O que é Business Model Canvas?

Business Model Canvas, em português, significa “quadro de modelo de negócios”. Ele possui esse nome porque tem uma forma resumida, cabendo em somente um quadro.  O BMC é uma ferramenta para desenvolver modelo de negócio, que se popularizou entre os(as) empreendedores(as).

Mas, mais do que ajudar a tirar empreendimentos do papel, o Canvas pode ser bastante útil para analisá-los e organizá-los quando já estão em funcionamento.

Organizar o negócio de maneira mais formal e criar um mecanismo que permita um maior controle é obviamente algo que deve ser feito no início de um negócio, mas também pode ser feito quando ele já está operando. É aí que o Canvas se torna um importante aliado!
Continue a leitura para conhecer os benefícios da utilização do Business Model Canvas e como aplicá-lo ao seu negócio!

 

Como surgiu o Business Model Canvas?

O BMC foi criado pelo suíço  Alexander Osterwalder, fruto de suas pesquisas e testes realizados para sua tese de doutorado entre 2010-2014, que teve contribuição de mais de duzentos consultores e empresários do mundo inteiro.

Hoje, Osterwalder viaja o mundo dando aulas e palestras sobre o Método Canvas. Nessas apresentações, às vezes é possível vê-lo queimando planos de negócios, que ele considera ultrapassados e muito menos úteis do que o modelo canvas.

Quais as vantagens do Business Model Canvas?

 

O principal objetivo do Canvas é ajudá-lo a colocar ideias em prática, planejar um negócio de sucesso de forma simples e ter a oportunidade de obter alguns insights no processo.

Os quadrantes que precisam ser preenchidos cobrem as quatro áreas básicas do estabelecimento de um negócio: clientes, cotações, infraestrutura e viabilidade financeira.

O Canvas é uma ferramenta de gestão estratégica que também pode ser utilizada para buscar melhores resultados e visão de negócio.

O uso de desenhos, como pode ser realizado no Business Model Canvas, para representar ideias e situações possibilita uma análise tanto do que está sendo criado como do que será remodelado ou adaptado. Até quem não está diretamente envolvido no negócio consegue opinar, graças à facilidade de visualização do modelo.

Este modelo é muito importante porque te mostra como a empresa opera, de fato. Além disso, ele promove a definição de conceitos e a organização de ações através de representações gráficas de variáveis ​​(juntas mostram o valor do negócio!)

Os 9 blocos de um Canva

Proposta de valor

Defina qual valor seu negócio oferece aos clientes, ou seja, quais benefícios você deseja oferecer e o que pode despertar o interesse das pessoas no seu produto ou serviço. Tente resumir tudo em uma frase.

Segmento de clientes

Defina o nicho do cliente, a participação de mercado que você deseja atender. Considere seu perfil, onde estão, como estão agrupados e quais são suas necessidades comuns.

Canais

Defina a forma como a empresa chega aos clientes, a comunicação e a criação de valor e a forma como os consumidores interagem com a empresa. Considere canais de comunicação, distribuição e vendas.

Relacionamento

Defina como a empresa alcançará e manterá um bom relacionamento com os clientes. Considere qual será o motivo da estratégia de diferenciação, para que você não escolha concorrentes apenas por causa dos preços mais baixos.

Receitas

Defina como e quanto seus clientes terão que pagar pelos benefícios que sua empresa oferta. Lembre-se de que, atualmente, as vendas não são o único modelo de receita — considere opções como aluguel, assinatura, licença, entre outras.

Recursos

Relacione os ativos necessários para realizar sua proposta de valor e colocar o negócio para funcionar. Pense tanto nos ativos físicos, como maquinário e equipamentos, quanto nos intelectuais, como recursos humanos e patentes.

Atividades

Relacione as atividades mais importantes para que a proposta de valor seja realizada e a empresa funcione corretamente.

Parcerias

Identifique toda terceirização que será feita, com fornecedores e parceiros necessários como apoio para a realização de sua proposta. Pense em outras empresas que ajudarão seu negócio a entregar a oferta de valor.

Estrutura de custos

Identifique tudo que será gasto para a operacionalização de seu negócio, considerando os custos com canais, recursos, atividades e parcerias.

Como usar?

O Canvas é uma ferramenta visual que funciona através da prototipação de idéias e ajuda como base para testar hipóteses que podem levar a modelos de negócios disruptivos.

Portanto, você deve usar o canvas para prototipar novos negócios e buscar oportunidades de inovação. Ele pode ser também alguma boa ferramenta para ajudar na elaboração de planos de negócios!

 

5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatóriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Melhore a gestão do seu negócio com o Ciclo PDCA

Também conhecido por “Ciclo de Shewhart ou Ciclo de Deming”, o ciclo PDCA é uma ferramenta de gerenciamento utilizada para promover melhorias contínuas nos procedimentos de produção. Utilizando um circuito composto por quatro etapas ou ações:

  • Plan — planejar;
  • Do — fazer;
  • Check — checar;
  • Act — agir.

Neste artigo você verá:

As ações desse ciclo podem ser desdobradas em infinitas outras ações menores dentro de cada fase, desde que seja respeitada a ordem do ciclo PDCA no processo todo.

Mas antes de sabermos como aplicar, de fato, no seu negócio, vamos entender melhor como surgiu essa metodologia?

 

Origem do Ciclo PDCA


O Ciclo PDCA foi criado pelo físico e estatístico Walter A. Shewhart, que dedicou sua carreira ao controle de qualidade na indústria. Walter defendia que um processo industrial sob controle deveria seguir três passos específicos: especificação, produção e inspeção.

Sua ideia foi baseada no método científico clássico de Francis Bacon, que inclui as etapas de hipótese, experimentação e avaliação. Quem diria, não é mesmo?

Em 1938, o físico W. Edwards Deming, considerado o pai do controle de qualidade moderno, descobriu os estudos de Shewhart e passou a trabalhar em conjunto com ele.

Dessa parceria de longa data, nasceu o ciclo PDCA como conhecemos hoje, originalmente chamado de “ciclo de Shewhart”.

Ali foram definidas as etapas Planejar, Executar, Verificar e Agir, que consolidaram uma das ferramentas de gestão mais utilizadas pelas empresas. E quais são os benefícios para as organizações ao utilizar o ciclo PDCA?

Por que utilizar o ciclo PDCA?


Entre as inúmeras vantagens de aplicar o PDCA nos procedimentos de produção da empresa, podemos citar os principais como:

  • Otimização de diretrizes de controle;
  • Envolvimento da equipe (gestores e colaboradores);
  • Aceleração e aperfeiçoamento de atividades;
  • Identificação de problemas e suas causas-raiz;
  • Integração de etapas produtivas;
  • Aprimoramento contínuo de processos.

No próximo tópico, mostraremos como executar o ciclo PDCA em seu negócio.  Influenciando positivamente o planejamento estratégico e na evolução dos processos!

Como executar o PDCA?

Planeje (Plan)

Não existe uma empresa que funcione bem com um time desalinhado, certo? Sabendo disso, a primeira sugestão proposta no modelo é: planeje!

Convoque sua equipe para discutir o principal, por exemplo: modelos de funcionamento operacional, tipos de erros constantes no dia a dia e as possíveis soluções imaginadas.

