vale minha empresa?”

O termo valuation significa “avaliação de empresas”. Esse cálculo é feito a partir da percepção de mercado para identificar o valor de um negócio. Logo, não tem um valor preciso, já que depende de variáveis muitos fluidas que acompanham as tendências de mercado.

Para o valuation são levados em consideração os valores intangíveis do negócio, como a autoridade de marca e a relevância no mercado relativa ao relacionamento com clientes.

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Calculando quanto vale a minha empresa

Independentemente do tamanho do negócio o cálculo de valuation pode ser feito da seguinte forma:

1- Calcula-se o valor de fluxo de caixa (com projeção para os próximos anos).

2- Desconta-se uma taxa correspondente ao risco do investimento (a base é a bolsa de valores).

3- Por último, é preciso trazer os resultados para a realidade atual.

O que há de mais valioso em um negócio pequeno é a projeção daquilo que ele ainda pode se tornar. Por isso, esse cálculo é feito a partir de projeções de mercado do valor que a empresa pode gerar. Esse estudo tem como base projeções em um prazo de 5 anos sobre o caixa da empresa. Depois, subtrai-se um percentual para trazer para o presente esses valores.

E os bens patrimoniais?

Você está se perguntando por que carros, maquinários e imóveis não entram nessa contabilidade? Pois bem, esses itens podem sim ser colocados como parte do valor de um negócio, mas não é o ideal.

Isso porque podem até mesmo desvalorizar a marca, já que em alguns casos é mais vantajoso vender esse tipo de bem para aplicar o dinheiro em inovação no negócio. Por isso, os especialistas não aconselham incluir bens patrimoniais no cálculo, porque não são parâmetros que poderiam fazer a empresa crescer ou se desenvolver perante ao mercado.

Para novas empresas

Se você ainda está começando um negócio é muito difícil fazer o cálculo a partir dos parâmetros mencionados anteriormente. Então, se quer saber quanto vale o negócio para procurar investidores, por exemplo, o ideal é fazer um plano de negócios, que tenha uma sólida base de cálculos para que as projeções sejam realistas.

Fale com a Mais

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7 ferramentas de gestão de projetos para auxiliar seu negócio

As empresas, de forma geral, têm sentido os impactos dos avanços tecnológicos. Um dos campos que mais tem desfrutado de seus benefícios é a gestão de projetos. Se antes para as grandes corporações era difícil de os gestores terem uma visão ampliada de tudo que acontece na rotina produtiva, hoje tem ficado cada vez mais fácil de acompanhar tudo isso. Logo, as mudanças e melhorias tornam-se cada vez mais eficientes. Nesse sentido, elegemos aqui 7 ferramentas de gestão de projetos que podem te ajudar com isso.

#1 Trello

Se a ideia é otimizar e simplificar, o Trello é uma excelente ferramenta até mesmo em sua versão gratuita. A ferramenta conta com quadros e cartões que você pode organizar da maneira que preferir.

Além disso, é possível estipular datas de entrega e marcar os colaboradores da empresas nelas para notificá-los e lembrar de prazos.

O Trello é baseado no Kanban, um modelo de organização por cartões. Já falamos dele aqui no blog, clique aqui para ler mais.

#2 Project

Essa é a ferramentas de gestão de projetos desenvolvida pela Microsoft. Pode-se dizer que é a mais completa e complexa. Com ela é possível atribuir tarefas, acompanhar o progresso da execução dos projetos, cuidar dos orçamentos e até mesmo fazer uma análise detalhada de carga de trabalho.

Até mesmo aquilo que poderia passar despercebido pode ser acompanhado com detalhes pelo gestor com o Project. É possível encontra a ferramenta em versão para teste gratuita e planos com preços diversos. Mas, no geral, ela tem um valor mais elevado.

#3 Basecamp

Uma das ferramentas mais utilizadas em empresas de vários segmentos é o Basecamp. Por meio dela é possível dividir equipes por projetos, abrir tarefas com datas para o profissional que irá executá-la, criar grupos de bate papo e ainda acompanhar por meio de uma linha do tempo toda a evolução do projeto. Sendo esse o seu principal diferencial.

