Trabalho remoto: como ele pode ser vantajoso para funcionários e empresas?

O trabalho remoto, ou home office, tem se tornado uma tendência nos últimos anos e com o caso de exceção do COVID-19, uma necessidade. Nem todos os segmentos conseguem implementar isso. Mas, quem trabalha em escritórios e em atividades no online é um recurso que vale a pena lançar mão para não paralisar as atividades.

Vale destacar que, esse tipo de exercício do trabalho diário tem também muitos benefícios quando bem alinhado com a equipe. Confira agora como o trabalho remoto pode ser vantajoso para a sua equipe e para a sua empresa. 

Produtividade

Trabalhar em um ambiente com menos pessoas é uma oportunidade maior de concentração. E a casa é um ambiente que naturalmente proporciona conforto e bem-estar. Assim o profissional sente-se mais relaxado e tem a liberdade para montar seu espaço da melhor forma possível para as suas necessidades e ritmo de trabalho. O impacto disso está intimamente relacionado com a produtividade.

Muitos gestores ainda se sentem inseguros em liberar esse tipo de trabalho para a equipe. É preciso confiança e alinhamento com os profissionais, mas é possível colher benefícios na qualidade e tempo das entregas a partir do trabalho remoto.

Qualidade de vida

Ter que acordar bem mais cedo, tempo de deslocamento e estresse no trânsito são desgastes que atrapalhem e muito a qualidade de vida, sobretudo nos grandes centros. Mas, com o trabalho remoto tudo isso é esquecido. É possível acordar um pouco mais tarde, praticar exercícios em casa, tomar banho e um bom café da manhã e começar a jornada de trabalho sem complicações. 

Além disso, existe uma maior flexibilidade com códigos de vestimenta e menos pressão do que no ambiente e na rotina diária do escritório.

Os melhores colaboradores na equipe

Ao passo que você avalia muito bem os candidatos que buscam colocação na sua empresa, esses profissionais fazem o mesmo. Não são apenas bons salários que atraem um colaborador excelente para o seu time. O home office, pelo menos em tempo parcial, é um atrativo que muitos buscam pelos benefícios mencionados anteriormente.

Economia e investimentos

Ter seus profissionais remotamente é sinônimo de economia em muitos aspectos, desde o cafezinho, até a conta de luz. Dessa forma, é possível manter um alto padrão de profissionais e reinvestir o dinheiro desses gastos em melhorias e expansão do seu negócio.

Dicas para o trabalho remoto

Sabemos que nos dias de hoje o trabalho em casa tem sido menos uma escolha consciente das empresas e mais uma necessidade pela situação do COVID-19.

Então, se a sua empresa tem aderido a esse modelo de trabalho agora, algumas orientações são bacanas de seres passadas para os colaboradores conseguirem estabelecer a rotina de trabalho. Confira:

3 Dicas para o trabalho remoto

1- Tente manter uma rotina, como hora para começar a trabalhar e também para momento de pausa como almoço e café da tarde.

2- Tenha um espaço próprio para cumprir as horas de trabalho, evite usar a cama e ficar de pijama, isso pode ser desmotivador.

3- Comunique-se: com os clientes os demais colegas de trabalho tente manter rotinas e momentos de interação, como as reuniões periódicas. Ficar o dia todo sem falar com ninguém não é saudável e nem produtivo, muitas ideias e insights surgem desses momentos de interação e alinhamentos. A internet está aí para nos ajudar com isso, é possível fazer reuniões por videochamada em diversas plataformas diferentes.

O trabalho remoto pode ser desafiador no momento de sua implantação mas os benefícios são grandes, tanto para a empresa, quanto para os profissionais. Tempo e produtividade são precisos em uma organização, mas a qualidade de vida e a saúde dos colaboradores também é.

Franquia ou negócio próprio? Descubra a melhor opção para você

Começar um empreendimento requer persistência, estudo em diferentes áreas e aptidão. Além de investimento financeiro e também uma decisão certeira sobre o tipo de negócio para a garantia de sucesso. Aí, entra a questão: franquia ou negócio próprio?

Cada uma dessas escolhas têm seus pontos positivos e negativos, é o que você confere agora para ponderar qual melhor combina com seu perfil empreendedor.

Franquia: vantagens

Em linhas gerais, optar por uma franquia é escolher um modelo de negócio que já deu certo e tem um nome e uma estratégia de marketing consolidados.

Além disso, existe todo um suporte do franqueado, sobretudo no início do negócio. Assim, as incertezas que marcam o início de um empreendimento são reduzidas.

Já em relação à questão financeira, algumas compras são feitas em conjunto, proporcionando maior economia. E a tendência é que o faturamento comece de forma mais rápida.

Leia também: Investir em franquia vale a pena?

A franquia te pareceu uma boa opção? Confira também os pontos positivos de ter um negócio próprio.

Negócio próprio: vantagens

Você é o tipo de empreendedor com muita vontade de inovar? Já tem uma ideia muito boa? Então um modelo de negócio próprio é o mais indicado para você.

Isso porque permite uma maior autonomia, com a criação de uma marca que tenha a sua cara. Assim, você também pode criar e inovar, seja em promoções, estratégias e novos produtos.