O primeiro passo desse planejamento deve ser a identificação do problema. Analise o panorama da sua empresa e defina qual é o principal desafio que precisa ser diagnosticado. Nesse momento, o ideal é que o gestor reúna a equipe e incentive um brainstorming para ter uma visão mais abrangente de diferentes pontos de vista.

Em seguida, é preciso analisar e entender como esse problema é perpetuado dentro da organização. Isso será importante para entender quais são as ferramentas necessárias para resolver o problema identificado.

Por último, é necessário elaborar um plano concreto para corrigir o problema, atrelado a um cronograma, com papéis e responsabilidades de cada membro da equipe bem definidos.

Para facilitar o processo, separe uma lista de questionamentos que considere os tópicos que abranjam desde os processos que apresentam problemas até o tipo de meta que sua empresa quer atingir.

O objetivo final dessa etapa é levantar e analisar informações para construir um plano de ação sólido, eficiente e baseado em dados reais, que tenha objetivos e metas.

Faça (Do)

Não adianta nada ter um bom plano de ação apenas no papel, é preciso colocá-lo em prática! Essa é a parte mais importante de todo processo, pois é aqui que você verá se sua parte de planejamento foi realmente bem executada.

Desenvolva o time para que a execução do plano de ação tenha resultados e defina KPIs (KPI é a sigla para o termo em inglês Key Performance Indicator, que significa indicador-chave de Desempenho) claros na sua execução e para posterior acompanhamento dos resultados.

Programe-se para implementar as mudanças aos poucos, como já diz aquele ditado: a pressa é inimiga da perfeição. O ideal é que você dedique tempo para acompanhar de perto tudo que está sendo feito. Sempre lembrando em manter o foco total no plano e seus objetivos!

Cheque (Check)

Você acertou no plano de ação? Quais foram as melhorias? Tudo aconteceu de acordo com o planejado? As métricas e KPIs definidos para validar as melhorias foram bem construídos?

Essas são algumas das perguntas que você deve responder nessa fase. Aqui, a ideia é analisar a eficácia das soluções e avaliar o que deu certo e o que pode melhorar.

Metodologias como BSC (Balanced Scorecard) e outras metodologias de acompanhamento de metas podem ser usadas e/ou adaptadas para esse acompanhamento dos resultados.

Dependendo de como for, você já pode incorporar ideias para melhorias, conforme os resultados obtidos. Lembre de guardar todos as informações que conseguir nesse primeiro momento, pois elas serão utilizadas no próximo passo!

Aja (Act)

É nesse momento que surge o questionamento mais comum: “o que farei com todos esses dados?” Eles serão inseridos como referência para voltar à fase 1, o “planejar”. Nada mais justo em uma metodologia de melhoria contínua, certo?

“Então quer dizer que eu voltarei para o começo do PDCA?” É isso mesmo.

No entanto, não basta apenas jogar os dados para a fase 1, você também deve certificar-se de que as soluções estão acabando com os problemas. Ou seja, é preciso analisar se eles estão fazendo sentido com a estratégia e quais estão os efeitos colaterais.

Conforme os principais gargalos vão desaparecendo, você será capaz de enxergar novos pontos passíveis de aperfeiçoamento. Quanto mais o ciclo gira, mais indícios você ganha de que o processo de melhoria contínua está acontecendo de forma constante.

Quais são as maiores dificuldades na utilização do PDCA?


Os maiores desafios na implementação do PDCA estão relacionados à especificação dos problemas e no correto desdobramento das metas. Em um um ambiente complexo e cheio de variáveis é muito fácil que a equipe perca o foco e o real problema não seja tratado.

Um PDCA bem feito procurará observar sempre os indicadores da operação para garantir que as ações tomadas sejam de fato efetivas. Se os indicadores que estarem avaliando fatores errados, o real problema não será resolvido e o ciclo nunca se fechará.

Para que o PDCA funcione direito, o problema precisa ser bem especificado e os indicadores bem escolhidos, caso contrário, a gestão manterá os mesmos desafios ano após ano.

Como implementar o PDCA na sua empresa hoje?


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PDCA

Design Thinking: o que é e como aplicá-lo no seu negócio?

O Design Thinking é uma metodologia de trabalho para solucionar questões inspiradas na forma de pensar do ramo do design. Ela tem como objetivo resolver problemas e melhorar o bem-estar das pessoas, ou seja, a metodologia privilegia soluções práticas e criativas.

Nas empresas esse conceito traz o foco para a experiência do cliente de forma holística, combinando análise e iniciativas que valorizem a atividade da empresa.

Mas, você deve estar se perguntando: qual é a importância de se pensar como um designer dentro das empresas?

Continue lendo o artigo e entenda como Design Thinking ajuda no processo de inovação dentro de uma organização.

Como surgiu o Design Thinking?

O processo de Design thinking teve origem em uma empresa norte-americana chamada IDEO. Tim Brown, fundador da empresa e um dos idealizadores do processo, afirmou que o design se tornou muito importante para ficar apenas nas mãos dos designers.

Durante os anos seguintes, a IDEO teve o êxito de convidar várias pessoas altamente influentes e experts de diferentes áreas.

Aliando o conhecimento teórico da academia com a prática do design, a ideia era criar equipes multidisciplinares para aumentar e melhorar a equipe e processos de design.

A IDEO ganhou reconhecimento e com isso, eles conseguiram disseminar essa ferramenta. Foi a partir daí, que termos como design thinking e design centrado no ser humano, ganharam popularidade, tanto entre designers quanto entre profissionais de outras áreas.

Quais as vantagens da aplicação do Design Thinking?

Muitos gestores ainda têm dificuldades para enxergar os benefícios do design thinking e quando o próprio assunto é inovação. É um grande desafio aplicar a metodologia, mas é uma das formas mais eficazes de solucionar problemas de qualquer organização.

Confira os benefícios de aplicar o Design Thinking em seu negócio:

1. Ajuda na resolução de problemas

O design thinking é, basicamente, uma ferramenta que gera novas soluções. A criatividade não é um dom que se aplica a certo tipo de pessoa. Ela está em todos nós e deve ser constantemente incentivada. A criatividade é a chave para uma solução inusitada, inesperada e extremamente eficaz!

2. Facilita a criação de novos produtos e serviços

O design thinking corta o caminho caótico, fazendo com que a ideação e validação do projeto sejam aplicados de maneira mais rápida. Além disso, todas essas soluções surgem a partir de uma visão holística sobre toda a empresa.

Vale ressaltar que o Design Thinking tem foco nas soluções internas e nas necessidades reais do mercado, ou seja, ele não opera em suposições idealistas.

3. Tem um ótimo custo-benefício

Comparado ao benefício que gera dentro da instituição com outros possíveis investimentos, a ferramenta e seus conceitos têm um valor muito baixo.

Trata-se de uma filosofia muito simples, que não exigirá altos investimentos. O maior custo, talvez, seja o de modificar a cultura organizacional para aderir às práticas do design thinking, pois só assim algum resultado será alcançado. As possibilidades de sucesso são gigantes, mas é necessário um esforço diário.

Bacana, e agora? Como aplicá-lo ao seu negócio?

Como aplicar o design thinking na sua empresa

O design thinking não é uma metodologia, um cálculo pronto para ser aplicado. Por ser uma abordagem, há variações no número de etapas de uso dele, mas a estrutura se baseia no caminho do processo criativo, colaborativo e prático!

