Principais erros e acertos de um Plano de Negócios

O Plano de Negócios é um documento formal que registra as metas que a empresa terá que atingir para conseguir chegar a um resultado proposto. Separamos nesse artigo os principais erros e acertos de um Plano de Negócios, que infelizmente são erros bastante comuns e que não devem ser cometidos na criação de um plano de negócios eficiente e próspero.

Continue a leitura para entender como estruturar um bom plano que faça com que a sua empresa esteja internamente organizada e preparada para enfrentar os desafios que irão surgir! ↓

O que é o Plano de Negócios?

Antes de abordarmos os principais erros e acertos de um plano de negócios, você precisa entender o que é esse plano, certo?

Um Plano de negócios é uma ferramenta de gestão que permite que você entenda sobre o seu mercado de atuação. Além disso, ele também possibilita que você tenha uma visão mais precisa do futuro da empresa e, com isso, não siga um caminho errado.

O Planos de negócios também auxilia no processo de atrair investidores, uma vez que este documento demonstra que houve um trabalho em conhecer a fundo o mercado e que existe uma boa estruturação do seu próprio negócio.

Principais erros e acertos durante o desenvolvimento desse plano

Chegou o momento de conhecer os erros e acertos no plano de negócios que você não deve cometer na hora da elaboração. Vamos lá?

1. Achar que ele deve ser feito SOMENTE no início do empreendimento

O plano é uma ferramenta vital que não só deve ser revisado regularmente quando a empresa abre, ou seja, ele também deve ser revisto regularmente para a expansão e manutenção da empresa.

2. Não ter um objetivo claro

A falta de metas claras é um dos principais problemas que empreendedores(as)  enfrentam na hora de fazer planos de negócios. É necessário definir claramente quais são seus objetivos, bem como onde você deseja chegar com a empresa daqui um tempo.

O objetivo é a chave de sucesso de um Plano de Negócios! O foco principal deve ser dividido em pequenos objetivos. Portanto, você deve ter um plano de longo prazo, um plano a médio prazo e também um plano de curto prazo. Tudo isso definirá os principais objetivos da empresa!

3. Não fazer uma projeção financeira

O planejamento financeiro é uma parte importantíssima de qualquer plano, seja nos negócios ou na vida pessoal, não é mesmo?

Discuta com especialistas no assunto e descreve em quais ferramentas poderão ser investidas. O ideal é trabalhar com um o orçamento que supere totalmente os objetivos da empresa.

Questões burocráticas e legislativas, infraestrutura, capital de giro e custos fixos são alguns exemplos que devem constituir um plano financeiro e devem ser considerados para a eliminação de erros.

4. Não conhecer seu público-alvo e seus clientes

Se você não considerar os clientes é impossível esperar que uma empresa tenha sucesso. Esse processo pode ser realizado por meio de métricas, pesquisas ou conversas feitas diretamente com eles.

Descubra suas verdadeiras expectativas para o serviço e como o seu negócio pode e deve ajudá-los.

5. Não ter uma estratégia de Marketing

O marketing é a força vital de uma empresa. Por meio dele, você conquistará novos clientes, reterá os clientes existentes e colocará sua marca no mercado. O que acha de começar a investir  nesse método tão poderoso para os resultados do seu negócio?

Muitos gestores ignoram essa etapa do planejamento, porém o grande fato é que essa etapa é fundamental para o grande sucesso das empresas.  Do que adianta ter um produto ou serviço com inúmeras benefícios, se ele não for exposto e “vendido” através do Marketing?

6. Não ter projeções realistas

O otimismo ou pessimismo excessivo podem ser um erros muito sérios. Para evitar essa situação, o ideal é investir em uma projeção razoável e realista. Essas metas realistas irão garantir a segurança financeira de você e de sua equipe e evitar frustrações desnecessárias.

Uma boa técnica é quantificar os recursos de mínimos de sobrevivência da empresa, que devem ser mantidos por pelo menos 6 meses após a abertura da empresa. É necessário otimizar ao máximo o orçamento, evitando financiamentos muito altos e compra de equipamentos desnecessários.

Como desenvolver um Plano de Negócios?

Desenvolva um Plano de Negócios através de 5 partes fundamentais:

  • Sumário executivo;
  • Análise de mercado;
  • Plano de marketing;
  • Plano operacional;
  • Planejamento financeiro.

Sobre o tempo estipulado para a conclusão de todo o seu plano é interessante que não seja muito demorado e nem muito rápido. Leia o artigo da Harvard Business Review, o qual os pesquisadores descobriram que o tempo ideal para escrever todo o seu plano de negócios, é de 3 meses.

