Como o Google Analytics pode ajudar a melhorar a experiência do seu cliente

Como o Google Analytics pode  ajudar a melhorar a experiência do cliente

Você já ouviu falar do Google Analytics? O Google Analytics é uma ferramenta de análise da web gratuita oferecida pelo Google. Ele ajuda você a analisar o tráfego do seu site e, quando bem utilizado, te ajuda também a melhorar a experiência do seu cliente!

O Google Analytics é um depósito incrível de dados. Dessa forma, qualquer negócio que o utilize de forma estratégica, terá em suas mãos um banco enorme de dados sobre seus clientes.

A ferramenta pode te ajudar a entender como as pessoas estão interagindo com o site da sua empresa. Além de te mostrar de onde essas pessoas estão vindo e com que frequência elas visitam, ou seja, quais páginas do seu site estão chamando sua atenção e quais não estão gerando interesse, entre outras informações.

Você pode conhecer quem são seus visitantes, através de informações demográficas e interesses, como segmentos de mercado. Continue lendo para saber como usar essa ferramenta magnífica ao seu favor!

Como funciona o Google Analytics?

Todas as operações que sua empresa realiza no ambiente digital podem ser monitoradas, quantificadas e transformadas em informações extremamente úteis.

Confira quais são as suas principais funcionalidades:

1. Ferramentas de análise: você consegue coletar relatórios atualizados sobre as visitas ao seu site em tempo real. Também te permite a análise dos dados de forma personalizada.

2. Análise de Conteúdo: o GA permite o acesso a informações mais precisas sobre os termos pesquisados ​​pelos clientes, seus hábitos de navegação, velocidade do site, etc.

Com todas as informações, você consegue analisar se você está realmente ajudando o seu cliente através do marketing de conteúdo! (artigos no blog, materiais ricos…)

3. Análise das redes sociais: além de fazer o monitoramento do sucesso do seu site, o Google Analytics também reúne muitas informações sobre a interação do público com as suas redes sociais.

Você consegue saber qual rede social o seu público mais consome e, consequentemente, em qual você deve estar ainda mais presente. Dessa forma, fica muito mais fácil identificar se seus esforços e investimentos financeiros estão sendo convertidos em resultados reais ou não.

4. Análise para celular: ele permite a mensuração do impacto da sua empresa com usuários que utilizam plataformas em dispositivos móveis e fornece uma análise sobre o aplicativo da sua empresa, caso houver.

5. Análise de conversão: faz uma análise sobre os usuários que você está atraindo, engajando e gerando vendas. Isso é ótimo para você saber em qual momento do funil os seus leads estão convertendo!

Quais indicadores analisar para melhorar a experiência do cliente?

Saber como navegar por essa plataforma complexa para colocar esses dados em uso é outra história, certo?

O Analytics tem centenas de relatórios prontos para acesso e outros milhares que você consegue personalizar por conta própria.

No entanto, para desbloquear dados sobre os quais você pode criar ações para melhorar a experiência do seu cliente, é preciso examinar os relatórios e correlacioná-los com o que você já tem como objetivo e estratégia de negócio.

Descubra os principais pontos para você analisar no Google Analytics:

  • É possível entender quais são os formatos de conteúdos que mais geram engajamento e quais são os melhores horários para publicação;
  • Acompanhar a evolução dos usuários pelo funil de venda para identificar quais etapas podem ser otimizadas;
  • Criar relatórios personalizados e segmentações para ter informações ainda mais específicas;
  • Compreender quais são os dispositivos mais utilizados pelos visitantes para acessar a sua página;
  • Obter mais informações sobre o comportamento do seu cliente ideal na internet
  • Fazer testes para encontrar as melhores alternativas para gerar engajamento;
  • Conhecer quais são as palavras-chave mais buscadas pelos seus visitantes;
  • Acompanhar a evolução das suas ações no mundo digital;
  • Descobrir quais são as principais causas de abandono no seu site.

homem olhando para o notebook

Ajude a sua equipe de vendas com o Google Analytics

Além dessas vantagens citadas anteriormente, as informações do Google Analytics irão ajudar a sua equipe de vendas a entender melhor qual é o comportamento daquele usuário antes mesmo de uma proposta comercial.

Por exemplo, nós podemos analisar a Duração média da sessão (Average Session Duration) e a Taxa de rejeição (Bounce rate) para essa finalidade de diagnosticar o interesse do lead e/ou a qualidade do conteúdo da sua página.

O primeiro indicador nos mostra o tempo médio que o usuário permanece na página. Já a taxa de rejeição é a porcentagem de sessões de uma única página, na qual não foi realizada nenhuma ação pelo visitante, ou seja, o usuário não usou a barra de rolagem nem clicou em nenhum link, simplesmente saindo da página.

Se os resultados desses indicadores não forem positivos, será um alerta de que o conteúdo que você oferece não é relevante o suficiente ou que simplesmente aquele usuário não teve interesse naquele assunto!

A verdadeira mina de “ouro” de dados do seu cliente

Quando as pessoas chegam ao seu site pela primeira vez, é provável que elas fiquem perdidas, caso o seu site tenha mais de uma página. O que é super comum! No entanto, a maioria das pessoas já enfrenta esse problema de cara com uma barra de pesquisa. E se, você não tiver uma, você está perdendo dados valiosos.

O Google Analytics te oferece um relatório de termos pesquisados no site. Ou seja, esse relatório mostra as pesquisas mais comuns conduzidas no seu site e as exatamente as palavras-chave mais usadas. Sabendo disso, você pode aproveitar esses dados para:

  • Utilizar como campanhas de e-mail
  • Abordar essas dúvidas uma reunião comercial
  • Usar produtos comuns ou páginas de serviços como recomendações
  • Criar landing pages dedicadas a esses termos de pesquisa específicos

O relatório de termos de pesquisa no site é um dos melhores locais para localizar dados de palavras-chave e aproveitar esses dados para ajudar a gerar mais conteúdo relacionado ao assunto.

Além disso, o Google Analytics também é extremamente importante para ajudar você a entender quais técnicas de promoção funcionam bem para o seu público. O que é realmente atrativo para o seu público? Tráfego orgânico ou pago? Facebook Ads ou Google Ads? Entre outros questionamentos!

Essas informações são extremamente importantes por muitas razões. Afinal, uma vez que você compreende o comportamento dos seus visitantes você pode otimizar para além do seu site e melhorar até mesmo os resultados de vendas.

Essas informações irão ajudá-lo a fazer mudanças no seu site, no seu marketing digital e na experiência proporcionada ao cliente com base em dados reais, e não apenas hipóteses ou ideias baseadas em opiniões.

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Se você não ainda utiliza o Google Analytics para coletar insumos de informação para melhorar a experiência do seu cliente, baixe o nosso e-book abaixo. Nele apresentamos outras maneiras práticas para você melhorar a jornada do seu cliente!

