Quanto vale minha empresa?

Conhecer esse valor ajuda os empreendedores a saber o que é preciso para crescer

Você acha que saber o valor do seu próprio negócio só é interessante quando se pretende vendê-lo? Está muito enganado. Buscar responder a pergunta: “Quanto vale a minha empresa?” é uma forma de saber se posicionar frente ao mercado. E, até mesmo, reagir a uma possível proposta de compra do negócio.

Posicionamento estratégico

Ao saber a resposta dessa pergunta o empresário consegue pensar em mecanismos para tornar a empresa mais competitiva e crescer no mercado. Além disso, consegue atrair investidores, vender ações e planejar-se para o futuro.

Valuation: responda a pergunta “Quanto vale minha empresa?”

O termo valuation significa “avaliação de empresas”. Esse cálculo é feito a partir da percepção de mercado para identificar o valor de um negócio. Logo, não tem um valor preciso, já que depende de variáveis muitos fluidas que acompanham as tendências de mercado.

Para o valuation são levados em consideração os valores intangíveis do negócio, como a autoridade de marca e a relevância no mercado relativa ao relacionamento com clientes.

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Calculando quanto vale a minha empresa

Independentemente do tamanho do negócio o cálculo de valuation pode ser feito da seguinte forma:

1- Calcula-se o valor de fluxo de caixa (com projeção para os próximos anos).

2- Desconta-se uma taxa correspondente ao risco do investimento (a base é a bolsa de valores).

3- Por último, é preciso trazer os resultados para a realidade atual.

O que há de mais valioso em um negócio pequeno é a projeção daquilo que ele ainda pode se tornar. Por isso, esse cálculo é feito a partir de projeções de mercado do valor que a empresa pode gerar. Esse estudo tem como base projeções em um prazo de 5 anos sobre o caixa da empresa. Depois, subtrai-se um percentual para trazer para o presente esses valores.

E os bens patrimoniais?

Você está se perguntando por que carros, maquinários e imóveis não entram nessa contabilidade? Pois bem, esses itens podem sim ser colocados como parte do valor de um negócio, mas não é o ideal.

Isso porque podem até mesmo desvalorizar a marca, já que em alguns casos é mais vantajoso vender esse tipo de bem para aplicar o dinheiro em inovação no negócio. Por isso, os especialistas não aconselham incluir bens patrimoniais no cálculo, porque não são parâmetros que poderiam fazer a empresa crescer ou se desenvolver perante ao mercado.

Para novas empresas

Se você ainda está começando um negócio é muito difícil fazer o cálculo a partir dos parâmetros mencionados anteriormente. Então, se quer saber quanto vale o negócio para procurar investidores, por exemplo, o ideal é fazer um plano de negócios, que tenha uma sólida base de cálculos para que as projeções sejam realistas.

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7 ferramentas de gestão de projetos para auxiliar seu negócio

As empresas, de forma geral, têm sentido os impactos dos avanços tecnológicos. Um dos campos que mais tem desfrutado de seus benefícios é a gestão de projetos. Se antes para as grandes corporações era difícil de os gestores terem uma visão ampliada de tudo que acontece na rotina produtiva, hoje tem ficado cada vez mais fácil de acompanhar tudo isso. Logo, as mudanças e melhorias tornam-se cada vez mais eficientes. Nesse sentido, elegemos aqui 7 ferramentas de gestão de projetos que podem te ajudar com isso.

#1 Trello

Se a ideia é otimizar e simplificar, o Trello é uma excelente ferramenta até mesmo em sua versão gratuita. A ferramenta conta com quadros e cartões que você pode organizar da maneira que preferir.

Além disso, é possível estipular datas de entrega e marcar os colaboradores da empresas nelas para notificá-los e lembrar de prazos.

O Trello é baseado no Kanban, um modelo de organização por cartões. Já falamos dele aqui no blog, clique aqui para ler mais.

#2 Project

Essa é a ferramentas de gestão de projetos desenvolvida pela Microsoft. Pode-se dizer que é a mais completa e complexa. Com ela é possível atribuir tarefas, acompanhar o progresso da execução dos projetos, cuidar dos orçamentos e até mesmo fazer uma análise detalhada de carga de trabalho.

Até mesmo aquilo que poderia passar despercebido pode ser acompanhado com detalhes pelo gestor com o Project. É possível encontra a ferramenta em versão para teste gratuita e planos com preços diversos. Mas, no geral, ela tem um valor mais elevado.

#3 Basecamp

Uma das ferramentas mais utilizadas em empresas de vários segmentos é o Basecamp. Por meio dela é possível dividir equipes por projetos, abrir tarefas com datas para o profissional que irá executá-la, criar grupos de bate papo e ainda acompanhar por meio de uma linha do tempo toda a evolução do projeto. Sendo esse o seu principal diferencial.