#4 Teamwork

O TeamWork Projects possibilita aos gestores ter uma visão de tarefas concluídas, as em andamento e os processos internos de cada time. Além disso, é integrada com o Teamwork Chat (para bate-papo interno) e Teamwork Desk (que oferece suporte para o cliente). Um grande diferencial dela é justamente essa integração, inclusive com outras plataformas para melhorar a experiência na gestão de processos e projetos.

#5 Operand

Esse é um software super completo. O Operand conta com possibilidades para não apenas organizar projetos, mas ainda emitir propostas comerciais e gerenciar o financeiro. Além disso, com ele você acompanha o progresso de toda a empresa tendo como base a metodologia ágil utilizada pela plataforma.

#6 Artia

A Artia trabalha por meio de medidores de desempenho. E ainda possibilita a geração de relatórios, documentos e gráficos. Além disso, o software é baseado na técnica Pomodoro, que trabalha a gestão de tempo e qualidade de entregas. Dessa forma, a Artia ainda orienta os profissionais para período de descanso e foco ao longo da rotina de trabalho.

#7 Jira

Por último, indicamos o Jira, que é voltado para projetos relacionado com o desenvolvimento de softwares. Seu funcionamento é baseado em Scrum e Kanban. Essa ferramenta de gestão de projetos tem como grande diferencial seu sistema de busca dentro da plataforma. Por isso, é que se torna tão importante para o público ao qual se destina.

Como escolher a sua ferramenta de gestão de projetos?

Os fatores preponderantes para a escolha da ferramenta ideal para a sua empresa são: segmento de atuação, quantidade de pessoas envolvidas nos processos e complexidade dos projetos. Agora que você já conhece algumas ferramentas disponíveis no mercado, vale analisar criteriosamente aquela que mais se encaixa nas rotinas produtivas do seu negócio.

Gostou do artigo? Em nosso site você encontra conteúdo gratuito semanal para ajudar a gerir o seu negócio. Além disso, a Mais Consultoria está há 16 anos no mercado oferecendo soluções em otimização, qualidade, gestão financeira e estratégia e pode fazer a diferença na sua empresa. Fale com um consultor

 

Gestão de estoque eficiente: impacto nos custos e lucro

Refinar processos e tornar a empresa o mais produtiva possível passa por uma gestão precisa. Dessa forma, é necessário ter controle de todos os números do negócio para efetivar o bom funcionamento da cadeia produtiva. Nesse sentido, a gestão de estoque é um fator preponderante para se ter atenção. Isso porque é um indicador que garante matéria-prima, produtos e demais utensílios para todo o abastecimento e funcionamento da empresa. Confira agora como uma gestão de estoque eficiente impacta nos custos e lucros do negócio. 

# Sazonalidades 

Uma gestão de estoque eficiente leva em consideração sazonalidades. Essas podem estar relacionadas ao clima (verão e inverno) ou até mesmo datas comerciais, como Dias das Mães e Natal. Está se perguntando o que o seu estoque tem a ver com isso? Vamos lá! 

Se você trabalha com produtos, é de se esperar que certas épocas do ano saiam alguns itens mais que os outros. Já no caso de serviços, a sazonalidade pode interferir até mesmo nos uniformes dos seus profissionais. Por exemplo, com peças de frio ou ainda temáticas para as festividades. Ou seja, a gestão de estoque precisa prever, lá no planejamento do início do ano, todas essas variáveis. Dessa forma, garante-se que durante cada época do ano estejam disponíveis peças, utensílios e materiais necessários. Reduza os custos

# Performance 

Ter um controle de estoque eficiente faz com que a empresa tenha uma melhor performance frente ao mercado. Isso porque, através desses dados, é possível entender quais produtos possuem um maior apelo no mercado. Para assim fazer campanhas específicas para eles. 

Além disso, esse dados permitem uma otimização de processos junto aos fornecedores. Já que são eles que fazem o abastecimento da empresa é preciso que tudo funciona em um ritmo coerente com as demandas. Assim, garante-se que não falte produtos para o público consumidor.

#Indicadores 

A gestão de estoque eficiente é o que ordena toda a cadeia produtiva. Agora você já viu como ela é importante. Mas, em termos práticos, sabem quais são os principais indicadores para se analisar? 

