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5 passos para engajar os membros da sua equipe

Apesar do desenvolvimento da tecnologia, com soluções cada vez mais modernas e eficientes para auxiliar as operações diárias de uma empresa, o fator humano ainda se mostra muito valioso em um ambiente de negócios, principalmente para engajar a sua equipe!

Na situação atual em que vivemos em nosso país, muitas empresas adotaram o modelo de home office ao avaliar a saúde e segurança de seus funcionários. No entanto, com esse novo modelo de trabalho também apareceram novos desafios: manter a equipe engajada mesmo de longe.

Por que é tão importante engajar os seus colaboradores?

Primeiramente, para qualquer empresa rodar perfeitamente e ter sucesso em seus objetivos, é necessário ter pessoas, certo?!

Você pode se esforçar ao máximo elaborando vários planos de ação, desenvolvendo uma enorme estratégia para conseguir bons resultados, prevendo cada passo do seu negócio para que não aconteça nada fora do previsto. Porém, nada dará certo se a sua equipe não se sentir motivada a executar os seus projetos.

Uma empresa cujo engajamento é mínimo ou falho, dificilmente conseguirá se manter resistente e crescer. Além disso, todos os processos externos, como o atendimento ao cliente e a própria qualidade do serviço prestado, podem ser afetados caso haja algum problema interno.

Benefícios de uma equipe engajada

Há inúmeros benefícios em investir no engajamento de sua equipe, principalmente no que tange o âmbito econômico! E quando falamos de dinheiro, levamos a conversa para outro patamar, não é mesmo?!

O primeiro benefício é ajudar as pessoas a realizar as tarefas com alegria e da maneira que quiserem. A segunda é infectar outros membros da equipe com a mesma mentalidade, porque uma pessoa negativa acabará poluindo os colegas e afetando a eficiência do trabalho em equipe.

Quais são os principais desafios ao engajar uma equipe?

A empresa que consegue manter seus funcionários alinhados e engajados, reduz drasticamente:

  • o nível de demissões;
  • o índice de insatisfação no ambiente de trabalho;
  • a improdutividade;
  • conflitos internos.

Em contraponto disso, a equipe engajada proporciona:

  • maior produtividade;
  • menor gasto com serviços de motivação;
  • crescimento empresarial;
  • maior índice de lucro.

Como engajar a sua equipe?

  1. Tenha propósitos bem claros e incentive o sentimento de pertencimento

Quando os funcionários sabem que seu trabalho é importante e que todos os demais na empresa dependem dele, seu desempenho tende a ser bem melhor!

Portanto, tente explicar continuamente seu papel durante a execução dos projetos. Para isso, você terá que criar um canal de comunicação eficiente, e ter muito cuidado para não deixar os membros da equipe parados, o que vai gerar muita desmotivação e fazer com que eles não se sintam parte do resultado.

2. Reconheça bons atos dos seus colaboradores

Empresa que só reconhece seus colaboradores em ações pontuais, como no dia do aniversário ou em premiações de funcionário do mês, não reconhece de verdade.

O reconhecimento sempre precisa começar com ações simples do dia a dia. Seu vendedor fechou um contrato? Dê os parabéns e agradeça o bom trabalho!

Um funcionário se preocupou em levar café ou lanche para a equipe? Agradeça por isso! Alguma meta foi batida? Hora de TODOS da equipe comemorarem!

É muito importante celebrar as pequenas conquistas e valorizar aqueles que são responsáveis por elas.

Esse reconhecimento diário funciona como uma “injeção de ânimo” na equipe e é responsável por manter a motivação da equipe sempre renovada.

3.  Incentive a autonomia dos colaboradores

Incentive seus funcionários a exercerem seu trabalho com autonomia. Organizar seu próprio tempo é uma liberdade básica, que dará aos funcionários muita motivação também!

Além disso, idealmente, ao gerenciar equipes remotas você deve ter uma equipe que não dependa inteiramente de você. Uma vez que sua equipe tenha um certo grau de independência, as tarefas serão executadas com mais confiança e os projetos serão concluídos com uma mobilidade mais saudável.

Dar liberdade para participarem das tomadas de decisão também pode ser uma ação muito positiva! Os funcionários mais envolvidos com as decisões da empresa tendem a sentir mais o peso das responsabilidades. A consequência disso é que eles se sentem mais valorizados e importantes no andamento dos projetos.

4. Dar à sua equipe o necessário para um bom desempenho

Se na execução das suas funções o colaborador sentir que não têm os recursos necessários, ou mesmo o conhecimento técnico exercer tal tarefa, ele poderá se sentir desmotivado e inseguro para realizá-las.

Se seus colaboradores necessitam de uma ferramenta nova ou algum tipo de capacitação, pense na possibilidade de fornecê-los a eles. Mesmo que, inicialmente, a empresa tenha alguns gastos com esses investimentos, em longo prazo, os ganhos serão muito positivos!

5. Elabore um plano de carreira dos colaboradores

O plano de carreira é um instrumento que os profissionais utilizam para guiar os seus passos e a evolução da sua carreira. Com essa possibilidade de crescimento dentro da empresa, a motivação do colaborador aumenta significativamente!

No geral, o plano de carreira possui alguns propósitos dentro da organização como promoção, aumento de salário e de responsabilidade, transferência de filial da empresa, transferência de cargo, aquisição de novos conhecimentos e habilidades, experiência em outros países, entre outros!

Dá pra perceber que através de algumas atitudes simples, mas muito importantes, são suficientes para estimular a motivação de equipe. Agora, é com você!

Continue a leitura em:

Gestão de pessoas: como dar ao seu time o melhor ambiente para atingir as suas metas?

Diminua os custos e aumente a produção com o método kaizen

Você já conhece o metódo kaizen? Sabia que através dela é possível diminuir expressivamente os custos, aumentar a produção e uma série de melhorias no seu negócio?
O método Kaizen estabelece padrões elevados de qualidade, compromisso, esforço de todos funcionar pela vontade de mudar.
Então, se você quer entender o que é Kaizen, como usar este método e como colocá-lo em prática, leia este artigo até o fim.