Nesse sentido, ao lançar o negócio, se ele não se adequar bem ao seu público, é possível ajustá-lo. E, ao dar certo o lucro é todo seu!

Se tudo parece um mar de rosas em ambos os modelos de empreendimento, confira agora os pontos de desvantagem de cada um deles.

Planilha SWOT

Franquia: desvantagens

Pode-se dizer que a principal desvantagem de uma franquia é a falta de flexibilidade. Você está comprando a ideia brilhante de outra pessoa, logo, precisa seguir a risca todas as decisões corporativas do modelo de negócio adquirido. Dessa forma, não pode criar mudanças no produto, no serviço e nem mesmo nas estratégias de marketing.

E não é apenas isso, precisa de aprovação do franqueado também em relação ao ponto comercial. Caso contrário, não pode abrir a franquia. Por fim, ainda paga certas taxas inerentes a esse tipo de negócio que consomem parte do seu lucro.

Você também pode se interessar por:  Dicas de Empreendedorismo para um negócio de sucesso

Negócio próprio: desvantagens

Mas, um negócio próprio também tem suas desvantagens. A principal delas é a incerteza. Se você é inexperiente pode ser muito mais difícil reunir todas as habilidades e conhecimentos necessários para um negócio de sucesso.

Por isso, é muito importante aqui fazer um maior esforço para estudar o mercado em que se deseja inserir. Além disso, o prazo de gastos, antes de obter lucros é maior em um negócio próprio do que em uma franquia. Isso porque é uma nova marca que está tentando conquistar seu espaço, o que é bem diferente de abrir um nome já consolidado.

Ou seja, sem uma ideia realmente inédita e inovadora, pode ser bem difícil destacar-se em meio à concorrência.

Para você: franquia ou negócio próprio?

Agora você já conhece as vantagens e desvantagens de investir em um empreendimento de franquia ou negócio próprio. De acordo com essas especificidades, conseguiu se decidir sobre qual é o melhor para o seu estilo de empreendedor?

Se precisa de uma consultoria empresarial especializada para gerir o seu negócio seja ele franquia ou negócio próprio, fale com a Mais Consultoria. São 16 anos contribuindo com soluções inteligentes para negócios, desenvolvendo projetos que abordam as áreas de Gerência Financeira, Estratégia e Otimização e Qualidade.

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Consultoria para restaurante: 7 dicas para um gerenciamento eficiente

Um restaurante de sucesso é feito por um conjunto de estratégias e processos para garantir uma experiência completa para seus consumidores. O pleno funcionamento de tudo isso pode ter impacto direto de uma consultoria para restaurante. Mas, de imediato, se você tem interesse em alavancar o seu negócio do setor, confira as 7 dicas para um gerenciamento eficiente.

#1 Plano de negócio e controle financeiro

Essa primeira dica é bem geral. Não apenas um negócio do segmento alimentício, mas qualquer outro precisa ter, primeiramente, um plano de negócio e também controle financeiro.

Isso porque, uma comida incrível, marketing e infraestrutura são conquistados com verba, e guiados por um estruturado plano de negócios.

Se você ainda não desenvolveu o seu plano de negócios, ou precisa aperfeiçoar o existente, pode conferir todos os detalhes do que precisa para criá-lo no nosso artigo “Plano de negócios: guia completo para montar o seu”

#2 Inove

Para as estratégias do seu estabelecimento é preciso pensar em táticas de fidelização de seus clientes. Mas, isso não significa seguir as mesma regras do jogo para sempre. Pense em pequenas inovações que podem fazer toda a diferença para os consumidores.

São ações importantes implementar novidades no cardápio, oferecer um brinde ou fazer uma promoção. Além disso, existem outras possibilidades trazidas pelo mundo online.

É possível citar como exemplo os aplicativos de delivery. Assim, seus consumidores podem recorrer aos seus pratos mesmo na correria do dia a dia no trabalho ou em casa. O mundo dos aplicativos também pode ser incorporado para fazer a coleta de feedbacks ou até mesmo para automatizar o recurso das reservas.

#3 Gestão de estoque

A gestão de estoque para restaurantes é uma tarefa complexa e absolutamente necessária. Mais do que qualquer outro negócio, o rigor aqui implica em não comprar nada em demasia, ter muita atenção às datas de validade, entre tantos outros aspectos essenciais para qualquer gestão de estoque eficiente.

Resumidamente, pode-se dizer que existem 4 pontos de atenção em uma gestão de estoque eficiente. São eles:

  • Periodicidade para balaço do estoque;
  • Cálculo de quantidades mínimas e máximas de cada item;
  • Organização de produtos por categorias;
  • Software para a gestão de estoque.

Para saber mais detalhes, leia nosso artigo “Gestão de estoque eficiente

#4 Monitore processos e resultados

Mas, mesmo com todas essas dicas, como saber se a sua estratégia vai bem? Monitore resultados. Por meio deles é possível aprimorar as estratégias. Nesse sentido, os principais indicadores que configuram pontos de atenção são estes:

  • Quantidade de pedidos;
  • Fluxo de caixa;
  • Controle de estoque;
  • Identificação de sobras (para evitar desperdícios);
  • Acompanhamento de fornecedores.