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Dicas para sobreviver ao primeiro ano empreendendo

Dicas para sobreviver ao primeiro ano empreendendo

De acordo com o levantamento do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), quatro em cada dez brasileiros estão diretamente ou indiretamente envolvidos em algum tipo de atividade empresarial. Ou seja, temos muitos empreendedores(as) no Brasil. Porém, muitos ainda não sabem como lidar com os desafios que surgem na hora de abrir o próprio negócio ou até mesmo durante o primeiro ano empreendendo.

Atualmente, principalmente no cenário de pandemia, os microempreendedores individuais (MEIs) e donos de pequenas e médias empresas foram fortemente impactados, especialmente devido ao fechamento do comércio em alguns locais.

Além do fato de estarmos passando por uma pandemia, existem desafios já comuns do(a) empreendedor(a) no seu primeiro ano de negócio. A falta de clientes, falta de capital para investir, dificuldade na administração e no planejamento, burocracia e alta carga tributária, mão de obra e até mesmo a concorrência.

Contudo, por mais que pareça impossível driblar esses e mais outros desafios ao longo desse caminho, saiba que o primeiro ano é um ano de sobrevivência, de tentar se manter no mercado. Infelizmente, a verdade é que dificilmente uma empresa vai ser rentável nesse período de um ano.

Além disso, para ter sucesso no mercado é importante saber que será necessário explorar as ferramentas certas disponíveis. Você precisará ajustar várias áreas do negócio, estabelecer e seguir um plano. Claro que esses são apenas alguns fatores básicos, mas não são os únicos que garantem a sobrevivência.

Para te ajudar, separamos algumas dicas valiosas que irão te ajudar durante sua jornada empreendedora e dessa forma, contribuir para que você atravesse esses terríveis desafios do primeiro ano empreendendo. Continue lendo!

  1. Analise o Mercado

Para verificar se o seu negócio realmente vale a pena, é preciso ter o conhecimento de uma série de questões como: saber escolher o local, analisar o público-alvo, precificar produtos ou serviços, criar estratégias de diferenciação entre você e a concorrência, qual será a relevância da empresa, entre outros.

Você precisa saber qual é o comportamento e o perfil do consumidor da sua região de atuação. Analise se ele está propício a aceitar seu produto ou serviço positivamente. Muitas vezes, a sua ideia não é uma demanda real do seu consumidor, ou seja, não vai adiantar levar essa ideia de negócio para frente, se as pessoas não forem utilizá-la afinal.

  1. Planeje-se

Essa é a grande chave de sucesso de um negócio. Por mais que você esteja passando apenas pelo seu primeiro ano empreendendo, não pense em curto prazo! Para continuar crescendo, você precisa não só de metas, mas também trabalhar duro para alcançá-las.

Por isso, planeje seu dia, sua semana, seu mês e seu ano. Graças à tecnologia, hoje nós podemos abandonar o papel e utilizar as ferramentas de planejamento e organização virtuais. Pensando nisso, nós separamos as 3 melhores ferramentas para você começar a se organizar de uma vez por todas a partir de hoje:

É possível saber o andamento dos seus projetos e o que cada pessoa da equipe está fazendo em cada um deles. Dessa forma, você consegue identificar a responsabilidades de cada membro e os próximos passos.

É uma ferramenta especialmente útil para profissionais com rotinas dinâmicas, que precisam ter acesso remoto a seus arquivos, seja pelo computador, tablet ou celular – é tudo integrado! Nele você pode criar pastas, slides, arquivos em conjunto com a sua equipe.

Utilizando o Google Agenda na empresa, você nunca mais perderá uma reunião porque esqueceu de anotá-la no seu calendário de papel! Essa ferramenta nos permite agendar lembretes, convidar pessoas e até mesmo verificar se os colegas têm reuniões.

  1. Defina o seu plano de negócios

Um plano de negócios é um projeto de como sua empresa funcionará. Desde investimentos do financeiro, até o marketing. Ele é um documento que contém os objetivos do negócio e seus propósitos.

Ele te indicará o que a empresa é e qual seu futuro, quais áreas gerarão melhores resultados de investimento e também quais ações devem ser priorizadas.

Essa ferramenta permite  que você “desenhe” um plano mais consistente e real para a sua empresa, mesmo que dentro do seu orçamento disponível.

> Descubra como montar o seu plano de negócios!

  1. Tenha controle das suas finanças

Quando falamos aqui sobre planejamento, não podemos nos esquecer também do planejamento financeiro. Vale lembrar que a falta de planejamento em relação aos dados financeiros é uma das principais razões para o fracasso de empresas no Brasil, principalmente durante o primeiro ano empreendendo.

Dados do IBGE apontam que 6 em cada 10 negócios fecham as portas antes de completarem 5 anos. O motivo, para muitos especialistas, está ligado às finanças.

Basicamente, o controle financeiro é um conjunto de ações feitas para verificar se o que foi estabelecido no planejamento está sendo realizado e quais as medidas necessárias para corrigir possíveis falhas.

O mais recomendado é a contratação de empresas que forneçam esse serviço de administração financeira para manter atenção no fluxo de caixa. É primordial investir com cuidado nas necessidades do negócio, desde a matéria-prima até os custos operacionais.

Os dados financeiros devem ser consultados diariamente, principalmente durante as tomadas de decisão. Dessa forma, recomendamos que você tenha uma estrutura de custos, com os cálculos já previstos na medida do possível.

Receba um diagnóstico GRATUITO sobre o planejamento financeiro do seu negócio, clicando aqui!

 

  1. Foque no cliente

Criar um negócio ou um produto incrível precisa ter como objetivo ajudar o cliente e resolver alguma “dor” ou problema que ele possui.

Para isso, é necessário que você preste atenção às necessidades de seus consumidores e esteja sempre de coração aberto às suas avaliações e comentários. Dessa forma, é possível se adaptar à sua oferta de produto ou serviço e melhorar sua visão de todo o negócio.

  1. Realize networking

Construa uma rede de contatos profissional para trocar experiências e informações e potencializar oportunidades através de relacionamentos.

Criar essa rede significa conhecer novas pessoas para dividir projetos e oferecer bons conselhos. Participe de todos os eventos que puder na sua área, participe de grupos de empreendedorismo, conheça muitas pessoas diferentes! Você com certeza conhecerá pessoas incríveis que poderão ser parceiros, clientes ou até mesmo seus amigos de trabalho.

  1. Analise indicadores

Não adianta nada estipular várias metas se você não irá medi-las. Certo? Para você ter noção de onde quer chegar, tenha como guia os 8 KPIs (Key Perfomance Indicators, ou Indicadores-chave de Desempenho) para startups:

  • Receita Recorrente
  • Custo de Aquisição ao Cliente (CAC)
  • Tempo de Retorno do Custo de Aquisição ao Cliente
  • Ticket Médio (valor gasto em uma compra)
  • Lifetime Value (o valor que cada cliente gasta com a empresa durante o período em que ele se relaciona com ela)
  • Usuários Ativos Mensais ou Usuários Ativos por Dia
  • Churn (a métrica que indica o quanto sua empresa perdeu de receita ou clientes)
  • NPS (Net Promoter Score: métrica de lealdade do cliente)

Vale ressaltar que você pode usar diferentes indicadores de acordo com os interesses de quem está analisando os resultados. Além disso, saiba que indicadores errados te mostrarão desempenhos errados. Assim, você terá a impressão de que está indo muito bem, mas, na verdade, não estará.