O que é o método Kaizen?

Kaizen é uma palavra japonesa que significa “mudar para melhor” e hoje tem sido utilizada como uma filosofia de melhoria contínua em geral. Seja pessoal, social ou profissional.
Segundo Kaizen, melhorias sempre são possíveis e você deve implementar melhorias todos os dias, seja na gestão da empresa, seja nos funcionários e gestores. Vale ressaltar que, para não atrapalhar o equilíbrio da empresa, o ideal é que a melhoria seja gradual e nunca repentina.
Essa metodologia é muito valiosa para a gestão industrial porque seus principais benefícios são: redução de custos e aumento da produtividade.

Qual o objetivo do método Kaizen?

Para entender o propósito desse método, basta observar seus benefícios! Portanto, listamos algumas das principais vantagens do método Kaizen:

  • Melhorar a qualidade dos processos e da produção
  • Aumentar a satisfação do cliente
  • Envolver todos os colaboradores
  • Reduzir o desperdício da empresa;
  • Aumentar a produtividade sem grandes investimentos;
  • Adquirir uma gestão mais transparente;
  • Voltar atenção para onde se cria valor de fato (“chão de fábrica”);
  • Focar nos processos;
  • Priorizar as pessoas;
  • Aprender fazendo.

Quando utilizar o método Kaizen?

Quando o método Kaisen deve ser usado? Embora o método Kaizen possa ser considerado uma filosofia de gestão empresarial, e não uma ferramenta contendo receitas e procedimentos, a questão é: quando aplicar a filosofia Kaizen?
É claro que este conceito é muito adequado para mudanças graduais que exigem mudanças de longo prazo e principalmente por alguma alteração na cultura da empresa. Se a cultura corporativa for mais personalizada e focada no sucesso de curto prazo, é preferível usar algum método de revisão de processos com esse objetivo.

Como aplicar o método Kaizen em 7 passos

A aplicação do método Kaizen tem como base o ciclo PDCA, ou seja:

  • Planeje (Plan): desenvolva uma hipótese;
  • Faça (Do): execute o experimento;
  • Verifique (Check): avalie os resultados;
  • Aja (Act): aperfeiçoe sua experiência e dê início a um novo ciclo.

Passo 1 – Defina quem será líder do projeto

Antes de iniciar um projeto de melhoria contínua, é necessário definir quem vai liderar o projeto.

O líder selecionado ficará responsável por atualizar os demais membros da equipe no processo e orientar as ações com base nos resultados.

Passo 2 – Defina a equipe que irá executar

O segundo passo para aplicar o Kaizen é formar uma equipe que irá implementar melhorias.

Curiosamente, esses grupos são compostos por profissionais de diferentes departamentos da empresa. Portanto, por meio dessa natureza multidisciplinar, será possível usar diferentes ideias para resolver diferentes problemas.

Passo 3 – Identifique oportunidades de melhoria

A aplicação do Kaizen também envolve a identificação de oportunidades de melhoria. A equipe deve trabalhar em conjunto para encontrar defeitos do programa e analisar quaisquer problemas que precisem ser resolvidos.

Passo 4 – Estabeleça de metas e objetivos

Após identificar oportunidades de melhoria, é necessário estabelecer metas e objetivos para solucionar os problemas mencionados. Essa etapa é importante para que a equipe entenda para onde deve ir e quais resultados devem buscar.

Mas lembre-se: as metas e objetivos precisam estar dentro do padrão SMART, o que significa que elas devem ser Específicas (Specific), Mensuráveis (Measurable), Alcançáveis (Achievable), Relevantes (Relevant) e com Prazo determinado (Time-based).

Passo 5 – Construa o plano de ação

A melhoria só pode ser alcançada se for formulado um plano que oriente as ações coletivas e individuais.

A equipe precisa saber o que fazer, quando concluir, quem concluir, onde concluir, quanto gastar, quanto orçamento, etc.

As respostas a essas e outras perguntas ajudarão a desenvolver um plano de ação, que é uma ferramenta necessária para implementar aplicativos aprimorados.

Passo 6 – Executar as atividades

Não há muitos segredos aqui! Após definir o plano de ação, coloque-o em prática. Todos devem fazer a sua parte para ajudar os outros quando necessário, e cumprir orçamentos e prazos.

Passo 7 – Monitorar e avaliar os resultados

Todo o processo de melhoria contínua deve ser analisado e os resultados monitorados. Por se tratar de um processo contínuo, é imprescindível monitorar constantemente o andamento da ação para que os ajustes necessários possam ser feitos!

Que tal se aprofundar no assunto?

Masaaki Ima é um dos principais responsáveis por esse movimento e considerado por muitos como o pai do Kaizen. Além disos, ele é o autor do livro Kaizen – The secret to Japans competitive success e fundador do Kaizen Institute.

Masaaki conseguiu levar seus ensinamentos e práticas para todo o mundo. Para ele, o trabalho em equipe deve prevalecer sobre o individual!

Quer utilizar a filosofia kaizen para reduzir custos, aumentar a produtividade da sua empresa, mas não sabe por onde começar? Entre em contato conosco, basta clicar no banner abaixo!

 

Entenda melhor o seu consumidor através da criação de personas

Conhecer o próprio cliente é uma forma de conversar com esse público e gerar melhores resultados para o negócio, com a entrega de serviços e produtos alinhados com a expectativa da clientela.

Para as estratégias de marketing e prospecção de clientes usa-se o termo “persona”. Através da projeção de um cliente ideal as empresas podem criar um personagem que represente sua persona ou personas.

Uma marca pode ter mais de uma persona, quando se trabalha com variados produtos ou serviços que atendam mais de uma parcela de mercado.

Neste artigo te mostraremos algumas técnicas para compreensão do perfil do cliente e formas de aplicação desse conhecimento para agregar valor ao seu produto ou serviço. Aproveite a leitura!

Quem são as “personas”?

Um personagem é um personagem semifictício, que representa o cliente perfeito de sua empresa. Portanto, sua construção é toda baseada em dados reais para integrar as principais características dos clientes. Com base nisso, é possível traçar uma estratégia mais consistente e direcionada.