1. Entenda o público

Entender o público é o mesmo que saber para quem você está criando a solução. Para que este passo funcione corretamente, a empatia é muito importante.

Ser capaz de se colocar no lugar do usuário e entender como o problema afeta a sua vida é um prerrequisito para encontrar uma solução adequada. Uma pergunta-chave desta etapa é: como podemos melhorar algum aspecto da vida do nosso usuário?

2. Defina um foco

É bem provável que durante o processo, você identifique diversas questões para atuar. No entanto, qual das necessidades você deve procurar atender em primeiro lugar?

Após definir um alvo, coloca-se foco no processo criativo. Além disso, a manutenção do foco é crucial para que o processo avance, principalmente dentro de uma equipe multidisciplinar.

3. Brife ideias

Esta é a etapa onde ocorre um brainstorm com uma equipe multidisciplinar para promover a troca de ideias e alcançar uma solução. Nesta fase, é importante não descartar ideias e recebê-las sem julgamento.

Uma ferramenta muito usada nesta etapa são os mapas mentais. São diagramas utilizados para a gestão de conhecimento e informações. Eles podem conter desenhos, imagens, ícones, setas, cores, além de linhas de formas e espessuras diferentes.

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4. Crie um protótipo

Nesse momento, a equipe deve procurar concretizar as ideias no mundo físico. Esta fase pode ser uma fonte de aprendizado e pode servir como inspiração para novas ideias.

O protótipo serve para testar funcionalidades e verificar o entendimento das questões do usuário.

5. Teste e receba feedbacks

Esta é a etapa onde se recebe feedback. Ao realizar testes com alguns usuários, a empatia deve aumentar.

Utilizamos o protótipo e planejar cenários onde os testes serão realizados. É importante estar atento e anotar, capturando o máximo de informações que possam contribuir para a melhoria do produto ou serviço.

Preparado(a) para inovar no seu negócio?

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Sistema de Gestão da Qualidade para a sobrevivência das empresas

Manter a empresa no mercado e se tornar competitivo não é uma tarefa fácil. Conforme os negócios tornam-se escaláveis, fica difícil acompanhar a tarefa de cada funcionário, sendo necessário buscar meios para garantir a qualidade dos produtos e serviços no mercado. É nesse momento que surge a necessidade da adoção de um SGQ, ou Sistema de Gestão da Qualidade Total.

O que é um Sistema de Gestão da Qualidade Total?

O Sistema de Gestão da Qualidade Total são elementos que são integrados na organização, a fim de atenderem à política da qualidade e os objetivos da empresa.

A sigla, SGQ, conhecida por Sistema de Gestão da Qualidade Total (do inglês “Total Quality Management”, também conhecida pela sigla “TQM”) consiste em uma estratégia de administração  orientada a criar consciência da qualidade em todos os processos organizacionais. A Toyota, no Japão pós Segunda Guerra, foi a primeira organização a adotar esta estratégia em toda a cadeia produtiva.

Por meio do Sistema de Gestão da Qualidade Total, a empresa controla e padroniza todos os processos, medindo a eficácia das ações tomadas para atingir a qualidade. Resumindo, o Sistema de Gestão da Qualidade é uma ferramenta focada no interesse do cliente, buscando a melhoria contínua dos processos.

Para que as organizações pudessem compreender e adotarem práticas do sistema de gestão da qualidade, foi criado um manual completo, a ISO 9001, definindo e facilitando, a implementação dos 7 Princípios da Qualidade nas organizações.

7 Princípios da qualidade

  1. Foco no cliente: o foco no cliente é um princípio fundamental da Gestão da Qualidade Total. Devemos sempre buscar o atendimento eficaz das necessidades, atuais ou futuras, do cliente, superando suas expectativas, uma vez que organização sem cliente não sobrevive;
  2. Liderança: os líderes de uma organização devem criar e manter um ambiente propício para que os envolvidos no processo desempenhem suas atividades de forma adequada, sentindo-se motivados e comprometidos a atingir os objetivos traçados pela organização;
  3. Engajamento das Pessoas: a Gestão da Qualidade Total deve garantir o máximo envolvimento de toda a equipe, compreendendo e utilizando as habilidades para o benefício da organização e de seus clientes.Cada colaborador da empresa deve se envolver com os problemas da empresa e buscar solucioná-los;
  4. Abordagem por Processos: permite uma visão sistêmica do funcionamento da empresa, possibilitando o alcance mais eficiente dos resultados desejados;
  5. Melhoria Contínua: para que a organização consiga manter a qualidade de seus produtos, é necessário que ela tenha seu foco voltado sempre para a melhoria contínua do processo;
  6. Tomada de Decisões baseada em Fatos: todas as decisões dentro de um sistema de gestão de qualidade devem se tomadas com base em indicadores, auditorias e análises feitas através do Sistema de Gestão da Qualidade, para tomarem decisões que auxiliarão na melhoria dos serviços e produtos, implicando na implantação e manutenção de um sistema eficiente de monitoramento;
  7. Gestão dos Relacionamentos: toda organização deve buscar o relacionamento de benefício mútuo com seus fornecedores por meio do desenvolvimento de alianças estratégicas, parcerias e respeito mútuo, facilitando a criação de valor.

Para implementação destes  7 princípios, contamos com algumas ferramentas que objetivam resolver a maioria das questões relacionadas à Gestão da Qualidade e a melhoria contínua do sistema de gestão da qualidade. A imagem abaixo, nos apresenta as principais delas.

Por que e como implantar o Sistema de Gestão de Qualidade em seu negócio?

Um programa de gestão da qualidade bem implementado e gerenciado proporciona uma alta segurança na tomada de decisões de uma empresa.

O SGQ traz controle e padronização dos processos, permitindo medir a eficácia das ações tomadas, focando na satisfação do cliente e na busca da melhoria contínua dos processos.

Como consequência de sua implementação é a satisfação dos clientes com a empresa, tornando-se um diferencial que garante oportunidades e competitividades frente aos mercados, tanto nacional como internacional.

A etapa de implantação exige preparação, planejamento e uma mudança no cotidiano de seu negócio. Para que seja efetivo no seu negócio, definimos 5 passos importantes para o sucesso desta mudança:

1º: Envolva as pessoas no processo para se manterem engajadas;

2º: Defina os produtos e processos de maior impacto em seu negócio;

3º: Estruture indicadores que traduzam a eficiência da qualidade;

4º: Mensure seus indicadores, de modo a acompanhar a evolução e desenvolvimento dos produtos/processos;

5º: Desenvolva a cultura de melhoria contínua na organização.

→ Leia também: 3 dicas para aplicar gestão de qualidade na sua rotina

Agora, como saber se implementação está sendo eficaz?

Para que o resultado seja reconhecido, é necessário a contratação  de uma empresa especializada em auditoria de gestão da qualidade. Assim, obtemos certificados que dependerá da área onde a empresa atua e, das normas que regem esta área. Sendo assim, existem dois tipos de certificados válidos:

  • Certificado de acreditação: baseado na norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, relacionada aos Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração, e a ABNT NBR ISO 15189, que diz respeito aos Laboratórios de Análises Clínicas.
  • Certificação: a empresa baseia-se na norma NBR ISO 9001, ISO 14001, etc.

