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Práticas valiosas para a gestão financeira do seu restaurante

Um dos maiores desafios de todo empreendedor, principalmente no ramo de restaurantes, no qual há grande rotatividade e fluxo monetário, é ter uma gestão financeira do seu restaurante mais assertiva.

São tantas coisas que o dono ou a equipe do departamento administrativo e financeiro tem que lidar, simultaneamente, que se assemelha a um malabarismo. E se uma das bolinhas caírem, o negócio desmorona por completo.

Aproveitando a analogia do malabarismo e as bolinhas que são utilizadas para a atividade, podemos considerar alguns pontos fundamentais que precisam de atenção redobrada na hora de gerir o seu negócio.

No artigo de hoje, vamos te mostrar como de fato fazer a gestão financeira do seu restaurante. Continue a leitura!

Como fazer a gestão financeira do seu restaurante da melhor forma?

É interessante comentar que todos estes pontos que serão abordados, estão inclusos em nossos projetos e dão super certo. Então vamos comentar sobre cada um deles aqui embaixo e te mostrar o que consideramos essencial para que nossos parceiros tenham o melhor desempenho:

  1. Tenha uma ferramenta de controle de fluxo de caixa

Ter um controle do fluxo de caixa do seu restaurante é essencial para manter as bolinhas organizadas, é ter controle de todas as saídas e entradas da empresa.

Para isso, é necessário também uma ferramenta para realizar esse controle, como uma planilha ou software, no qual as informações ficam organizadas e centralizadas.

Dessa maneira, temos uma visualização bem melhor e um entendimento do que está acontecendo na empresa, seja numa análise semanal ou mensal.

Possibilita também um melhor planejamento dos gastos, mostra quando o volume de vendas é maior e se existe alguma coisa que esteja fora do controle, como por exemplo seguidas semanas com “caixa negativo”.

  1. Acompanhe o histórico de vendas

O histórico de vendas do seu restaurante é obtido pela quantidade vendida de cada produto em um determinado período, em sua maioria das vezes mensalmente. E esse histórico permite o cálculo de diversas métricas importantes para seu restaurante.

É por ele que conseguimos calcular a representatividade de seus produtos, para sabermos quais produtos saem com mais frequência, quais são mais lucrativos e quais realmente pagam as contas.

É fundamental também para entender a dinâmica de compras de insumos para a reposição de estoque, ajudando no cálculo de estoque mínimo necessário para rodar o restaurante; fazer uma melhor precificação dos itens vendidos (que vamos abordar no ponto abaixo) e também ser estratégico na hora de retirar um produto que não esteja tendo um bom desempenho de vendas do cardápio.

  1. Calcule o preço de venda dos produtos

Para calcular o real preço que seus produtos devem custar, é necessário levar duas coisas em consideração: o custo dos produtos e o preço da concorrência.

Quando falamos sobre o custo dos produtos é preciso saber a quantidade exata de cada ingrediente que o produto leva e o valor de cada um. Dessa forma, teremos o custo com insumos de cada produto, chamado custo variado.

Também precisamos levar em consideração os custos fixos do restaurante, como água, luz, internet, salário, impostos, entre outros, que são custos que não dependem diretamente da quantidade produzida.

Para entender melhor sobre os custos, temos um outro material bem legal no nosso site sobre custos diretos e indiretos.

Então, para calcular o custo de um produto devemos: somar os custos variáveis com os custos fixos atribuídos àquele produto.

Além de sabermos quanto aquele produto custa para o restaurante de maneira assertiva é necessário ter um equilíbrio com o valor da concorrência para não ficar nem muito acima do valor de mercado e nem muito abaixo.

 

  1. Calcule o DRE (Demonstrativo de Resultado do Exercício 

O DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício) é um resumo das operações financeiras da empresa em um determinado período de tempo para deixar claro se a empresa teve lucro ou prejuízo.

Como calcular o DRE do seu restaurante?

Para calcularmos a DRE de uma empresa seguimos o seguinte modelo:

  • Receita Bruta
  • (-) Deduções e abatimentos
  • (=) Receita Líquida
  • (-) CPV (Custo de produtos vendidos) ou CMV (Custos de mercadorias vendidas)
  • (=) Lucro Bruto
  • (-) Despesas com Vendas
  • (-) Despesas Financeiras
  • (=) Resultado Antes IRPJ CSLL
  • (-) Provisões IRPJ E CSLL
  • (-) Despesas Administrativas
  • (=) Resultado Líquido.
  1. Receita Bruta

Entrada de dinheiro no caixa do restaurante em dinheiro ou direitos, como por exemplo, crédito documentado que assegure propriedade de mercadorias ou bens.