As personas buscam traçar um perfil mais detalhado, então outros aspectos são levados em consideração, como: quais são seus desejos e gostos e quais os problemas e dores essa persona enfrenta no dia a dia –  problemas que você pode solucionar com seus produtos e serviços, certo?!

Os papéis são desenvolvidos a partir de pesquisas com o público-alvo e ajudam a nortear as ações e estratégias da empresa.

Em comparação com a análise feita para descobrir público-alvo, a pesquisa sobre personas é mais aprofundada, envolvendo os seguintes fatores:

  1. estilo de vida;
  2. características pessoais,
  3. interesses profissionais;
  4. preferências de lazer;
  5. participação em redes sociais;
  6. descrições de comportamento
  7. elementos psicológicos;
  8. costumes;
  9. principais dificuldades e desafios.

Qual diferença entre público-alvo e persona?

Persona e público-alvo não são a mesma coisa. Já explicamos sobre o que é a persona, mas afinal, o que é público-alvo e qual a diferença?

O conceito de público-alvo está relacionado a um grupo de pessoas que possuem características em comum, como idade, gênero, localização, renda, escolaridade, etc. Por exemplo: profissionais da área da saúde que fazem residência, entre 25 a 30 anos, moradores de Belo Horizonte, com uma renda entre R$ 4.000 a R$ 10.000.

Comparando na prática, fica mais fácil visualizar a diferença entre os dois conceitos. O público-alvo se concentra em uma definição mais geral, deixando espaço para simplificações e estereótipos subconscientes. Por outro lado, as funções criam uma identidade bem definida, humana e personalizada para clientes ideais.

Para resumir, o público-alvo inclui todas as pessoas que podem se interessar por suas soluções. No entanto, ao direcionar todas as suas ações com base apenas nele, você atingirá muitos indivíduos que não têm o menor interesse nos seus produtos ou serviços. Dessa forma, o público-alvo dá um norte de quem a marca deseja atingir, enquanto a persona compreende com exatidão quem a empresa quer e precisa interagir.

Exemplos de Personas

1) Juliana, 26 anos é graduanda em Marketing. Mora sozinha em São Paulo, no bairro Perdizes, em um apartamento quarto e sala. Atualmente, trabalha em uma pequena Agência de Marketing e seu grande objetivo é ter seu própria agência. Sua renda mensal é de R$2.000. Ela tem um perfil bastante humano, é focada, dedicada, esforçada e aplicada nos estudos. Sua vida é corrida, ela se divide entre os estudos e trabalho. Está sempre buscando artigos, livros, e-books, cursos presenciais e online, sites, plataformas e aplicativos que possam ajudá-la a melhorar ainda mais na sua profissão. Sua maior dificuldade é encontrar plataformas e aplicativos com conteúdo de qualidade que possam realmente contribuir para o seu aprendizado. Usa bastante o WhatsApp para se comunicar e sempre encontra um tempinho para olhar o Instagram.

2) Maria Clara tem 32 anos é solteira, mora sozinha com com o seu
cãozinho chamado Luke. Ela é professora em uma universidade pública e durante o ano costuma fazer viagens para apresentar resultados de suas pesquisas acadêmicas em diversos lugares do Brasil. Por isso, precisa de um local de confiança que dê máxima atenção para o seu companheiro durante a sua ausência. Se informa através do WhatsApp e utiliza o Facebook para interagir com seus familiares.

Por que as personas são importantes para a sua estratégia?

A criação de personas é uma etapa essencial em uma estratégia de negócio focada em resultados. A razão é simples: quando entendemos nosso papel, podemos passar a mensagem certa para a pessoa certa no momento certo. Por outro lado, sem um papel claro, sua estratégia será jogada fora. É como falar português com alguém que só fala russo ou tentar vender um pedaço de carne  para vegetarianos.

Listamos os principais motivos pelos quais as personas são importantes para uma estratégia empresarial:

  • Conhecer o seu cliente profundamente;
  • Entender o real valor do seu produto para o seu cliente;
  • Descobrir os melhores canais para se comunicar com o público;
  • Definir as melhores pautas e formatos de conteúdo para conduzir o cliente pela Jornada de Compra;
  • Optar pela melhor linguagem e tom de voz para se comunicar com a sua audiência;
  • Otimizar a experiência do usuário.

Como coletar essas informações específicas do seu público?

No relacionamento com o cliente você pode coletar esses dados para aprimorar a sua persona de diferentes formas. No marketing digital isso pode ser feito por meio da captação e nutrição de leads (para novos clientes) em meio às redes sociais, com formulários e pesquisas.

Já âmbito da prospecção de clientes, o CRM (Customer Relationship Management) pode ajudar a gerir o relacionamento com o público. Além disso, com pesquisas, como a de NPS, fica mais fácil pensar em formas de conhecer e cativar também aqueles que já são clientes.

Criando suas personas na prática

Desenvolvemos uma ferramenta gratuita para facilitar esse processo de construção das personas do seu negócio! Para acessar é muito fácil: você pode acessar a aba “Materiais” no menu do site ou clicar no banner abaixo.

Criando suas personas na prática
Criando suas personas na prática

Principais erros de um planejamento financeiro

O desenvolvimento de uma boa gestão financeira é essencial para o crescimento de qualquer empresa e pode ser um fator chave para determinar o sucesso ou o fracasso de uma empresa. Por isso mesmo, listamos nesse artigo do blog os principais erros de um planejamento financeiro, para o seu negócio não cair em certas armadilhas.

Continue a leitura para descobrir os principais erros de um planejamento financeiro!

Afinal, o que é o planejamento financeiro?

Antes de sabermos quais são os principais erros, é necessário ter um bom entendimento do que é o planejamento financeiro em si.

O planejamento financeiro é o processo contínuo de determinar a estratégia de negócios e desenvolver métodos para atingir as metas!

É a base de quase todas as decisões internas, por exemplo, avaliar o momento certo para fazer um determinado investimento, reavaliar custos e determinar formas de otimizar determinados processos no negócio.