  • Número de produtos 

Para tomar qualquer decisão em um negócio é preciso ter em mãos os número de produtos disponível. Imagina só: você lança uma promoção e não tem quantidade de produtos suficiente para atender a demanda. Isso causa uma enorme frustração no cliente, que pode nem querer mais comprar com você. 

  • Ruptura 

Esse dado demonstra a porcentagem de itens em falta em relação ao total existente na loja.

  • OSA

Em inglês o “On Shelf Availability” permite ao gestor saber em porcentagem quantas vezes o cliente procurou um certo item e o encontrou para a compra e também quando não o encontrou. Dessa forma, avalia o quanto a demanda do consumidor foi satisfeita. 

  • Giro de estoque 

Já esse indicador demonstra quais produtos estão encalhados na empresa. Os itens que estão sem vender por muito tempo sinalizam um problema na rentabilidade do negócio. Ter a ciência disso, possibilita o desenvolvimento de ações para reverter esse quadro. 

Pensa em investir em uma gestão de estoque eficiente? A Mais Consultoria atua há mais de 16 anos no mercado oferecendo soluções para os seus clientes em otimizações de processos, estratégia, gestão financeira e qualidade. Entre em contato no banner abaixo e converse com um de nossos consultores para, juntos, impulsionarmos o seu negócio. 00Fale com consultor

Como aumentar as vendas de final de ano?

A época é ideal para alavancar as vendas de final de ano

As datas comemorativas, chegada do 13º salário e promoções como a Black Friday incrementam significativamente as vendas de produtos e serviços nessa época. No setor varejista, é previsto o maior crescimento de vendas dos últimos seis anos para o período do Natal. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a estimativa é arrecadar R$ 35,9 bilhões. Ou seja, 4,8% a mais do que em 2018. Se você tem interesse em saber como aumentar as vendas de final de ano e se preparar para receber um volume maior de pedidos e clientes em seu negócio, confira as nossas dicas.

# Promoção 

Essa é a época de investir em promoções criativas e agressivas. Nesse sentido, uma boa estratégia para aumentar o ticket médio do cliente é oferecer produtos similares ou relacionados. Por exemplo, no e-commerce ter sugestões de produtos similares enquanto o usuário coloca produtos no carrinho. Se o consumidor está levando um celular, por que não oferecer uma capinha para o modelo, carregador portátil, etc.?

# Estoque 

Se o seu objetivo é vender mais é preciso ter atenção ao estoque para garantir que seus produtos estejam disponíveis para serem vendidos. Mas, além deles, você deve fazer também um investimento prévio e bem calculado de embalagens de presentes temáticas da época e outros utensílios que são parte da rotina de vendas do seu segmento. Faça um bom cálculo de produtos e peças a serem pedidos aos fornecedores para evitar que os itens encalhem posteriormente. Essa dica é válida sobretudo quando se trabalha com produtos totalmente sazonais, como panetones, por exemplo.  

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#Treinamento de pessoal 

Todos os profissionais devem ter o máximo de conhecimento daquilo que vendem para suprir todas as dúvidas dos potenciais clientes. Por isso, além do treinamento dos colaboradores já da casa, é preciso investir um tempo maior no treinamento de funcionários temporários. Dessa forma, vai conseguir que todos ofereçam um atendimento  completo para compor a experiência do cliente. 

No caso das vendas online o que vale aqui é checar se tudo está funcionando plenamente na plataforma. Isso porque a tendência é que o tráfego da plataforma aumente. Dessa forma, questões como velocidade de carregamento deve sempre estar entre as prioridades do seu negócio. 

# Marketing digital 

Seu negócio sendo on ou offline é possível aproveitar muito as potencialidades das redes sociais.. E, que tal, fazer descontos especiais para já clientes? É muitos mais fácil vender para alguém que já conhece os seus serviços ou produtos. Explore essa ideia em email marketing direcionado para esse público. 

Outra maneira de atrair consumidores para o seu negócio é criar uma mensagem personalizada para aqueles que deixaram itens no carrinho de compras esquecidos. Oferecer um desconto nesses itens pode funcionar muito bem. 

Além disso, faça chamadas criativas e atrativas, seja para os usuários irem para o seu site ou conferir as promoções na loja presencial. O grande segredo mesmo para as vendas de final de ano é ser lembrado e mostrar como os seus itens podem ser ideias para presentear pessoas queridas nesse momento.  Afinal, essa sazonalidade, por si só, já é um incremento e tanto para a economia brasileira, basta você surfar nessa onda oferecendo seus diferenciais. 