Inclui receita de vendas de produtos, prestação de serviço, recebimento de juros, royalties e dividendos.

  1. Deduções de impostos

Inclui devoluções de vendas, descontos oferecidos e abatimentos de impostos que incidem diretamente sobre a venda, como ICMS, ISS etc.

  1. Receita líquida

O resultado das receitas de vendas menos as deduções representam a receita líquida.

  1. Custos de venda

CPV (Custo de produtos vendidos), CMV (Custos de mercadorias vendidas) e CSP (Custo dos Serviços Prestados) apresentam gastos relativos à fabricação de um produto ou preparação de um serviço. Valores despendidos com ingredientes, distribuição, logística etc.

  1. Lucro bruto ou resultado bruto

Lucro bruto é a diferença entre a receita líquida e o gasto na produção.

  1. Despesas Administrativas ou fixas

Despesas fixas correspondem aos gastos para manter a empresa em funcionamento independentemente de haver vendas. Contas de aluguel, água, energia e telefone em escritórios, são exemplos.

  1. Despesas com vendas

Gastos com comissões e custos de pós-venda, como gastos com aplicativos de delivery por venda.

  1. Despesas financeiras

Gastos com juros e multas podem ser apresentados como despesas financeiras.

  1. Resultados antes do IRPJ e CSLL

Resultado da conta até aqui, desconsiderando o impacto dos impostos sobre o faturamento.

  1. IRPJ e CSLL

IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) são tributos cobrados sobre o faturamento.

  1. Resultado líquido

O resultado líquido é obtido a partir da subtração dos impostos e taxas pagas do lucro bruto.

Esse valor corresponde ao resultado do seu restaurante, considerando os ganhos e descontos em determinado período.

O resultado líquido é muito importante para realizar financiamentos próprios, investimentos ou ser dividido entre sócios, acionistas e funcionários.

  1. Análise constantemente os resultados

Depois de ter todos os dados em mãos e as bolinhas que antes estavam fazendo malabarismos, é preciso olhar constantemente para esses resultados e traçar planos de ação e estratégias para mudanças.

Com tudo em mãos será possível fazer um investimento sem medo e com consciência. Ao olhar para esses dados é sempre importante continuar alimentando a ferramenta de controle com os dados atualizados e procurar por melhorias para ter uma melhora constante.

Leia também: O segredo para reduzir custos por meio da gestão financeira


Como você tem mantido o a gestão financeira do seu restaurante?

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Valuation: Descubra o real valor da sua empresa

Se você dirige uma empresa, pode ter se perguntado quanto vale a pena, sem pensar na resposta. Saiba que você não está sozinho(a) nessa e vem conhecer o conceito de “valuation”!

O valuation é uma ferramenta útil para usar internamente na sua empresa. Por ser um valor quantitativo, ele também será um raio-X da empresa e pode apresentar algumas forças e fraquezas. Por exemplo, a imagem da sua empresa perante os clientes pode ser completamente diferente do que você imagina.

Nessas e em muitas outras situações, seja em tempos de prosperidade ou desafiadores, a avaliação é uma boa escolha para escapar das armadilhas ocultas da vida cotidiana de uma empresa!

Neste artigo, você conhecerá o significado de valuation e de que forma esse processo pode clarificar ideias e atrair mais investidores.

O que é valuation?

Valuation é o termo em inglês para “avaliação de negócios”. É o processo de estimar o valor da empresa, determinando o preço justo e a taxa de retorno do investimento em ações.

Existem várias formas de avaliação, sendo a mais comum o valor dos ativos, o valor presente dos fluxos de caixa futuros ou o valor dos múltiplos da empresa. Com base na avaliação do valor da empresa, os analistas recomendam comprar ou vender em comparação com o preço atual das ações da empresa na bolsa de valores

É um método que permite entender o valor de uma empresa. Dessa forma, o empresário pode buscar investimento e até saber qual será o preço justo caso venda seu negócio. Por sua vez, o investidor pode prever o valor futuro das ações da empresa e estimar o retorno que poderá obter após o investimento.

Para que o serve o valuation?

Como você pode ver, o valuation é muito importante para investidores que desejam saber o valor justo de uma ação antes de comprá-la. Mas esse indicador também é muito utilizado pelas empresas para orientar as decisões relacionadas ao próprio negócio.