Todos os objetivos da empresa são realizados através desta importante ferramenta e, se utilizada de forma adequada, servirá de base para a tomada de decisões e repassará segurança a todas as áreas funcionais. No entanto, se as finanças forem geridas da forma errada, os impactos podem ser profundos e, até em alguns casos, irreversíveis, levando a falência de uma empresa.

Se você quer entender mais a fundo e ter acesso a um PASSO A PASSO PARA REALIZAR O SEU PLANEJAMENTO FINANCEIRO, clique aqui!

Descubra os principais erros de um planejamento financeiro:

 

  1. Não separar as finanças pessoais das finanças empresariais

Este é um erro muito comum que ocorre principalmente por empreendedores e empreendedoras que estão no início do seu negócio e pequenas empresas.

Imagine o seguinte cenário: ao final da semana de trabalho, todo o dinheiro obtido seja guardado em uma gaveta e usado para pagar algum investimento pessoal.  No final do mês, qual será o lucro que a empresa teve e quanto de salário você recebeu?

Misturar finanças da empresa com finanças pessoais pode tornar tudo muito confuso e levar a incompatibilidades de informações! Quando gastos pessoais e empresariais se misturam, a pessoa pode achar que a empresa está de fato tendo lucratividade quando, na verdade, é o contrário. Complicado, né?!

Em resumo, fazer essa divisão não apenas ajuda a reduzir problemas, mas também facilita o gerenciamento das finanças empresariais. Isso vai garantir que você tenha o controle financeiro também, sabendo exatamente o quanto têm e quanto pode investir no futuro da empresa, seja uma contratação, algum maquinário, entre outros investimentos.

2. Não projetar o fluxo de caixa

Pegando o link com o que foi falado no último tópico, é de extrema importância projetar o que você terá que pagar nos próximos meses e as receitas que vão entrar nesse período. Para isso,  é feito o fluxo de caixa, um instrumento básico de planejamento e controle financeiro.

O propósito dessa ferramenta é calcular e projetar o saldo disponível para que sempre haja um capital de giro para investimento ou despesa final.

O fluxo de caixa te permite realizar um planejamento a longo prazo e também analisar o que você projetou e o que realmente foi realizado, acompanhado de uma análise que indique por quais motivos as coisas saíram como o esperado ou não.

Com o fluxo de caixa, você consegue:

  1. Reduzir as despesas sem o comprometimento do lucro
  2. Planejar os próximos investimentos
  3. Organizar promoções para desencalhar produtos do estoque
  4. Planejar a solicitação de empréstimos
  5. Garantir uma negociação a longo prazo com fornecedo

3. Não ter controle de estoque

Você deve estar perguntando: “mas, o que o estoque tem a ver com isso?” Sim, tem tudo haver! A falta de gestão do estoque não afeta apenas a parte logística do empreendimento, mas as áreas de vendas e financeira também.

As ações da empresa devem sempre ser registradas e atualizadas com base em retiradas e compras. Calcular o estoque ideal para minimizar os custos de armazenamento e otimizar as compras para possíveis descontos, também é uma ótima estratégia para melhorar sua situação financeira.

Ao abandonar o controle de estoque, a empresa ficará nas mãos do destino, podendo haver altos gastos emergenciais ou itens de estoque muito longos para torná-los obsoletos.

Confira também:

Gestão de estoque eficiente: impacto nos custos e lucro

A importância do estoque para certos segmentos

Estoque: aliado ou inimigo?

4. Não saber quanto cobrar pelo seu produto ou serviço

Você sabe qual é o custo daquilo que você produz? O quanto você gasta pra produzir o seu produto, incluindo matéria-prima, mão-de-obra e custos fixos?

O preço de venda é o valor que será cobrado dos seus clientes por seu produto ou serviço, ou seja: por quanto você vai vender o que faz!

Esse valor precisa te dar retorno, portanto ele deve cobrir o custo de produção, as despesas com a comercialização/venda e a porcentagem de lucro que você deseja.

Levando isso em consideração, antes de determinar por quanto você vai vender algo, precisamos colocar na ponta do lápis quanto você gasta para produzir o que vende e o quanto você quer ter de lucro por aquilo.

Possuindo isso tudo no planejamento financeiro, é possível saber até quantos por cento é possível que você dê de desconto para o cliente sem comprometer o seu caixa.

5. Não saber gerir o lucro obtido

Após um mês de boas vendas e enormes lucros, é hora de reinvestir os lucros dentro da empresa para obter mais e mais lucros, certo? Investindo esse dinheiro para outros fins não prioritários, a saúde da empresa pode ser altamente prejudicada.

Você pode modificar o processo operacional de várias maneiras para conduzir uma análise financeira da empresa, mas também pode fazer algumas coisas simples no gerenciamento diário para melhorar a situação financeira da sua empresa.

Evitar multas por atraso pode ser a diferença entre terminar o ano no vermelho ou no azul. Portanto, se livre das despesas fixas antes de gastar o seu lucro. Tenha um planejamento financeiro com datas para uma melhor organização da sua empresa.

Coloque na prática: faça um planejamento financeiro empresarial

Você viu que o planejamento financeiro empresarial é essencial para garantir a prosperidade financeira de todos os negócios e, consequentemente, ganhar destaque no segmento em que atua. Quando se trata de saúde financeira, todo cuidado é pouco!

O seu negócio já tem um planejamento financeiro? Precisa rever esse planejamento para garantir um ano de sucesso?

 

Banner para direcionar as pessoas

Metas SMART: alcance mais resultados com essa metodologia

Metodologia Smart é uma forma eficiente de estabelecer objetivos e se refere a uma sigla que corresponde aos cinco princípios da prática, os quais são eles:

Specific (específica);

Mensurable (mensurável);

Attainable (atingível);

Relevant (relevante);

Time based (temporal).

Dessa forma, essa metodologia está intimamente relacionada à metodologia ágil de gerenciamento de projetos, ou seja, é um passo importante para colocar essas ferramentas e medidas em prática na empresa.