Essas foram algumas das dicas para empreender que mais geram resultados no mundo dos negócios, principalmente se você está em seu primeiro ano empreendendo. Mesmo que haja algumas variações de acordo com as características de cada negócio, elas se encaixam na maioria das áreas de atuação.

Com muita dedicação e persistência, aplicando todas essas dicas, com certeza você conseguirá sobreviver ao seu primeiro ano de atividade!

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Mapeamento de Processos: otimize o desempenho dos processos da sua empresa

O que é o Mapeamento de Processos?

Para começar a falar sobre Mapeamento de Processos, primeiro temos que entender o que é um “Processo”, que tem como definição:

Uma sequência contínua de fatos ou operações com início, meio e fim, que tomam um insumo (input) e o transformam para criar um resultado (output). Essas operações normalmente se reproduzem com uma certa regularidade.

O mapeamento de processos é uma ferramenta de gerenciamento e comunicação, sendo muito usada pelas empresas. O objetivo desse mapeamento é fazer com que elas entendam de forma objetiva e prática suas operações.

Isso é feito através da identificação e da disposição visual da sequência das tarefas que fazem parte de um processo e de outros elementos que se relacionam com esse fluxo de trabalho. Ou seja, o mapeamento é a identificação e representação das tarefas de um processo e seu fluxo.

Muitas vezes, as empresas perdem tempo e dinheiro tornando uma tarefa mais eficiente sendo que esta sequer é necessária, ou pior, é até mesmo prejudicial para o negócio.

Em geral, as empresas executam diversas tarefas sem um propósito claro ou um objetivo bem definido. Assim, não sabem exatamente como essa tarefa realmente pode impactar na cadeia de produção. Elas acabam colocando muito esforço para realizar algumas tarefas, sem saber se elas realmente agregam valor no produto final.

Em muitas empresas existem diversas funções padronizadas e enraizadas na cadeia produtiva que são de baixo valor e que nem deveriam ser feitas! Muita das vezes elas atrapalham outras atividades de maior importância e prioridade.

Além dessa falta de foco e priorização, a inexistência dessa visão de todos os processos ainda pode causar:

  • retrabalho nas atividades;
  • prazos não cumpridos;
  • custo dos processos maiores;
  • desgaste e desmotivação na equipe;
  • dúvidas constantes sobre o que fazer no processo.

Então, como é possível evitar essas situações na sua empresa?

Os principais objetivos do mapeamento de processos em uma empresa são:

  • Entender como os processos funcionam;
  • Produzir documentação padrão sobre o processo: assim qualquer profissional que entre no cargo ou necessite trabalhar com determinada atividade conseguirá entender as etapas envolvidas e sua complexidade;
  • Realizar melhorias no processo;
  • Garantir que cada um dos processos sejam executados da melhor forma possível;
  • Proporcionar mudanças detalhadas no processo.

Vantagens do mapeamento de processos

Quando os processos de uma empresa estão mal estruturados o desempenho dela é colocado em risco. Além das desvantagens já citadas, existe ainda a possível dependência do processo em relação a um determinado funcionário. Esse fator traz dificuldades para a empresa quando este se ausenta por alguma enfermidade ou férias, por exemplo).

Para um gestor que desconhece cada etapa dos processos sob sua direção, existe também a dificuldade de monitorar o trabalho e encontrar onde estão os problemas.

Dessa forma, para que a empresa possa realizar as suas atividades da melhor forma possível, é necessário mapear –  identificar, compreender e documentar – seus processos para potencilizar o seu desempenho, especialmente aqueles  relacionados com sua proposta de valor.

Quais as vantagens do mapeamento de processos para o seu negócio?

  • Possibilita identificar os gargalos de produção e remodelar os processos para que se tornem mais eficientes;
  • Relaciona as pessoas que fazem parte do processo. É possível definir funções e tarefas, trazendo mais transparência ao projeto, assim todos conseguem entender como seu trabalho pode impactar no trabalho das outras pessoas;
  • Possibilita a vizualização das possibilidades de automatização de alguma parte ou até mesmo de todo o processo;
  • Facilita controlar os recursos necessários para que o processo consiga cumprir seu objetivo. Assim, é possível garantir que não faltem insumos dentro da cadeia produtiva;
  • Traz visibilidade para as saídas e entradas do processo, sendo assim, possibilita calcular os custos de cada etapa;
  • Permite medir o desempenho dos processos: possibilita a padronização das tarefas – caso o processo seja executado de formas diferentes, dificilmente será possível fazer uma comparação de indicadores, certo?

Através do mapeamento de processos que o gerente consegue ter uma visão realista e sistêmica da sua empresa. Além disso, os profissionais conseguem enteder como o seu trabalho se relaciona com a dos demais. Com toda informação bem estruturada, é possível identificar os gargalos e criar planos de ação para melhorias da produção. Além de possibilitar uma gestão transparente, unificando a linguagem adotada nos processos da empresa.

Além disso, essa prática de identificação e documentação é essencial para aplicação de muitas metodologias de melhoria de processos, como o Lean Manufacturing, o Ciclo PDCA e o Diagrama de Ishikawa. É através de uma representação bem estruturada do processo que surgem as sugestões de melhoria e a aplicação eficaz dessas metodologias.

Como fazer o Mapeamento de Processos

Precisamos levar em conta muitos parâmetros quando elaboramos o mapeamento de processos. Por isso, neste artigo te daremos um passo a passo dessa implementação! É preciso considerar que esses passos podem variar conforme o modelo de negócios da sua empresa, o nível de maturidade dos processos e, ainda, de acordo com as informações já disponíveis sobre as tarefas exercidas pelos departamentos.

Passo a Passo!

  • 1º passo: Determinar o objetivo dos processos;

Em uma empresa, cada processo deve contribuir individualmente para que esta alcance seus objetivos, e os que não contribuírem devem ser eliminados. Deve-se buscar o entendimento de como cada um deles se relaciona e contribui efetivamente para cadeia de valor, de maneira a montar uma lista de prioridade entre os processos.

  • 2º passo: Identificar as entradas e saídas de cada processo;

Podemos conceituar entradas ou “inputs” como os insumos que o processo recebe para poder operar, e as saídas ou “outputs” como aqueles produtos de fato entregues pelas atividades do processo. Tanto as entradas quanto as saídas podem ser algo físico ou não, a entrada para um processo de compras por exemplo, pode ser o “pedido de um cliente”, e a saída, a “entrega do produto”. Identificar estes elementos é importante para se entender a finalidade de cada processo.

  • 3º passo: Identificar os fornecedores e clientes;

Após reconhecer as entradas e saídas do processo, é necessário diferenciar os stakeholders de cada processo, ou seja, os fornecedores, colaboradores e clientes, etc. É fundamental identificá-los para entender a importância e efetividade deles dentro do processo.

