Quais são as diferenças entre modelo e plano de negócio?

Você sabe qual a diferença entre modelo e plano de negócio? Apesar de terem nomes muito parecidos, eles são completamente diferentes, mas extremamente complementares!

Enquanto o modelo de negócio é a base, a ideia original de sua empresa, o plano é a sua estrutura, a descrição geral de como sua empresa funciona. O plano de negócio é um documento escrito, que contém tudo sobre a empresa, inclusive o detalhamento do modelo de negócios.

Antes disso, é importante entender os respectivos significados desses termos para que você possa entender suas semelhanças e diferenças e em qual estágio do negócio você deve prestar atenção a cada termo. Continue a leitura!

O Plano de Negócio

O Plano de Negócio (também conhecido como Business Plan) é o método mais tradicional usado há dezenas de anos para explicar novas empresas!

Normalmente, é um arquivo em Word/PDF que contém descritivamente todas as áreas do negócio, como:

a) Descrição dos Produtos e Serviços
b) Análise da Concorrência
c) Estratégia de Marketing
d) Segmento de Clientes
e) Distribuição Societária
f) Classificação Tributária
g) Estrutura Organizacional
h) Projeção Financeira e de Retorno

A última coisa a notar é que o plano de negócios é baseado em uma ideia de negócio, geralmente relacionada às habilidades técnicas do empresário. Em outras palavras, todo o plano foi desenvolvido para “provar” que a ideia é comercializável, financeiramente viável!

O foco do plano de negócios é fornecer aos executivos, investidores e outras partes interessadas uma visão abrangente e detalhada da situação do negócio. Este é um documento de extrema importância para a busca de empréstimos, fontes de financiamento e investimentos, viu?!

O plano é uma ferramenta vital que não só deve ser revisado regularmente quando a empresa abre, mas também deve ser revisto regularmente para a expansão e manutenção da empresa.

O Modelo de Negócio

Já o Modelo de Negócio (também conhecido como Business Model) é uma ferramenta nova desenvolvida pelo consultor Alexander Osterwalder em 2008

O modelo de negócios representa como a empresa cria e entrega valor aos clientes. Isso é feito estruturando os elementos e etapas que tornam sua empresa única e demonstrando “como” o trabalho é feito.

Dentre algumas das possibilidades de elaboração de modelos de negócios, a mais conhecida é por meio de um método denominado Canvas.

O Canvas é uma ferramenta visual, muito simples, essencial para qualquer tipo de empresa. Ele ajuda a identificar a maneira  como a empresa consegue criar, entregar e capturar o valor. É por meio da ferramenta que o Empreendedor fará uma reflexão identificando se existe uma conexão entre as partes, formando um sistema.

Essa ferramenta o ajudará na fase de análise das oportunidades de mercado que os empreendedores pensam. Com ele, é possível entender a natureza do negócio, não o planejamento.

No Modelo de Negócio, é o momento de expor de maneira bastante clara e direta a proposta de valor da empresa. Isso é realizado por meio de um quadro, formado por 9 blocos:

  1. Proposta de valor
    o que é que vou entregar? qual o diferencial? qual a inovação na atividade que vai gerar ganho
  2. Para quem
    Público-alvo que se pretende atingir
  3. Como
    Qual a dinâmica do negócio, operação, possíveis parcerias
  4. Quanto
    fonte de receita, de que maneira o negócio vai se monetizar

Diferença: Modelo e Plano de Negócio

A essa altura, você deve ter percebido que esses dois processos são particularmente importantes, mas em geral são completamente diferentes. Por outro lado, um plano de negócios é um documento detalhado que pode comprovar sua viabilidade para você e para o futuro relacionado ao seu negócio.

Isso é feito por meio de análises de mercado, econômicas e de processos. Por outro lado, um modelo de negócio é um documento com vieses visuais e práticos, para que qualquer pessoa possa entender seu negócio de uma perspectiva macro, mesmo em novos projetos dentro do seu escopo de negócios.