Quer uma consultoria para alavancar o seu negócio? Fale com a Mais.Fale com consultor

Gestão financeira empresarial: 3 conceitos essenciais para pequenas e médias empresas

O que é a gestão financeira empresarial? 

A gestão financeira empresarial é um conjunto de decisões estratégicas que norteiam o negócio a longo prazo. Para essa tomada de decisão são avaliados muitos aspectos. É possível citar entre eles o fluxo de caixa, a criação de valor para a empresa e a estrutura de capital. Isso é feito a partir da contabilidade do negócio prioritariamente. Afinal, uma gestão financeira eficiente tem como pressuposto um caixa fechando no verde

Em pequenas e médias empresas é muito comum que os próprios donos façam a parte de gestão de pessoas e também a de gestão financeira. Afinal, a empresa ainda não dispõe de tanto capital para contratação de funcionários. Por isso, hoje apresentamos aqui 3 conceitos que compõem a gestão financeira e que irão te ajudar a entendê-la de forma simplificada para colocar em prática desde já no seu negócio. 

1- Fluxo de caixa 

Ter um controle de fluxo de caixa significa avaliar todas as despesas que devem ser pagas pela empresa ao longo do mês e tudo o que entra de lucro. Esse cálculo deve ser feito periodicamente, a frequência deve ser definida de acordo com as necessidades do seu negócio, pode ser mensal, semanal ou até mesmo diária, dependendo do fluxo de contas que devem ser pagas. 

O importante de fazer esse cálculo é garantir que o dinheiro que está entrando é suficiente para suprir as despesas da empresas nos respectivos dias de vencimento.  Além disso, previne erros de contabilidade e permite saber com clareza qual é o melhor momento para investir em novos equipamentos, contratações e outras questões de melhorias estruturais. 

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2- Estrutura de Capital 

Esse conceito diz respeito às formas de conseguir recursos para subsidiar a empresa. Podem ser: fundos próprios (economias do empreendedor), empréstimos de bancos, sócios, investidores, dívidas, etc. 

Ter uma estrutura de capital bem definido é primordial para uma gestão financeira empresarial saudável. De outra forma, os custos da empresa podem ser muito elevados. Como, por exemplo, no caso de ter que pagar mensalmente um valor elevado de prestações de empréstimos. Já que isso o que pode deixar até mesmo o caixa do empreendimento no vermelho. 

3-  Criação de valor para a empresa

Por fim, o último conceito apresentado trata do valor agregado. Ou seja, o quanto o seu produto ou serviço acrescenta em termos de soluções para o consumidor final.

O valor agregado pode se dar por necessidade, como o caso de medicamentos. Isso porque esse tipo de produto é imprescindível para o bem-estar do consumidor. Além disso, é possível citar o valor agregado no sentido de representação. 

Para criar valor para empresa podem ser usadas diferentes estratégias, alinhadas ao marketing, para gerar valor por meio do que o produto ou serviço representam. Por exemplo, um produto feito com matéria-prima ecológica e biodegradável tem algo a mais para oferecer para o seu público. 

O consumidor, por sua vez, se tem como uma preocupação as questões ambientais, estará disposto a pagar um valor mais elevado que a média de mercado ao saber que sua ação contribui para a preservação ambiental. 

A forma de se avaliar o retorno financeiro obtido com essas ações chama-se ROI, em inglês, Retorno Sobre Investimento. 

Conte com especialistas para a sua gestão financeira empresarial

Tendo frentes de atuação sobre três conceitos é possível fazer uma gestão financeira empresarial eficiente para pequenas e médias empresas. Necessita de uma consultoria especializada para colocar esses e outros conhecimentos em prática no seu negócio? Entre em contato conosco. Nós já atendemos mais de 200 empresas.  Além disso, contamos com escopo para executar projetos nos setores de estratégia, gestão financeira, otimização e qualidade. Vamos juntos impulsionar o seu negócio? 

Contanto

Empreender com pouco dinheiro: como é possível?