  • 4º passo: Identificar os componentes necessários;

É necessário identificar os componentes que cada processo necessita para pegar o “input” e transformá-lo no “output”, ou seja, essa etapa consiste basicamente em compreender e identificar a transformação operada por esse processo.

  • 5º passo: Classificar os processos;

Como dito antes, o mapeamento de processos facilita a priorização destes, possibilitando que a empresa foque nas principais atividades da sua cadeia produtiva. Sendo assim, é muito importante que classificar os processos em diferentes tipos que, geralmente, são:

  • Gestão: Onde está concentrada a estratégia da empresa;
  • Missão: Onde se concentram os processos que suprem as necessidades do cliente;
  • Suporte: Onde concentram os processos que suprem as necessidades internas da empresa;

 

  • 6º passo: Estruturar as regras de negócio e os Handoffs;

As regras de negócios são as restrições que refletem no direcionamento das decisões dentro da empresa. Por exemplo: em um determinado processo se o valor de compra dos materiais for superior a 5.000 reais a compra deve ser necessariamente autorizada pelo diretor financeiro, mas se for inferior pode ser aprovada por um gerente.

Handoff, segundo o BPM CBOK, é qualquer ponto no processo onde o trabalho ou a informação passa de uma função para a outra, ou seja, é basicamente a troca de responsabilidade entre equipes. Por exemplo: se o responsável pelo departamento de gestão de pessoas esquece de verificar com o departamento financeiro se existe alguma demanda passível de desconto na rescisão de um funcionário, isso geraria um prejuízo financeiro para a empresa.

Ao analisar as regras de negócios e os Handoffs é possível encontrar etapas de processos ineficientes. Nessa etapa é muito importante verificar se o que está sendo executado segue a estratégia de negócio da empresa.

  • 7º passo: Documentar os processos;

Após realizar o levantamento das atividades da empresa, é hora de formalizar toda essa estrutura, o que geralmente se faz através de um diagrama gráfico.

O principal documento nesse passo é o diagrama de processos, nele está contido toda a informação necessária para o entendimento das atividades da empresa.

Além disso, nessa etapa é possível relacionar as formas de acompanhamento de desempenho das atividades e começar a identificar as principais possibilidades de melhoria nos processos.

  • 8º passo: Otimizar os processos;

Agora que os processos estão mapeados é possível eliminar ou otimizar os processos, buscando melhorias para o desempenho da empresa.

É importante reconhecer as melhorias que o processo necessita: conflitos, atrasos, obstáculos, ou até mesmo as atividades críticas – que geram maior valor na cadeia produtiva. Além disso, deve-se atentar às atividades finais em que existe contato direto com o cliente, para garantir a melhor experiência possível.

Existem algumas ferramentas de melhoria de processos como a 5W2H, PDCA e Diagrama de Ishikawa. Elas irão ajudar a busca pelas causas dos problemas e pelas possibilidades de melhoria.

Por fim, essas melhorias devem ser aplicadas no processo e, depois, elas devem ser acompanhadas para que o projeto garanta a sua eficácia.

Exemplo de um Mapeamento de Processos

Para conseguir entender bem o exemplo, temos que considerar um ponto importante na construção do mapeamento de processos: a decisão de qual notação utilizar! Dessa forma, toda a equipe precisará saber qual será o padrão de ícones a ser utilizados. Algumas notações utilizadas são a notação Fluxograma e a notação BPMN (Business Process Model and Notation).

Utilizamos o fluxograma quando existem processos mais simples, com menos ícones representativos. Já a notação BPMN é capaz de apresentar os processos complexos de forma clara e intuitiva. É ideal para ser automatizada, de tal maneira que os processos poderiam ser controlados e monitorados fornecendo indicadores de desempenho para ações de melhoria.

Um exemplo de um mapeamento simplificado dos processos de uma pizzaria:

fluxograma de processos de uma pizzaria

 

A notação BPMN é padrão para comunicação no mundo dos negócios e permite que você ilustre os processos de uma forma mais completa.

símbolos da notação BPMN

 

Aqui nós temos um exemplo de documento que mostra o mapeamento de um processo de melhoria de desempenho de trabalho, utilizando a notação BPMN e a ferramenta Bizagi para o mapeamento de processos:

fluxograma de processos de uma empresa

 

As equipes enfrentarão algumas barreiras durante a implementação do mapeamento, como por exemplo:

  • escolher a notação;
  • a resistência dos empregados à mudança;
  • a dificuldade de se expressar de quem executa a tarefa mapeada;
  • a falta de visão dos processos da equipe;
  • a falta de colaboração dos envolvidos.

Um bom projeto de mapeamento, bem implementado, consegue coordenar as partes da empresa para lidar com essas dificuldades. Esperamos que você tenha entendido a importância do mapeamento de processos para a sua organização.

Se você procura para potencializar os resultados da sua empresa através do mapeamento de processos, entre em contato conosco!

Gestão da qualidade: serviço que garante o bom funcionamento de um negócio

A área de gestão da qualidade nas empresas é de suma importância para o bom funcionamento do negócio.

Você já se perguntou por que seus pedidos atrasam? Por que um produto seu não tem a mesma qualidade que o mesmo que é produzido 10 minutos após? Por que as ações dentro da sua empresa não são bem executadas? Ou, por que ações dentro do sua empresa não são feitas? Por que existe gargalo no processo de produção? E ainda, por que seus clientes reclamam que um funcionário tem um atendimento melhor que o outro?

A resposta disto tudo está totalmente vinculada ao nosso serviço na área de qualidade.

Para que tudo funcione perfeitamente dentro do seu negócio, é necessário uma forte atuação na gestão da qualidade. Outro ponto interessante é que neste tipo de serviço conseguimos descentralizar todo serviço que esta sobrecarregando um funcionário, ou, até mesmo, um proprietário. Levando tudo ao melhor bem-estar e funcionamento do seu negócio.

Leia também: 3 dicas para aplicar gestão de qualidade na sua rotina.

Como podemos te ajudar?

Utilizaremos de princípios e ferramentas da Gestão por Processo e Pensamento Enxuto com o objetivo de continuamente identificar, padronizar e otimizar os processos de uma organização, empresa.

Com isso, conseguiremos reter o conhecimento na empresa e não nas pessoas. A partir disso, definiremos responsabilidades e aumento da visibilidade de cada profissional dentro do processo, documentaremos a padronização dos processos. Por fim, conseguiremos tangir metas e indicadores, podendo controlar melhor o time. Tudo isso, com o objetivo de melhor embasar as tomadas de decisão.

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Como reduzir o custo de aquisição de cliente? Confira 5 dicas

O Custo de Aquisição de Cliente (CAC) é uma das métricas mais importantes de serem acompanhadas por uma empresa. A partir dela o gestor pode tomar decisões mais assertivas para o seu negócio e, quando necessário, repensar as estratégias de atração de novos clientes. Se você quer saber como diminuir o seu CAC para prospectar mais clientes com a mesma verba, veja a seguir 5 dicas importantes.

Como é calculado o Custo de Aquisição de cliente?

Antes de partirmos para as estratégias para redução do seu CAC, você sabe como calculá-lo?