Dicas para diminuir a quantidade de informações documentadas sem comprometer o SGQ

Um dos objetivos da ISO 9001:2015 é verificar se as informações documentadas em uma empresa ajudam a alcançar os resultados desejados. Além disso, se torna necessário analisar os documentos existentes e identificar meios de otimizar o sistema de informações. Com isso, um dos diferenciais da ISO 9001:2015 é o princípio de que o conhecimento e a competência das pessoas precisam ser considerados para identificar a necessidade de certa informação em ser documentada.

Dessa forma, é importante documentar para dar apoio ao processo e diminuir o número de não conformidades, mas também, detalhar completamente as informações para que um novo funcionário precise apenas ler os documentos é totalmente  ultrapassado e desnecessário. Pensando nisso, preparamos 3 dicas para diminuir o número de informações documentadas sem comprometer o SGQ da sua empresa.

  1. Invista na competência dos funcionários:

    Uma das principais formas de garantir que as tarefas sejam bem executadas e atendam as necessidades dos clientes, é treinando e desenvolvendo os seus funcionários. O foco é realizar entregas com qualidade.

  2. Defina critérios para saber se um documento é importante:

    Existem algumas perguntas que podem ser feitas para identificar a necessidade de um documento, são elas:

    • Usa-se o documento na saída ou na entrada de um processo?
    • Você precisa desse documento para executar uma atividade?
    • Realiza a análise de algum indicador ou resultado baseado nesse documento?
    • Você toma alguma decisão usando essas informações?
    • Alguém mais faz o uso dessas informações?

Se as respostas para todas essas perguntas forem “não”, esse documento não é realmente necessário.

  1. Automatize

Você sabia que é possível eliminar vários documentos através do uso de um software? Eles são capazes de automatizar o registro e a organização das informações importantes. Entretanto, apesar de não ser possível abrir mão de um relatório sobre tudo que aconteceu e uma NC, o gerenciamento dessas informações pode ser simplificado com o uso de um software específico.

Barreiras para o desenvolvimento do Sistema de Gestão de Qualidade

Alguns estudos relatam a existência de barreiras quanto ao desenvolvimento do sistema de gestão da qualidade. Barreiras como a resistência dos funcionários às mudanças e a falta de análise comparativa com as práticas em outras empresas. Além disso, também podemos citar como fatores críticos que influenciam o Sistema de Gestão de Qualidade:

  • A gestão da qualidade do fornecedor;
  • A melhoria contínua e a inovação;
  • A cultura interna da organização;
  • O serviço pós-venda;
  • A melhoria contínua;
  • A disponibilidade de recursos;
  • Controle da produção;
  • O foco no cliente, entre outros.

Sua empresa passa por esses problemas de desperdício e falta de produtividade? Não tem os processos padronizados para atender o seu cliente da melhor forma? Pensando em tudo isso a Mais Consultoria realiza projetos na área da Qualidade. Solicite uma proposta personalizada clicando na imagem abaixo!

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Entenda seu cliente com Job To Be Done

Job To Be Done, significa, em tradução literal, trabalho (ou tarefa) a ser feito (ou executado). O conceito ficou popular com o professor norte-americano Clayton Christensen, da Harvard Business School, e seus milk shakes.

Basicamente, o que Christensen propõe é: o cliente não compra o produto ou serviço só por conta da sua tarefa funcional principal, mas por uma porção de outras tarefas secundárias que ele pode entregar.

Vamos exemplificar através do mesmo exemplo dado por Christensen, os famigerados milk shakes. O fast food tinha como objetivo inicial de fazer um milk shake mais gostoso do que o da concorrência. Mas, era isso que o cliente da rede queria? Segundo a análise feita por ele, não exatamente.

Eles descobriram que 40% dos milk shakes eram vendidos na parte da manhã. Pesquisando, chegaram à conclusão de que os clientes que compravam milk shake a esta hora estavam, em sua maioria, à caminho do trabalho e procuravam algo que matasse a fome, fosse prático e tornasse a viagem mais agradável.

Ou seja, além da função principal da bebida, ela ainda exercia uma função operacional (dá pra dirigir e tomar milk shake), funcional (mata a fome) e emocional (deixa o caminho mais alegre).

Essa descoberta também alertou para o fato de que os concorrentes da marca não se limitavam somente às outras redes de fast food. Qualquer produto que alcançasse os mesmos objetivos secundários do milk shake seria um concorrente em potencial.

Em outras palavras, o Job To Be Done tenta encontrar a motivação real que leva um cliente a comprar um produto ou serviço. Essa motivação é o que aumenta a percepção de valor do cliente em relação ao produto, mas nem sempre está explícita

Como aplicar o Job To Be Done no seu negócio?

 1. Defina bem o seu o produto ou serviço

O primeiro passo é pensar em quais serviços ou produtos você irá ofertar. O autor da teoria lembra que este é o momento de projetar uma proposta de valor ao cliente de forma inovadora com uma compreensão do “job to be done”.

A premissa é simples: os clientes realmente não compram produtos/serviços apenas. De certa forma, eles os contratam para fazer um trabalho. Por exemplo, se o cliente contratou a agência para criar um material gráfico, ele não busca somente o flyer e o cartaz. Na verdade, ele busca tornar a comunicação do seu evento muito mais eficiente. O seu serviço é facilitar uma tarefa, através da criação dos materiais.

Consegue perceber a relevância ao adotar essa perspectiva. O seu produto será entregue com um valor agregado muito mais alto.

2. Saiba o que o seu produto ou serviço resolve

É muito importante entender de que modo o cliente utiliza de cada serviço ofertado. Ou seja, como cada job ajuda na execução e no sucesso da estratégia. Por meio de interações com os clientes, você pode compreender as tarefas impactadas pelas entregas da agência. São elas:

  • Tarefas funcionais: necessidades básicas e diretas;
  • Processos operacionais: demandas operacionais para os segmentos e nichos de mercados atendidos pelo produto ou serviço em questão;
  • Tarefas emocionais: os sentimentos pessoais percebidos ou não pelo consumidor;
  • Serviços sociais:  representadas pelo nível de interesse de ser reconhecido ou valorizado por outras pessoas ao ser visto interagindo com o produto, ou serviço.

3. Segmente os jobs 

A segmentação dos jobs permite que você os delegue para as pessoas certas, formando especialistas em determinado tipo de conteúdo ou cliente.

Portanto, busque analisar todos os jobs citados e tente agrupá-los de acordo com os benefícios trazidos por eles. Nomeie cada grupo de modo que eles se tornem autoexplicativos, orientando o time na hora de identificar cada job.

4. Foque nos jobs rentáveis

Essa etapa parece até muito óbvia, não é mesmo? Porém, muitas vezes, imersos nas demandas apresentadas pelos clientes, os profissionais acabam se pautando muito mais pelo que é solicitado do que pelo que poderia ser vendido.

Sabendo exatamente quais são os serviços mais rentáveis é possível focar os esforços na oferta destes, de modo estratégico. Então, busque incentivar uma experiência de consumo que destaque esses jobs, destacando as tarefas que ele é capaz de facilitar e suprir.

5. Aprenda com outros negócios que executam os mesmos jobs

Essa etapa funciona quase como um bom benchmarking. A equipe deverá ser mobilizada a identificarem os jobs de diferentes empresas. Os insumos coletados nessas pesquisas, podem servir de grandes referências a serem aplicadas para outros clientes.

A pergunta é: o que cada projeto pode ensinar? As respostas indicarão os jobs que você deve priorizar na experiência de consumo dos clientes.