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#5 Invista em tecnologia

A tecnologia é importante não apenas para aproximar o seu restaurante do público. Mas, sobretudo, para a automatização de processos e facilitação da rotina produtiva.

Isso porque a automação de frente de caixa, controle de estoque, ou até mesmo de suporte técnico vão fazer toda a diferença no tempo de produção, controle de processos e incidir sobre a produtividade e rentabilidade do restaurante.

#6 Fique de olho na legislação para o segmento

Além de uma consultoria para restaurante, invista também em conhecimento sobre as normas do setor. A alimentação de grandes públicos precisa de extremo rigor. Para ter o respaldo legal mantenha o seu ambiente dentro das condições desejáveis para pleno funcionamento do estabelecimento. 

É essencial ter um ambiente limpo e higienizado e cuidar bem da conservação e manuseio dos alimentos. Além disso, informe-se também sobre questões estruturais para a segurança do local, como disposição das mesas, avisos de segurança, etc.

#7 Conte com uma consultoria para restaurante especializada

Por fim, nossa última dica é sobre o serviço, propriamente dito, de consultoria para restaurantes. Pratos saborosos, ambiente agradável, um bom marketing e um atendimento diferenciado são os pontos visíveis de toda uma estratégia de gerenciamento. No entanto, a mesma também deve trabalhar em prol de padrões de qualidade, logística e manutenção de todo o estabelecimento.

Por isso, é importante contar com uma consultoria para restaurante profissional. Ela já estará familiarizada com parâmetros, padrões e números que podem levar seu restaurante ao sucesso. A Mais Consultoria presta esse tipo de atendimento trabalhando em 4 principais frentes de atuação: Qualidade, Estratégia, Gestão Financeira e Otimização.

Por meio de uma avaliação gratuita é possível enxergar em qual ou quais desses pontos o seu restaurante tem gargalos, para saná-los com soluções de fácil aplicação e com excelentes resultados.

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Retenção de clientes: o que é, por que fazer e como fazer?

O que é a retenção de clientes?

A retenção de clientes é sinônimo de não perdê-los, simples assim. Mas, além de aplicação de descontos quando o seu consumidor se mostra já insatisfeito com seu produto ou serviço, a retenção de clientes, bem aplicada, trabalha em prol de um relacionamento duradouro.

Sua preocupação está em proporcionar uma experiência completa ao cliente. Isso é feito desde o momento de aquisição, até ao longo da jornada de relacionamento com a marca. Nesse sentido, não é suficiente ter um excelente atendimento e a solução que você vende não ser boa para o público. É preciso trabalhar em diversas frentes de atuação.

Por que fazer?

Vendas recorrentes e boa rentabilidade. Com a retenção de clientes é esse cenário perfeito que você encontra.

Um cliente que tem as soluções que precisa e que se sente valorizado e prestigiado pela empresa contratada, confia nela para a aquisição de novas soluções.

Vale destacar que, um novo cliente chega a ser 4 vezes mais caro para o seu negócio do que reter um que já está em sua base de relacionamento. Agora você já tem motivos suficientes para estruturar de forma efetiva as suas estratégias para fazer a retenção de clientes. Não é mesmo? Confira as dicas abaixo que vão te ajudar nisso.

Fidelização x Retenção de clientes

Não são sinônimos, mas estão intimamente ligados os conceitos de retenção e de fidelização de clientes. A fidelização está um passo a frente da retenção, já que está em um estágio mais intenso no relacionamento com o consumidor. Um cliente fidelizado é aquele que acredita nas soluções que compra ao ponto de não trocá-la pela concorrência.

Como fazer a retenção de clientes?

1- Solucione seus problemas

Dúvidas e problemas podem surgir no contato com o cliente. O grande diferencial de uma empresa que trabalha com uma boa retenção de clientes é a solução ágil dessas questões, evitando insatisfação do público.

2- Conheça seus clientes

A retenção de clientes passa também por oferecer o que o seu público precisa para suprir suas necessidades. Dessa forma, evita-se que ele procure soluções na concorrência.

Aqui, esse aspecto se aproxima muito da fidelização. Um software de CRM (Customer relationship management) pode ajudar a entender melhor seus clientes, o momento de cada um deles no relacionamento com a empresa e tratá-los de forma segmentada e personalizada.

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3- Organização em torno do cliente

Uma etapa ou processo interno precisa ser feito de modo a favorecer o seu público, atendendo às suas necessidades. Então, para desenvolver uma boa retenção de clientes é preciso ter disposição para fazer melhorias e adaptar o que for necessário.

Nem sempre esse aspecto é agradável, mas as vezes é preciso mexer na rotina da empresa para proporcionar uma melhor entrega para o consumidor, mesmo que isso não seja favorável à rotina da sua corporação. Nesse ponto é preciso engajar muito bem suas equipes para que elas recebam e se esforcem para entender a importância das mudanças.

4- Atue em todas as frentes de relacionamento

Não adianta ter um atendimento impecável para fechar o negócio e um pós-venda defasado. Ou ainda um site ou canal de comunicação falho. Não perder um cliente passa por oferecer tudo o que ele precisa, sem que precise procurar em outro lugar. Por isso, se atente a tudo que envolve esse relacionamento e desenvolva estratégias de aprimoramento e melhorias constantes para garantir uma parceria de sucesso.