Para entender mais a fundo como aplicar o Plano de Negócios na sua empresa, acesse: Entenda como funciona um Plano de Negócios na prática!

Como vimos, investir em um bom plano de negócios é fundamental para o sucesso e a saúde de sua empresa.

Esperamos que você tenha aprendido no artigo os principais erros cometidos por outros empresas e evite possíveis erros no seu negócio!


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Entenda como funciona um Plano de Negócios na prática!

O início de um negócio envolve diversos fatores, desde definição de público-alvo a custos envolvidos em seu funcionamento. Para auxiliar em todo esse processo de estruturação do seu negócio, preparamos esse conteúdo para você entender o que é o Plano de Negócios na prática! 

Esse nome pode parecer intimidador no começo, mas não se assuste, pois o Plano de Negócios não é um bicho de sete cabeças. Pelo contrário, seu objetivo é facilitar a vida do empreendedor que quer investir esforços e dinheiro de uma forma inteligente e bem direcionada. Já imaginou construir uma casa sem fundação? Pois é exatamente assim que seu negócio pode começar (ou continuar) caso você não tenha planejamento: sem estabilidade e segurança.

Ainda não está convencido? Então, vou trazer mais alguns motivos para  implantar o Plano de Negócios em seu empreendimento:

  • Evita que o empresário desperdice recursos financeiros, pois o ajuda a prever riscos e saber se o empreendimento é de fato rentável;
  • Fornece uma visão estratégica do mercado e do posicionamento da empresa frente a ele;
  • Permite ao empreendedor atingir seu público com estratégias de marketing inteligentes e efetivas;
  • Ajuda o negócio a ter uma visão a longo prazo e bem planejada, com a definição de objetivos e caminhos táticos para atingi-los;
  • Auxilia na apresentação do empreendimento para possíveis investidores, deixando claro sua proposta de valor.

Análise de mercado

Começar um empreendimento sem analisar o mercado é como entrar em uma floresta escura sem lanterna, sem mapa e sem bússola. 

A fase de análise de mercado é uma das mais importantes na criação do seu Plano de Negócio, pois é ela que te dará uma vantagem competitiva frente aos inúmeros concorrentes que não buscam ter essa mesma visão estratégica. 

Nessa etapa, você buscará de fato compreender tendências, panorama da região onde seu negócio atuará e o que o público tem requisitado. É nesse momento, inclusive, que você fará uma análise de seus possíveis concorrentes para compreender suas estratégias para atingir seu público e ter um posicionamento de destaque. 

Essa análise deve vir acompanhada de ideias de ações futuras para seu público não ter dúvidas de que seu serviço (ou produto) é exatamente o que ele está buscando.

Além disso, é muito importante compreender não só o contexto da região onde sua empresa está inserida, mas também o contexto do país como um todo. O cenário resultante da COVID-19, por exemplo, demandou que muitos empresários fossem ágeis e se adaptassem ao novo ambiente. Por isso, estar atento ao mercado como um todo permitirá que seu negócio aja rápido em situações como essas.

Três ferramentas práticas e interessantes que você pode aplicar hoje mesmo nessa análise

  • Matriz SWOT: Permite que você avalie as forças e fraquezas que te dão (ou não) vantagens competitivas, além de oportunidades e ameaças ao seu negócio.
  • Google Trends: Ajuda você a compreender os tópicos que estão em alta no momento, o que está intimamente ligado aos hábitos de consumo predominantes.
  • Cliente oculto: Permite que você conheça alguns dos pontos fortes e fracos da concorrência direta e indireta.

Precisa de uma análise ainda mais robusta? Então, nesse caso, você pode usar a famosa análise PEST, que leva em consideração desde fatores econômicos a fatores tecnológicos e como estes afetam sua empresa.

Persona e proposta de valor

Já imaginou se tentássemos falar português com alguém que só fala japonês? Seria uma falha de comunicação bem grande e nossa mensagem não seria transmitida da forma como gostaríamos. Infelizmente, é exatamente isso que muitas empresas fazem: falham na comunicação com seu público pelo simples fato de não conhecê-lo. 

Conhecer seu público está intimamente relacionado ao sucesso das ações de marketing da empresa e evita que seu negócio invista em campanhas ineficazes e que só servem para gastar dinheiro, energia e tempo.