Um exemplo disto é quando um acionista principal decide vender uma empresa, uma avaliação deve ser calculada. Sem ele, é possível estabelecer um valor muito alto ou muito baixo para a empresa, perdendo oportunidades.

Para os investidores, é importante ressaltar que embora a avaliação seja uma estratégia útil para a análise de renda variável, ela deve ser utilizada com cautela. É uma boa maneira de realizar diferentes tipos de análise antes de investir fundos em ativos.

Tipos de valuation

Embora existam métodos e fórmulas específicos para avaliação, é importante entender que este não é um método estrito. Na verdade, medir o valor de uma empresa por números também envolve considerar números intangíveis, por isso é difícil de medir.

Valor patrimonial

Neste método, a avaliação é baseada nos resultados operacionais em termos de lucro e receita até o momento da avaliação. Para empresas que estão em um estado de estagnação, é necessário provar aos investidores em potencial que podem produzir mais produtos.

Fluxo de caixa futuro

Como o nome sugere, nos fluxos de caixa futuros, a empresa estima quanto irá movimentar no período analisado. Após o conhecimento dessa estimativa, possíveis riscos e oportunidades serão considerados e a taxa de desconto aplicada.

Análise de mercado

Uma empresa também é chamada de múltiplo de mercado. Nesse método de avaliação, a empresa implementa um benchmark. Ou seja, realiza avaliações comparativas com empresas do mesmo setor, com foco em suas atividades operacionais e desempenho financeiro.

Payback

O payback descontado, embora seja uma fórmula relativamente simples de se compreender, leva em conta o peso do fluxo de caixa no ROI, o Retorno sobre o Investimento.

O fluxo de caixa é a diferença entre todas as receitas e despesas de uma empresa e geralmente é calculado diariamente. Portanto, em um escopo mais amplo, considerando o retorno gerado pelo fluxo de caixa, a taxa de retorno do investimento descontado nada mais é do que a taxa de retorno do investimento.

Como calcular o valuation de uma empresa?

Como vimos, existem várias maneiras de calcular a avaliação de uma empresa. Incluem modelos de fluxo de caixa descontado. Esta é uma das opções utilizadas pelos investidores que buscam uma avaliação mais completa dos ativos. Confira as três etapas básicas de utilização deste método para avaliar o preço justo das ações!

1º passo: projete o fluxo de caixa da empresa

Para tanto, o patrimônio líquido é avaliado. Subtraia a quantia recebida da despesa total em um determinado período. É muito importante estimar a taxa de crescimento anual da empresa. Nos departamentos mais estáveis, as avaliações podem ser facilitadas. Porém, alguns dos segmentos mais dinâmicos tendem a apresentar maior volatilidade nos resultados. Nesse caso, os resultados podem não ser confiáveis.

2º passo: realize estimativas

A taxa de desconto anual é usada para atualizar a estimativa. Não há consenso entre os especialistas para definir a taxa. Portanto, uma solução é usar a base de retorno médio das ações.

É importante comprovar o quanto a moeda se desvalorizou ao longo dos anos. A estrutura de capital da empresa e os riscos de investimento também devem ser considerados.

3º passo:  estime o valuation atual da empresa

Na última etapa, todos os fluxos de desconto são somados. Portanto, a avaliação atual da empresa pode ser estimada. O valor de mercado é obtido pela subtração da dívida líquida total. Em seguida, divida o resultado pelo número de ações para obter o valor justo do documento.

A Mais Consultoria pode te ajudar!

Não sabe como colocar em prática o desenvolvimento do método de valuation? Nossa equipe de especialistas no assunto, pode ajudar você e a sua empresa! Clique no banner abaixo e entre em contato conosco!

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O segredo para reduzir os custos por meio da gestão financeira

O sucesso financeiro de uma empresa é um dos fatores decisivos para o seu desenvolvimento no mercado. Mas afinal, qual é o segredo para reduzir os custos por meio da gestão financeira?

Em uma boa gestão financeira a redução de custos é uma estratégia permanente, não apenas para ser lembrada quando o negócio enfrenta problemas.

Em tempos de crise, nada é mais adequado do que questionar e avaliar seu investimento. Como está a gestão financeira da sua organização?  Você já parou de fazer essa análise? As contas estão apertadas?

Nesse artigo vamos discutir algumas questões sobre como reduzir custos e melhorar as finanças da sua empresa! Vamos lá?