#4 Teamwork

O TeamWork Projects possibilita aos gestores ter uma visão de tarefas concluídas, as em andamento e os processos internos de cada time. Além disso, é integrada com o Teamwork Chat (para bate-papo interno) e Teamwork Desk (que oferece suporte para o cliente). Um grande diferencial dela é justamente essa integração, inclusive com outras plataformas para melhorar a experiência na gestão de processos e projetos.

#5 Operand

Esse é um software super completo. O Operand conta com possibilidades para não apenas organizar projetos, mas ainda emitir propostas comerciais e gerenciar o financeiro. Além disso, com ele você acompanha o progresso de toda a empresa tendo como base a metodologia ágil utilizada pela plataforma.

#6 Artia

A Artia trabalha por meio de medidores de desempenho. E ainda possibilita a geração de relatórios, documentos e gráficos. Além disso, o software é baseado na técnica Pomodoro, que trabalha a gestão de tempo e qualidade de entregas. Dessa forma, a Artia ainda orienta os profissionais para período de descanso e foco ao longo da rotina de trabalho.

#7 Jira

Por último, indicamos o Jira, que é voltado para projetos relacionado com o desenvolvimento de softwares. Seu funcionamento é baseado em Scrum e Kanban. Essa ferramenta de gestão de projetos tem como grande diferencial seu sistema de busca dentro da plataforma. Por isso, é que se torna tão importante para o público ao qual se destina.

Como escolher a sua ferramenta de gestão de projetos?

Os fatores preponderantes para a escolha da ferramenta ideal para a sua empresa são: segmento de atuação, quantidade de pessoas envolvidas nos processos e complexidade dos projetos. Agora que você já conhece algumas ferramentas disponíveis no mercado, vale analisar criteriosamente aquela que mais se encaixa nas rotinas produtivas do seu negócio.

Gostou do artigo? Em nosso site você encontra conteúdo gratuito semanal para ajudar a gerir o seu negócio. Além disso, a Mais Consultoria está há 16 anos no mercado oferecendo soluções em otimização, qualidade, gestão financeira e estratégia e pode fazer a diferença na sua empresa. Fale com um consultor

 

Gestão de estoque eficiente: impacto nos custos e lucro

Refinar processos e tornar a empresa o mais produtiva possível passa por uma gestão precisa. Dessa forma, é necessário ter controle de todos os números do negócio para efetivar o bom funcionamento da cadeia produtiva. Nesse sentido, a gestão de estoque é um fator preponderante para se ter atenção. Isso porque é um indicador que garante matéria-prima, produtos e demais utensílios para todo o abastecimento e funcionamento da empresa. Confira agora como uma gestão de estoque eficiente impacta nos custos e lucros do negócio. 

# Sazonalidades 

Uma gestão de estoque eficiente leva em consideração sazonalidades. Essas podem estar relacionadas ao clima (verão e inverno) ou até mesmo datas comerciais, como Dias das Mães e Natal. Está se perguntando o que o seu estoque tem a ver com isso? Vamos lá! 

Se você trabalha com produtos, é de se esperar que certas épocas do ano saiam alguns itens mais que os outros. Já no caso de serviços, a sazonalidade pode interferir até mesmo nos uniformes dos seus profissionais. Por exemplo, com peças de frio ou ainda temáticas para as festividades. Ou seja, a gestão de estoque precisa prever, lá no planejamento do início do ano, todas essas variáveis. Dessa forma, garante-se que durante cada época do ano estejam disponíveis peças, utensílios e materiais necessários. Reduza os custos

# Performance 

Ter um controle de estoque eficiente faz com que a empresa tenha uma melhor performance frente ao mercado. Isso porque, através desses dados, é possível entender quais produtos possuem um maior apelo no mercado. Para assim fazer campanhas específicas para eles. 

Além disso, esse dados permitem uma otimização de processos junto aos fornecedores. Já que são eles que fazem o abastecimento da empresa é preciso que tudo funciona em um ritmo coerente com as demandas. Assim, garante-se que não falte produtos para o público consumidor.

#Indicadores 

A gestão de estoque eficiente é o que ordena toda a cadeia produtiva. Agora você já viu como ela é importante. Mas, em termos práticos, sabem quais são os principais indicadores para se analisar? 

  • Número de produtos 

Para tomar qualquer decisão em um negócio é preciso ter em mãos os número de produtos disponível. Imagina só: você lança uma promoção e não tem quantidade de produtos suficiente para atender a demanda. Isso causa uma enorme frustração no cliente, que pode nem querer mais comprar com você. 

  • Ruptura 

Esse dado demonstra a porcentagem de itens em falta em relação ao total existente na loja.