Para conhecer melhor seu público e deixar claro como sua empresa entrega valor a ele, é possível lançar mão de algumas metodologias rápidas e eficientes:

  • Mapa de empatia: Ajuda a compreender intimamente seu público e seu contexto, permitindo captar seu principais motivadores de compra e necessidades;

 

  • Persona: Bem mais específico que público-alvo, ajuda o empresário a ter uma dimensão mais holística de quem sua empresa atende, coletando hábitos, rotina, motivadores, entre outros.

Quer saber mais sobre persona e sua utilidade? Então, acesse: Entenda melhor o seu consumidor através do criação de personas 

  • Canvas de proposta de valor: Como uma peça de quebra-cabeça, auxilia no encaixe do que sua empresa entrega de valor com o que o público tem buscado.

Defina metas

A definição de metas é parte fundamental de um plano de negócios na prática, afinal, para alcançar grandes objetivos é necessário dividi-los em partes menores e mais mensuráveis. Assim, para fazer um bom plano é preciso saber como montar essas metas.

Em primeiro lugar, entenda qual o objetivo final. Esse objetivo pode ser em relação a faturamento, número de clientes, satisfação dos consumidores, entre outros indicadores de sucesso. Após definir os indicadores, entenda qual meta numérica você poderá colocar que será ao mesmo tempo alcançável, mas também será um desafio para você, afinal quanto maior o desafio, mais resultados você alcançará.

Vale ressaltar que a definição de uma meta deverá ser clara e exequível, afinal é baseado na execução dela que você chegará no objetivo. Portanto, saiba diferenciar um do outro. Para isso, podemos citar como exemplo alguns objetivos e metas que são interligados:

  • Aumentar a clientela (objetivo) – Fazer propaganda de 5 postagens por mês no Instagram (meta que ajuda na visibilidade da empresa e pode culminar no objetivo final)

 

  • Faturar 50% a mais no ano (objetivo) – Aumentar o time de vendas em 3 funcionários treinados (meta que ajuda na qualidade e quantidade das vendas e pode levar ao objetivo.

Por último, vale lembrar que nem sempre uma meta vai ser o suficiente para alcançar o objetivo, então cabe a você analisar quais fatores estão envolvidos no alcance de resultados e traçar metas para aqueles relevantes no momento.

Além de definir as metas, é necessário uma ferramenta de controle do que foi definido e para isso pode-se usar OKRs. Para defini-los você precisa dar um nome (que será o objetivo principal), definir a meta a ser alcançada para trazer resultado, a periodicidade de análise e se houver, metas passadas para comparação.

  1. Estruture planos de ação

 

Após entender onde você quer chegar e os resultados que sua empresa vai alcançar, é hora de entender como chegar lá. É necessário de fato deixar bem explicado como você fará para cumprir as metas traçadas, afinal assim você não esquecerá de nenhum detalhe e também poderá fazer uma análise de quanto esforço suas metas exigirão.

Mas afinal, como fazer bons planos de ação? Para solucionar essa questão, você pode utilizar a metodologia de 5W2H e identificar o passo a passo para alcançar sua meta. A metodologia consiste em responder às seguintes perguntas sobre o que vai ser feito:

  • What (o quê): do que se trata o plano de ação, o que será feito;

  • Why (porquê): porque será feito, como contribui para a empresa;

  • Where (onde): onde será executado (setor, filial);

  • When (quando): quando o plano será executado, tempo de duração;

  • Who (quem): quem é o responsável pela execução ou monitoramento;

  • How much (quanto): quanto isso custará à empresa;

  • How (como): a forma de execução, ferramentas e recursos, como será feito de fato.

Para exemplificar, podemos continuar com o mesmo exemplo citado anteriormente em relação a fazer anúncios no Instagram: 

Implemente ações e meça resultados

Após definir as metas e planejar como executar, é hora de colocar em prática, fazer testes e analisar resultados, afinal você precisará saber o que funciona ou não para traçar as próximas metas da sua empresa. Para isso, considere algumas dicas:

  • Teste rápido: o tempo é um recurso valioso e para aproveitá-lo coloque seus planos de ação em prática o mais rápido possível. Também seja ágil para interromper aquilo que não está dando certo ou melhorar o que está trazendo resultados;

 

  • Analise os resultados das ações: mantenha um método prático para analisar os efeitos causados por cada plano de ação implementado ou decisão tomada, dessa forma você saberá o que está dando certo e não precisará basear seus próximos passos em suposições;

 

  • Utilize inteligência coletiva: em muitas situações, ter um time de colaboradores bem selecionados e que conhecem os objetivos da sua empresa pode ajudar a trazer ideias que agregarão resultados. Sempre que possível, ouça  e analise as contribuições dos colaboradores da sua empresa.