O que é a Gestão Financeira?

A gestão financeira é o processo de análise, controle e planejamento envolvendo os seguintes aspectos:

  • Patrimônio;
  • Despesas;
  • Lucros;
  • Financiamentos;
  • Investimentos.

Em um mercado cada vez mais competitivo, entender o fluxo e a direção dos recursos financeiros de uma empresa é uma habilidade vital para qualquer empresa. Afinal, por meio dessa gestão precisa de recursos, é possível promover a redução de custos e a otimizar receitas!

Segundo análise da OnePoll, empreendeder é o sonho de 77% dos brasileiros.

Aqui, a flexibilidade de atividades e horários realizados no âmbito do perfil do empresário é apontada como o principal influenciador da tendência. No entanto, os empresários enfrentam dificuldades neste processo – o planejamento financeiro é o principal problema.

O último relatório do SEBRAE informa que uma em cada quatro empresas abertas no Brasil fecha antes de completar dois anos de atividade no mercado. Mas, felizmente, essa situação não é irreversível.

Por meio de medidas pontuais e inovadoras de gestão financeira, é possível manter os negócios, conquistar novos mercados e equilibrar despesas e receitas.

Como reduzir os custos por meio da gestão financeira

Agora que você já sabe qual é o conceito de uma gestão financeira, vamos entender como reduzir os custos empresarial por meio de medidas pontuais e inovadoras de gestão financeira:

Analise os custos atuais

Você deve primeiro fazer um diagnóstico dentro da empresa para determinar quais despesas são fixas e quais são variáveis, para que você possa planejar dentro dos padrões aceitáveis ​​do plano financeiro.

Para tal, é importante reunir a sua equipa e comunicar os seus custos, o que lhe permitirá perceber os custos necessários e os custos que podem ser mais flexíveis.

Dessa forma, haverá uma compreensão sistemática da situação financeira da empresa e a possibilidade de controlar melhor essa situação financeira para tomar ações corretivas com base nas necessidades operacionais do seu negócio.

Reveja seus investimentos com recursos humanos

O salário dos colaboradores é um dos principais custos de uma organização. Portanto, é muito importante fazer uma análise séria na área de recursos humanos, como falamos no projeto anterior, para pensar e verificar quais os benefícios e resultados que a área está trazendo para a empresa.

Antes de considerar possíveis demissões, recomendamos fazer os ajustes necessários para aumentar a taxa de receita do departamento, o que trará melhores resultados e ajudará nos ajustes financeiros.

Calcule o retorno ao investimento de cada colaborador, para analisar se a performance da equipe está trazendo bons frutos a empresa.

Faça ajustes para que o departamento tenha um melhor índice de sucesso, o que trará melhores resultados para todos. É importante lembrar que as dispensas também trazem custos para a organização!

Faça uma pesquisa de mercado

Avalie a posição da empresa em seu segmento de atuação e as condições de mercado em que a empresa está inserida. Esses aspectos ajudam a visualizar quais recursos são benéficos para a situação financeira da empresa e quais recursos precisam ser reduzidos.

Projete cenários otimistas e pessimistas

Considerando os gastos e receitas da empresa, é essencial prever o otimismo e pessimismo da empresa. Um bom ponto de partida é conduzir uma análise SWOT, pesando vantagens, desvantagens, oportunidades e ameaças.

Faça um planejamento financeiro de sucesso utilizando nossa PLANILHA GRATUITA DE SWOT, clicando aqui.

Quer descobrir o segredo para reduzir os custos por meio da gestão financeira?

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O controle financeiro da empresa é baseado no desenvolvimento de um controle de caixa, análise de relatórios e uma compreensão do equilíbrio entre entradas e saídas!

Manter o controle financeiro empresarial é essencial para garantir a prosperidade financeira do seu negócio e, consequentemente, o destaque da sua marca no segmento em que atua. Quando se trata de saúde financeira, todo cuidado é pouco!

Como você tem mantido o controle financeiro empresarial do seu negócio? Entre em contato conosco e realize um controle financeiro da sua empresa conosco!

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ROI: Aprenda a calcular o seu retorno de investimento

Você conhece uma estratégia que traga resultados e aproxime o negócio de seus objetivos? Além disso, sabe como medir se eles estão sendo implementados de forma eficaz e se o dinheiro e o tempo investidos estão sendo pagos?

Nesse artigo, você vai aprender a calcular o seu retorno de investimento dos processos da sua empresa! Vamos lá?