  • OSA

Em inglês o “On Shelf Availability” permite ao gestor saber em porcentagem quantas vezes o cliente procurou um certo item e o encontrou para a compra e também quando não o encontrou. Dessa forma, avalia o quanto a demanda do consumidor foi satisfeita. 

  • Giro de estoque 

Já esse indicador demonstra quais produtos estão encalhados na empresa. Os itens que estão sem vender por muito tempo sinalizam um problema na rentabilidade do negócio. Ter a ciência disso, possibilita o desenvolvimento de ações para reverter esse quadro. 

Pensa em investir em uma gestão de estoque eficiente? A Mais Consultoria atua há mais de 16 anos no mercado oferecendo soluções para os seus clientes em otimizações de processos, estratégia, gestão financeira e qualidade. Entre em contato no banner abaixo e converse com um de nossos consultores para, juntos, impulsionarmos o seu negócio. 00Fale com consultor

Como aumentar as vendas de final de ano?

A época é ideal para alavancar as vendas de final de ano

As datas comemorativas, chegada do 13º salário e promoções como a Black Friday incrementam significativamente as vendas de produtos e serviços nessa época. No setor varejista, é previsto o maior crescimento de vendas dos últimos seis anos para o período do Natal. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a estimativa é arrecadar R$ 35,9 bilhões. Ou seja, 4,8% a mais do que em 2018. Se você tem interesse em saber como aumentar as vendas de final de ano e se preparar para receber um volume maior de pedidos e clientes em seu negócio, confira as nossas dicas.

# Promoção 

Essa é a época de investir em promoções criativas e agressivas. Nesse sentido, uma boa estratégia para aumentar o ticket médio do cliente é oferecer produtos similares ou relacionados. Por exemplo, no e-commerce ter sugestões de produtos similares enquanto o usuário coloca produtos no carrinho. Se o consumidor está levando um celular, por que não oferecer uma capinha para o modelo, carregador portátil, etc.?

# Estoque 

Se o seu objetivo é vender mais é preciso ter atenção ao estoque para garantir que seus produtos estejam disponíveis para serem vendidos. Mas, além deles, você deve fazer também um investimento prévio e bem calculado de embalagens de presentes temáticas da época e outros utensílios que são parte da rotina de vendas do seu segmento. Faça um bom cálculo de produtos e peças a serem pedidos aos fornecedores para evitar que os itens encalhem posteriormente. Essa dica é válida sobretudo quando se trabalha com produtos totalmente sazonais, como panetones, por exemplo.  

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#Treinamento de pessoal 

Todos os profissionais devem ter o máximo de conhecimento daquilo que vendem para suprir todas as dúvidas dos potenciais clientes. Por isso, além do treinamento dos colaboradores já da casa, é preciso investir um tempo maior no treinamento de funcionários temporários. Dessa forma, vai conseguir que todos ofereçam um atendimento  completo para compor a experiência do cliente. 

No caso das vendas online o que vale aqui é checar se tudo está funcionando plenamente na plataforma. Isso porque a tendência é que o tráfego da plataforma aumente. Dessa forma, questões como velocidade de carregamento deve sempre estar entre as prioridades do seu negócio. 

# Marketing digital 

Seu negócio sendo on ou offline é possível aproveitar muito as potencialidades das redes sociais.. E, que tal, fazer descontos especiais para já clientes? É muitos mais fácil vender para alguém que já conhece os seus serviços ou produtos. Explore essa ideia em email marketing direcionado para esse público. 

Outra maneira de atrair consumidores para o seu negócio é criar uma mensagem personalizada para aqueles que deixaram itens no carrinho de compras esquecidos. Oferecer um desconto nesses itens pode funcionar muito bem. 

Além disso, faça chamadas criativas e atrativas, seja para os usuários irem para o seu site ou conferir as promoções na loja presencial. O grande segredo mesmo para as vendas de final de ano é ser lembrado e mostrar como os seus itens podem ser ideias para presentear pessoas queridas nesse momento.  Afinal, essa sazonalidade, por si só, já é um incremento e tanto para a economia brasileira, basta você surfar nessa onda oferecendo seus diferenciais. 

Quer uma consultoria para alavancar o seu negócio? Fale com a Mais.Fale com consultor

Gestão financeira empresarial: 3 conceitos essenciais para pequenas e médias empresas

O que é a gestão financeira empresarial? 