A diferença entre ter um sonho e executar um sonho está no planejamento e na força de vontade. Dividir a meta em várias etapas pequenas é uma ótima ferramenta para alcançá-las.

Quais são as vantagens em adotar a metologia SMART no seu negócio?

Para atingir seus objetivos, é necessário focar em muitas coisas e superar todos os obstáculos e complicações que possam surgir. Pensando nisso, ao transformar seus objetivos em SMART, você pode criar uma estrutura inteligente para seu plano de ação e evitar quaisquer dificuldades caso encontre alguma dificuldade.

  1. Ajudar a melhorar a eficiência das operações;
  2. Encurtar o ciclo dos processos de produção;
  3. Reduzir riscos de negócios;
  4. Revitalizar o desempenho da empresa;
  5. Ter resposta de mercado mais rápida;
  6. Aumentar a taxa de retenção de clientes;
  7. Desenvolver habilidades de liderança e alcançar resultados;
  8. Aumentar os diferenciais da organização.

Como aplicar a metodologia SMART no negócio?

Agora que você já entendeu o conceito geral, descubra como agir em relação a cada uma das letras de Smart, que comentamos no início do artigo!

(S) Específico

Esta é a etapa para determinar a meta desejada:

  • O quê? Determine a meta;
  • Por quê? Diga por que essa é a melhor saída;
  • Quem? Quem é responsável por administrar a meta (responsáveis);
  • Onde? Em qual setor da empresa?;
  • Como? Identifique os requisitos e as necessidades para que você consiga cumprir o objetivo (orçamento, tempo, etc).

(M) Mensurável

Aqui são usados indicadores quantificáveis, como:

  • Quanto custa?
  • Quanto tempo gasta?
  • Qual será o retorno?

(A) Alcançável

Nessa fase você vai especificar se essa meta é realmente alcançável:

  • Isso é algo é realista e acessível? Observe se iniciar esse objetivo condiz com sua realidade ou não. Caso surja alguma dificuldade, determine o que fazer para tornar isso possível;
  • O que preciso fazer para conquistar essa meta? Separar 10% da renda, adquirir alguma ferramenta paga, contratar uma consultoria, etc.

(R) Realista

Observe o cenário e o que está sentindo no momento para acertar em sua decisão:

  • Parece valer a pena?
  • É o momento certo para investir nisso?
  • Corresponde aos meus esforços e necessidades?
  • Tenho uma equipe para pôr em prática? Essa equipe tem capacidade de executar?

(T) Temporal

Esta é a fase em que falamos de prazos. Do contrário, o risco de sua meta ficar flutuando aleatoriamente em seus pensamentos é enorme:

  • Quando começarei?
  • Em quanto tempo consigo concluí-la?
  • Como posso otimizar meu tempo ou algum processo atual?
  • Após quantos dias, semanas, meses, anos, quero atingir o resultado?

 

Ao estabelecer metas smart você eliminará generalidades e suposições para ir direto a uma linha de chegada muito mais clara.

Da próxima vez que pensar em metas para você ou para sua empresa, adote esses 5 fatores. Ao definir esses 5 princípios nas metas do seu negócio você terá uma direção muito mais clara, palpável e realista para cumprir aquele objetivo.


Venda mais usando gatilhos mentais!

Os gatilhos mentais são os estímulos recebidos pelo cérebro humano para a tomada de decisões. Se você trabalha com vendas, deve entender esses gatilhos e entender quais gatilhos mentais podem ser usados ​​e como usá-los em momentos críticos da negociação. Quer aprender como persuadir você e fazê-los felizes? Continue a leitura!
Todos nós somos afetados pelos mesmos gatilhos psicológicos. Para influenciar e entender seus consumidores, você precisa determinar quais são os gatilhos e como usá-los em sua estratégia.
Você provavelmente usou essa técnica sem saber. Os estímulos que nosso cérebro capta estão relacionados ao ambiente social e emocional. Decidir o que comprar vem a partir da nossa mente. Se você sabe como a mente funciona, você conseguirá influenciar as decisões que as pessoas tomam!

Como usar gatilhos mentais para vendas?

É mais que necessário interagir com os clientes e para que isso ocorra da melhor forma, é preciso uma boa comunicação e comprometimento entre a área de vendas e pré-vendas.
Quanto mais alto o preço de compra, mais tempo as pessoas demoram para decidir. Ou é porque temem não poder pagar os benefícios, ou por razões mais simples como  acreditar que o investimento é insuficiente.

Os principais gatilhos mentais para vendas

1.     Escassez

Nosso lado inconsciente acredita que coisas raras são mais interessantes. Algumas pessoas reclamam que só valorizam o produto após perdê-lo. Portanto, os gatilhos de escassez indicam que nosso comportamento está diretamente relacionado à perda.
Esse senso de urgência faz pensar que, se o consumidor não decidir imediatamente, não terá desconto. Existem duas opções: ou ele vai pagar mais, ou vai ficar sem produtos, mas nenhum deles é bom.

2. Urgência

Esse gatilho psicológico é semelhante ao primeiro, exceto que está relacionado ao tempo, não a falta do produto. Na verdade, um dos piores sentimentos humanos é a possibilidade de escolha. Quando o tempo acabar, a pessoa não terá produtos ou serviços.

É normal que o cliente adie a decisão de compra, principalmente quando ela não é necessária. No entanto, com o gatilho psicológico da urgência, as decisões de compra tornam-se mais rápidas. Por exemplo:

  • Apenas hoje;
  • Oferta exclusiva;
  • Agora;
  • Última chance.

    3. Autoridade

As pessoas tendem a respeitar as empresas com autoridade em determinados assuntos. Uma maneira de atingir esse status é desenvolver e-books e postagens em blogs. Assim, as marcas começam a construir um conteúdo rico voltado para a solução de problemas, forma direta de estreitar o relacionamento com o público-alvo.
Você pode mencionar um grande cliente que a empresa tem em sua base. Essa prática tem muito mais efeito se usarmos uma empresa que é referência em algum segmento relacionado ao lead.

