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Empreender com pouco dinheiro: como é possível?

Começar um negócio pode depender muito mais de uma boa ideia do que de um alto valor de investimento. Na verdade, iniciar qualquer negócio, deve ser com um valor baixo. Isso porque é preciso primeiro testar a viabilidade do produto ou serviço a ser ofertado. Ou seja, antes mesmo de colocar todas as economias no empreendimento e correr o risco de perdê-las. Por isso, confira as dicas para empreender com pouco dinheiro e comece o seu negócio de forma segura. 

Para começar pequeno 

A melhor forma de colocar sua ideia de negócio em prática com baixo valor de capital é explorar as possibilidades do online. Se você tem pretensão de ter uma loja física, por exemplo, por que não começar com um e-commerce? Dessa forma, evita gastos de manutenção como conta de luz, água e aluguel. 

Vale lembrar que os custos de produção e manutenção de um site não reduzidos. Para quem tem muito pouco dinheiro, e muita disposição, é possível começar com o “faça você mesmo” cuidando de redes sociais, montagem do site, produção das fotos do produto, etc.  

Torne-se um bom vendedor 

Outro aspecto importante para garantir o sucesso do empreendimento é que o seu idealizador seja também um bom vendedor. Isso porque, quando o negócio tem como escopo um produto, é preciso testar a aceitação dele no mercado. Essa é a hora do dono da ideia bater perna de porta em porta e tentar vender as primeiras edições do seu produto. 

Já se o escopo do negócio for um serviço, o empreendedor deve vender, literalmente, a sua ideia e as soluções que ela proporciona. Não apenas no estágio inicial, mas durante toda a sua carreira, como na hora de prospectar investidores e falar sobre seu projeto em feiras de negócios, etc. 

Microempreendedor Individual (MEI) 

O início de um negócio com pouco dinheiro começa sempre na informalidade. Na estrutura da própria casa, o empreendedor fazendo por si próprio ou com uma equipe bem reduzida, etc. Na hora de começar a alavancar o projeto, quando ainda está em pequenas proporções, é possível contar com a legislação de MEI

A categoria foi criada por meio da Lei nº 128/08. Ela concede a isenção das taxas de legalização e reduz os tributos devidos pelos empreendimentos, fazendo com que seja mais fácil se tornar um Microempreendedor Individual.

Dessa forma, é possível regularizar a situação do empreendimento de forma facilitada. Essa categorização proporciona infraestrutura para profissionais, que antes ficavam na informalidade ou contribuindo como autônomos no INSS. Com o MEI é possível tirar notas fiscais e ter os direitos trabalhistas garantidos. E ainda conta com a possibilidade de contratação de mais um profissional para integrar a equipe da empresa. 

Reduza custos

Busque capacitação 

Antes mesmo de bater de porta e porta, invista em conhecimento! Seja em um curso superior ou em leituras por conta própria, pesquisas sobre o mercado, cursos para empreendedores, tudo isso irá te ajudar a desenvolver melhor a sua ideia de produto e serviço. Além disso, é uma forma de ir para o mercado já com um conhecimento prévio do que esperar dele.  

De acordo com a GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o Brasil chegou a 38% na TTE (Taxa de Empreendedorismo Total) em 2019. Isso corresponde a 52 milhões de brasileiros. Os números tendem a aumentar, por diversos fatores, sobretudo a crise econômica e a falta de oportunidade em cargos de trabalho formais (principalmente para os jovens). 

Ou seja, são muitas pessoas tentando inovar e colocar novas ideias no mercado. O que é muito positivo para a sociedade como um todo. Mas, isso também significa que a concorrência é enorme, bem como a chance de o negócio não dar certo. Por isso, invista tempo de estudo para estruturar seu negócio antes mesmo de investir dinheiro nele e procure ajuda! Você pode obter muito conhecimento gratuito, como no portal do Sebrae e em materiais gratuitos disponibilizados aqui no nosso site. 