A gestão financeira empresarial é um conjunto de decisões estratégicas que norteiam o negócio a longo prazo. Para essa tomada de decisão são avaliados muitos aspectos. É possível citar entre eles o fluxo de caixa, a criação de valor para a empresa e a estrutura de capital. Isso é feito a partir da contabilidade do negócio prioritariamente. Afinal, uma gestão financeira eficiente tem como pressuposto um caixa fechando no verde

Em pequenas e médias empresas é muito comum que os próprios donos façam a parte de gestão de pessoas e também a de gestão financeira. Afinal, a empresa ainda não dispõe de tanto capital para contratação de funcionários. Por isso, hoje apresentamos aqui 3 conceitos que compõem a gestão financeira e que irão te ajudar a entendê-la de forma simplificada para colocar em prática desde já no seu negócio. 

1- Fluxo de caixa 

Ter um controle de fluxo de caixa significa avaliar todas as despesas que devem ser pagas pela empresa ao longo do mês e tudo o que entra de lucro. Esse cálculo deve ser feito periodicamente, a frequência deve ser definida de acordo com as necessidades do seu negócio, pode ser mensal, semanal ou até mesmo diária, dependendo do fluxo de contas que devem ser pagas. 

O importante de fazer esse cálculo é garantir que o dinheiro que está entrando é suficiente para suprir as despesas da empresas nos respectivos dias de vencimento.  Além disso, previne erros de contabilidade e permite saber com clareza qual é o melhor momento para investir em novos equipamentos, contratações e outras questões de melhorias estruturais. 

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2- Estrutura de Capital 

Esse conceito diz respeito às formas de conseguir recursos para subsidiar a empresa. Podem ser: fundos próprios (economias do empreendedor), empréstimos de bancos, sócios, investidores, dívidas, etc. 

Ter uma estrutura de capital bem definido é primordial para uma gestão financeira empresarial saudável. De outra forma, os custos da empresa podem ser muito elevados. Como, por exemplo, no caso de ter que pagar mensalmente um valor elevado de prestações de empréstimos. Já que isso o que pode deixar até mesmo o caixa do empreendimento no vermelho. 

3-  Criação de valor para a empresa

Por fim, o último conceito apresentado trata do valor agregado. Ou seja, o quanto o seu produto ou serviço acrescenta em termos de soluções para o consumidor final.

O valor agregado pode se dar por necessidade, como o caso de medicamentos. Isso porque esse tipo de produto é imprescindível para o bem-estar do consumidor. Além disso, é possível citar o valor agregado no sentido de representação. 

Para criar valor para empresa podem ser usadas diferentes estratégias, alinhadas ao marketing, para gerar valor por meio do que o produto ou serviço representam. Por exemplo, um produto feito com matéria-prima ecológica e biodegradável tem algo a mais para oferecer para o seu público. 

O consumidor, por sua vez, se tem como uma preocupação as questões ambientais, estará disposto a pagar um valor mais elevado que a média de mercado ao saber que sua ação contribui para a preservação ambiental. 

A forma de se avaliar o retorno financeiro obtido com essas ações chama-se ROI, em inglês, Retorno Sobre Investimento. 

Conte com especialistas para a sua gestão financeira empresarial

Tendo frentes de atuação sobre três conceitos é possível fazer uma gestão financeira empresarial eficiente para pequenas e médias empresas. Necessita de uma consultoria especializada para colocar esses e outros conhecimentos em prática no seu negócio? Entre em contato conosco. Nós já atendemos mais de 200 empresas.  Além disso, contamos com escopo para executar projetos nos setores de estratégia, gestão financeira, otimização e qualidade. Vamos juntos impulsionar o seu negócio? 

Contanto

Empreender com pouco dinheiro: como é possível?

Empreender com pouco dinheiro é totalmente possível. Isso porque começar um negócio pode depender muito mais de uma boa ideia do que de um alto valor de investimento. Na verdade, iniciar qualquer negócio, deve ser com um valor baixo. Isso porque é preciso primeiro testar a viabilidade do produto ou serviço a ser ofertado. Ou seja, antes mesmo de colocar todas as economias no empreendimento e correr o risco de perdê-las. Por isso, confira as dicas para empreender com pouco dinheiro e comece o seu negócio de forma segura. 

5 dicas para empreender com pouco dinheiro

Para começar pequeno 

A melhor forma de colocar sua ideia de negócio em prática com baixo valor de capital é explorar as possibilidades do online. Se você tem pretensão de ter uma loja física, por exemplo, por que não começar com um e-commerce? Dessa forma, evita gastos de manutenção como conta de luz, água e aluguel. 

Vale lembrar que os custos de produção e manutenção de um site não reduzidos. Para quem tem muito pouco dinheiro, e muita disposição, é possível começar com o “faça você mesmo” cuidando de redes sociais, montagem do site, produção das fotos do produto, etc.  

Torne-se um bom vendedor 

Outro aspecto importante para garantir o sucesso do empreendimento é que o seu idealizador seja também um bom vendedor. Isso porque, quando o negócio tem como escopo um produto, é preciso testar a aceitação dele no mercado. Essa é a hora do dono da ideia bater perna de porta em porta e tentar vender as primeiras edições do seu produto. 