O que significa “ROI”?

ROI é um termo em inglês, Return on Investment, trazuindo significa Retorno sobre o Investimento.  Este indicador avalia o retorno do investimento dos investimentos próprios e de terceiros.

Esse indicador pode ser usado para calcular investimentos específicos. Por exemplo, se você já investiu em um determinado departamento da empresa e deseja saber o retorno do investimento, o ROI é o seu indicador ideal.

Ao calcular essa métrica, você pode ver se o retorno não é tão bom quanto o esperado. Ou seja, se sua empresa está tendo lucro ou perdendo dinheiro. Além disso, por meio desse cálculo, é possíveis identificar falhas e realizar possíveis correções com mais facilidade.

O Retorno sobre o Investimento é uma métrica usada para medir a taxa de retorno obtida com um determinado montante de recursos. A taxa de retorno do investimento é derivada da relação entre o lucro líquido obtido em um determinado período e o valor do investimento, ou seja:

Essencialmente, o ROI expressa a lucratividade de uma empresa, mostrando a relação entre o valor do investimento e a margem de lucro obtida em cada aquisição.

Essa métrica também pode ser usada para calcular e interpretar o retorno de cada investimento (como investimento em marketing) feito separadamente.

No entanto, se já conheço o lucro total do meu investimento, por que preciso apurar o valor obtido separadamente? A resposta a esta pergunta é simples: otimize seus movimentos e obtenha resultados mais expressivos!

Qual é a importância do ROI?

O retorno do investimento é muito importante para as empresas porque é uma forma de observar e quantificar o sucesso de seus investimentos.

Imagine que uma organização tenha dúvidas sobre como investir uma determinada quantia em um departamento de segurança pública ou em uma empresa iniciante. Por exemplo, a taxa fixa de retorno sobre títulos é fixa – 5% ao ano – o retorno sobre o investimento de uma empresa iniciante no mesmo período é de 6%.

Desta forma, pode-se observar que o ROI não só ajuda a analisar qual investimento é mais benéfico para a empresa, mas também pode ser utilizado para medir se o investimento interno é lucrativo como a análise anterior.

Vantagens em calcular o Retorno do Investimento

1.Reduz custos

O retorno do investimento garante que você receba muitas informações de que precisa para reduzir o custo do seu investimento.

2. Otimiza investimentos

A partir do momento em que você consegue identificar oportunidades para reduzir despesas que se mostram desnecessárias, você aplica seus recursos de forma mais inteligente!

3. Motiva sua equipe

Quão motivada sua equipe ficarão quando tiverem um objetivo claro e uma ferramenta real para avaliar o caminho para a realização?

À medida que os resultados melhoram – o retorno sobre o investimento pode de fato alcançar esse desenvolvimento – a participação de todos será maior. Vale lembrar que a motivação é uma parte importante do sucesso.

Como formular um plano de ação com base no ROI?

A possibilidade que o retorno do investimento seja visto como uma porcentagem ajuda no planejamento e, portanto, nas escolhas da empresa.

Em primeiro lugar, para desenvolver um plano de negócios, é essencial obter informações confiáveis. Para isso, é necessário ter uma plataforma que permita obter todos os dados úteis por meio de relatórios detalhados de cada departamento.

Em seguida, compare o investimento e o lucro da empresa como uma porcentagem do investimento e classificar de acordo com esses retornos para facilitar a visualização do melhor investimento.

Por fim, é necessário escolher a melhor alternativa, ou seja, a alternativa que traz o melhor retorno sobre a meta, o investimento e o prazo, para então se concentrar na formulação de uma estratégia e plano operacional com base nesses planos.

Atenção: sozinho, o ROI não te dirá nada! Será apenas um número qualquer.

Não existe uma solução mágica! Para ser eficaz, é necessário realizar uma análise do ROI, considerando as características de cada ação. Um erro comum é permanecer com ação intocável, sem fazer a análise e os ajustes que ela pede.


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5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatoriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Qual a diferença entre custo e despesa?

Para montar o seu negócio e ver a cor do dinheiro nele é preciso muito estudo e estratégia. Você deve se preocupar com o planejamento estratégico, plano de negócios, entre tantos outros conceitos. Hoje, o que trazemos para você é a diferenciação entre custo e despesa. É a partir desses dois pontos que você consegue fazer os cálculos básicos para o seu negócio ter sucesso. Ao final da leitura você vai saber tudo o que precisa sobre a diferença entre custo e despesa.