É verdade: toda empresa tem um plano de negócios, mas pode ter vários modelos de negócios, cada um deles separado pelo tipo de entrega.

Ambas as ferramentas são eficazes e interessantes quando se trata de construir um negócio.

Um pode aprofundar mais dados e mostrar caminhos que podem ser explicados a outros, enquanto o outro é mais flexível e permite que outras visões auxiliem na execução de propostas e discussões entre parceiros e funcionários.

Em suma, o modelo de negócio é a ideia de como você pretende ganhar dinheiro, já o plano de negócio é exatamente como você planeja fazer isso.


Construir um novo negócio do zero não é uma tarefa nada fácil. No entanto, um bom começo pode evitar problemas que possam surgir no futuro. Dessa forma, você garante previsibilidade e avaliacuidadosamente a viabilidade de novos projetos.

A Mais Consultoria Jr. pode te ajudar!

Nós desenvolvemos ferramentas de gestão para empresas incluindo Plano de Negócio e Modelo de Negócio! Através de uma análise personalizada do seu negócio vamos atuar com propostas que visam agregar valor e aumentar a competitividade do seu produto ou serviço.

 

5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatoriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Planejamento anual empresarial: por que e como fazer?

Como você vislumbra o seu negócio em 2020? Estabelecer ações, metas, objetivos e prazos para os próximos 12 meses pode ser determinante para a saúde da empresa. Para te ajudar nisso preparamos aqui um passo a passo do planejamento anual empresarial. Acompanhe na leitura.

Por que fazer esse planejamento?

Planejar é evitar imprevistos ou danos. Por isso, independentemente do tipo que seja, é sempre importante para um negócio estar um passo a frente. No caso do planejamento anual empresarial, ele serve como um guia para nortear todas as ações da empresa e garantir que as decisões sejam tomadas estratégicas e assertivas. Além disso, prepara as empresas e incentiva a colaboração por meio de metas. Agora, que sabe da sua importância, acompanhe o passo a passo para fazer o seu planejamento para 2020.

#1 Como sua empresa está hoje?

Para definir o lugar que deseja chegar até o final do próximo ano é preciso saber exatamente onde o seu negócio está hoje. Faça um estudo de forças, fraquezas, ameaças e oportunidades. Nosso material de Matriz Swot pode te ajudar nisso. Clique no banner abaixo e tenha acesso gratuitamente.

Matriz Swot

Além disso, faça uma retrospectiva do ano de 2019. As metas foram batidas? Atingiu seus objetivos? Avalie tudo o que passou para entender a sua situação atual. Nesse momento, é essencial pensar também em estratégias e soluções para o que não deu certo. Dessa forma, o planejamento do próximo ano estará muito mais consistente e realista.

#2 Como está o mercado?

Além de conhecer o seu negócio, o estudo de mercado permite saber o que é possível esperar do próximo ano de forma ampliada. Verifique fatores internos e externos que podem afetar o seu mercado. Assim, se as projeções estiverem promissoras talvez seja o momento ideal para investir e lançar novas ideias. No entanto, se o seu segmento não estiver indo tão bem, é o momento de buscar uma certa estabilidade para manter a empresa com bons resultados.

#3 Lideranças

Para estruturar todo o planejamento é preciso contar com lideranças estratégicas dentro do seu negócio que possuam uma visão detalhada do que acontece no dia-a-dia da empresa. Assim, todos podem sentar juntos para traçar todo o planejamento anual empresarial de forma que ele seja desafiador, mas ainda assim, coerente e realista com a situação do negócio.

#4 Metas e objetivos

Depois de definida a equipe envolvida no planejamento é hora de colocar a mão na massa. Metas e objetivos precisam estar muito claros e, de preferência, serem quantificáveis. Na hora de estipulá-los pense sempre em números. Dessa forma, o progresso se tornará muito mais claro e mensurável.