6. Desenvolva uma experiência de consumo 

Depois de identificarmos os jobs que devem ser prioridade, é hora de simular essa experiência de consumo!

Para isso, utilize a metodologia do Design Thinking. Com ele você pode dar destaque aos jobs escolhidos e observar os impactos. Lembrando que essa ferramenta permite que você entre na vida do consumidor para construir comportamentos e necessidades futuras.

7. Invista na validação da experiência com os clientes

Primeiramente, antes de qualquer tomada de decisão sobre os jobs priorizados, analise os resultados obtidos.

Em seguida, crie exemplos que servirão de modelo da experiência de consumo e teste com os clientes. Assim, você e sua equipe pode entender se a experiência de consumo é realmente boa. Somente depois dessa validação, você estará pronto para expandir para a base de clientes leais. Essa etapa compõem de grandes aprendizados importantes para o sucesso da sua estratégia.

Hora de colocar em prática

Agora você já sabe como é importante o conceito de Job To Be Done para conhecer melhor o seu cliente e agregar na experiência do seu produto ou serviço. Mas, se precisa de ajuda pode contar com a nossa consultoria personalizada aqui Mais! Clique aqui entre em contato com um dos nossos consultores.

Acredito que você vai se interessar também pelo nosso material gratuito sobre “Como descobrir quem é o seu cliente”. Para acessá-lo, basta clicar no banner abaixo. Espero que goste!

Descubra como reduzir custos e aumentar a produtividade com a metodologia Kaizen

No ambiente empresarial, o kaizen é uma metodologia que permite o seu negócio reduzir custos e aumentar a produtividade. Ele um método de melhoria contínua rápido (um ciclo completo dura em média 30 dias) e uma ferramenta que incentiva a criatividade para mudar a cultura da empresa para melhor.

Kaizen é uma palavra de origem japonesa, que significa mudança para melhor, usada para definir melhoria contínua na vida em geral.

Quando usado no ambiente de negócios, o kaizen refere-se à melhoria contínua de todas as funções. Melhorias, até mesmo, nas atividades envolvendo todos os funcionários, desde a alta administração, até os trabalhadores do chão de fábrica.

O conceito sobre o que é kaizen propõe mudanças nos processos que ocorrem dentro de uma empresa, visando:

  • eliminação de desperdícios;
  • melhoria na eficiência dos processos.

No kaizen, alguns princípios são fundamentais, como:

  1. a busca por medidas para contenção e correção da causa raiz (não apenas as consequências) do problema;
  2. a análise de dados com base em fatos.

Para o kaizen, trabalha-se e vive-se de forma mais equilibrada e satisfatória possível, se pelo menos três quesitos forem atendidos: estabilidade financeira e emocional do empregado, clima organizacional agradável e ambiente simples e funcional.

Uma das diferenças que torna essa filosofia popular no mundo dos negócios é que, no kaizen, melhorias significativas podem ser promovidas sem um alto investimento.

Como aplicar o kaizen?

Você pode aplicar o kaizen  em dois formatos, ambos baseados em trabalho em equipe e alinhamento cultural, utilizando as habilidades e conhecimentos de todos envolvidos:

  • Diário: reunião de equipe diária ou semanalmente. Se possível, realizar a reunião no local onde ocorre o processo.
  • Evento: é a formação de equipes de melhoria contínua para execução de projetos específicos de melhoria prática, com objetivos, métricas e prazos definidos.

Para aplicação do kaizen, todos os envolvidos devem começar a pensar sobre o seu trabalho de uma nova maneira e se questionar nos tópicos:

  • Agora: qual é a condição atual?
  • Próximo: qual a situação desejada?
  • Novo: como chegar a essa situação?

As 3 etapas do kaizen

O objetivo da ferramenta é gerar mudança, e, para isso, possui três etapas, cuja implementação deve ser em poucos dias. O tempo máximo do kaizen é de 30 dias, com foco nos pontos que são identificados a possibilidade de maior retorno financeiro.

Durante esse período, a equipe do projeto estará empenhada na implementação das mudanças necessárias, saindo de um patamar de qualidade e caminhando para outro superior.

  • Preparação: objetivo de preparar os profissionais que irão atuar no projeto, compartilhando informações importantes, ferramentas a serem utilizadas e o papel de cada um na execução.

Nessa etapa, a empresa se organiza para o evento:

    • identificando os profissionais que devem participar desse processo;
    • estabelecendo as etapas de implementação ao longo dos dias;
    • coletando os dados necessários para a próxima etapa.

 

  • Evento: nessa etapa, a equipe implementa a mudança proposta. Os envolvidos devem se dedicar 100% ao evento. O objetivo dessa exclusividade é dar ao profissional o foco necessário para que ele execute as implementações necessárias de forma otimizada.

 

  • Follow-up: essa etapa garante a manutenção das mudanças que foram planejadas e implementadas. Dessa forma, o follow-up se torna extremamente importante para que sua empresa não volte ao estado de qualidade anterior.

 

As 7 fases do ciclo de melhoria contínua

Algumas dessas fases são realizadas antes da etapa de preparação (como identificação de oportunidade de melhoria), outras após o evento e o follow-up.

  1. Identificação de oportunidade: oportunidade de melhoria pode ser tudo o que precisa de “conserto” dentro da empresa, como:
  • falha de uma ferramenta;
  • processo que gera erros;
  • desperdícios constantes etc.
  1. Mapeamento do processo atual: no caso de um processo, um fluxograma com todas as etapas deve ser feito, entendendo cada fase.
  2. Desenvolvimento de uma solução: é hora de propor melhorias para otimização do processo. A determinação das causas do problema o ajudará a propor soluções que realmente resolvam quaisquer obstáculos na raiz.
  3. Implementação da solução: com o novo processo desenhado é hora de aplicação das mudanças. Para isso: prepare o evento; realize o evento; faça follow-up do evento. Uma equipe para implementação deve ser formada.
  4. Estudo dos resultados: o novo processo precisa de medição, análise e avaliação para garantir que a melhoria foi alcançada. Portanto, apenas, na prática, você poderá analisar se a solução realmente funciona, portanto, os resultados devem continuar sendo analisados.
  5. Padronização da solução: fase de criação de um padrão. É a etapa de oficialização dos procedimentos a serem seguidos e compartilhamento com a empresa.
  6. Planejamento dos próximos passos: a melhoria deve ser contínua, portanto, uma vez implementada uma melhoria, siga para a próxima. A gerência deve formar um departamento central para realização da avaliação e implementação do kaizen.

Kaizen e o ciclo PDCA

O PDCA, praticado de forma cíclica e ininterrupta, promove a melhoria contínua e sistemática na empresa, consolidando a padronização de práticas, por meio do ciclo:

  • Planeje: desenvolvimento de uma hipótese;
  • Faça: execução do experimento;
  • Verifique: avaliação os resultados;
  • Aja: aperfeiçoamento da sua experiência e início de um novo ciclo.

→ Leia mais sobre como inserir o Ciclo PDCA no seu dia a dia, clicando aqui!

Áreas de aplicação

As atividades do kaizen abrangem melhorias em várias áreas, incluindo:

  • Qualidade: melhorias em produtos, serviços, ambiente de trabalho, práticas e processos.
  • Custo: redução de despesas, mão de obra, utilização de material, energia e recursos.
  • Entrega: redução do tempo de entrega.
  • Gestão: melhorias nos procedimentos, fluxos dos processos, administração, sistemas de informação e elaboração de documentação e relatórios.
  • Segurança: melhoria nas condições de trabalho e redução dos danos ao meio ambiente.