Já se o escopo do negócio for um serviço, o empreendedor deve vender, literalmente, a sua ideia e as soluções que ela proporciona. Não apenas no estágio inicial, mas durante toda a sua carreira, como na hora de prospectar investidores e falar sobre seu projeto em feiras de negócios, etc. 

Microempreendedor Individual (MEI) 

O início de um negócio com pouco dinheiro começa sempre na informalidade. Na estrutura da própria casa, o empreendedor fazendo por si próprio ou com uma equipe bem reduzida, etc. Na hora de começar a alavancar o projeto, quando ainda está em pequenas proporções, é possível contar com a legislação de MEI

A categoria foi criada por meio da Lei nº 128/08. Ela concede a isenção das taxas de legalização e reduz os tributos devidos pelos empreendimentos, fazendo com que seja mais fácil se tornar um Microempreendedor Individual.

Dessa forma, é possível regularizar a situação do empreendimento de forma facilitada. Essa categorização proporciona infraestrutura para profissionais, que antes ficavam na informalidade ou contribuindo como autônomos no INSS. Com o MEI é possível tirar notas fiscais e ter os direitos trabalhistas garantidos. E ainda conta com a possibilidade de contratação de mais um profissional para integrar a equipe da empresa. 

Reduza custos

Busque capacitação 

Antes mesmo de bater de porta e porta, invista em conhecimento! Seja em um curso superior ou em leituras por conta própria, pesquisas sobre o mercado, cursos para empreendedores, tudo isso irá te ajudar a desenvolver melhor a sua ideia de produto e serviço. Além disso, é uma forma de ir para o mercado já com um conhecimento prévio do que esperar dele.  

De acordo com a GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o Brasil chegou a 38% na TTE (Taxa de Empreendedorismo Total) em 2019. Isso corresponde a 52 milhões de brasileiros. Os números tendem a aumentar, por diversos fatores, sobretudo a crise econômica e a falta de oportunidade em cargos de trabalho formais (principalmente para os jovens). 

Ou seja, são muitas pessoas tentando inovar e colocar novas ideias no mercado. O que é muito positivo para a sociedade como um todo. Mas, isso também significa que a concorrência é enorme, bem como a chance de o negócio não dar certo. Por isso, invista tempo de estudo para estruturar seu negócio antes mesmo de investir dinheiro nele e procure ajuda! Você pode obter muito conhecimento gratuito, como no portal do Sebrae e em materiais gratuitos disponibilizados aqui no nosso site. 

Leia também nosso artigo “Empreendedorismo digital: o que é e como explorar essa possibilidade?”

Mais Consultoria

Vamos alavancar juntos o seu negócio? Quando chegar o momento correto sua empresa pode contar com um serviços oferecidos pela Mais Consultoria. Nós temos como foco pequenas e médias empresas de Juiz de Fora e região. Proporcionamos soluções inteligentes e fáceis de serem executadas para melhorar o negócio em diversos aspectos. Fale com consultor

Competitividade empresarial: como se destacar entre os concorrentes?

A disputa move o mundo

A competitividade é o que move o mundo, as empresas e as pessoas. Por meio dela novas ideias surgem e são colocadas em prática para tornar melhor e mais prática a nossa rotina. Ao passo que ela impulsiona, também acaba sendo um motivo constante de atenção, sobretudo no universo mercadológico. Você quer entender melhor sobre a competitividade empresarial? Saber como alavancar o seu negócio? Continue a leitura, temos algumas dicas para te ajudar com isso.

Afinal, o que é competitividade empresarial?

Uma empresa competitiva é aquela que se destaca no mercado, com reconhecimento na praça e que gera a maior rentabilidade possível sobre determinado investimento.

1- Diferenciação

O ponto-chave para tornar o seu negócio competitivo é trabalhar a diferenciação. Seu produto ou serviço será escolhido no mercado, entre tantos outros, por meio de características que só ele possui. Reforçar essas vantagens de diferenciação torna a marca competitiva, ao passo em que tem-se reconhecimento e vende-se mais. Ou seja, esse ciclo reflete diretamente na rentabilidade do negócio.

Crescimento do negócio

2- Equipe

O segundo passo para ter uma empresa competitiva é ter um equipe alinhada com os objetivos do negócio. Para isso, é preciso ter no quadro de colaboradores de profissionais capacitados, motivados e que tenham fit com os valores da empresa. Dessa forma, metas e objetivos podem ser cumpridos com o esforço coletivo. Afinal, a única forma de ter destaque no mercado é trabalhando, e muito!