O Custo de Aquisição de Cliente é a métrica que demonstra o quanto foi gasto em um determinado período de tempo para a conversão de 1 cliente. Então, se você fez um investimento de R$ 10 mil em um mês e neste período obteve 10 novos clientes, o seu CAC é de R$ 100.

Para avaliar o seu CAC pode compará-lo com o Lifetime Value (LTV).

Lifetime Value

Na tradução, o valor vitálicio é a métrica que estima o lucro líquido que o cliente dá a sua empresa em todo o tempo de relacionamento com a sua marca.

Então, se você investe mais para adquirir um cliente (CAC) do que o retorno financeiro que ele dá ao seu negócio (LTV), é hora de você ligar um sinal de alerta e rever suas estratégias. Veja a seguir 5 dicas que vão te ajudar com isso!

5 Dicas para reduzir o Custo de Aquisição de Cliente

1- Cliente ideal

O primeiro ponto que precisa ser revisto é a segmentação de suas ações. Qualquer estratégia de prospecção antes de ser colocada em ação precisa ter muito bem definido para quem se fala. Caso contrário, todos os esforços e investimentos serão desperdiçados ao tentar fazer a comunicação com a pessoa errada. Mas, afinal, o que isso quer dizer?

Imagine que você elaborou uma completíssima campanha de ofertas do mês. De nada adianta se você investir toda a sua verba de anúncios em públicos amplos que não tenham fit com as soluções que você oferece, porque assim, não serão impactados e convertidos em clientes. Então, a primeira coisa a se fazer é traçar a sua persona.

Leia também: Retenção de clientes: o que é, por que fazer e como fazer?

O que é uma persona?

A persona é um cliente fictício que esboça o perfil de cliente ideal para o seu negócio. Na hora de criar a sua, pense em características gerais do seu público alvo, como: idade, região geográfica, nível de escolaridade. Mas, além disso, descreva características mais específicas: o que essa pessoa gosta, o que ela admira, quais suas aspirações, interesses, como é sua família, tudo que te ajude a entender verdadeiramente o seu público.

A partir disso, tanto os seus conteúdos, quanto as suas segmentações de anúncios, ficarão muito mais assertivos.

 

Ebook Conhecendo minha persona

2- Clientes atuais

Uma maneira simples de atrair novos clientes com um custo reduzido é aproveitando o bom relacionamento com os clientes promotores de sua marca.

Crie campanhas e estratégias que sejam benéficas para você e para os seus consumidores fiéis. Um bom exemplo de como isso funciona são os programas de desconto: indique um amigo e ganhe x% de desconto quando ele efetivar a compra. Viu? Simples, mas efetivo!

3- Pós-venda

Um bom atendimento pós-venda contribui para fidelizar clientes, para que eles desfrutem de todas as potencialidades da sua solução, vejam valor do seu produto e serviço e, finalmente, é uma maneira muito eficaz de reduzir os churns. Os índices de cancelamento não estão diretamente relacionados com o Custo de Aquisição de Clientes, mas têm impacto direto no seu caixa e no LTV. Evitar cancelamentos é uma forma de evitar prejuízos, com mais verba entrando, inclusive, para fazer maiores investimentos na aquisição de clientes.

Leia também: Prospecção de clientes: o que é e qual a sua importância?

4- Site

Você aproveita as potencialidades do seu site para conhecer seus clientes? Mais do que uma vitrine para seus produtos e serviços, suas páginas precisam ser uma fonte de informação sobre os seus clientes.

Utilize formulários e botões de contato para captar informações dos usuários que têm interesse no seu negócio para que se tornem leads. A partir daí pode estabelecer contato, nutrir e qualificar esses leads até que se tornem clientes. Essa estratégia é chamada Inbound Marketing e pode ser um recurso precioso para diminuir o seu custo de aquisição de clientes e converter cada vez mais usuários em compradores.

5- Ciclo de vendas

A última dica que vai te ajudar a reduzir o custo de aquisição de cliente é a aceleração do seu ciclo de vendas.

Processos mais eficientes e ferramentas que agilizem a rotina da sua equipe podem ser uma maneira de encurtar ou acelerar o seu ciclo de vendas. E, quanto mais rápido você efetivar uma venda, mais ciclos desse pode repetir no mesmo período de tempo. Então, esse é um recurso simples mais eficiente para impactar o seu CAC.

Gostou das dicas? No blog da Mais Consultoria você pode acompanhar novidades semanais que vão te ajudar a gerir o seu negócio. Aproveite nossos conteúdos!

Como fazer promoções de vendas? 5 estratégias que funcionam

Fazer promoções, independentemente do segmento, é sempre um trunfo muito importante para alavancar as vendas. No entanto, é preciso estruturar bem essa ação para que ela não tem o efeito oposto e leve o seu negócio a ter prejuízo. Por isso, para te ajudar a elaborar uma boa promoção, preparamos aqui um conteúdo completo sobre como fazer promoções e ainda com 5 estratégias que realmente funcionam. Leia até o final para saber tudo o que precisa para fazer uma boa estratégia de vendas.

Seja estratégico

O primeiro passo para começar a estruturar uma boa promoção é ser estratégico. Mas, exatamente o que isso quer dizer? Vamos lá!

Você deseja fazer uma promoção com que objetivo? Essa é a primeira reflexão necessária. Sua loja é nova, então você quer se lançar no mercado? Você está com um produto x encalhado no estoque? Suas vendas estão muito baixas? Definir esse objetivo é o que vai nortear a sua ação de promoção e também como será a divulgação dela para o público.

Objetivo definido? Vamos para o próximo tópico!

Mostre o seu valor

As promoções são uma estratégia de marketing que serve para conseguir novos clientes e fidelizar os que já conhecem a sua marca. Por isso, é tão importante definir as estratégias de marketing e a forma de divulgação da promoção.

Essa estratégia não pode e nem deve se basear apenas no preço mais baixo. Destaque os motivos pelos quais o seu produto ou serviço é importante para o cliente, quais os seus diferenciais, suas vantagens, etc. Enfim, seja persuasivo e venda o seu peixe. Esperar apenas que baixar o preço faça chover clientes não é uma opção viável.

 

Material gratuito: quem é o seu cliente?

Divulgação

Escolha muito bem onde e como você vai anunciar a promoção. Para isso, tenha em mente o seu público-alvo e invista recursos e esforços nas plataformas em que vai conseguir uma comunicação efetiva com essas pessoas. Isso vale para plataformas on e offline.

Leia também: A importância do marketing em momentos de dificuldades

No online acaba por ser muito mais prático e barato criar promoções e com a estratégia certa você consegue fazer isso sem desembolsar muito dinheiro. Por isso, é tão importante estudar e definir todas as suas estratégias e recursos antes de lançar de forma apressada a sua promoção.

Como fazer promoções? Confira 5 estratégias

Agora que você já sabe o que precisa definir antes de lançar uma promoção, vamos falar sobre 5 estratégias que funcionam quando o assunto é sobre como fazer promoções:

1- Cupom desconto

Uma das maneiras mais conhecidas atualmente de lançar uma promoção é com cupom desconto. Atualmente existem recursos online para fazer roletas e liberar descontos na hora da compra. Ou ainda os mais tradicionais, que a pessoa utiliza um código para conseguir x por cento de desconto. Apesar de bem “batida” essa estratégia pode alavancar as suas vendas.