Também podemos aplicar o kaizen em outros setores, embora ele tenha nascido na manufatura.

→ [E-BOOK] 5 dicas de otimização para a sua empresa crescer sem grandes investimentos 

Dicas para auxiliar na implantação do kaizen

  • Substitua ideias fixas convencionais por novas.
  • Sempre questione as práticas e os padrões atuais, tenha em mente que tudo pode melhorar.
  • Foque em como colocar a ideia ou melhoria em prática, e não nos motivos pelos quais algo não pode ser feito.
  • Não dê desculpas.
  • Jamais persiga a perfeição.
  • Não deixe para consertar amanhã o que você notou hoje.

Ademais, ressaltamos também, que o kaizen é também uma filosofia. Isto é, uma maneira de pensar, não podendo ser tratado como um projeto a ser concluído, mas sim como práticas a serem implementadas no dia-a-dia.

Quais são os benefícios do Kaizen, além de reduzir custos e aumentar a produtividade?

O Kaizen pode te proporcionar inúmeros benefícios, por isso, listamos os principais benefícios ao implementar o Kaizen na sua empresa:

  • melhorias implementas com rapidez;
  • melhor comunicação e cooperação;
  • maior moral e satisfação dos funcionários;
  • maior investimento pessoal na empresa entre funcionários e gerência;
  • melhoria na qualidade;
  • aumento na satisfação do cliente;
  • mais segurança;
  • redução de desperdício na empresa;

Quer utilizar a filosofia kaizen para reduzir custos e aumentar a produtividade da sua empresa, mas não sabe por onde começar? Entre em contato conosco!

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Conheça os principais motivos das empresas quebrarem

Todo empreendedor tem como objetivo transformar sua empresa em um negócio próspero e competitivo. No entanto, existem alguns principais motivos das empresas quebrarem, levando milhares de empresas morrerem logo nos primeiros cinco anos de empresa.

Embora as pequenas e médias empresas representem a maioria no cenário econômico brasileiro, muitas desconhecem o mercado que atuam. Além disso, desconhecem também, o perfil dos clientes, bem como a falta de conhecimento na gestão financeira do próprio negócio.

Segundo o IBGE, 60% das empresas fecham as portas após cinco anos de atividade. Em um cenário de recessão econômica e no contexto tributário e burocrático do Brasil, não é simples manter um negócio.

Continue lendo o artigo para conhecer os os principais motivos das empresas quebrarem e tenha maior cautela na gestão do seu negócio!

Principais motivos das empresas quebrarem

A mortalidade da empresa é um fator que todos os empresários querem evitar. E esse sentimento é tanto dos donos de micro e pequenas empresas, como de grandes corporações.

É possível evitar tal acontecimento ao se atentar aos três fatores apontados pelo SEBRAE em seu estudo de Causa Morti:

  • Planejamento Prévio;
  • Gestão Empresarial;
  • Comportamento Empreendedor.

Quando refletimos sobre os itens colocados acima, percebemos que todas as causas de mortalidade apontada pelos entrevistados são problemas internos das empresas. É muito comum atribuir o fracasso a problemas externos, e não a erros e falhas pessoais na gestão da empresa.

Dicas para evitar a morte do seu negócio

1. Não comece sem um Plano de Negócios

A grande maioria dos empresários acabam não dando a devida atenção ao Plano de Negócio.

Esse projeto é o mapa de instruções que a empresa seguirá durante seu percurso no mercado. Vale lembrar que é necessário revisá-lo constantemente e verificar se ele está sendo seguido.

Isto é, a falta de metas bem definidas a curto e a longo prazo, a falta de orientação e a busca por eficiência, são erros muito comuns que levam os negócios à falência.

É muito comum o cenário, o qual as empresas têm uma falta de capital para as atividades, por conta de uma projeção errada. É essencial que o Plano de Negócio seja realizado com eficiência, abordado o capital real da empresa.

Também devem ser realizados estudos de público alvo, concorrência, variáveis do negócio, entre outros pontos em que um Plano de Negócios contém.

2. Invista na Gestão Financeira do seu negócio

Você perde o controle das contas e, quando percebe, já está em dívida com terceiros, fornecedores e funcionários.

Uma boa gestão financeira não serve apenas para manter as contas em dia. É uma ferramenta essencial para qualquer negócio. Afinal, é por meio de uma gestão de qualidade que uma empresa consegue realizar seus investimentos e crescer.

Um bom Fluxo de Caixa facilita o processo de manter as contas diárias atualizadas. É preciso conhecer o caixa da sua empresa e ter conhecimento sobre todos os recebimento e pagamentos, pois só assim você poderá se programar para realizar um investimento e saber como anda a saúde financeira do seu negócio.

Tenha conhecimento das movimentações diárias, como valor a pagar e a receber, preços cobrados por fornecedores, estoque, diferenças entre valores fixos e variáveis no planejamento, com todas as informações em mãos será possível fazer uma análise prévia e realizar projeções.

→ Melhore a Gestão Financeira da sua empresa, baixe o nosso e-book!

3. Busque novos conhecimentos diariamente

O comportamento de empreendedor que a pesquisa do Sebrae cita, se refere à falta do espírito característico do empreendedor(a) que acredita que basta empreender para saber tudo.

A prática é a melhor ferramenta para aprender e adquirir experiência, mas o mercado é dinâmico. Dessa forma, existem coisas que só podem ser dominadas e compreendidas com o estudo constante.

Dessa forma, é um erro pensar que já se sabe o bastante sobre empreender. Atualize-se diariamente em sites confiáveis de notícias e tendências de mercado e fique a par das tecnologias mais recentes.

4. Conte com a ajuda de um profissional

Por mais que à primeira vista pareça um gasto dispensável, a ajuda de um profissional com conhecimento da área, faz com que você deixe de correr riscos desnecessários no seu negócio.

Como você pôde perceber, existem erros muito comuns que todo empreendedor pode cometer e, sem perceber, pode levar sua empresa à falência. Após todas essas informações, você está mais consciente sobre quais atitudes tomar agora para manter o bom funcionamento do seu negócio.

Agora que você já conhece os principais motivos das empresas quebrarem e como evitar que isso aconteça, entre em contato conosco e coloque essas e outras dicas em prática! Clique no banner abaixo e fale com um dos nossos consultores.

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Público Alvo e Persona: quais as diferenças e como usá-las no seu negócio?

Conhecer a sua persona e público-alvo é indispensável para o sucesso do seu negócio. Afinal de contas, apenas conhecendo e entendendo bem o perfil do seu cliente que você será capaz de ter uma comunicação mais apropriada, definir um planejamento estratégico e produzir produtos e serviços para atender às suas necessidades particulares.

Analisar os problemas, dúvidas e anseios é uma das melhores formas de se aproximar e se conectar com o seu consumidor, ou seja, é uma das maneiras de conhecer profundamente as suas características e personalidade. Dessa forma, você poderá abordá-los exatamente na essência da questão, mostrando como seus produtos ou serviços são a melhor opção para o que ele precisa.