3- Invista na comunicação

Ter um bom produto e um bom time é parte fundante de um negócio de sucesso. Mas, como chegar até o público? O marketing, sobretudo o marketing digital, entra nesse aspecto para fazer a comunicação com o consumidor. Investir nesse tipo de trabalho é importantíssimo para negócios de qualquer proporção. Não esqueça de falar com o seu público, e comunicar da melhor forma possível para converter esse relacionamento em vendas (e rentabilidade).

4- Dica de ouro: não se acomodar com o sucesso

Competitividade empresarial

A competitividade pressupõe um eterno movimento de forças no universo empresarial. Dessa forma, a marca que hoje mais se destaca e que tem o maior rendimento pode não o ser mais em alguns meses ou anos.

Por isso, se hoje o seu negócio é o melhor do mercado, lembre-se que isso pode mudar. Ou seja, a perspectiva aqui é estar sempre em busca de melhoria e inovação. Isso pode ser feito com lançamento de novos produtos, incremento tecnológico nas formas de produção, capacitação do time de profissionais, pesquisas sobre as necessidades de mercado, entre tantas outros meios de manter o seu negócio em meio a competitividade empresarial.

5- Conte com uma consultoria

Ter competitividade empresarial passa pelo reconhecimento e rentabilidade. Esse último aspecto está estritamente relacionado com os processos internos. Isso porque quanto mais se produz, em menor tempo e com menos recursos, melhor a vantagem competitiva em relação aos produtos e serviços da concorrência.

Por isso, o último ponto para se destacar no mercado é a otimização de processos internos, sejam eles em quaisquer aspectos. Nesse sentido, você pode conta com o trabalho da Mais Consultoria. São 16 anos de atuação gerando resultados para diversas marcas. Vamos juntos destacar o seu negócio?

Contanto

Viabilidade econômica e financeira: minha empresa ou projeto vale a pena?

O estudo de viabilidade econômica e financeira (EVEF) é uma pesquisa detalhada que deve ser feita no início de um projeto, lançamento de um novo produto ou de um novo negócio. Isso porque é por meio dos parâmetros do estudo que é possível definir se a ideia tem aplicabilidade e força no mercado para ser viável. Caso contrário é preciso repensá-la ou até mesmo cancelar a missão.

Se você pensa em fazer um novo investimento é prudentes investir no EVEF. Dessa forma, tem-se uma visão estratégica desse investimento com a certeza de que dará certo. Mas como funciona esse estudo de viabilidade econômica e financeira?

Viabilidade financeira

A viabilidade financeira está relacionada com o capital inicial. Aqui avalia-se o capital necessário para dar início ao investimento e os gastos correntes variáveis e fixos em relação aos lucros gerados pelo empreendimento.

Viabilidade Econômica

Já a viabilidade econômica tem um caráter comparativo frente ao mercado. Seu objetivo é analisar se o investimento é interessante em relação a outras oportunidades no invertimento de mesmo risco.

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Etapas do estudo de viabilidade econômica e financeira

O EVEF pode ser feito de diferentes formas. Mas, o que toda pesquisa como essa tem é comum é: 1- descobrir se o capital investido será suficiente 2- e, depois de entrar no mercado, o empreendimento dará o retorno financeiro necessário. Por isso, apresentamos aqui uma passo a passo de um básico EVEF.

1- Receitas e despesas

Por meio de uma previsão realista é possível projetar as receitas e despesas no projeto em pleno funcionamento. Para isso é preciso ter em mente os custos fixos e variáveis e a sazonalidade e situação econômica do mercado.

2- Análise mercadológica

Além da questão financeira, é preciso entender o comportamento do cliente. Por meio de um estudo de mercado você encontra as respostas que precisa. Seu produto/serviço tem apelo no mercado? Realmente resolve as dúvidas e dores do seu potencial público consumidor?

Outro aspecto importante aqui é o desenvolvimento do estudo na macrorregião em que o empreendimento se fará presente, para uma amostragem realmente interessante.

3- Indicadores

Viabilidade econômica

Por meio dos indicadores econômicos tem-se os números durante o período de tempo até que ocorra a recuperação do investimento. Entre eles a previsão de lucro e rentabilidade.

Break Even

É o ponto de equilíbrio quantificado em receita necessária para cobrir os custos do negócio. Relaciona-se a quantidade de produtos/serviços necessários de serem vendidos para o negócio das lucro.

Payback:

Esse indicador demonstra quanto tempo demorará para o negócio se pagar.

TMA

A Taxa Mínima de Atratividade indica o quando o investimento é atrativo em comparação com outras oportunidades de mercado.