Mais Consultoria

Vamos alavancar juntos o seu negócio? Quando chegar o momento correto sua empresa pode contar com um serviços oferecidos pela Mais Consultoria. Nós temos como foco pequenas e médias empresas de Juiz de Fora e região. Proporcionamos soluções inteligentes e fáceis de serem executadas para melhorar o negócio em diversos aspectos. Fale com consultor

Como administrar uma empresa: guia para iniciantes

O número de empreendedores no Brasil cresce a cada dia. Só no primeiro trimestre deste ano houve um aumento de abertura de empresas de 17,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Dessas, cerca de 80% corresponde a negócios de MEIs (microempreendedores individuais). São os dados da pesquisa da Boa Vista baseada no levantamento da Receita Federal. Se você é um dos novos empreendedores do país veja os 5 principais tópicos sobre como administrar uma empresa.

Os 5 principais tópicos sobre como administrar uma empresa

1 – Estude e preveja

Lupa sobre papeis com gráficos representando o tópico "Estude e preveja" do artigo "Como administrar uma empresa?"

A primeira dica para administrar uma empresa, independentemente de seu tamanho, é o estudo de mercado e conjuntura. É muito importante oferecer um bom serviço, ter uma boa comunicação e outros desses tópicos que serão falados adiante. Mas, sobretudo, é essencial não ser surpreendido por mudanças no mercado ou problemas internos.

Muitos imprevistos podem acontecer, desde um funcionário ficar doente, até a inflação econômica afetar todo o Brasil. Dessa forma, o segredo para não ter prejuízos ou mesmo quebrar nessas situações adversas é ter um bom planejamento.

Bons resultados são fruto de atitudes preventivas nessas situações. Sabemos que não é possível prever os problemas, mas o que define o futuro do negócio é a forma como o gestor se posiciona e se desvencilha dos imprevistos.

2 – Finanças: parte fundamental sobre como administrar uma empresa

Todo negócio precisa de um rigoroso controle de fluxo de caixa. É a partir de seus indicadores que é possível precificar produtos e serviços de forma adequada. Além disso, com o controle do caixa faz-se uma contabilidade precisa de pagamentos de fornecedores e colaboradores e analisa-se o que tem sido mais lucrativo para o negócio, entre tantos outros aspectos.

A longo prazo, um bom controle financeiro possibilita o investimentos para otimização de processos.  Por exemplo, com a aquisição de maquinário, ferramentas e implementação de novos produtos e serviços.

Funcionários sentados em volta de uma mesa trabalhando. Banner para o guia de redução de custos

3 – Comunicação e marketing

A comunicação interna do negócio é importante para que todos os colaboradores entendam as decisões e diretrizes da empresa. Dessa forma, os profissionais de sentem integrados ao ambiente de trabalho e valorizados. Além disso, uma comunicação interna bem estruturada evita mal entendidos e contribui para a melhoria constante de processos e entregas.

Já o plano de marketing é o responsável por ditar as ações e posicionamentos da marca frente ao mercado. É também essa parte do negócio que faz os estudos de tendências do setor para antecipar as novidades na empresa e mantê-la competitiva. A captação de novos clientes por meio da definição de perfil, públicos-alvo e publicidade direcionadas também fica a cargo do marketing. Se a gestão financeira é fundamental para as contas fecharem no fim do mês, o marketing é essencial para trazer novos clientes e não deixar a marca estagnar em relação à concorrência. 

4 – Produtividade e processos

A produtividade está relacionada com fazer mais em menos tempo e gastando menos recursos. Para isso, a parte de tecnologia e técnica precisam estar em constante atualização e manutenção. Mas, sobretudo o investimento em um ambiente agradável para os colaboradores é parte essencial da produtividade. Isso porque uma empresa é feita por pessoas, a satisfação do público interno faz com que todo o time trabalhe engajado em prol dos objetivos do negócio. Ou seja, tenha atenção não apenas na tecnologia, mas nas pessoa que trabalham com você. 

Além disso, todos os processos do negócio precisam estar integrados para não haver ruídos na comunicação e garantir que todos os produtos e serviços sejam entregues com rapidez e excelência. Por exemplo, quando o comercial faz uma venda o financeiro e o setor de estoque precisa estar cientes disso para agilizar os demais procedimentos que envolvem essa transação. Dessa forma, por menor que seja a sua empresa, invista na integração de processos e em uma comunicação interna eficiente. 