Roleta de descontos

2- Descontos progressivos

Para aumentar o valor de cada venda, uma estratégia muito boa são as de descontos progressivos. Então, se a pessoa leva um produto ganha tanto de desconto, se adicionar um segundo produto esse desconto é maior ainda, e assim sucessivamente. Ou ainda, compre tantas peças e uma é gratuita.

3- Promoções tradicionais

Quando o assunto é vender o que importa mesmo é a forma de anunciar e, se as condições forem boas, o cliente vai comprar. Então, o tipo de promoção mais antigo do mercado ainda está valendo, seja para lojas físicas ou virtuais, simplesmente abaixar o preço e fazer uma boa propaganda ainda vende.

Leia também: Empreendedorismo digital – o que é e como explorar essa possibilidade?

4- Exclusivas

Que cliente não deseja se sentir único? Então, criar promoções exclusivas pode ser um bom atrativo para alavancar as vendas do seu negócio. Você pode criar ações especiais para pessoas que já compraram na sua loja, ou ainda oferecer descontos para aqueles que deixaram os produtos no carrinho e não efetivaram a compra (no caso de e-commerce).

Vale também oferecer descontos em plataformas específicas. Um exemplo disso, é o que o Magazine Luiza vem fazendo no Twitter, com promoções diárias especiais para os usuários dessa rede social, especificamente.

Promoções Magazine Luiza Twitter

5- Datas

Nosso último exemplo de promoção que funciona muito bem é a baseada em sazonalidades. Por exemplo, as de datas comemorativas, como Dia das Mães, Dia dos Namorados.

Também é uma promoção muito aguardada pelos clientes, e que se torna uma oportunidade de vender os produtos encalhados, as de troca de estação, como no caso de loja de roupas. Quando uma nova coleção chega, de acordo com as estações do ano, as peças remanescentes da coleção anterior podem ser vendidas com preços menores e evitar prejuízos e também que ocupem espaço no estoque na loja.

#Extra: frete grátis

Em tempos de pandemia, um trunfo que pode ser determinante para o seu negócio é oferecer o frete grátis. O valor que iria ser pago no transporte pode, inclusive, animar o comprador para levar mais produtos seus. Então, pesquisa a viabilidade de investir nesse tipo de estratégia de promoção, certamente renderá bons frutos para a sua empresa.

Precisa de ajuda?

Agora que você já sabe tudo sobre como fazer promoções é hora de colocar a mão na massa e alavancar as vendas. Se o seu negócio não está caminhando como deveria, pode contar com os serviços de consultoria da Mais Consultoria. Há quase 20 anos a empresa é responsável por alavancar negócios com os seus serviços de Estratégia, Gestão Financeira, Otimização e Qualidade. Conheça aqui a Mais Consultoria.

 

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A importância do marketing em momentos de dificuldades

A crise econômica brasileira ocasionada pelo Novo Coronavírus já compromete a renda das famílias. Ela tem sido responsável por 8% de contração do consumo e até 15% de redução dos salários (dados Ibre). Dessa forma, em tempos de crise é preciso que as empresas sejam muito mais criativas para lidar com a retração de mercado e manter um ritmo saudável de vendas. Nesse sentido, a importância do marketing fica ainda mais evidente. Veja como essa área de conhecimento pode ajudar o seu negócio a contornar a crise.

A importância do marketing: adaptabilidade

O marketing é a área responsável entregar valor para satisfazer as necessidades dos clientes. Para isso, constantemente os profissionais qualificados para fazer a avaliação de cenários. A partir disso, é possível definir as prioridades do momento e identificar oportunidades.

Em tempos de crise essa adaptabilidade é uma vantagem que o marketing pode levar para o seu negócio. Por meio de avaliações do seu produto atual é possível encontrar maneiras de divulgação que o façam se destacar neste momento. O que pode ser feito com uma promoção ou uma nova abordagem para demonstrar que o seu cliente precisa das suas soluções.

Vale destacar ainda que, o marketing pode fazer um direcionamento estratégico de investimentos e posicionamento da companhia. Até porque, as escolhas de investimento ou cortes devem estar pautadas pelas estratégias delineadas  e não pela crise. 

Veja abaixo 4 aspectos que demonstram a importância do marketing em tempos de crise.

Gestão de produtos

Em tempos de crise é importante fazer uma revisão da cartela de produtos oferecidas. É necessário avaliar a sua viabilidade econômica (relacionada com questões logísticas e financeiras). Além disso,  diretamente relacionado ao marketing, ponderar se essa oferta de produtos condiz com a realidade de mercado.

Por exemplo: em um restaurante com um bom espaço físico, amplo e com capacidade para muito pessoas que sempre fez propaganda em relação ao espaço para eventos com buffet. Qual o sentido de continuar anunciando o produto dessa forma em tempos de pandemia,  quando a principal orientação é o distanciamento social?

Então, uma alternativa de gestão de produtos que pode ser apresentada pelo setor de marketing nesse caso é transformar o produto em Delivery, neste caso, a refeição que a pessoa poderia consumir no espaço do restaurante pode ser desfrutada por todo o grupo familiar no conforto da própria casa.

Esse é o exemplo mais nítido de uma mudança necessária para períodos de isolamento. Mas, se aplica para todos os setores da economia. Com o home office as pessoas tendem a sair menos de casa, ou seja, usar menor “roupas de sair” de optar pelas confortáveis. Então, comércios de vestuário também devem se adaptar, o mesmo vale para os serviços, que tendem a ser consumidos online, como é o caso de aulas de yoga, inglês, etc.  e assim por diante.

Leia também: Como vender em tempos de crise do coronavírus?

Branding

Outra percepção do setor de marketing essencial em momentos de crise é o cuidado com a imagem da marca. Branding é a estratégia de marketing que presa pelo posicionamento de marca, trabalhando desde a sua identidade visual, tom de voz, até como essa empresa se relaciona com o cliente.

Em momentos de crise, além do marketing focado em produtos, é muito importante ter uma estratégia de fortalecimento de marca para fidelização do cliente. Isso porque é esse tipo de ação mais institucional feita a partir dos  valores e diferenciais da marca é  que criam uma relação de confiança do consumidor com uma determinada empresa.

Em tempos de insegurança e instabilidade, as marcas que se destacam (de forma imediata e em um futuro próspero) são as que conseguem ganhar o imaginário do usuário transmitindo confiança e proximidade.

Então, ter estratégias de branding bem definidas pelo setor de marketing pode ser um divisor de águas para a sua marca durante e depois da crise.

Vendar na crise

Resultados

No marketing, sobretudo no marketing digital, que é o tipo de estratégia predominante atualmente, a mensuração de resultados por um profissional qualificado pode determinar o sucesso do seu negócio.