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Como empreender? 6 dicas para começar o seu próprio negócio

No Brasil cresce cada vez mais o número de empreendimentos. Isso se deve tanto às condições econômicas e ao desemprego, que é uma realidade do país. Mas, também ao talento e persistência dos novos empreendedores para desbravar o mercado. Então, se você é uma dessas pessoas que têm vontade de arriscar, testar uma ideia e, mais ainda, fazer ela dar certo, acompanhe a leitura e confira 6 dicas de como empreender.

#1 Teste a ideia

Antes mesmo de investir dinheiro e desenvolver um negócio é preciso testar a sua ideia. Já falamos aqui no blog da Mais sobre como empreender com pouco dinheiro, você pode conferir aqui para descobrir meios de colocar em prática o seu negócio sem colocar tento investimento inicialmente.

Mas, já adiantando que, uma das principais formas de fazer esse teste é usando o meio online. Assim, é possível vender seus produtos ou serviços sem investir dinheiro.

Além disso, é preciso bater perna e ser um bom vendedor da própria ideia para testar a adesão que seus potenciais clientes. Deu certo? As pessoas estão comprando? Você oferece uma solução inovadora para o mercado que deseja atingir? Então confira a próxima dica.

#2 Delineie um plano de negócios

O plano de negócios é o guia para se desenvolver um empreendimento. Você deve fazer um que tenha a cara da sua marca e esteja alinhado com o que deseja fazer com a empresa. Além disso, ele ajuda no gerenciamento de riscos. Em nosso site você encontra um guia completo para desenvolver o seu plano de negócios.

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#3 Planejamento financeiro

O Próximo passo é planejar muito bem as finanças. O início de um negócio dificilmente é marcado por uma onda de abundante prosperidade. Por isso, tenha um planejamento realista e que garanta o funcionamento básico do seu negócio até o momento de realmente começar a lucrar. Aqui você encontrar o passo a passo para fazer um bom planejamento financeiro.

#4 Clientes

Uma nova solução de mercado deve ter como objetivo primeiro atender a uma parcela de pessoas. Não adianta você criar um empreendimento que acha maneiro e inovador, mas que não é realista e funcional para atender às demandas de alguém. Esse “alguém” é o seu público consumidor.

Você deve cativá-los, depois que o consumidor se torna um cliente, ou seja, recorre a você periodicamente, é preciso desenvolver estratégias e apresentar sempre melhorias e novidades, além de um bom atendimento e preços competitivos. Dessa forma, garante que ele não seja atraído por um produto da concorrência em algum momento. Veja aqui como fazer uma prospecção de cliente eficiente. 

#5 Busque seu próprio conhecimento

Novidades no mercado surge a todo o momento. O planejamento financeiro e plano de negócios são os pilares da sua empresa, que obrigatoriamente você precisa ter para um empreendimento de sucesso. Mas, a forma de gestão, de produção e tantos outros aspectos têm avanços a todo o momento, proporcionado pelas novas tecnologias e novas ideias que surgem.

Para acompanhar essas tendências, invista em conhecimento constante. Seja por meio de instituições formais, como faculdade, ou eventos do seu nicho, que proporcionam novas ideias e ainda networking.

#Dica bônus:

Sebrae é uma instituição voltada para o empreendedorismo. Em seu portal de notícias além de muitas dicas existem atualizações constantes de curso do segmento gratuitamente. Aproveite também essa oportunidade. Por lá você descobre também como se tornar um Microempreendedor individual. Essa categoria permite uma formalização desburocratizada.

#6 Conte com a Mais Consultoria

Por fim, outra dica para um empreendimento inicial, ou até mesmo para os que já estão no mercado, é contar com uma consultoria personalizada.

Na Mais Consultoria trabalhamos em quatro frentes de atuação: Gestão Financeira, Estratégia, Qualidade e Otimização. Assim, ajudamos empresas a se estruturarem ou se reestruturarem para alcançar seus objetivos em menos tempo e com soluções de fácil implementação, mas muito estratégicas. Converse conosco no banner abaixo e conheça o que podemos fazer para o seu negócio.

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Parceria entre empresas: oportunidade de crescimento sem muito investimento

A parceria entre empresas agrega novas competências aos negócios envolvidos com custos reduzidos. Além disso, é uma possibilidade de atender de melhor forma os mercados que estão em constantes mudanças.

Uma aliança estratégica é aquela que beneficia ambas as empresas. Essas, por sua vez, necessariamente atendem os mesmos públicos e podem oferecer produtos ou serviços complementares, ou até mesmo serem concorrentes.

Parceria entre empresas: como ter bons parceiros?

Para começar a encontrar parcerias de sucesso faça uma pesquisa de seu próprio mercado. Analise as empresas concorrentes e as de segmento complementar, tanto em relação a competitividade empresarial, quanto aos valores e visão da marca. Afinal, uma parceria de sucesso baseia-se em uma aliança feita entre empresas que tenham fit. Assim, é preciso compartilhar, minimamente, aspirações e formas de gestão para caminharem, juntas.

E não é apenas isso, é essencial buscar uma combinação com empresas que aspirem confiança, tenham boas entregas em produtos e serviços. Isso porque você não desejará associar a sua marca à outra que tenha uma reputação negativa.