4. Novidade

As pessoas farão de tudo para serem as primeiras a possuir um determinado produto. Às vezes, nem é de fato um produto novo, mas apenas uma atualização de um produto já existente.
Uma maneira de ganhar vendas dessa forma é promover os produtos da sua empresa de vez em quando. Deve ser um lançamento significativo e importante, principalmente para os consumidores!

5. Prova Social

É como um “boca a boca”, mas tem um efeito intermediário. Por exemplo, uma conversa com um cliente nas redes sociais e o cliente o elogiando pelos serviços que recebeu em sua organização.
Esta é uma forma de ajudar outras pessoas em seu público-alvo a escolher uma empresa adequada a você, e não à concorrência. É melhor escolher uma empresa de que as pessoas já gostem, em vez de uma empresa da qual não sabemos nada.
Os números podem ajudar este gatilho. Como exemplo disso, pense em um anúncio indicando que milhões de pessoas já assistiram determinado filme. Ou que tantas pessoas já compraram um produto.
Para saber qual gatilho mental vai funcionar para o seu negócio, é necessário conhecer o seu cliente! Cada pessoa possui uma motivação no momento de compra e consequentemente uma maneira de pensar na hora de tomar decisão.

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A importâcia do CRM na gestão de um negócio

O CRM é a sigla para Customer Relationship Management, que em português significa Gerenciamento de Relação com Clientes. Inserir o CRM na sua empresa, significa adotar uma estratégia que coloca o cliente como principal componente da venda, trabalhando a construção do relacionamento ao longo de todas as etapas do processo comercial.

Esse sistema é responsável por armazenar informações de clientes atuais e potenciais, como nome, endereço, número de telefone, suas atividades e pontos de contato com a empresa.

Continue a leitura e entenda porque o CRM é tão importante na gestão da sua empresa!

As vantagens de um sistema CRM

A grande vantagem, sem dúvidas, é utilizar uma ferramenta que auxilia na estratégia de relacionamento com clientes, com a possibilidade de registrar todo contato entre empresa e cliente, mantendo as informações importantes registradas em um só lugar.

CRM também dá nome a uma ferramenta que automatiza e organiza a gestão das ações de relacionamento. Dessa forma, o CRM gera uma quantidade enorme de dados de performance do time de Vendas, por equipe e por cada vendedor, essenciais para avaliar os resultados a cada mês.

Com um bom CRM, você tem tudo isso em um só lugar. E com a hospedagem dos dados em nuvem, você não depende do funcionamento de uma máquina, pois não é preciso instalar o CRM.

Resumindo em tópicos essas vantagens da utilização de um CRM:

  • Baixo custo de implementação, sem pagar por licenças do software para cada máquina
  • Pouco ou quase nenhuma necessidade de treinamento
  • Acesso online onde e quando o colaborador necessitar
  • Atualizações gratuitas do sistema, instaladas automaticamente
  • Escalabilidade: para aumentar ou diminuir o número de usuários basta mudar de plano, com alguns cliques do mouse
  • Backups automáticos dos dados, na nuvem

Quais funcionalidades os CRM’s normalmente possuem?

Existem várias plataformas disponíveis no mercado, mas elas possuem em sua grande maioria, funcionalidades similares, como:

  1. Aplicativo disponível para mobile
  2. Lembretes de follow up vias SMS e/ou e-mail
  3. Geolocalização pra definir rotas de visitas (em caso de vendas presenciais)
  4. Histórico das conversas com clientes 
  5. Funil de vendas (auxílio no follow-up de leads)
  6. Motivos de perda de vendas
  7. Relatórios

Como escolher um CRM?

Enquanto grandes empresas demandam softwares complexos, capazes de integrar dados com maior necessidade de personalização, as pequenas empresas podem trabalhar com ferramentas mais básicas – e consequentemente mais baratas -, que serão suficientes para atender as suas necessidades.

1. Analise a complexidade da sua demanda

O primeiro passo para escolher o software de CRM certo é entender a complexidade da sua demanda, ou seja, do que o seu negócio precisa para funcionar. Coloque os seus objetivos em ordem e tente estabelecer prioridades entre eles. Assim será mais fácil, entre as várias opções do mercado, filtrar aquela que melhor lhe atende.

Pode ser que uma opção de CRM mais simples seja o bastante para ir de encontro às necessidades do seu negócio — e pode ser que não. Por isso essa triagem é muito importante. O que você precisa, no fim das contas, é encontrar uma solução que resolva todos os seus problemas — e você deve manter isso em mente ao longo da sua busca.

2. Verifique a possibilidade de customizar funcionalidades

Não importa qual é o seu maior desafio em termos de comunicação no momento, todos os negócios têm consumidores que estão em estágios diferentes do processo de compra. Por isso, quando for escolher o CRM certo para a sua empresa, você deve encontrar uma alternativa que permita customizar diferentes estratégias para diferentes consumidores, com base nas necessidades e nos métodos específicos identificados pela sua equipe de trabalho.

É essencial que o seu sistema torne possível um certo nível de personalização, como o seu e-mail já faz. Sem isso você poderá se ver preso a uma solução que não atende completamente às suas demandas.

3. Descubra como funciona o suporte da equipe do sistema

Mais cedo ou mais tarde, todo tipo de software apresenta alguma falha ou problema que precisa ser resolvido com o auxílio de um profissional. Por isso é muito importante entender que opções você tem quando o assunto é atendimento.

Você prefere que ele seja realizado por e-mail ou por telefone? Garanta isso no ato da contratação e descubra como funciona o atendimento ao cliente antes de precisar dele.

4. Considere a mobilidade

Hoje, mobilidade é uma palavra-chave no meio corporativo, visto que trabalhamos o tempo todo e nem sempre estamos em nossas mesas para realizar nossas tarefas. Sua equipe de vendas, por exemplo, quase nunca está dentro do escritório, mas sempre precisa ter acesso aos dados de clientes para executar bem o seu trabalho. Por isso, sua opção de CRM deve ser utilizável em dispositivos móveis e ter boa interface e usabilidade para isso.