Com uma avaliação criteriosa é possível conhecer melhor seus públicos, o tipo de produto ou serviço que deve ser ofertado em determinado momento e, ao longo de campanha, é possível fazer ajustes de rota para alcançar o sucesso almejado com cada uma das ações pré-estruturadas.

Relacionamento com o cliente

Todo o relacionamento que você estabelece com o cliente é marketing: um email, um contato nas redes sociais, em uma ligação. Então, tenha atenção à forma como está gerindo esse relacionamento.

Conquistar um novo cliente pode ser até 7 vezes mais caro do que manter um que já conhece o seu produto. Trate-o bem para que se lembre da sua marca e das suas soluções antes de pensar em comprar da concorrência. Cative-o não apenas pelo preço, mas pela confiança e bom atendimento.

Em tempos de crise marketing é um investimento que pode salvar o seu negócio das contas no vermelho. Para começar não é preciso muito investimento, apenas criatividade e ter disposição para aprender e adequar os seus produtos à realidade de mercado constantemente.

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Gestão de estoques de supermercados: 5 dicas para um controle eficiente

Padrão de qualidade de processos e atendimento, otimização de processos e redução de gastos e desperdícios em um supermercado passa por uma gestão de estoques eficiente. Então, se você quer melhorar os processos que envolvem os estoques de mercado, confira as cinco dicas que preparamos. Elas podem ser aplicadas em negócios de qualquer porte. Vamos lá?

#1 Cálculo eficiente para a boa experiência do cliente

A razão de existir de qualquer supermercado é fornecer o que seus clientes precisam no momento de fazer suas compras. Por isso, o principal ponto de atenção, com impacto direto na gestão de estoque, é o cálculo de saída dos produtos.

É a partir dele que se pode fazer uma escala viável e prática de reposição de produtos nas prateleiras, bem como para fazer os pedidos aos fornecedores. Assim, você garante que seu cliente sempre encontre o que precisa.

Atenção, aqui é preciso levar em consideração também o tempo que a transportadora leva para entregar cada produto. Ou seja, faça o cálculo de quanto deve ser o seu pedido para garantir que os produtos não se esgotem antes de uma nova remessa chegar.

Leia também: Gestão de estoque eficiente: impacto nos custos e lucro

Observação: perfil do consumidor

Em um supermercado os públicos consumidores podem ser de diferentes perfis. Por isso, durante a escolha da cartela de produtos pode ser interessante investir em variedade de marcas e preços para atrair e agradar todos os compradores do seu estabelecimento. Essa escolha de novos e diversificados itens pode ser feita a partir da observação dos hábitos de consumo dos seus clientes.

#2 Automação para gestão de estoques de supermercado

Outra questão que pode ajudar, e muito, em uma gestão de estoques de supermercado eficiente e otimizada é a utilização de tecnologia a seu favor. Atualmente são muitos softwares disponíveis com bom custo-benefício para tornar essa tarefa de organizar seus estoques mais fácil e rápida.

A partir dessas ferramentas de automação você consegue ter dimensão das saídas do estoque, fica sabendo quais produtos têm pouca saída ou quando está na hora de fazer novos pedidos. Além disso, esses softwares podem ser integrados ao sistema dos caixas e tornar tudo muito mais prático na sua rotina produtiva.

 

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#3 Prazos de validade

A cartela de produtos de um supermercado é majoritariamente composta por produtos perecíveis. Por isso, é muito importante gerenciar prazos de validade para evitar desperdícios de mercadoria e maiores problemas.

Quando uma nova remessa de produtos chegar, tenha a preocupação em colocar nas prateleiras primeiramente os itens remanescentes. Além disso, conte com ferramentas de gestão que notifiquem automaticamente ao departamento responsável pelas reposições sobre as datas de validade passadas para que o descarte correto seja feito.

Uma dica: quando você souber que os itens estão próximos da data de validade, pode criar promoções para liquidar os itens.

Fazendo os cálculos corretos de saída de produtos em pouco tempo você verá a economia e a redução de desperdícios por conta de prazos de validade.

#4 Balanço de mercadoria periódico

Quer uma visão ampla sobre os estoques de supermercado? Faça bimestralmente o balanço de mercadoria. A partir dele é possível entender os hábitos de consumo dos seus clientes, melhorar seus processos, avaliar o controle de estoque e implementar melhorias constantes.

#5 Condições de armazenamento

Por fim, a quinta dica para um controle de estoques de supermercado eficiente é a avaliação das condições de armazenamento dos seus produtos. Nada pior do que perder mercadoria por conta de um armazenamento indevido. Além de tamanho para comportar todos os itens necessários para a boa logística do mercado, esse espaço precisa respeitar condições de higiene e outras especificidades. Por exemplo, iogurtes, manteigas e carnes precisam de freezers e câmaras refrigeradas para a manutenção da qualidade dos produtos.

Cálculos precisos, nada de desperdício

Com os cálculos corretos de fluxo de estoque e precificação de produtos o seu supermercado vai crescer com as contas no verde e atendendo bem os clientes.

A Mais Consultoria é especialista em otimização de processos, controle de qualidade e proposição de estratégias para o bom funcionamento de empresas. Conta inclusive com case de sucesso de supermercados, conheça aqui o trabalho desenvolvido no Supermercado Pais e Filhos. 

Se precisa de ajuda com tudo isso para alavancar o seu supermercado, conte com os nossos serviços de consultoria.

 

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Inside Sales: o que é e como migrar para esse modelo de vendas?

Se o seu objetivo hoje é reduzir custos, a Inside Sales pode ser a estratégia que precisa para fazer isso e manter a sua equipe de vendas a todo vapor. Confira na leitura no que consiste esse modelo de vendas e como implantá-lo no seu negócio.

O que é Inside Sales?

O que é Inside Sales

Na tradução para o português: Vendas Internas. O método consiste em estruturar um sistema de vendas interno no seu negócio, sem a necessidade do vendedor gastar tempo e recursos fora da empresa para fechar um negócio. Mas, para isso é necessário dispor de uma infraestrutura e uma rede de conexão online com potenciais clientes. Para isso, podem ser usados: telefones, redes sociais, videoconferências, etc.

A principal vantagem da Inside Sales é contar com uma estrutura de vendas enxuta, de custos reduzidos e com um alto potencial de retorno sobre o investimento.

Online sim, personalizado também

Quando leu o conceito já ficou pensando em uma venda nos moldes do telemarketing tradicional, aquele que você já foi alvo diversas vezes? Pois não é bem isso.

Os consumidores estão cada dia mais exigentes e cientes de suas necessidades. Dessa forma, os produtos e a forma como a qual vendemos eles também devem se adaptar e melhorar. O objetivo é sim vender de dentro da empresa com custos reduzidos, mas sempre prezando pela qualidade, experiência do cliente e personalização. A tecnologia está aí para ajudar, softwares de CRM podem ser bem úteis durante a venda interna.

Você também pode querer ler: Prospecção de clientes: o que é e qual a sua importância?

Atenção: o que NÃO é Inside Sales

O que não é Inside Sales

  • Tentar vender para uma lista de contatos aleatórios.
  • Empurrar um produto sem que o cliente tenha necessidade daquilo;
  • Forçar o contato em horários inconvenientes;
  • Fazer o pitch de vendas de forma mecânica.