 


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Nós sabemos que montar um plano de negócios sozinho(a) não é tarefa fácil, mas ele é indispensável na hora de montar seu próprio negócio. É ele que vai mostrar numericamente as reais chances daquela ideia dar certo.

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Quais são as diferenças entre modelo e plano de negócio?

Você sabe qual a diferença entre modelo e plano de negócio? Apesar de terem nomes muito parecidos, eles são completamente diferentes, mas extremamente complementares!

Enquanto o modelo de negócio é a base, a ideia original de sua empresa, o plano é a sua estrutura, a descrição geral de como sua empresa funciona. O plano de negócio é um documento escrito, que contém tudo sobre a empresa, inclusive o detalhamento do modelo de negócios.

Antes disso, é importante entender os respectivos significados desses termos para que você possa entender suas semelhanças e diferenças e em qual estágio do negócio você deve prestar atenção a cada termo. Continue a leitura!

O Plano de Negócio

O Plano de Negócio (também conhecido como Business Plan) é o método mais tradicional usado há dezenas de anos para explicar novas empresas!

Normalmente, é um arquivo em Word/PDF que contém descritivamente todas as áreas do negócio, como:

a) Descrição dos Produtos e Serviços
b) Análise da Concorrência
c) Estratégia de Marketing
d) Segmento de Clientes
e) Distribuição Societária
f) Classificação Tributária
g) Estrutura Organizacional
h) Projeção Financeira e de Retorno

A última coisa a notar é que o plano de negócios é baseado em uma ideia de negócio, geralmente relacionada às habilidades técnicas do empresário. Em outras palavras, todo o plano foi desenvolvido para “provar” que a ideia é comercializável, financeiramente viável!

O foco do plano de negócios é fornecer aos executivos, investidores e outras partes interessadas uma visão abrangente e detalhada da situação do negócio. Este é um documento de extrema importância para a busca de empréstimos, fontes de financiamento e investimentos, viu?!

O plano é uma ferramenta vital que não só deve ser revisado regularmente quando a empresa abre, mas também deve ser revisto regularmente para a expansão e manutenção da empresa.

O Modelo de Negócio

Já o Modelo de Negócio (também conhecido como Business Model) é uma ferramenta nova desenvolvida pelo consultor Alexander Osterwalder em 2008

O modelo de negócios representa como a empresa cria e entrega valor aos clientes. Isso é feito estruturando os elementos e etapas que tornam sua empresa única e demonstrando “como” o trabalho é feito.

Dentre algumas das possibilidades de elaboração de modelos de negócios, a mais conhecida é por meio de um método denominado Canvas.

O Canvas é uma ferramenta visual, muito simples, essencial para qualquer tipo de empresa. Ele ajuda a identificar a maneira  como a empresa consegue criar, entregar e capturar o valor. É por meio da ferramenta que o Empreendedor fará uma reflexão identificando se existe uma conexão entre as partes, formando um sistema.

Essa ferramenta o ajudará na fase de análise das oportunidades de mercado que os empreendedores pensam. Com ele, é possível entender a natureza do negócio, não o planejamento.

No Modelo de Negócio, é o momento de expor de maneira bastante clara e direta a proposta de valor da empresa. Isso é realizado por meio de um quadro, formado por 9 blocos:

  1. Proposta de valor
    o que é que vou entregar? qual o diferencial? qual a inovação na atividade que vai gerar ganho
  2. Para quem
    Público-alvo que se pretende atingir
  3. Como
    Qual a dinâmica do negócio, operação, possíveis parcerias
  4. Quanto
    fonte de receita, de que maneira o negócio vai se monetizar

Diferença: Modelo e Plano de Negócio

A essa altura, você deve ter percebido que esses dois processos são particularmente importantes, mas em geral são completamente diferentes. Por outro lado, um plano de negócios é um documento detalhado que pode comprovar sua viabilidade para você e para o futuro relacionado ao seu negócio.

Isso é feito por meio de análises de mercado, econômicas e de processos. Por outro lado, um modelo de negócio é um documento com vieses visuais e práticos, para que qualquer pessoa possa entender seu negócio de uma perspectiva macro, mesmo em novos projetos dentro do seu escopo de negócios.

É verdade: toda empresa tem um plano de negócios, mas pode ter vários modelos de negócios, cada um deles separado pelo tipo de entrega.

Ambas as ferramentas são eficazes e interessantes quando se trata de construir um negócio.

Um pode aprofundar mais dados e mostrar caminhos que podem ser explicados a outros, enquanto o outro é mais flexível e permite que outras visões auxiliem na execução de propostas e discussões entre parceiros e funcionários.