5. Opte por um CRM inteligente

É muito bom trabalhar com um programa que seja inteligente o bastante para poupá-lo de parte do trabalho, por isso, o melhor é buscar alternativas que tenham funções analíticas. Essas serão capazes de orientá-lo a entrar em contato com seus leads em uma base regular e gerarão relatórios de atividades compreensivos, que poderão melhorar bastante os seus atendimentos.

Agora que você já sabe como escolher um CRM, que tal potencializá-lo? Entre em contato conosco e descubra como criar um funil de vendas poderoso!

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O que é Business Model Canvas?

Business Model Canvas, em português, significa “quadro de modelo de negócios”. Ele possui esse nome porque tem uma forma resumida, cabendo em somente um quadro.  O BMC é uma ferramenta para desenvolver modelo de negócio, que se popularizou entre os(as) empreendedores(as).

Mas, mais do que ajudar a tirar empreendimentos do papel, o Canvas pode ser bastante útil para analisá-los e organizá-los quando já estão em funcionamento.

Organizar o negócio de maneira mais formal e criar um mecanismo que permita um maior controle é obviamente algo que deve ser feito no início de um negócio, mas também pode ser feito quando ele já está operando. É aí que o Canvas se torna um importante aliado!
Continue a leitura para conhecer os benefícios da utilização do Business Model Canvas e como aplicá-lo ao seu negócio!

 

Como surgiu o Business Model Canvas?

O BMC foi criado pelo suíço  Alexander Osterwalder, fruto de suas pesquisas e testes realizados para sua tese de doutorado entre 2010-2014, que teve contribuição de mais de duzentos consultores e empresários do mundo inteiro.

Hoje, Osterwalder viaja o mundo dando aulas e palestras sobre o Método Canvas. Nessas apresentações, às vezes é possível vê-lo queimando planos de negócios, que ele considera ultrapassados e muito menos úteis do que o modelo canvas.

Quais as vantagens do Business Model Canvas?

 

O principal objetivo do Canvas é ajudá-lo a colocar ideias em prática, planejar um negócio de sucesso de forma simples e ter a oportunidade de obter alguns insights no processo.

Os quadrantes que precisam ser preenchidos cobrem as quatro áreas básicas do estabelecimento de um negócio: clientes, cotações, infraestrutura e viabilidade financeira.

O Canvas é uma ferramenta de gestão estratégica que também pode ser utilizada para buscar melhores resultados e visão de negócio.

O uso de desenhos, como pode ser realizado no Business Model Canvas, para representar ideias e situações possibilita uma análise tanto do que está sendo criado como do que será remodelado ou adaptado. Até quem não está diretamente envolvido no negócio consegue opinar, graças à facilidade de visualização do modelo.

Este modelo é muito importante porque te mostra como a empresa opera, de fato. Além disso, ele promove a definição de conceitos e a organização de ações através de representações gráficas de variáveis ​​(juntas mostram o valor do negócio!)

Os 9 blocos de um Canva

Proposta de valor

Defina qual valor seu negócio oferece aos clientes, ou seja, quais benefícios você deseja oferecer e o que pode despertar o interesse das pessoas no seu produto ou serviço. Tente resumir tudo em uma frase.

Segmento de clientes

Defina o nicho do cliente, a participação de mercado que você deseja atender. Considere seu perfil, onde estão, como estão agrupados e quais são suas necessidades comuns.

Canais

Defina a forma como a empresa chega aos clientes, a comunicação e a criação de valor e a forma como os consumidores interagem com a empresa. Considere canais de comunicação, distribuição e vendas.

Relacionamento

Defina como a empresa alcançará e manterá um bom relacionamento com os clientes. Considere qual será o motivo da estratégia de diferenciação, para que você não escolha concorrentes apenas por causa dos preços mais baixos.

Receitas

Defina como e quanto seus clientes terão que pagar pelos benefícios que sua empresa oferta. Lembre-se de que, atualmente, as vendas não são o único modelo de receita — considere opções como aluguel, assinatura, licença, entre outras.

Recursos

Relacione os ativos necessários para realizar sua proposta de valor e colocar o negócio para funcionar. Pense tanto nos ativos físicos, como maquinário e equipamentos, quanto nos intelectuais, como recursos humanos e patentes.

Atividades

Relacione as atividades mais importantes para que a proposta de valor seja realizada e a empresa funcione corretamente.

Parcerias

Identifique toda terceirização que será feita, com fornecedores e parceiros necessários como apoio para a realização de sua proposta. Pense em outras empresas que ajudarão seu negócio a entregar a oferta de valor.

Estrutura de custos

Identifique tudo que será gasto para a operacionalização de seu negócio, considerando os custos com canais, recursos, atividades e parcerias.

Como usar?

O Canvas é uma ferramenta visual que funciona através da prototipação de idéias e ajuda como base para testar hipóteses que podem levar a modelos de negócios disruptivos.

Portanto, você deve usar o canvas para prototipar novos negócios e buscar oportunidades de inovação. Ele pode ser também alguma boa ferramenta para ajudar na elaboração de planos de negócios!

 

5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatoriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Melhore a gestão do seu negócio com o Ciclo PDCA

Também conhecido por “Ciclo de Shewhart ou Ciclo de Deming”, o ciclo PDCA é uma ferramenta de gerenciamento utilizada para promover melhorias contínuas nos procedimentos de produção. Utilizando um circuito composto por quatro etapas ou ações:

  • Plan — planejar;
  • Do — fazer;
  • Check — checar;
  • Act — agir.

Neste artigo você verá:

As ações desse ciclo podem ser desdobradas em infinitas outras ações menores dentro de cada fase, desde que seja respeitada a ordem do ciclo PDCA no processo todo.

Mas antes de sabermos como aplicar, de fato, no seu negócio, vamos entender melhor como surgiu essa metodologia?

 

Origem do Ciclo PDCA


O Ciclo PDCA foi criado pelo físico e estatístico Walter A. Shewhart, que dedicou sua carreira ao controle de qualidade na indústria. Walter defendia que um processo industrial sob controle deveria seguir três passos específicos: especificação, produção e inspeção.