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Medir resultados

Feita a parceria, como saber se ela está gerando bons resultados para o seu negócio? Indicadores precisam ser estabelecidos desde o início da coparticipação. Dessa forma, é possível acompanhar o progresso dessa ajuda mútua e de que forma ela está sendo proveitosa para ambas as partes.

Parceria entre empresas: de grandes corporações à pequenas empresas

A parceria entre empresas pode ser feita por grandes corporações para lançamento de um produto que leve o nome de ambas. Ou ainda pode ser uma parceria entre pequenas empresas. Inclusive, nesse último caso, essa estratégia pode ter um custo reduzido de investimento e atingir grandes resultados.

Por exemplo: um pequeno salão de beleza pode fazer parcerias de divulgação e ofertas de descontos com outros negócios associados à estética e beleza. Seriam parceiros possível lojas de roupas e acessórios femininos ou vendedoras de cosméticos. Assim, os esforços reunidos podem angariar mais clientes para todos os envolvidos com um custo reduzido.

Novas soluções para o mercado

Unir forças em torno de um mesmo objetivo cria um ambiente propício para a inovação. Isso porque também fomenta as colaborações e trocas de conhecimento nos aspectos técnicos e tecnológicos. Como consequência, novas propostas e soluções para os problemas complexos do mercado.

Seja um negócio familiar, startup ou uma grande corporação, as parcerias são benéficas para as marcas envolvidas. Além disso, proporcionam mais qualidade para o público consumidor.

Então, pense no que vem sendo feito na sua empresa, quais seus objetivos em termos de crescimento e busque empresas que estejam trabalhando mais ou menos no mesmo caminho que o seu. Dessa forma, criam-se alianças sólidas que proporcionarão entregas de melhor qualidade para o seu público.

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Precisa de ajuda para definir quais os próximos passos da sua empresa e para melhorar seus resultados? A Mais trabalha em quatro frentes de atuação: Estratégia, Qualidade, Otimização e Gestão Financeira. Nosso objetivo é propor soluções inteligentes e executáveis para melhorar o seu negócio.

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Sustentabilidade empresarial: adote essa prática

O que é sustentabilidade empresarial?

A sustentabilidade empresarial é, basicamente, um conjunto de práticas trabalhadas por uma marca para contribuir com o desenvolvimento mais sustentável da sociedade em relação ao meio ambiente. Dessa forma, são consideradas medidas nesse sentido, soluções referentes à degradação ambiental e, consequentemente,  a preservação de recursos minerais e naturais.

Mas, uma empresa precisa também crescer economicamente para se manter em atividade, cumprindo suas entregas e funções. E existem muitas maneiras de unir o desenvolvimento sustentável e econômico de um negócio. Confira algumas dicas que vão te ajudar nessa missão.

Vantagens de implementar um projeto de sustentabilidade empresarial

É urgente que terceiro setor, Estado e as pessoas desenvolvam formas de viver sustentavelmente. Isso porque toda a natureza está em um nível profundo de esgotamento. É possível perceber isso por muito sinais, como secas, queimadas e enchentes em níveis extremos.

A partir dessa urgência, muitos consumidores tem se atentado para as marcas que trabalham em prol da causa ambiental. Ou seja, as empresas que atuam dessa forma são mais bem vistas por seu público.

Além disso, medidas sustentáveis acabam sendo muito mais econômicas. Por exemplo, tentar reduzir o consumo de água, matéria-prima, ou usar fontes de energias renováveis e reaproveitar materiais, são formas de contribuir com o meio ambiente e também com o caixa do seu próprio negócio. Essa redução de custos podem ser sentida a curto e longo prazo, dependendo das estratégias empregadas.

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Mercado de ações e sustentabilidade empresarial

E não é apenas junto aos consumidores que a empresa passa a ser mais valorizada. O mercado também mensura as atividades de sustentabilidade empresarial e isso incide sobre o valor da marca. Um bom exemplo disso é que a Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, criou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).

O ISE analisa a performance das empresas no aspecto da sustentabilidade corporativa. Para isso, baseia-se em eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Além disso, faz uma diferenciação em termos de qualidade, nível de compromisso com o desenvolvimento sustentável, equidade, transparência e prestação de contas, natureza do produto. E ainda do desempenho empresarial nas dimensões econômico-financeira, social, ambiental e de mudanças climáticas.

Mas não são apenas as grandes empresas que devem promover sua marca de fora mais sustentável. Medidas simples já fazem toda a diferença, na preservação ambiental e na economia.

Ações: os 4 Rs

Sustentabilidade empresarial: os 4 Rs

 

A sustentabilidade desenvolve-se a partir de 4 Rs: repensar, reduzir, reutilizar e reciclar. Dessa forma, para implementar ações voltadas para a proteção ambiental é preciso atuar nessas 4 esferas.

1- Repensar

Este é o momento de colocar na ponta do papel e avaliar o que está sendo feito hoje na sua empresa. A partir disso é que se pode estabelecer de que forma é possível atuar de forma mais sustentável. Depois da reflexão pense em ações voltadas para estas 3 frentes de atuação: reduzir, reutilizar e reciclar.