VPL

O Valor Presente Líquido é o indicador que desconta o TMA do fluxo de caixa. Dessa forma, tem-se uma estimativa da criação de valor do empreendimento. Ou seja, avalia-se o quanto os lucros do futuro estariam valendo na realidade atual, tendo em vista que uma quantia hoje não vale a mesma coisa em alguns anos.

TIR

Já a Taxa Interna de Retorno avalia a rentabilidade própria do negócio. Aqui para demonstrar que o negócio é viável a TIR precisa ser maior que a TMA.

4- Decisão

Depois de avaliado todos esses parâmetros é o momento de tomar a decisão: minha empresa ou projeto vale a pena tendo em vista a viabilidade econômica e financeira? Mas, lembre-se essa pergunta precisa ser respondida não só na hora de abrir um novo negócio. Constantemente é preciso reavaliar a questão quando existe a pretensão de lançar um novo produto, por exemplo.

Mais Consultoria

Vamos fazer um estudo de viabilidade econômica e financeira? A Mais Consultoria tem experiência de mais de 16 anos no mercado auxiliando empresas em Juiz de Fora e região a impulsionar suas ideias. Por isso, se  precisa alavancar seus produtos/ serviços, entre em contato no banner abaixo e conheça as soluções que podem ser propostas para o seu negócio.

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Como conseguir investidores para pequenos negócios?

Nesse artigo vamos falar sobre como conseguir investidores para alavancar o seu pequeno negócio. Confira!

Como alavancar pequenos negócios com investimento

O investidor é aquele que injeta capital em um negócio. O objetivo é de oportunizar o crescimento da empresa e, claro, ter algum retorno financeiro com isso. Ter um investidor em grandes negócios sempre foi facilitado pela legislação brasileira. E, a partir de 2017, com a Lei Complementar nº 155/2016, essa realidade passou a ser palpável também para negócios de pequeno porte. Então, se você deseja saber como conseguir investidores para o seu empreendimento e de que forma a lei contribui para isso, continue a leitura.

Lei Complementar nº 155/2016

Com a lei passou a ser regulamentado o investimento em pequenas e microempresas. O principal benefício para os empreendimento é a possibilidade de ter um investidor-anjo no negócio.

Como conseguir investidores?

Os primeiros detalhes que devem ser observados para angariar investidores para o seu negócio são:

Que soluções a sua empresa oferece? Qual o seu diferencial?

Injetar dinheiro em um projeto requer um plano de negócios estruturado. Mas, mais do que isso, uma ideia que realmente tenha chances de dar certo por meio de sua autenticidade e, sobretudo, pela solução de problemas que ela oferece.

Banner para o artigo de otimização de processos e redução de custos, no artigo "como conseguir investidores para pequenos negócios?"

Retorno financeiro

Outro quesito essencial para a atração de investidores é entender o momento do negócio. Algumas pessoas optam por colocar dinheiro naquilo que já está dando certo, ou seja, que apresenta resultados. Sobretudo, financeiramente.

Já outros investidores estão dispostos a apostar em uma ideia, verdadeiramente inovadora, antes mesmo dela sair do papel. Ou seja, aqui vale refletir sobre o negócio, e também sobre o perfil dos potenciais investidores que você pode angariar.

Se você está no momento de abertura do negócio ou de lançamento de um novo produto/serviço existem 3 tipos de investidores que você pode procurar:

Tipos de investidores

Sócio investidor

O sócio investidor tem um poder aquisitivo alto. Dessa forma, pode colocar um valor elevado de capital no negócio e até financiá-lo sozinho. Esse tipo de sócio não busca um envolvimento com a rotina do empreendimento. No entanto, almeja um retorno financeiro mais rápido, devido ao risco do alto investimento.

Sócio capitalista

Já o sócio capitalista tem um poder de investimento menor. Assim, é possível reunir mais de um sócio para ter o capital necessário para alavancar o empreendimento. Nesse caso, o retorno financeiro pode ser a longo prazo e dividido entre os sócios. Esses ainda podem se envolver na rotina da empresa de forma efetiva. 

Investidor-anjo

Além de recursos financeiros, um negócio bem sucedido precisa de experiência de mercado. Nesse sentido, o investidor-anjo, como o nome já aponta é um anjo para o negócio.

Normalmente fazem parte desse grupo pessoas físicas, como executivos aposentados que estão dispostos a compartilhar experiência e contribuir com o negócio, tanto com ideias e conhecimento específico, quanto com capital (cerca de 5 a 10% de seu próprio patrimônio). Também há casos de investidores-anjo que são pessoas jurídicas.

Pequenos negócios

Para a abertura e manutenção de pequenos negócios o ideal é a busca de um investidor-anjo, que tem o comprometimento em ajudar o negócio a dar certo. A segunda opção é um sócio investidor, isso porque o capitalista costuma ter como exigência 70% de certeza de que o negócio trará rendimentos a curto prazo. Além disso, lançar um produto, serviço ou um novo negócio com essa obrigação de fazer dar certo rapidamente não é produtivo.