Em suma, o modelo de negócio é a ideia de como você pretende ganhar dinheiro, já o plano de negócio é exatamente como você planeja fazer isso.


Construir um novo negócio do zero não é uma tarefa nada fácil. No entanto, um bom começo pode evitar problemas que possam surgir no futuro. Dessa forma, você garante previsibilidade e avaliacuidadosamente a viabilidade de novos projetos.

A Mais Consultoria Jr. pode te ajudar!

Nós desenvolvemos ferramentas de gestão para empresas incluindo Plano de Negócio e Modelo de Negócio! Através de uma análise personalizada do seu negócio vamos atuar com propostas que visam agregar valor e aumentar a competitividade do seu produto ou serviço.

 

Gestão financeira empresarial: 3 conceitos essenciais para pequenas e médias empresas

O que é a gestão financeira empresarial? 

A gestão financeira empresarial é um conjunto de decisões estratégicas que norteiam o negócio a longo prazo. Para essa tomada de decisão são avaliados muitos aspectos. É possível citar entre eles o fluxo de caixa, a criação de valor para a empresa e a estrutura de capital. Isso é feito a partir da contabilidade do negócio prioritariamente. Afinal, uma gestão financeira eficiente tem como pressuposto um caixa fechando no verde

Em pequenas e médias empresas é muito comum que os próprios donos façam a parte de gestão de pessoas e também a de gestão financeira. Afinal, a empresa ainda não dispõe de tanto capital para contratação de funcionários. Por isso, hoje apresentamos aqui 3 conceitos que compõem a gestão financeira e que irão te ajudar a entendê-la de forma simplificada para colocar em prática desde já no seu negócio. 

1- Fluxo de caixa 

Ter um controle de fluxo de caixa significa avaliar todas as despesas que devem ser pagas pela empresa ao longo do mês e tudo o que entra de lucro. Esse cálculo deve ser feito periodicamente, a frequência deve ser definida de acordo com as necessidades do seu negócio, pode ser mensal, semanal ou até mesmo diária, dependendo do fluxo de contas que devem ser pagas. 

O importante de fazer esse cálculo é garantir que o dinheiro que está entrando é suficiente para suprir as despesas da empresas nos respectivos dias de vencimento.  Além disso, previne erros de contabilidade e permite saber com clareza qual é o melhor momento para investir em novos equipamentos, contratações e outras questões de melhorias estruturais. 

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2- Estrutura de Capital 

Esse conceito diz respeito às formas de conseguir recursos para subsidiar a empresa. Podem ser: fundos próprios (economias do empreendedor), empréstimos de bancos, sócios, investidores, dívidas, etc. 

Ter uma estrutura de capital bem definido é primordial para uma gestão financeira empresarial saudável. De outra forma, os custos da empresa podem ser muito elevados. Como, por exemplo, no caso de ter que pagar mensalmente um valor elevado de prestações de empréstimos. Já que isso o que pode deixar até mesmo o caixa do empreendimento no vermelho. 

3-  Criação de valor para a empresa

Por fim, o último conceito apresentado trata do valor agregado. Ou seja, o quanto o seu produto ou serviço acrescenta em termos de soluções para o consumidor final.

O valor agregado pode se dar por necessidade, como o caso de medicamentos. Isso porque esse tipo de produto é imprescindível para o bem-estar do consumidor. Além disso, é possível citar o valor agregado no sentido de representação. 

Para criar valor para empresa podem ser usadas diferentes estratégias, alinhadas ao marketing, para gerar valor por meio do que o produto ou serviço representam. Por exemplo, um produto feito com matéria-prima ecológica e biodegradável tem algo a mais para oferecer para o seu público. 

O consumidor, por sua vez, se tem como uma preocupação as questões ambientais, estará disposto a pagar um valor mais elevado que a média de mercado ao saber que sua ação contribui para a preservação ambiental. 

A forma de se avaliar o retorno financeiro obtido com essas ações chama-se ROI, em inglês, Retorno Sobre Investimento. 

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Tendo frentes de atuação sobre três conceitos é possível fazer uma gestão financeira empresarial eficiente para pequenas e médias empresas. Necessita de uma consultoria especializada para colocar esses e outros conhecimentos em prática no seu negócio? Entre em contato conosco. Nós já atendemos mais de 200 empresas.  Além disso, contamos com escopo para executar projetos nos setores de estratégia, gestão financeira, otimização e qualidade. Vamos juntos impulsionar o seu negócio? 

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