Empreender com pouco dinheiro é totalmente possível. Isso porque começar um negócio pode depender muito mais de uma boa ideia do que de um alto valor de investimento. Na verdade, iniciar qualquer negócio, deve ser com um valor baixo. Isso porque é preciso primeiro testar a viabilidade do produto ou serviço a ser ofertado. Ou seja, antes mesmo de colocar todas as economias no empreendimento e correr o risco de perdê-las. Por isso, confira as dicas para empreender com pouco dinheiro e comece o seu negócio de forma segura. 

5 dicas para empreender com pouco dinheiro

Para começar pequeno 

A melhor forma de colocar sua ideia de negócio em prática com baixo valor de capital é explorar as possibilidades do online. Se você tem pretensão de ter uma loja física, por exemplo, por que não começar com um e-commerce? Dessa forma, evita gastos de manutenção como conta de luz, água e aluguel. 

Vale lembrar que os custos de produção e manutenção de um site não reduzidos. Para quem tem muito pouco dinheiro, e muita disposição, é possível começar com o “faça você mesmo” cuidando de redes sociais, montagem do site, produção das fotos do produto, etc.  

Torne-se um bom vendedor 

Outro aspecto importante para garantir o sucesso do empreendimento é que o seu idealizador seja também um bom vendedor. Isso porque, quando o negócio tem como escopo um produto, é preciso testar a aceitação dele no mercado. Essa é a hora do dono da ideia bater perna de porta em porta e tentar vender as primeiras edições do seu produto. 

Já se o escopo do negócio for um serviço, o empreendedor deve vender, literalmente, a sua ideia e as soluções que ela proporciona. Não apenas no estágio inicial, mas durante toda a sua carreira, como na hora de prospectar investidores e falar sobre seu projeto em feiras de negócios, etc. 

Microempreendedor Individual (MEI) 

O início de um negócio com pouco dinheiro começa sempre na informalidade. Na estrutura da própria casa, o empreendedor fazendo por si próprio ou com uma equipe bem reduzida, etc. Na hora de começar a alavancar o projeto, quando ainda está em pequenas proporções, é possível contar com a legislação de MEI

A categoria foi criada por meio da Lei nº 128/08. Ela concede a isenção das taxas de legalização e reduz os tributos devidos pelos empreendimentos, fazendo com que seja mais fácil se tornar um Microempreendedor Individual.

Dessa forma, é possível regularizar a situação do empreendimento de forma facilitada. Essa categorização proporciona infraestrutura para profissionais, que antes ficavam na informalidade ou contribuindo como autônomos no INSS. Com o MEI é possível tirar notas fiscais e ter os direitos trabalhistas garantidos. E ainda conta com a possibilidade de contratação de mais um profissional para integrar a equipe da empresa. 

Reduza custos

Busque capacitação 

Antes mesmo de bater de porta e porta, invista em conhecimento! Seja em um curso superior ou em leituras por conta própria, pesquisas sobre o mercado, cursos para empreendedores, tudo isso irá te ajudar a desenvolver melhor a sua ideia de produto e serviço. Além disso, é uma forma de ir para o mercado já com um conhecimento prévio do que esperar dele.  

De acordo com a GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o Brasil chegou a 38% na TTE (Taxa de Empreendedorismo Total) em 2019. Isso corresponde a 52 milhões de brasileiros. Os números tendem a aumentar, por diversos fatores, sobretudo a crise econômica e a falta de oportunidade em cargos de trabalho formais (principalmente para os jovens). 

Ou seja, são muitas pessoas tentando inovar e colocar novas ideias no mercado. O que é muito positivo para a sociedade como um todo. Mas, isso também significa que a concorrência é enorme, bem como a chance de o negócio não dar certo. Por isso, invista tempo de estudo para estruturar seu negócio antes mesmo de investir dinheiro nele e procure ajuda! Você pode obter muito conhecimento gratuito, como no portal do Sebrae e em materiais gratuitos disponibilizados aqui no nosso site. 

Mais Consultoria

Vamos alavancar juntos o seu negócio? Quando chegar o momento correto sua empresa pode contar com um serviços oferecidos pela Mais Consultoria. Nós temos como foco pequenas e médias empresas de Juiz de Fora e região. Proporcionamos soluções inteligentes e fáceis de serem executadas para melhorar o negócio em diversos aspectos. Fale com consultor