5 – Consultoria especializada

Para implantar e otimizar todos os processos mencionados anteriormente você deve  pensar em investir uma consultoria especializada. A Mais Consultoria atua em Juiz de Fora e região do entorno há 16 anos. A empresa oferece soluções inteligentes e ágeis para melhorar as entregas da empresa. Para isso faz um estudo detalhado dos processos para identificar gargalos e implantar estratégias que impactam os negócios e seus resultados.

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Custo direto e indireto: diferenças e como controlá-los em pequenas e médias empresas

Para precificar produtos e serviços é preciso saber os valores gastos para toda a produção e funcionamento da empresa. Dessa forma, é possível calcular corretamente a margem de lucro e manter o negócio em pleno funcionamento. Entenda agora o que é custo direto e indireto e a importância do controle sobre esses valores.

O que é custo direto e indireto? 

O custo direto são os gastos associados à fabricação do produto vendido ou da mão de obra, no caso de prestação de serviços.

Por exemplo, se a sua empresa vende doce de leite, seus custos diretos são: a matéria-prima, como o leite; o plástico para as embalagens do produto; e assim por diante. Mas, se o seu negócio vende serviços, como manutenção predial, o seu custo direto é a mão de obra dos profissionais da equipe e todos os encargos relacionados à previdência social dos mesmos.

Resumindo, tudo que seja objetivamente ligado à entrega final do seu produto e/ou serviço é considerado um custo direto.

Gestão de produção

Já os custos indiretos são necessários para o pleno funcionamento da cadeia produtiva, mas não diretamente relacionado ao produto final. Por não serem diretos, é preciso fazer uma matemática detalhada para estabelecer critérios de rateio e alocar esses custos na hora de precificar o produto final do seu negócio.

São exemplos de custo indireto a energia elétrica usada para o funcionamento das máquinas, setores da empresa como parte administrativa e, no caso dos serviços, peças e maquinário necessário para executar o trabalho etc.

Rateio de custos

O rateio de custos é feito pelo setor contábil da empresa. Com ele é possível conhecer detalhadamente quanto cada setor da empresa gasta proporcionalmente do montante de gastos. Veja as duas principais formas de cálculo de rateio.

  • Por faturamento: esse tipo de rateio leva em consideração a rentabilidade de cada produto e/ou serviço no faturamento mensal do negócio.
  • Por custo indireto: aqui aplicá-se o valor dos custos indiretos sobre cada produto.

Importância de diferenciar esses custos nas pequenas e médias empresas

Uma gestão financeira eficiente e o crescimento do negócio depende da precificação correta desses custos. Isso porque entender os gastos e tê-los estabelecidos de forma rigorosa ajuda a entender os processos da empresa. Assim, é possível incrementar estratégias que contribuam para o maior aproveitamento e melhores resultados no negócio.

Algumas vantagens de diferenciar esses custos:

Custo direto e indireto

  • Planejar os próximos passos da empresa.
  • Precificação de forma mais precisa.
  • Enxergar oportunidades de diminuir os custos.

Precisa de ajuda?

Agora que você já entendeu a diferença entre custo direto e indireto que tal uma assessoria na hora de calcular esses valores? A Mais Consultoria atua na cidade de Juiz de Fora e região do entorno com o objetivo de realizar projetos que geram redução de custos, aumento de produtividade e aumento de vendas para seus clientes. 

A empresa já entregou mais de 200 projetos de sucesso, contribuindo para a melhoria dos processos das empresas atendidas. Entre em contato no banner abaixo e faça uma avaliação com um dos consultores.

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Empresa Familiar: dicas e cuidados necessários para uma boa gestão

No Brasil, 52% das micro e pequenas empresas são familiares. (Pesquisa Sebrae 2017)

O pilar das empresas familiares é ter como colaboradores os próprios membros do grupo familiar. Essa característica pode ser positiva, pela questão de ter pessoas de confiança trabalhando na equipe e com um forte vínculo emocional com o projeto. Este aspecto também pode ter seu lado negativo. Entre os malefícios, estão:

– Ter as decisões baseadas pelas emoções.
– Mistura de finanças da empresa com a da família.
– Profissionais com pouca capacitação.