Vale destacar que é importante desenvolver suas ações seguindo exatamente essa ordem, primeiro buscando a redução, para evitar desperdícios, depois reutilizando e, por fim, reciclando. Assim evitam-se gastos para o descarte e refação de novas peças com os materiais jogados fora.

2- Reduzir

A redução refere-se a produção de lixo, consumo de recursos e também produção de poluentes. Nas empresas, ações voltadas para essa redução estão intimamente relacionadas com a utilização de combustíveis limpos e redução de desperdícios.

De que forma isso pode ser feito? Uma consultoria de otimização de processos dá conta de colocar em prática essas ações. Com esse serviço ainda é possível gerar um maior  e melhor rendimento na produção.

Sustentabilidade empresarial: reduzir

Além disso, o uso de energias renováveis, como a solar, uma das mais acessíveis atualmente no Brasil, ajuda a reduzir o consumo de outras fontes, como a produzida por hidrelétricas. Outra ação nesse sentido é trocar as lâmpadas para as de LED. O impacto disso também pode ser sentido na conta de luz, que acaba sendo um dos maiores gastos em empresas de todos os portes.

3- Reutilizar

A reutilização em empresas passa pelo aproveitamento de embalagens e outros materiais que envolvem a produção, dando a ele uma nova finalidade. Além dessa medida, o uso de restos de alimentos do refeitório, em compostagem, por exemplo, é uma maneira efetiva de reduzir a quantidade de lixo mandada para os aterros diariamente.

No entanto, se a sua empresa não dispõe de espaço, uma forma muito importante de reutilização é a doação. Por exemplo, se o seu empreendimento utiliza muito cabos, que são fornecidos em carretel, é possível doá-los para entidades fazerem o aproveitamento para o artesanato. O mesmo vale para potes, vidros e até mesmo óleo de cozinha, esse último é transformado em sabão e ainda complementa a renda de muitas pessoas.

4- Reciclar:

Por fim, a reciclagem resulta na transformação de um objeto em um novo produto. Aqui são destinados os materiais que não puderam ser aproveitados nos outros Rs. Para contribuir para a reciclagem é preciso fazer a coleta seletiva. Além disso, filiar-se a uma empresa responsável pelo recolhimento e destinação correta desses materiais. O impacto da reciclagem está em poupar matéria-prima que seria retirada da natureza. 

A urgência da sustentabilidade empresarial

Todas essas ações precisam ser colocadas em prática com máxima urgência para benefício do nosso ecossistema e garantia de vida equilibrada para as futuras gerações. Precisa de ajuda para colocar tudo isso em prática? Conte com a Mais Consultoria, nossos serviços de otimização, qualidade, estratégia e gestão financeira podem te auxiliar a desenvolver seu negócio de forma rentável e ainda assim sustentável.

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Consultoria empresarial para pequenas empresas: por que vale a pena?

O serviço de consultoria empresarial é bem conhecido dentro de grandes corporações, que podem investir nesse trabalho para diversas frentes. Mas, as pequenas e médias empresas também possuem demandas e necessidades que poderiam ser sanadas com esse tipo de serviço. Além disso, uma consultoria empresarial para pequenas empresas faz toda a diferença nas finanças e entregas. Se você tem uma empresa de pequeno porte e ainda não se convenceu que esse tipo de trabalho pode te ajudar, continue a leitura.

Para quem se destina esses serviços?

Para começar é preciso destacar que o serviço de consultoria é voltado para empresas que tenham objetivos delineados. Isso porque o trabalho pode ser desenvolvido em diferente frentes de atuação. No entanto, é preciso ter uma necessidade e um objetivo claro a ser alcançado com o projeto. 

Ou seja, o serviço não é para solucionar qualquer problema. É destinado para alcançar objetivos específicos com uma ajuda externa eficaz. É isso que nos leva ao segundo ponto.

Esteja aberto a mudanças

Uma consultoria é para uma empresa que enxerga seus gargalos e potencialidades. Mas, sobretudo, que está aberta a mudanças. Afinal, quando se recorre a esse tipo de serviços pressupõem-se que algo não vai bem, ou que é possível melhorar ainda mais. Logo, os gestores e equipe de profissionais precisam estar dispostos a entender o trabalho de uma consultoria empresarial e e colocar a mão na massa para implantar novos processos e melhorias.

Consultoria empresarial para pequenas empresas - Net Promoter Score

Consultoria empresarial para pequenas empresas: por que investir?

Se o seu negócio é pequeno deve estar agora mesmo se perguntando: “Por que investir nisso se a minha empresa tem tantas outras necessidades e um orçamento apertado?”.

Pois bem, uma consultoria é um investimento que te ajudará a chegar onde deseja estar. Se hoje você sofre com o caixa no vermelho e baixa produtividade, uma consultoria te ajuda a resolver isso. Isso porque trabalhos de qualidade, otimização e gestão financeira podem identificar onde estão os gargalos e ainda propor soluções de fácil aplicação para solucioná-los.

Mas, se a sua pequena empresa pretende lançar um produto e tem receio da receptividade do mercado, a consultoria empresarial também é empregada de forma estratégica. A atuação aqui será para fazer as pesquisas de mercado necessárias e avaliar a melhor forma de fazer esse lançamento.