Sua ideia foi baseada no método científico clássico de Francis Bacon, que inclui as etapas de hipótese, experimentação e avaliação. Quem diria, não é mesmo?

Em 1938, o físico W. Edwards Deming, considerado o pai do controle de qualidade moderno, descobriu os estudos de Shewhart e passou a trabalhar em conjunto com ele.

Dessa parceria de longa data, nasceu o ciclo PDCA como conhecemos hoje, originalmente chamado de “ciclo de Shewhart”.

Ali foram definidas as etapas Planejar, Executar, Verificar e Agir, que consolidaram uma das ferramentas de gestão mais utilizadas pelas empresas. E quais são os benefícios para as organizações ao utilizar o ciclo PDCA?

Por que utilizar o ciclo PDCA?


Entre as inúmeras vantagens de aplicar o PDCA nos procedimentos de produção da empresa, podemos citar os principais como:

  • Otimização de diretrizes de controle;
  • Envolvimento da equipe (gestores e colaboradores);
  • Aceleração e aperfeiçoamento de atividades;
  • Identificação de problemas e suas causas-raiz;
  • Integração de etapas produtivas;
  • Aprimoramento contínuo de processos.

No próximo tópico, mostraremos como executar o ciclo PDCA em seu negócio.  Influenciando positivamente o planejamento estratégico e na evolução dos processos!

Como executar o PDCA?

Planeje (Plan)

Não existe uma empresa que funcione bem com um time desalinhado, certo? Sabendo disso, a primeira sugestão proposta no modelo é: planeje!

Convoque sua equipe para discutir o principal, por exemplo: modelos de funcionamento operacional, tipos de erros constantes no dia a dia e as possíveis soluções imaginadas.

O primeiro passo desse planejamento deve ser a identificação do problema. Analise o panorama da sua empresa e defina qual é o principal desafio que precisa ser diagnosticado. Nesse momento, o ideal é que o gestor reúna a equipe e incentive um brainstorming para ter uma visão mais abrangente de diferentes pontos de vista.

Em seguida, é preciso analisar e entender como esse problema é perpetuado dentro da organização. Isso será importante para entender quais são as ferramentas necessárias para resolver o problema identificado.

Por último, é necessário elaborar um plano concreto para corrigir o problema, atrelado a um cronograma, com papéis e responsabilidades de cada membro da equipe bem definidos.

Para facilitar o processo, separe uma lista de questionamentos que considere os tópicos que abranjam desde os processos que apresentam problemas até o tipo de meta que sua empresa quer atingir.

O objetivo final dessa etapa é levantar e analisar informações para construir um plano de ação sólido, eficiente e baseado em dados reais, que tenha objetivos e metas.

Faça (Do)

Não adianta nada ter um bom plano de ação apenas no papel, é preciso colocá-lo em prática! Essa é a parte mais importante de todo processo, pois é aqui que você verá se sua parte de planejamento foi realmente bem executada.

Desenvolva o time para que a execução do plano de ação tenha resultados e defina KPIs (KPI é a sigla para o termo em inglês Key Performance Indicator, que significa indicador-chave de Desempenho) claros na sua execução e para posterior acompanhamento dos resultados.

Programe-se para implementar as mudanças aos poucos, como já diz aquele ditado: a pressa é inimiga da perfeição. O ideal é que você dedique tempo para acompanhar de perto tudo que está sendo feito. Sempre lembrando em manter o foco total no plano e seus objetivos!

Cheque (Check)

Você acertou no plano de ação? Quais foram as melhorias? Tudo aconteceu de acordo com o planejado? As métricas e KPIs definidos para validar as melhorias foram bem construídos?

Essas são algumas das perguntas que você deve responder nessa fase. Aqui, a ideia é analisar a eficácia das soluções e avaliar o que deu certo e o que pode melhorar.

Metodologias como BSC (Balanced Scorecard) e outras metodologias de acompanhamento de metas podem ser usadas e/ou adaptadas para esse acompanhamento dos resultados.

Dependendo de como for, você já pode incorporar ideias para melhorias, conforme os resultados obtidos. Lembre de guardar todos as informações que conseguir nesse primeiro momento, pois elas serão utilizadas no próximo passo!

Aja (Act)

É nesse momento que surge o questionamento mais comum: “o que farei com todos esses dados?” Eles serão inseridos como referência para voltar à fase 1, o “planejar”. Nada mais justo em uma metodologia de melhoria contínua, certo?

“Então quer dizer que eu voltarei para o começo do PDCA?” É isso mesmo.

No entanto, não basta apenas jogar os dados para a fase 1, você também deve certificar-se de que as soluções estão acabando com os problemas. Ou seja, é preciso analisar se eles estão fazendo sentido com a estratégia e quais estão os efeitos colaterais.

Conforme os principais gargalos vão desaparecendo, você será capaz de enxergar novos pontos passíveis de aperfeiçoamento. Quanto mais o ciclo gira, mais indícios você ganha de que o processo de melhoria contínua está acontecendo de forma constante.

Quais são as maiores dificuldades na utilização do PDCA?


Os maiores desafios na implementação do PDCA estão relacionados à especificação dos problemas e no correto desdobramento das metas. Em um um ambiente complexo e cheio de variáveis é muito fácil que a equipe perca o foco e o real problema não seja tratado.

Um PDCA bem feito procurará observar sempre os indicadores da operação para garantir que as ações tomadas sejam de fato efetivas. Se os indicadores que estarem avaliando fatores errados, o real problema não será resolvido e o ciclo nunca se fechará.

Para que o PDCA funcione direito, o problema precisa ser bem especificado e os indicadores bem escolhidos, caso contrário, a gestão manterá os mesmos desafios ano após ano.

Como implementar o PDCA na sua empresa hoje?


Sua empresa precisa melhorar seus processos de gestão? Não tem os processos otimizados que atenda o seu cliente da melhor forma? Pensando em tudo isso a Mais Consultoria realiza projetos na área de Otimização. Solicite uma proposta personalizada clicando na imagem abaixo!

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