Mas, para traças metas e objetivos é preciso saber com clareza a diferença entre eles:

Metas: as metas são tarefas específicas para serem executadas dentro de um período de tempo para alcançar os objetivos. Ou seja, é o caminho a ser percorrido.

Objetivos: já os objetivos são os seus propósitos. Ou seja, onde quer se chegar.

Agora que já definimos a diferença entre eles, veja como traçá-los.

As metas podem ser globais ou individuais. Ou seja, estipuladas para serem perseguidas por toda a equipe ou por uma pessoa especificamente.

Vamos a um exemplo de meta: reduzir em 5% os custos para a confecção do produto X. No exemplo a meta é global. Todos os funcionários envolvidos na produção precisam se esforçar, por exemplo, para reduzir o número de produtos defeituosos. Para, dessa forma, garantir que a matéria-prima e tempo de produção não sejam desperdiçados e, consequentemente, diminuir o custo de produção.

Os objetivos também podem ser divididos. São centrais ou complementares. O primeiro seria o grande resultado que se deseja obter até o final do ano. Já o segundo são etapas menores até se atingir o objetivo central. Essas divisões são feitas para que se tenha uma visão mais clara se os objetivos estão sendo cumpridos ao longo do ano.

Um exemplo de objetivo central é: ser a empresa de destaque da região em determinado segmento. Para chegar nesse objetivo muitas metas precisam ser batidas em relação a preço e qualidade, por exemplo.

Metas e objetivos realistas para o seu planejamento anual empresarial

Vale destacar que as projeções precisam ser executáveis, caso contrário podem ter o efeito contrário do pretendido e desmotivar os profissionais envolvidos em cada meta proposta.

#5 Ações

Depois de definir o que se precisa fazer e onde quer chegar é hora de distribuir tarefas e delinear ações. Aqui é preciso definir quem serão os responsáveis por cada meta, quem irá quantificá-las e mensurá-las e ainda quais outras ações podem ser desenvolvidas para alcanças os objetivos.

Um exemplo disso é: se o desejo é diminuir o custo de produção e um grande gargalo são as produções defeituosas, o que pode ser revisto para melhorar isso? Pode ser que o maquinário precise passar por manutenção ou ainda que a equipe precisa de um curso ou capacitação para ter mais afinidade com o manuseio dos equipamentos na hora da produção. Concluindo, invista em pequenas melhorias que podem proporcionar grandes impactos para alcançar seus objetivos.

#6 Orçamento

Para chegar onde se deseja estar, e até mesmo investir nessas melhorias como citadas anteriormente, é preciso planejar também as finanças. Coloque na ponta do lápis todas as despesas e receitas, levanto em consideração custos fixos e variáveis.

Vale lembrar que os investimentos também devem ser previstos. Por exemplo, se for lançar um novo produto ou serviço, tenha em mente disponibilizar uma verba extra para o marketing do mesmo.

#7 Consultoria

Na hora de delinear tudo isso uma consultoria especializada faz toda a diferença. Por isso, conte com a Mais. Há mais de 16 anos no mercado, desenvolvemos projetos nas frentes de gestão financeira, qualidade, estratégia e otimização. Todos esses aspectos tem impacto direto nos objetivos traçados no planejamento anual empresarial. Entre em contato no banner abaixo e saiba como os nossos serviços podem impulsionar o seu negócio.

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Como administrar uma empresa: guia para iniciantes

O número de empreendedores no Brasil cresce a cada dia. Só no primeiro trimestre deste ano houve um aumento de abertura de empresas de 17,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Dessas, cerca de 80% corresponde a negócios de MEIs (microempreendedores individuais). São os dados da pesquisa da Boa Vista baseada no levantamento da Receita Federal. Se você é um dos novos empreendedores do país veja os 5 principais tópicos sobre como administrar uma empresa.

