Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas

Falamos muito sobre o que é um Plano de Negócios, além de sua aplicabilidade nas empresas, o que ele resolve, suas metodologias, estratégias, etc. O que vamos apresentar nesse artigo são dois Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas!

Ou seja, empresas que de fato possuem um plano de negócios rodando, como foi o desenvolvimento ao longo do tempo e como isto fez com que estas empresas alcançassem o patamar atual.

A ideia desse artigo é te apresentar a aplicação dos planos de negócios em diferentes realidades e contextos, no qual compreenderemos melhor a importância de se ter um e os resultados alcançados. Caso você tenha caído de paraquedas nesse post e queira entender melhor sobre o que é um plano de negócio, é só clicar aqui. Vamos lá?

Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas

  1. Coca-Cola

Bom, vamos ao que interessa para nós agora: cases de sucesso! E para começar, vamos falar de um estudo de caso da Coca-Cola. Sim, a gigante da “felicidade” (afinal de contas, quem nunca viu as propagandas de Natal da empresa e não quis comprar uma garrafa para a ceia?).

Que a nossa escolhida é um sucesso total isso ninguém tem dúvidas, mas para se manter no nível que alcançaram, sem ter um plano de negócios bem estruturado e sempre atualizado, é impossível.

Atualmente, é a maior empresa do setor “soft drinks”, de acordo com o ranking “Global 500 repport” da Brand Finance’s, com faturamento de cerca de 38 bilhões de dólares, 20 bilhões de dólares acima da principal concorrente (Pepsi).

Dentre todas as empresas no mundo, de todos os setores, é a 34ª maior marca do mundo. Mas manter-se no topo demanda mudanças que vão além de simples planos de ação dentro da organização. E a Coca-Cola mudou totalmente seu posicionamento de mercado nos últimos anos.

Entendendo as mudanças sócio-culturais, climáticas, de saúde e mercadológicas no qual o mundo vivencia atualmente, coube à empresa se adaptar às novas realidades, adequando seu planejamento estratégico: o foco em todas as ações tomadas pela empresa colocam o cliente no centro. Isso não diz respeito a aumentar o faturamento da empresa, mas como a opinião e gostos de cada pessoa importa para a marca.

A Coca-Cola atualmente

Hoje a Coca-Cola possui mais de 500 marcas em quase todas as categorias de bebidas, buscando sempre atingir todos os públicos, de todas as regiões do globo, entendendo a necessidade de se encaixar na cultura de cada lugar e agradar todos os consumidores, se preocupando inclusive com a saúde deles. Além disso, a empresa se posiciona fortemente no combate às mudanças climáticas, com todos os produtos ecologicamente corretos.

Tudo isto contribui para a Coca-Cola ser, de acordo com outro ranking, a 6ª empresa com marca mais forte no mundo. De acordo com o CEO da companhia, James Quincey:

“Estamos trabalhando para assegurar que os consumidores estejam no centro de nosso negócio para podermos continuar a crescer de maneira responsável. Se seguirmos por onde o consumidor está indo, nossas marcas irão prosperar e nosso sistema continuará a crescer. Isso é a nossa jornada”.

Todo esse processo de mudança de estratégia refletiu nas operações da empresa.

Com todas estas questões de sustentabilidade envolvidas, a empresa estreitou relações com ONGs e governos, além de importantes autoridades de saúde (como a OMS), promovendo mudanças em sua produção, desenvolvendo produtos mais saudáveis, sustentáveis e, claro, mais com a cara dos consumidores.

Isso impactou diretamente no crescimento financeiro da empresa: um crescimento em seu valor de mercado de $34,180 mi em 2016 para $37,935 mi
em 2020.

2. Agência Colorate

“Boa tarde Letícia, eu queria deixar aqui meu relato de que realmente foi muito bom trabalhar com todos vocês da Mais Consultoria. Minha avaliação eu dei nota 10 à vocês pela qualidade do serviço entregue.

O plano de negócio ficou realmente bem completo, todos conduziram o trabalho muito bem, com muita seriedade e mesmo no momento que eu precisei me ausentar, por estar doente, vocês deram continuidade não interrompendo o trabalho e com comprometimento de entrega.

Eu acho que todos trabalharam em uma integração com uma sinergia muito boa, resultando em um trabalho muito elogiado pelo cliente final.