Passo a passo de como conseguir investidores

1- Faça um estudo dos potenciais investidores

Procurar a pessoa errada pode causar frustração e desânimo. Por isso, antes mesmo de começar, faça um estudo de pessoas físicas e jurídicas que possam entrar no seu projeto. Para um investidor-anjo é muito importante buscar aqueles que tenham fit com as soluções que você deseja oferecer e com o tipo de modelo do negócio, para o conhecimento específico dessa pessoas realmente ser aplicável no empreendimento.

2- Plano de negócio

Depois do estudo é hora de apresentar o plano de negócios. É importante mostrar ao investidor o momento atual do empreendimento, perspectivas no mercado, seu diferencial da concorrência. E, sobretudo, saber vender a sua ideia.

3- Seja visto no lugar certo

Meetups, feiras de negócios e outros ambientes desse tipo podem te colocar no mesmo lugar que o seu futuro sócio. Networking é tudo! Esforce-se para conhecer pessoas do seu ramo de atuação ou que sejam alinhadas com investimentos. Nem sempre é preciso bater de porta em porta para conseguir um investidor. Nesses eventos é possível vender seu peixe para quem está predisposta a ouvir e a injetar dinheiro naquilo que for atrativo.

Agora que você já sabe como conseguir investidores, que tal uma ajuda para estruturar seu plano de negócios? Ou ainda para desenvolver outras áreas da empresa para alavancar seu empreendimento? No banner abaixo você consegue entrar em contato com os nossos consultores. A Mais Consultoria tem mais de 200 empresas atendidas e melhoras significativas em estratégias, entregas, logística e muito mais.

Banner para solicitar proposta, no artigo "Como conseguir investidores para pequenos negócios?"

Lucro bruto: o que é e como calcular?

O sucesso de qualquer negócio passa pelo controle de caixa e contabilidade minuciosa de gastos e ganhos. Por isso, é importante ter domínio de conceitos da área contábil para estruturar bem a empresa nesse aspecto. Para te ajudar, o blog da Mais Consultoria possui conteúdos sobre custo direto e indireto, recuperação de tributos, guia de como administrar uma empresa e muito mais. E hoje trazemos informações sobre o lucro bruto e como fazer o seu cálculo corretamente. Acompanhe o texto para entender sobre o tema!

O que é Lucro Bruto?

O lucro bruto é o valor obtido pela subtração entre a receita total da empresa e seus custos variáveis. Ou seja, é o quanto se ganha menos o que foi gasto para a entrega do produto ou serviço final. O lucro bruto também é denominado “lucro operacional”. Isso porque está diretamente ligado à produção. Já os custos variáveis que entram na conta são aqueles que a empresa tem de acordo com a produção. Por exemplo, a matéria prima, que é gasta mais ou menos na medida em que se faz mais ou menos itens.

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Ter o controle sobre esse indicador mês a mês é importante para saber como anda a saúde financeira do negócio. Além disso, é por meio dele que faz-se o cálculo de precificação do produto ou serviço para o mercado como será explicado mais adiante.

Lucro Bruto x Lucro Líquido

Como foi apresentado no tópico anterior, o lucro bruto se relaciona com a produtividade. Para isso leva em conta os gastos variáveis para a produção do que é ofertado pelo negócio.

Já o lucro líquido é o valor real que se acumula mensalmente pela empresa, após o pagamentos de todos os seus gastos, como salários, aluguel, luz, matéria-prima, maquinário, etc. Dessa forma, leva em consideração também os gastos fixos.

Cálculo do Lucro Bruto

Imagem com o cálculo do Lucro Bruto - Lucro Bruto = Receitas Totais - Custos Variáveis

Cálculo do Lucro Líquido

Imagem com o cálculo do Lucro Líquido - Lucro Líquido = Lucro Bruto - Despesas Fixas

Margem bruta

O cálculo de lucro bruto é simples e muito útil. Por meio dele é possível calcular a margem bruta. Esse valor em porcentagem é o indicador de quanto uma empresa ganha comercializando os seus produtos, ou seja, com ela calcula-se a rentabilidade de uma organização.

Cálculo da margem bruta

Imagem com o cálculo da Margem Bruta - Margem Bruta = Lucro Bruto / Receita total x 100

Uma margem bruta elevada é indicativo de que o negócio tem uma operação com preços mais baixos e uma vantagem competitiva. Ou ainda pode diagnosticar que a sua precificação está mais elevada que a da concorrência. Dessa maneira, o indicador ajuda a entender e precificar os serviços e produtos de acordo com o mercado, o que se chama markup

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