O que é Inside Sales

O que é Inside Sales

  • Ter um  perfil de cliente ideal. Ou seja, aquele que precisa de suas soluções e que será rentável para a empresa;
  • Funil de vendas delineado de acordo com a jornada do cliente;
  • Além disso, pensar nas abordagens corretas para cada situação, que vão demonstrar como o seu produto ou serviço é importante para a realidade do prospect;
  • Treinar sua força de venda;
  • Por fim, dominar técnicas de fechamento para encurtar o ciclo de vendas.

Adaptabilidade da Inside Sales

Sua empresa é B2B ou B2C? Quer vender para leads Inbound ou Outbound? É  pequena, média ou grande? Com Inside Sales todos vendem! Isso porque é um método comercial que realmente se adapta e é acessível para a realidade de qualquer negócio.

 

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Colocando em prática

Uma operação de Inside Sales conta com as seguintes etapas: prospecção, abordagem, envio de oportunidades para o CRM e fechamento.

1- Prospecção:

Inside Sales

Novos clientes podem chegar até a sua Inside Sales por meio de Inbound Marketing (os leads chegam de forma orgânica pelo seu site, blog, material rico, etc) ou por Outbound Marketing (prospecção ativa, quando a sua empresa vai atrás de clientes). Algumas empresas fazem um mix desses dois processos.

Pré-vendas

Entre a prospecção e a apresentação de uma proposta formal algumas empresas contam com um time de pré-vendas. O que é ótima solução para negócios que precisam gerar um alto volume de leads qualificados. Sendo ideal para times de vendas que precisam de um rápido crescimento para que os vendedores estejam focados no fechamento dos negócios propriamente ditos.

2- Abordagem

Como mencionado, o contato não é estabelecido para que seu vendedor recite o pitch de forma monótona. É preciso que a ligação estabeleça uma conexão e que o seu vendedor passe a conhecer o potencial cliente para oferecer as melhores soluções para ele. Nesse sentido, existem diferentes opções de metodologia de vendas, e você pode combinar algumas ou todas elas.

Alguns exemplos:

  • BANT – Budget, Authority, Needs, and Timeline
  • SPIN – Situation, Problem, Implication, Need
  • GPCT – Goals, Plans, Challenges, Timeline

3- Envio de oportunidades

Com os leads devidamente qualificados e identificados, é hora de enviá-los para o CRM e começar a pós-prospecção. Para empresas SaaS é importante aqui disponibilizar uma demo, assim o prospect vai conhecer o seu produto e fechar negócio.

4- Fechamento

Em outros tipos de negócio, a próxima fase é a apresentação da proposta por um consultor. Vale destacar que só devemos chegar nessa etapa quando a negociação faz sentido para ambas as partes. Fechar negócios com quem não tem fit com a marca ou não precisa de suas soluções pode gerar prejuízos. Então, invista em uma relação duradoura, baseada na qualidade e confiança.

Hora de começar

Para colocar o Inside Sales em funcionamento na sua empresa você precisa de uma boa internet, profissionais treinados e alinhados com essa metodologia e softwares de Inbound Marketing e CRM.

 

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Como vender em tempos de crise do coronavírus?

O momento de pandemia está intimamente ligado com a crise econômica em todo o mundo. Para os empreendedores brasileiros o desafio é ainda maior, mas com criatividade e estratégia é possível driblar o problema. Veja como vender em tempos de crise.

1º passo: avaliar o problema

Busque a raiz do problema. No seu negócio caiu o movimento? Por quê? Se o seu comércio é físico, certamente o rombo nas vendas está sendo grande. Então, avalie como está o seu fluxo de caixa hoje, coloque tudo na ponta do lápis e chegue em uma estimativa de cenário minimamente ideal para o seu negócio continuar com as contas em dia e em funcionamento.

A partir disso, vai poder pensar em saídas realistas com muito mais clareza. Entre as soluções a resposta óbvia e eficaz é a internet. Adapte suas vendas para o online, lance mão de site, redes sociais, televendas e Delivery.

2º passo: de que forma é possível adequar minhas soluções?

Não apenas a forma de consumo mudou em tempos de coronavírus, as necessidades do público hoje são outras, tendo em vista que toda a vida está sofrendo modificações. Então, se antes de tudo isso o seu produto se adequava muito bem ao que o mercado precisava, hoje pode ser que a realidade seja outra.

Vamos a um exemplo: atualmente no Brasil seis a cada dez pessoas estão trabalhando de home office. Esses são dados da pesquisa Hibou em parceria com a Indico. Isso significa que são menos trabalhadores utilizando transporte público, consumindo em restaurantes e, até mesmo, utilizando uniformes para ir ao trabalho, já que a peça pode facilmente ser substituída por roupas mais despojadas.

Dessa forma, uma empresa de uniformes precisa buscar outras parcelas de mercado para atender em tempos de quarentena. Quais mercados ela poderia conquistar?

O investimento dessa empresa pode ser na divulgação e produção de uniformes hospitalares e, por que não fazer máscaras em tecido para uso da população? Assim, continua a atender a parcela de mercado de trabalhadores essenciais, e contorna a crise financeira disponibilizando novas soluções dentro do seu segmento.

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3º passo: Enxergar oportunidades de longo prazo

Adequar seus produtos e serviços para a nova situação é uma forma rentável de se manter competitivo. No entanto, sabemos que isso nem sempre é possível.

Muitas marcas estão apostando em uma estratégia diferente, pensada a longo prazo. Se hoje o seu produto não pode se adequar a situação de exceção, seja sincero com o seu consumidor e ofereça boas condições para ele manter a fidelidade a você. Veja só os exemplos:

Muitos bares e salões de beleza, que não tem condições de oferecer produtos e serviços via Delivery, estão criando vouchers para seus clientes. Assim, o consumidor se beneficia comprando antecipadamente com descontos e ainda contribui para a manutenção dos estabelecimentos durante o período em que estão fechados.

A “Quem disse, Berenice?“, marca de maquiagem e cosméticos, reforçou suas vendas online com o atrativo do frete grátis e cupom de desconto.

Além disso, os consumidores conseguem dizer qual loja são clientes cativos para que os vendedores do estabelecimento continuem ganhando a comissão, assim ajuda também as franquias.

Como vender em tempos de coronavírus? Print com exemplo da Quem disse, Berenice?

4º passo: Utilização da verba de forma inteligente

Por fim, o último passo de como vender em tempos de crise é fazer uma administração inteligente e assertiva da verba que dispõe hoje. Exemplo simples: se antes dispendia parte do seu investimento em marketing em panfletos, agora pode deslocar a quantia para anúncios online.

Pense nessa e em outras ações simples que pode fazer para otimizar resultados e corte gastos de forma estratégica, em algum momento essa situação vai passar. Então não se desespere, não tome atitudes precipitadas por medo. Com estratégia e um pouco de criatividade é possível driblar essa crise.

É justamente nos momentos de maior dificuldade que podem surgir ideias inovadoras e que dão muito certo.

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