É exatamente o que nós da agência Colorado prezamos: a qualidade e a satisfação do cliente, o que com certeza fará com que nós trabalhemos juntos novamente no futuro bem próximo. Obrigado a todos vocês por tudo e até breve!”

O depoimento acima é de um dos nossos clientes, o José Roberto, proprietário da Agência Colorate, uma agência de marketing de São Paulo – SP.

O desenvolvimento do Plano de Negócios para a Agência Colorate

O projeto no qual desenvolvemos com eles foi justamente um plano de negócios para um e-commerce. Porém, para um que ainda não existe. E como não existe, não podemos contar profundamente do que se trata o projeto e o plano em si.

No entanto, uma coisa que há em comum, tanto neste nosso projeto, quanto relacionado à Coca-Cola, foi a forma na qual buscamos olhar as percepções, dores e vontades dos consumidores. No mundo atual, é fundamental e inegociável se ter uma visão de “customer centricity”, isto é, o cliente no centro do negócio.

É ele quem é a principal parte interessada do negócio. Todas as estratégias da empresa foram focadas em ouvir os stakeholders (consumidores finais e usuários da plataforma de e-commerce), entendendo quais são suas respectivas necessidades.

Tudo isto com uma profunda pesquisa de mercado, tanto para validação de hipóteses quanto para coletar pontos de vistas de potenciais clientesR

Realização de um planejamento financeiro

A partir disso, toda a estratégia da empresa, diretrizes, plano de marketing, a operacionalização e todo o planejamento financeiro foi construído. Ao se entender o mercado, tanto na visão de consumidores quanto analisando outros players (concorrentes diretos e indiretos) já existentes, foi possível entender como a empresa atuaria no mercado e quem seriam os principais públicos-alvo do e-commerce.

Desenvolvimento do plano de marketing

Após esse momento, o plano de marketing foi desenvolvido: como a empresa estaria atingindo este público, as campanhas de divulgação direcionadas a cada um dos stakeholders, as parcerias que serão fundamentais para o projeto acontecer e muitos planos de ação, com objetivos e metas claras para o projeto rodar.

Elaboração do plano operacional

Tudo foi desenvolvido baseado em análises dos dados das pesquisas por todo o Brasil. Além do plano de marketing, foi desenvolvido o plano operacional: qual será a plataforma que será utilizada na empresa, pensando em proporcionar a melhor experiência possível para os consumidores.

Além disso, como ela se organizará internamente no que diz respeito à estrutura organizacional, com definição de cargos e tarefas para operar o negócio.

Por último, e talvez a parte mais importante do negócio, é de fato a estrutura financeira do projeto. Foi definido tudo o que diz respeito a custos, tanto investimentos iniciais quanto custos que serão mensais, sejam estes fixos ou variáveis.

Além disso, foi realizado um estudo aprofundado do mercado no qual o e-commerce será introduzido, entendendo taxas de crescimento do mercado.

Proporcionamos o desenvolvimento de projeções de crescimento da própria empresa, com a criação de cenários realista, pessimista e otimista.

Desta forma, foi possível se ter noção da viabilidade do negócio, o quanto tempo a empresa deixa de ter prejuízos e começa a ter um fluxo de caixa positivo e principalmente o tempo de retorno do investimento inicial realizado (payback). 


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Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas

 

Entenda como funciona um Plano de Negócios na prática!

O início de um negócio envolve diversos fatores, desde definição de público-alvo a custos envolvidos em seu funcionamento. Para auxiliar em todo esse processo de estruturação do seu negócio, preparamos esse conteúdo para você entender o que é o Plano de Negócios na prática! 

Esse nome pode parecer intimidador no começo, mas não se assuste, pois o Plano de Negócios não é um bicho de sete cabeças. Pelo contrário, seu objetivo é facilitar a vida do empreendedor que quer investir esforços e dinheiro de uma forma inteligente e bem direcionada. Já imaginou construir uma casa sem fundação? Pois é exatamente assim que seu negócio pode começar (ou continuar) caso você não tenha planejamento: sem estabilidade e segurança.