Enfim, já deu para perceber como é amplo o serviço e pode contemplar as necessidades de qualquer negócio. O que cabe aqui é encontrar a consultoria empresarial para pequenas empresas certa, que realmente entenda as necessidades do negócio para impulsioná-lo.

Como escolher o serviço?

Algumas questões são importantes na hora de avaliar a contratação certa para o seu negócio:

  • A empresa tem know-how com pequenas e médias empresas?
  • Como é a cartela de clientes?
  • Tem conhecimento no tipo de serviço que você busca? Trabalha de forma personalizada?
  • Apresenta uma abordagem  e linguagem condizente com a realidade de seus profissionais?

A nossa consultoria empresarial para pequenas empresas pode ser exatamente o que você procura. A Mais atua há 16 anos no mercado atendendo pequenas e médias empresas de Juiz de Fora e região do entorno com soluções nas frentes de estratégia, qualidade, otimização e gestão financeira. Entre em contato conosco e tenha uma proposta personalizada.

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Leia também: Consultoria para restaurante: 7 dicas para um gerenciamento eficiente

Planejamento anual empresarial: por que e como fazer?

Como você vislumbra o seu negócio em 2020? Estabelecer ações, metas, objetivos e prazos para os próximos 12 meses pode ser determinante para a saúde da empresa. Para te ajudar nisso preparamos aqui um passo a passo do planejamento anual empresarial. Acompanhe na leitura.

Por que fazer esse planejamento?

Planejar é evitar imprevistos ou danos. Por isso, independentemente do tipo que seja, é sempre importante para um negócio estar um passo a frente. No caso do planejamento anual empresarial, ele serve como um guia para nortear todas as ações da empresa e garantir que as decisões sejam tomadas estratégicas e assertivas. Além disso, prepara as empresas e incentiva a colaboração por meio de metas. Agora, que sabe da sua importância, acompanhe o passo a passo para fazer o seu planejamento para 2020.

#1 Como sua empresa está hoje?

Para definir o lugar que deseja chegar até o final do próximo ano é preciso saber exatamente onde o seu negócio está hoje. Faça um estudo de forças, fraquezas, ameaças e oportunidades. Nosso material de Matriz Swot pode te ajudar nisso. Clique no banner abaixo e tenha acesso gratuitamente.

Matriz Swot

Além disso, faça uma retrospectiva do ano de 2019. As metas foram batidas? Atingiu seus objetivos? Avalie tudo o que passou para entender a sua situação atual. Nesse momento, é essencial pensar também em estratégias e soluções para o que não deu certo. Dessa forma, o planejamento do próximo ano estará muito mais consistente e realista.

#2 Como está o mercado?

Além de conhecer o seu negócio, o estudo de mercado permite saber o que é possível esperar do próximo ano de forma ampliada. Verifique fatores internos e externos que podem afetar o seu mercado. Assim, se as projeções estiverem promissoras talvez seja o momento ideal para investir e lançar novas ideias. No entanto, se o seu segmento não estiver indo tão bem, é o momento de buscar uma certa estabilidade para manter a empresa com bons resultados.

#3 Lideranças

Para estruturar todo o planejamento é preciso contar com lideranças estratégicas dentro do seu negócio que possuam uma visão detalhada do que acontece no dia-a-dia da empresa. Assim, todos podem sentar juntos para traçar todo o planejamento anual empresarial de forma que ele seja desafiador, mas ainda assim, coerente e realista com a situação do negócio.

#4 Metas e objetivos

Depois de definida a equipe envolvida no planejamento é hora de colocar a mão na massa. Metas e objetivos precisam estar muito claros e, de preferência, serem quantificáveis. Na hora de estipulá-los pense sempre em números. Dessa forma, o progresso se tornará muito mais claro e mensurável.

Mas, para traças metas e objetivos é preciso saber com clareza a diferença entre eles:

Metas: as metas são tarefas específicas para serem executadas dentro de um período de tempo para alcançar os objetivos. Ou seja, é o caminho a ser percorrido.

Objetivos: já os objetivos são os seus propósitos. Ou seja, onde quer se chegar.

Agora que já definimos a diferença entre eles, veja como traçá-los.

As metas podem ser globais ou individuais. Ou seja, estipuladas para serem perseguidas por toda a equipe ou por uma pessoa especificamente.

Vamos a um exemplo de meta: reduzir em 5% os custos para a confecção do produto X. No exemplo a meta é global. Todos os funcionários envolvidos na produção precisam se esforçar, por exemplo, para reduzir o número de produtos defeituosos. Para, dessa forma, garantir que a matéria-prima e tempo de produção não sejam desperdiçados e, consequentemente, diminuir o custo de produção.

Os objetivos também podem ser divididos. São centrais ou complementares. O primeiro seria o grande resultado que se deseja obter até o final do ano. Já o segundo são etapas menores até se atingir o objetivo central. Essas divisões são feitas para que se tenha uma visão mais clara se os objetivos estão sendo cumpridos ao longo do ano.

Um exemplo de objetivo central é: ser a empresa de destaque da região em determinado segmento. Para chegar nesse objetivo muitas metas precisam ser batidas em relação a preço e qualidade, por exemplo.