Dessa forma, através de uma análise da segmentação de mercado pela qual a sua empresa está inserida, você conseguirá definir a sua persona e o seu público-alvo, criando, assim, um planejamento estratégico de maneira bem mais assertiva. No entanto, você ainda não sabe por onde começar?

Continue lendo o artigo e mostraremos tudo o que você precisa saber sobre esse assunto!

O que é o público-alvo?

Público-alvo são as pessoas para quem seus produtos e serviços são úteis e relevantes. De maneira bem básica: sua empresa de artigos esportivos não interessa a quem não gosta de esportes. Seu público-alvo é constituído, apenas, por quem é amante de esportes. Ao traçar uma estratégia de marketing, é necessário considerar características socioeconômicas, comportamentos e hábitos de consumo. Essa definição serve para que você identifique o seu nicho de mercado e desenvolva ofertas adequadas a ele.

Exemplo de público-alvo

  • Homens e mulheres;
  • Entre 18 e 40 anos;
  • Pessoas que moram em Belo Horizonte;
  • Recebem entre R$ 2 mil e R$ 8 mil mensalmente;
  • Praticam esportes todas as semanas.

Como definir o público-alvo da minha empresa?

Para que você defina com clareza o seu público-alvo e, dessa forma, atinja a sua segmentação de mercado correta, nós separamos as principais dicas para te ajudar nesse processo.

1. Conheça seus clientes atuais

Uma excelente maneira de conhecer o público-alvo da sua empresa é fazendo perguntas para os seus atuais clientes para entender melhor os seus hábitos e costumes.

Ao questionar os seus próprios clientes, você reduz as chances de errar na definição de público-alvo — afinal, as informações não serão baseadas em suposições, mas sim, em dados reais.

Com esses clientes respondendo a essas perguntas, você terá uma noção exata de quem é o seu público-alvo e o que ele espera da sua empresa.

2. Conheça as pesquisas de personas já existentes

Outra forma de conhecer o público-alvo da sua empresa é usando pesquisas já realizadas sobre o mercado que você deseja atuar.

Através dessas pesquisas, você poderá obter informações que dificilmente teria acesso apenas questionando os seus clientes. Esses dados poderão ser muito úteis para a criação de conteúdo, desenvolvimento de novos produtos e para o aumento no número de vendas.

Pesquisas de segmentação de mercado já realizadas podem ser encontradas em revistas especializadas do setor, em materiais de divulgação de parceiros de negócio ou até mesmo com seus concorrentes.

3. Entenda o que é preciso para ser o seu cliente

Seja qual for o seu produto ou serviço, é natural que o seu cliente possua alguns pré-requisitos para aproveitar de todos os benefícios que você oferece na segmentação de mercado que atua.

Esses pré-requisitos podem ser variados, como o conhecimento de tecnologia para o uso do produto, ter alguns equipamentos indispensáveis para o uso do produto ou até mesmo a necessidade de uma infra-estrutura básica.

Com essas informações, você vai conhecer características importantes do seu público-alvo  sem precisar fazer qualquer tipo de pesquisa mais profunda,  o que ajudará muito na definição de suas estratégias.

4. Registre todas as informações encontradas

Tão importante quanto conhecer o público-alvo da sua empresa é garantir que nenhuma das informações que você coletou se perca, o que demandaria novas pesquisas no futuro e, consequentemente, mais custos e mais tempo.

A melhor maneira de fazer isso é criando um documento para registrar todas as informações do seu público-alvo. Além de organizar os dados, garantindo que tudo seja usado em suas estratégias, esse processo permitirá que outros membros da sua empresa também acessem as informações com eficiência.

O que é a persona?

Já a persona é o retrato do seu cliente ideal. É um arquétipo que reúne todas as características do melhor cliente possível para sua empresa. Dentro do seu público-alvo, que é um conceito mais amplo, existem vários tipos de perfil de cliente.

Ao definir as personas do seu negócio, você segmenta seus consumidores de acordo com características mais detalhadas. Nesse processo, entram traços como as dificuldades que enfrentam no dia a dia, suas aspirações, sonhos, hábitos, etc. Essas informações te ajudam a construir estratégias muito mais efetivas, já que cada ação ou oferta se torna personalizada.

Exemplo de persona

  • Nome — você pode, e deve, nomear suas personas de acordo com seus perfis;
  • Mulher;
  • Mora em Juiz de Fora, Minas Gerais;
  • Tem 32 anos;
  • Educação: ensino superior em Administração;
  • Renda mensal: R$ 3,5 mil;
  • Casada;
  • Exercita-se pelos menos três vezes durante a semana e aos fins de semana. Corre, faz musculação na academia e faz natação pelo menos uma vez por semana. É preocupada com a saúde, tem uma alimentação balanceada e, ao mesmo tempo, vaidosa com seu corpo.

Como definir a persona?

Entre as perguntas que você pode responder para definir o perfil do seu cliente ideal, podemos destacar:

  • Quais são os seus objetivos? O que ela entende como sucesso?
  • O que está impedindo-a de conquistar esse objetivo?
  • O que ela espera do seu produto e serviço?
  • Como a sua empresa pode ajudar aquela pessoa a solucionar o seu desafio?

Além das suas informações comportamentais, como:

  • nome (aqui pode ser fictício);
  • idade (escolha um número médio dentro das informações que você já tem sobre o seu público);
  • Localização (onde ela mora? onde ela trabalha? onde ela aproveita seus momentos de lazer?)
  • Perfil social, ou seja, o que ele gosta de fazer, quais são as atividades do seu dia-a-dia;
  • Perfil profissional como escolaridade, carreira atual, desejos e planos em relação ao futuro (é acomodado? Tem vontade de continuar os estudos?);
  • Principais dores e desafios, ou seja, quais são as necessidades daquela pessoa que a levariam fechar negócio com você?;
  • Como é o seu consumo de conteúdo na internet?

 

Benefícios em ter persona e público-alvo bem definidos

Melhor posicionamento e segmentação

Ter uma persona bem definida, fornece um alvo para seus clientes em potencial, fornecendo informações valiosas para localizar essas pessoas, realizar pesquisas de mercado, e nas estratégias de marketing.

Além disso, permite entender com mais profundidade o perfil do seu cliente,  dessa forma, proporciona geração de leads muito mais qualificados que evitam o desperdício de tempo com os de menor alinhamento.

Melhora as campanhas de marketing

As campanhas de marketing são necessárias para fornecer informações necessárias que auxiliam na forma de como criar mensagens de marketing mais efetivas, além de criar conteúdo e promoções atraentes.

Determinam quais as plataformas e meios de comunicação são adequadas para as campanhas de marketing, permitindo a produção de conteúdo que atenda o perfil do público-alvo.

Eles também ajudam a comunicar com compradores e clientes na mesma linguagem a serem rápidos na interpretação do comportamento dos consumidores.

Aumenta a autoridade da marca

A persona também são importantes em estratégias de Inbound Marketing voltadas para produzir conteúdo e iniciar um relacionamento com seus clientes para a empresa ser autoridade no seu nicho de atuação.

Para conseguir ter resultados na estratégia é fundamental criar ações que atendam esse público para que eles valorizem a sua marca.

E então é possível estabelecer estratégias que demonstram que a empresa eduque o seu público com conteúdos de alto valor.

Portanto, as personas são fundamentais para criação de conteúdos e campanhas que propõem o diálogo, aproximando a empresa do seu cliente e entendendo as suas necessidades.