Ainda não está convencido? Então, vou trazer mais alguns motivos para  implantar o Plano de Negócios em seu empreendimento:

  • Evita que o empresário desperdice recursos financeiros, pois o ajuda a prever riscos e saber se o empreendimento é de fato rentável;
  • Fornece uma visão estratégica do mercado e do posicionamento da empresa frente a ele;
  • Permite ao empreendedor atingir seu público com estratégias de marketing inteligentes e efetivas;
  • Ajuda o negócio a ter uma visão a longo prazo e bem planejada, com a definição de objetivos e caminhos táticos para atingi-los;
  • Auxilia na apresentação do empreendimento para possíveis investidores, deixando claro sua proposta de valor.

Análise de mercado

Começar um empreendimento sem analisar o mercado é como entrar em uma floresta escura sem lanterna, sem mapa e sem bússola. 

A fase de análise de mercado é uma das mais importantes na criação do seu Plano de Negócio, pois é ela que te dará uma vantagem competitiva frente aos inúmeros concorrentes que não buscam ter essa mesma visão estratégica. 

Nessa etapa, você buscará de fato compreender tendências, panorama da região onde seu negócio atuará e o que o público tem requisitado. É nesse momento, inclusive, que você fará uma análise de seus possíveis concorrentes para compreender suas estratégias para atingir seu público e ter um posicionamento de destaque. 

Essa análise deve vir acompanhada de ideias de ações futuras para seu público não ter dúvidas de que seu serviço (ou produto) é exatamente o que ele está buscando.

Além disso, é muito importante compreender não só o contexto da região onde sua empresa está inserida, mas também o contexto do país como um todo. O cenário resultante da COVID-19, por exemplo, demandou que muitos empresários fossem ágeis e se adaptassem ao novo ambiente. Por isso, estar atento ao mercado como um todo permitirá que seu negócio aja rápido em situações como essas.

Três ferramentas práticas e interessantes que você pode aplicar hoje mesmo nessa análise

  • Matriz SWOT: Permite que você avalie as forças e fraquezas que te dão (ou não) vantagens competitivas, além de oportunidades e ameaças ao seu negócio.
  • Google Trends: Ajuda você a compreender os tópicos que estão em alta no momento, o que está intimamente ligado aos hábitos de consumo predominantes.
  • Cliente oculto: Permite que você conheça alguns dos pontos fortes e fracos da concorrência direta e indireta.

Precisa de uma análise ainda mais robusta? Então, nesse caso, você pode usar a famosa análise PEST, que leva em consideração desde fatores econômicos a fatores tecnológicos e como estes afetam sua empresa.

Persona e proposta de valor

Já imaginou se tentássemos falar português com alguém que só fala japonês? Seria uma falha de comunicação bem grande e nossa mensagem não seria transmitida da forma como gostaríamos. Infelizmente, é exatamente isso que muitas empresas fazem: falham na comunicação com seu público pelo simples fato de não conhecê-lo. 

Conhecer seu público está intimamente relacionado ao sucesso das ações de marketing da empresa e evita que seu negócio invista em campanhas ineficazes e que só servem para gastar dinheiro, energia e tempo.

Para conhecer melhor seu público e deixar claro como sua empresa entrega valor a ele, é possível lançar mão de algumas metodologias rápidas e eficientes:

  • Mapa de empatia: Ajuda a compreender intimamente seu público e seu contexto, permitindo captar seu principais motivadores de compra e necessidades;

 

  • Persona: Bem mais específico que público-alvo, ajuda o empresário a ter uma dimensão mais holística de quem sua empresa atende, coletando hábitos, rotina, motivadores, entre outros.

Quer saber mais sobre persona e sua utilidade? Então, acesse: Entenda melhor o seu consumidor através do criação de personas 

  • Canvas de proposta de valor: Como uma peça de quebra-cabeça, auxilia no encaixe do que sua empresa entrega de valor com o que o público tem buscado.

Defina metas

A definição de metas é parte fundamental de um plano de negócios na prática, afinal, para alcançar grandes objetivos é necessário dividi-los em partes menores e mais mensuráveis. Assim, para fazer um bom plano é preciso saber como montar essas metas.

Em primeiro lugar, entenda qual o objetivo final. Esse objetivo pode ser em relação a faturamento, número de clientes, satisfação dos consumidores, entre outros indicadores de sucesso. Após definir os indicadores, entenda qual meta numérica você poderá colocar que será ao mesmo tempo alcançável, mas também será um desafio para você, afinal quanto maior o desafio, mais resultados você alcançará.