Veja agora as dicas e cuidados necessários para gerir sua empresa familiar.

Processos de padronização com profissionais qualificados

As empresas familiares normalmente são fundadas com poucos recursos e, por isso, seu membros desempenham muitas funções ao mesmo tempo. No entanto, quando o negócio começa a crescer é preciso ter como prioridade a contratação de mão de obra qualificada para exercer cada função. Marketing, RH, gestão e tantos outros ramos que não podem ficar defasados com o aumento da relevância da marca no mercado.

Além disso, é nesse ponto que os familiares, sobretudo os que ocupam cargos de chefia, precisam começar a alinhar a forma de gestão e perspectivas futuras. Um negócio familiar tem muitas chances de dar errado devido a brigas internas.

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Crescimento profissional e direitos trabalhistas

A empresa familiar conta com profissionais que são do próprio grupo familiar e isso pode ter duas consequências ruins. Há os casos em que a empresa não segue a risca as leis trabalhistas, faz tudo de “improviso”.  O que é muito prejudicial para o trabalhador e seus direitos junto à Previdência Social, como férias e aposentadoria.  Mesmo nos pequenos negócios é importante que tudo seja feito dentro das normas e leis vigentes no país. Assim evita-se problemas para a empresa e prejuízos para os colaboradores.

Também é preciso ter em mente que os membros do grupo familiar precisam se capacitar tanto quanto ou até mais que os demais colaboradores. A perspectiva de “já ter a vaga garantida” pode ser sinônimo de estagnação na busca por conhecimentos e melhora na entrega de resultados dentro da empresa. Ou seja, é importante motivar todos os colaboradores, do grupo familiar ou não, para crescer dentro da empresa, buscar especializações e capacitações. A empresa pode motivas os profissionais com a oferta de cursos e workshops, incentivos financeiros e flexibilização de horas para que os colaboradores se dediquem as estudos.

Sucessão em empresa familiar

O momento de mudar a chefia é um quesito nas empresas familiares que pode ser muito bem aproveitado.  As gerações mais novas assumindo a empresa familiar podem trazer novas ideias. Além de implementar conhecimentos e técnicas modernas para fazer a marca crescer.

No entanto, para que essa sucessão seja estabelecida com sucesso é importante estruturar um plano de sucessão. E ainda, ter em mente que o jovem pode ter outras aptidões e não ter vontade e interesse de gerir o negócio da família. Por isso, é essencial estruturar desde sempre esse futuro da gestão da organização. No Brasil, de acordo com a última pesquisa realizada pela PwC (2016), apenas 19% das empresas familiares do Brasil tinham plano de sucessão.

Pra que serve plano de sucessão?

  • Manter o pleno funcionamento da empresa e fazer uma transição tranquila para os demais colaboradores, investidores e mercado.
  • Transparência do processo.
  • Ter profissionais cada vez mais capacitados para assumir os devidos cargos.
  • Metas a curto, médio e longo prazo.


Financiamento para as empresas familiares

Para expandir o negócio é preciso investimento de capital. Nas empresas familiares, muitos optam por por utilizar o próprio dinheiro para estimular o crescimento da empresa. Dessa forma, não dependem de financiamento dos banco e investidores. No entanto, esse é um grande risco. Se algo der errado com a empresa, toda a família fica desamparada. O ideal é que se atinja um equilíbrio entre o investimento próprio e o feito por terceiros. E dessa forma, manter um  nível de crescimento seguro para o negócio.

Leia também: 5 dicas de controle financeiro para pequenas empresas

Precisa de ajuda com a gestão dos processo da sua empresa familiar? Entre em contato com os nossos consultores. Os projetos da Mais Consultoria abordam as áreas de Gerência da Produção, Gerência Financeira, Estratégia e Organização e Qualidade, contribuindo com soluções inteligentes para negócios.  Entre em contato aqui.

 

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