Metas e objetivos realistas para o seu planejamento anual empresarial

Vale destacar que as projeções precisam ser executáveis, caso contrário podem ter o efeito contrário do pretendido e desmotivar os profissionais envolvidos em cada meta proposta.

#5 Ações

Depois de definir o que se precisa fazer e onde quer chegar é hora de distribuir tarefas e delinear ações. Aqui é preciso definir quem serão os responsáveis por cada meta, quem irá quantificá-las e mensurá-las e ainda quais outras ações podem ser desenvolvidas para alcanças os objetivos.

Um exemplo disso é: se o desejo é diminuir o custo de produção e um grande gargalo são as produções defeituosas, o que pode ser revisto para melhorar isso? Pode ser que o maquinário precise passar por manutenção ou ainda que a equipe precisa de um curso ou capacitação para ter mais afinidade com o manuseio dos equipamentos na hora da produção. Concluindo, invista em pequenas melhorias que podem proporcionar grandes impactos para alcançar seus objetivos.

#6 Orçamento

Para chegar onde se deseja estar, e até mesmo investir nessas melhorias como citadas anteriormente, é preciso planejar também as finanças. Coloque na ponta do lápis todas as despesas e receitas, levanto em consideração custos fixos e variáveis.

Vale lembrar que os investimentos também devem ser previstos. Por exemplo, se for lançar um novo produto ou serviço, tenha em mente disponibilizar uma verba extra para o marketing do mesmo.

#7 Consultoria

Na hora de delinear tudo isso uma consultoria especializada faz toda a diferença. Por isso, conte com a Mais. Há mais de 16 anos no mercado, desenvolvemos projetos nas frentes de gestão financeira, qualidade, estratégia e otimização. Todos esses aspectos tem impacto direto nos objetivos traçados no planejamento anual empresarial. Entre em contato no banner abaixo e saiba como os nossos serviços podem impulsionar o seu negócio.

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Ponto de equilíbrio de uma empresa: o que é e como calculá-lo?

Por que saber o ponto de equilíbrio de uma empresa?

Esse cálculo é muito simples e útil. Por meio dele é possível saber qual é o faturamento mínimo necessário para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis de um negócio em um determinado período. Ou seja, a partir desse índice é você consegue projetar as finanças para ter um melhor controle financeiro. Continue a leitura e entenda tudo o que é preciso saber sobre esse importante dado na contabilidade do seu negócio. 

Cálculo do PE

O ponto de equilíbrio é calculado sob a forma de percentual da receita projetada. Seu cálculo é muito simples, mas tem três perspectivas diferentes, que são:

Ponto de equilíbrio contábil:

O contábil é o mais utilizado como parâmetro nas empresas. Seu cálculo baseia-se na divisão das despesas fixas e variáveis mensais pelo montante obtido pelo negócio.

Ponto de equilíbrio

Dessa forma, é preciso fazer previamente o cálculo de custos fixos e variáveis. Já falamos sobre esses conceitos em um outro artigo aqui no blog, confira.

Ponto de equilíbrio econômico

Já o ponto de equilíbrio econômico avalia as possibilidades. De que forma? Esse índice leva em consideração o custo de oportunidade. Ou seja, é calculado, por exemplo, quando alguém opta em investir em um negócio e não em outro. Assim, ele projeta o quando é preciso vender para gerar um resultado igual ou superior ao do negócio que foi preterido.

Seu cálculo é feito da seguinte forma:

Ponto de equilíbrio econômico

Ponto de equilíbrio financeiro

O ponto de equilíbrio financeiro é similar ao contábil, mas exclui os gastos que não geram, efetivamente, fluxo no caixa. É possível citar como exemplo esse topo de gasto a depreciação de ativos.

Logo,

Ponto de Equilíbrio Financeiro

Como utilizar o Ponto de Equilíbrio de uma empresa estrategicamente?

A partir do cálculo de PE que seja mais adequado para o seu negócio é possível utilizar esse número estrategicamente. Por exemplo, se está no início de um negócio ainda pequeno a sua meta que realmente importa, ou na terminologia correta One Metric that Matters (OMTM), pode ser o PE. Assim determina-se o mínimo para verde e não ficar no vermelho, passando desse valor começa o seu lucro. Fácil de entender assim, não é?

NPS

A partir do PE você enxerga uma capacidade de aumentar lucros. Existe uma margem de otimização, que diz até quando o negócio pode crescer com a estrutura atual. Mas, para incrementar a produção muito mais que isso será necessário fazer alguns investimento. Afinal, para aumentar o lucro é preciso fazer contratação de mão de obra, investimento em maquinário e matéria-prima. Quando chegar nesse ponto máximo de otimização é preciso recalcular o Ponto de Equilíbrio com os novos valores.

Gestão financeira eficiente

Cuidar de cada um desses cálculo e dados pode ser exigir muito tempo dos gestores. Além disso, uma consultoria especializada pode acrescentar muitas inovações importantes para a cadeira produtiva. Por isso, seja para a gestão financeira, otimização de projetos, implementação de estratégias ou avaliação e padronização de padrões de qualidade, conte com a Mais Consultoria. Com a experiência de 16 anos de história e mais de 200 clientes atendidos, podemos impulsionar também o seu negócio. Fale com consultor