Os 5 principais tópicos sobre como administrar uma empresa

1 – Estude e preveja

Lupa sobre papeis com gráficos representando o tópico "Estude e preveja" do artigo "Como administrar uma empresa?"

A primeira dica para administrar uma empresa, independentemente de seu tamanho, é o estudo de mercado e conjuntura. É muito importante oferecer um bom serviço, ter uma boa comunicação e outros desses tópicos que serão falados adiante. Mas, sobretudo, é essencial não ser surpreendido por mudanças no mercado ou problemas internos.

Muitos imprevistos podem acontecer, desde um funcionário ficar doente, até a inflação econômica afetar todo o Brasil. Dessa forma, o segredo para não ter prejuízos ou mesmo quebrar nessas situações adversas é ter um bom planejamento.

Bons resultados são fruto de atitudes preventivas nessas situações. Sabemos que não é possível prever os problemas, mas o que define o futuro do negócio é a forma como o gestor se posiciona e se desvencilha dos imprevistos.

2 – Finanças: parte fundamental sobre como administrar uma empresa

Todo negócio precisa de um rigoroso controle de fluxo de caixa. É a partir de seus indicadores que é possível precificar produtos e serviços de forma adequada. Além disso, com o controle do caixa faz-se uma contabilidade precisa de pagamentos de fornecedores e colaboradores e analisa-se o que tem sido mais lucrativo para o negócio, entre tantos outros aspectos.

A longo prazo, um bom controle financeiro possibilita o investimentos para otimização de processos.  Por exemplo, com a aquisição de maquinário, ferramentas e implementação de novos produtos e serviços.

Funcionários sentados em volta de uma mesa trabalhando. Banner para o guia de redução de custos

3 – Comunicação e marketing

A comunicação interna do negócio é importante para que todos os colaboradores entendam as decisões e diretrizes da empresa. Dessa forma, os profissionais de sentem integrados ao ambiente de trabalho e valorizados. Além disso, uma comunicação interna bem estruturada evita mal entendidos e contribui para a melhoria constante de processos e entregas.

Já o plano de marketing é o responsável por ditar as ações e posicionamentos da marca frente ao mercado. É também essa parte do negócio que faz os estudos de tendências do setor para antecipar as novidades na empresa e mantê-la competitiva. A captação de novos clientes por meio da definição de perfil, públicos-alvo e publicidade direcionadas também fica a cargo do marketing. Se a gestão financeira é fundamental para as contas fecharem no fim do mês, o marketing é essencial para trazer novos clientes e não deixar a marca estagnar em relação à concorrência. 

4 – Produtividade e processos

A produtividade está relacionada com fazer mais em menos tempo e gastando menos recursos. Para isso, a parte de tecnologia e técnica precisam estar em constante atualização e manutenção. Mas, sobretudo o investimento em um ambiente agradável para os colaboradores é parte essencial da produtividade. Isso porque uma empresa é feita por pessoas, a satisfação do público interno faz com que todo o time trabalhe engajado em prol dos objetivos do negócio. Ou seja, tenha atenção não apenas na tecnologia, mas nas pessoa que trabalham com você. 

Além disso, todos os processos do negócio precisam estar integrados para não haver ruídos na comunicação e garantir que todos os produtos e serviços sejam entregues com rapidez e excelência. Por exemplo, quando o comercial faz uma venda o financeiro e o setor de estoque precisa estar cientes disso para agilizar os demais procedimentos que envolvem essa transação. Dessa forma, por menor que seja a sua empresa, invista na integração de processos e em uma comunicação interna eficiente. 

5 – Consultoria especializada

Para implantar e otimizar todos os processos mencionados anteriormente você deve  pensar em investir uma consultoria especializada. A Mais Consultoria atua em Juiz de Fora e região do entorno há 16 anos. A empresa oferece soluções inteligentes e ágeis para melhorar as entregas da empresa. Para isso faz um estudo detalhado dos processos para identificar gargalos e implantar estratégias que impactam os negócios e seus resultados.

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