Melhora o envolvimento entre o time de marketing e vendas

Além de melhorar a imagem da marca, as personas também ajudam a avaliar as estratégias de segmentação, alinhando as equipes de marketing e vendas para alcançar resultados mais assertivos.

As personas também ajudam a identificar canais digitais com uma interação efetiva para uma interação verdadeira com sua audiência e é capaz de identificar quais os gatilhos necessários para atrair o cliente a comprar o produto.

Beneficia o retorno sobre o investimento das empresas

Impacta diretamente no ROI (Retorno sobre o investimento) do marketing digital, pois ajuda a empresa a economizar recursos, graças a comunicação com contatos que de fato interessam pelo produto, auxiliando na criação de estratégias eficazes de divulgação.

Além disso, é possível alcançar resultados muito mais assertivos com um melhor posicionamento, garantindo destaque e um bom retorno dos seus investimentos.

Eu sei, é muita coisa para se fazer e pesquisar! Mas acredite, vale o esforço entrevistar algumas pessoas, analisar o perfil do público nas redes sociais e buscar informações em pesquisas.

Isso porque a partir daí o trabalho do time de vendas e de marketing fica muito mais fácil, com grandes chances de levar a resultados muito melhores! Então, mão na massa! 🙂

Entre em contato conosco que nós realizamos essas pesquisas sobre público-alvo e persona, para você começar a ter uma estratégia no seu negócio muito mais assertiva a partir de amanhã!

Material gratuito: quem é o seu cliente?

 

 

Descubra como melhorar o seu serviço ou produto com 5W2H

Você conhece ou já ouviu falar da ferramenta 5W2H? Você sabe como ela pode potencializar os resultados da sua empresa, do seu produto, do seu serviço?

O 5W2H é uma ferramenta utilizada na gestão empresarial que pode melhorar expressivamente a qualidade do seu serviço ou produto. O 5W2H é, basicamente, um checklist de validação do plano de ação de um projeto. Essa ferramenta, por meio de perguntas, como “o que’, “porque”, “onde”, “quem”, “quando”, “como” e “quanto” ajuda no gerenciamento de empresas e projetos.

Empreender ideias, projetos e criar um plano de negócio é um desafio constante na vida do empreendedor ou empreendedora. Seja dentro de uma empresa onde você trabalha ou dentro do seu próprio negócio, a aplicação do 5w2h ajuda o seu negócio a expandir e evoluir.

Essa ferramenta compõe o processo de checklist de determinadas atividades a serem desenvolvidas de forma eficaz por todos os membros da equipe.

O 5w2h são iniciais em inglês referentes às sete indicadores que guiarão um conjunto de informações ao longo do processo de realização de uma atividade.

A sigla fala sobre os itens que precisam estar presentes na elaboração do seu 5W2H para que o checklist esteja completo. As letras correspondem às perguntas que devem ser feitas e que são os princípios da análise que decorre do método.

Cinco dessas perguntas são iniciadas com a letra W (What, Who, When, Where e Why) e outras duas que começam com H (How e How much).

– What? – O que será feito?

– Why? – Por que será feito?

– Where? – Onde será feito?

– When? – Quando?

– Who? – Por quem será feito?

– How? – Como será feito?

– How much? – Quanto vai custar?

Como e quando surgiu o 5W2H?

O método 5W2H nasceu dentro na indústria automobilística, no momento pós-guerra, como forma de alavancar e impulsionar as indústrias dos países que se encontravam praticamente destruídas a partir da década de 40.

Não se sabe ao certo a data nem o autor da técnica, apenas que ela foi desenvolvida no Japão.

A intenção era ter uma forma de garantir o padrão nas entregas de maneira ágil, repartindo o trabalho para melhor atender às demandas dos clientes.

Quais as vantagens da ferramenta?

A execução dos indicadores dessa ferramenta te ajuda no controle das tarefas de sua empresa gerando:

– Economia de tempo;

– Aumento da produtividade;

Economia de recursos;

– Clareza no planejamento das atividades;

– Organização da equipe;

– Orientação das atividades;

– Determinação dos objetivos;

– Análise dos resultados.

O benefício é tão notável que todas as atividades da sua empresa, bem como a sua cultura,visão, missão e valores, acabam tendo uma mudança significativa, muito mais focada e objetiva em conseguir resultados.

Não é a toa que a ferramenta de gestão 5w2h é um dos modelos mais usados pelos gestores e executivos hoje em dia.  Sua simplicidade e seu desempenho são focados em gerar grandes resultados para os seus projetos.

Como aplicar o 5W2H no seu negócio?

Muitos gestores utilizam o 5w2h por ser uma ferramenta eficiente e considerada por muitos como completa. O grande destaque é a maneira como pode ser desenvolvida por muitos processos diferentes. Apesar de ser usada na maioria das vezes com finalidade de um planejamento estratégico de empresas e corporações, ela não se limita a apenas isso.

A ferramenta pode ser usada em praticamente qualquer atividade que requer uma estratégia de ações ou de organização, como, por exemplo, lançar um novo produto ou serviço, contratar um novo assessor para o seu negócio, definir a responsabilidades em projetos, entre outros.

Não importa qual seja o desafio que você ou sua empresa esteja passando, o maior objetivo de quem utiliza a ferramenta 5w2h é solucionar este problema. Por isso, é muito importante entender qual é a base da ferramenta de gestão e como aplicá-la. Afinal, o 5w2h serve para que você possa conhecer e compreender o que deve ser feito e qual é a melhor forma de fazer isto, trabalhando para que tudo aconteça em um período planejado, com custos baixos e total eficiência com foco nos resultados.

Vale destacar ainda que o 5w2h não se aplica somente aos planejamentos que estão no seu início, mas, também, podem ser implementados em projetos que já estão em andamento, podendo corrigir algumas situações que não estão bem esclarecidas. Ela também pode ser usada como uma forma de checar se o caminho tomado no primeiro momento é o mais adequado e se a execução do projeto está sendo efetiva. Por isso, não deixe de aplicar o 5w2h na sua gestão, independente se ela já está em curso ou nos seus primeiros passos.

Quando aplicar a ferramenta 5W2H na sua empresa?

A ferramenta 5w2h pode e deve ser aplicada em diferentes situações. Há casos de gestores que conhecem muito a aplicação dessa ferramenta que, antes mesmo de redigir um novo planejamento já visualiza mentalmente o uso do 5w2h para tomar decisões rápidas antes de descrever um novo conjunto de ações na empresa.

Geralmente, a ferramenta pode ser aplicada:

– Na compra de uma nova máquina;

– Na venda de uma máquina;

– No processo de recrutamento e seleção de pessoal;

– Na fidelização de clientes, entre outros usos.

Consegue ver como o método, de fato, pode ser aplicado em praticamente tudo? Todas as ações importantes que você precisa tomar, que tenham um certo grau de complexidade, já podem receber a aplicação da metodologia.

Precisa melhorar a qualidade do seu produto ou serviço? Conte conosco para implementarmos o 5W2H na sua empresa! Trabalhamos nas frentes de Estratégia, Gestão Financeira, Qualidade e Otimização. Já são mais de 300 empresas impactadas pelos nossos serviços que propõem soluções simples e executáveis para a rotina desses negócios com o objetivo de alavancar os resultados da empresa.

solicite uma proposta personalizada com a Mais Consultoria para implementar a ferramenta 5W2H no seu negócio