Vale ressaltar que a definição de uma meta deverá ser clara e exequível, afinal é baseado na execução dela que você chegará no objetivo. Portanto, saiba diferenciar um do outro. Para isso, podemos citar como exemplo alguns objetivos e metas que são interligados:

  • Aumentar a clientela (objetivo) – Fazer propaganda de 5 postagens por mês no Instagram (meta que ajuda na visibilidade da empresa e pode culminar no objetivo final)

 

  • Faturar 50% a mais no ano (objetivo) – Aumentar o time de vendas em 3 funcionários treinados (meta que ajuda na qualidade e quantidade das vendas e pode levar ao objetivo.

Por último, vale lembrar que nem sempre uma meta vai ser o suficiente para alcançar o objetivo, então cabe a você analisar quais fatores estão envolvidos no alcance de resultados e traçar metas para aqueles relevantes no momento.

Além de definir as metas, é necessário uma ferramenta de controle do que foi definido e para isso pode-se usar OKRs. Para defini-los você precisa dar um nome (que será o objetivo principal), definir a meta a ser alcançada para trazer resultado, a periodicidade de análise e se houver, metas passadas para comparação.

  1. Estruture planos de ação

 

Após entender onde você quer chegar e os resultados que sua empresa vai alcançar, é hora de entender como chegar lá. É necessário de fato deixar bem explicado como você fará para cumprir as metas traçadas, afinal assim você não esquecerá de nenhum detalhe e também poderá fazer uma análise de quanto esforço suas metas exigirão.

Mas afinal, como fazer bons planos de ação? Para solucionar essa questão, você pode utilizar a metodologia de 5W2H e identificar o passo a passo para alcançar sua meta. A metodologia consiste em responder às seguintes perguntas sobre o que vai ser feito:

  • What (o quê): do que se trata o plano de ação, o que será feito;

  • Why (porquê): porque será feito, como contribui para a empresa;

  • Where (onde): onde será executado (setor, filial);

  • When (quando): quando o plano será executado, tempo de duração;

  • Who (quem): quem é o responsável pela execução ou monitoramento;

  • How much (quanto): quanto isso custará à empresa;

  • How (como): a forma de execução, ferramentas e recursos, como será feito de fato.

Para exemplificar, podemos continuar com o mesmo exemplo citado anteriormente em relação a fazer anúncios no Instagram: 

Implemente ações e meça resultados

Após definir as metas e planejar como executar, é hora de colocar em prática, fazer testes e analisar resultados, afinal você precisará saber o que funciona ou não para traçar as próximas metas da sua empresa. Para isso, considere algumas dicas:

  • Teste rápido: o tempo é um recurso valioso e para aproveitá-lo coloque seus planos de ação em prática o mais rápido possível. Também seja ágil para interromper aquilo que não está dando certo ou melhorar o que está trazendo resultados;

 

  • Analise os resultados das ações: mantenha um método prático para analisar os efeitos causados por cada plano de ação implementado ou decisão tomada, dessa forma você saberá o que está dando certo e não precisará basear seus próximos passos em suposições;

 

  • Utilize inteligência coletiva: em muitas situações, ter um time de colaboradores bem selecionados e que conhecem os objetivos da sua empresa pode ajudar a trazer ideias que agregarão resultados. Sempre que possível, ouça  e analise as contribuições dos colaboradores da sua empresa.

 


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Nós sabemos que montar um plano de negócios sozinho(a) não é tarefa fácil, mas ele é indispensável na hora de montar seu próprio negócio. É ele que vai mostrar numericamente as reais chances daquela ideia dar certo.

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Quais são as diferenças entre modelo e plano de negócio?

Você sabe qual a diferença entre modelo e plano de negócio? Apesar de terem nomes muito parecidos, eles são completamente diferentes, mas extremamente complementares!

Enquanto o modelo de negócio é a base, a ideia original de sua empresa, o plano é a sua estrutura, a descrição geral de como sua empresa funciona. O plano de negócio é um documento escrito, que contém tudo sobre a empresa, inclusive o detalhamento do modelo de negócios.

Antes disso, é importante entender os respectivos significados desses termos para que você possa entender suas semelhanças e diferenças e em qual estágio do negócio você deve prestar atenção a cada termo. Continue a leitura!

O Plano de Negócio

O Plano de Negócio (também conhecido como Business Plan) é o método mais tradicional usado há dezenas de anos para explicar novas empresas!

Normalmente, é um arquivo em Word/PDF que contém descritivamente todas as áreas do negócio, como:

a) Descrição dos Produtos e Serviços
b) Análise da Concorrência
c) Estratégia de Marketing
d) Segmento de Clientes
e) Distribuição Societária
f) Classificação Tributária
g) Estrutura Organizacional
h) Projeção Financeira e de Retorno

A última coisa a notar é que o plano de negócios é baseado em uma ideia de negócio, geralmente relacionada às habilidades técnicas do empresário. Em outras palavras, todo o plano foi desenvolvido para “provar” que a ideia é comercializável, financeiramente viável!

O foco do plano de negócios é fornecer aos executivos, investidores e outras partes interessadas uma visão abrangente e detalhada da situação do negócio. Este é um documento de extrema importância para a busca de empréstimos, fontes de financiamento e investimentos, viu?!

O plano é uma ferramenta vital que não só deve ser revisado regularmente quando a empresa abre, mas também deve ser revisto regularmente para a expansão e manutenção da empresa.

O Modelo de Negócio

Já o Modelo de Negócio (também conhecido como Business Model) é uma ferramenta nova desenvolvida pelo consultor Alexander Osterwalder em 2008

O modelo de negócios representa como a empresa cria e entrega valor aos clientes. Isso é feito estruturando os elementos e etapas que tornam sua empresa única e demonstrando “como” o trabalho é feito.

Dentre algumas das possibilidades de elaboração de modelos de negócios, a mais conhecida é por meio de um método denominado Canvas.

O Canvas é uma ferramenta visual, muito simples, essencial para qualquer tipo de empresa. Ele ajuda a identificar a maneira  como a empresa consegue criar, entregar e capturar o valor. É por meio da ferramenta que o Empreendedor fará uma reflexão identificando se existe uma conexão entre as partes, formando um sistema.

Essa ferramenta o ajudará na fase de análise das oportunidades de mercado que os empreendedores pensam. Com ele, é possível entender a natureza do negócio, não o planejamento.

No Modelo de Negócio, é o momento de expor de maneira bastante clara e direta a proposta de valor da empresa. Isso é realizado por meio de um quadro, formado por 9 blocos:

  1. Proposta de valor
    o que é que vou entregar? qual o diferencial? qual a inovação na atividade que vai gerar ganho
  2. Para quem
    Público-alvo que se pretende atingir
  3. Como
    Qual a dinâmica do negócio, operação, possíveis parcerias
  4. Quanto
    fonte de receita, de que maneira o negócio vai se monetizar

Diferença: Modelo e Plano de Negócio

A essa altura, você deve ter percebido que esses dois processos são particularmente importantes, mas em geral são completamente diferentes. Por outro lado, um plano de negócios é um documento detalhado que pode comprovar sua viabilidade para você e para o futuro relacionado ao seu negócio.

Isso é feito por meio de análises de mercado, econômicas e de processos. Por outro lado, um modelo de negócio é um documento com vieses visuais e práticos, para que qualquer pessoa possa entender seu negócio de uma perspectiva macro, mesmo em novos projetos dentro do seu escopo de negócios.

É verdade: toda empresa tem um plano de negócios, mas pode ter vários modelos de negócios, cada um deles separado pelo tipo de entrega.

Ambas as ferramentas são eficazes e interessantes quando se trata de construir um negócio.

Um pode aprofundar mais dados e mostrar caminhos que podem ser explicados a outros, enquanto o outro é mais flexível e permite que outras visões auxiliem na execução de propostas e discussões entre parceiros e funcionários.

Em suma, o modelo de negócio é a ideia de como você pretende ganhar dinheiro, já o plano de negócio é exatamente como você planeja fazer isso.


Construir um novo negócio do zero não é uma tarefa nada fácil. No entanto, um bom começo pode evitar problemas que possam surgir no futuro. Dessa forma, você garante previsibilidade e avaliacuidadosamente a viabilidade de novos projetos.

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