Diferença entre custo e despesa

Custo

Define-se por custo de um negócio toda a quantia despendida para se ter o seu produto final. Ou seja, é todo o valor que é gasto com bens e serviços para a produção de outros bens e serviços que são a mercadoria da empresa.

Dessa forma, são os gastos absolutamente necessários, sem os quais não se tem o mais importante de um negócio:  seu produto, a moeda de troca para a geração de lucro.

Exemplos de custos:

  • Matéria-prima;
  • Mão de obra;
  • Manutenção;
  • Gastos com a fabricação;
  • Embalagens;
  • Energia elétrica;
  • Materiais de conservação e limpeza.

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Despesas

Já as despesas correspondem a quantia gasta com bens e serviços que servem a manutenção da atividade-fim de um negócio. Assim, são gastos necessários para a manutenção da empresa, mas que não tem impacto direto em seu produto-final.

Exemplos de despesas:

  • Aluguel do espaço físico do negócio;
  • Contas de água, luz e internet;
  • Materiais de escritório;
  • Gastos com estrutura;
  • Lanche fornecido para os funcionários.

Leia também: Custo direto e indireto: diferenças e como controlá-los em pequenas e médias empresas

Como diferenciar esses conceitos?

Ainda não conseguiu pegar a diferença entre custo e despesa? Associe desta forma: o gasto é mais geral, de difícil vinculação com o produto-final? Então ele é uma despesa, caso contrário, é um custo.

Na rotina do seu negócio, para identificar essas nuances, pode usar o seguinte exercício: pergunte-se se a eliminação de certo gasto afeta a sua produção. Se sim, é um custo, já que tem impacto direto no produto. Caso contrário, é uma despesa.

Gastos fixos e variáveis

Outra definição para custos e despesas é se eles são fixos ou variáveis. Os gastos fixos são aqueles que devem ser pagos periodicamente de forma invariável. Ou seja, a empresa vendendo mais ou menos, eles não variam. Assim, pode-se citar como um exemplo de custo fixo o valor da mão de obra profissional, já uma despesa fixa é o aluguel.

Por outro lado, os gastos variáveis são aqueles que podem oscilar de um mês para outro, dependendo do ritmo de produção da empresa. Por exemplo, um custo variável é a matéria-prima. Se o produto começa a ter pouca saída, e para de ser fabricado temporariamente, os materiais empregados em sua fabricação são cortados da lista de curtos. Já como exemplo de custo variável, pode ser ter uma campanha de marketing pontual para o público interno ou externo, que pode impactar nas despesas de um dado período de tempo.

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Agora você já sabe a diferença entre custo e despesa e pode calcular corretamente todas as suas despesas para o correto controle de fluxo de caixa. Mas, se precisa de ajuda pode contar com a consultoria personalizada da Mais Consultoria.

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Como a estratégia corporativa pode beneficiar o meu negócio?

Com o desenvolvimento tecnológico, o aumento da competitividade dos mercados e a revolução de hábito dos consumidores, as corporações precisam, a todo momento, implementar uma estratégia corporativa que possibilite o destaque mediante a concorrência e o alcance de seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Hoje, os clientes não querem apenas comprar. Mas, fundamentalmente, estabelecer um diálogo e um relacionamento com as marcas.

Dessa forma, as empresas, além de oferecer um produto/serviço de qualidade, precisam estar presentes na vida dos consumidores e buscar um modelo de negócios sustentável.

Todas essas mudanças exigem a implementação de uma estratégia corporativa ostensiva, que impõe diversos desafios a uma empresa sobre reduzir, manter ou aumentar seu escopo corporativo, no que diz respeito a recursos, gestão, vendas e outros aspectos.

Ter uma estratégia corporativa bem delineada é essencial para a prosperidade de uma empresa. Se você quer entender melhor o conceito e seus benefícios práticos, continue a leitura!

O que é uma estratégia?

Estratégia Corporativa

Antes de entender o conceito de estratégia corporativa, é hora de parar, respirar e entender apenas o que é uma estratégia.

Essa palavrinha, que é um verdadeiro jargão nas empresas, consiste em um conjunto de mudanças competitivas e abordagens comerciais que os gerentes executam para atingir o melhor desempenho da empresa.

Ou seja, a estratégia é um conjunto de objetivos, finalidades, metas, diretrizes fundamentais e os planos para atingir os objetivos da empresa, organizados para definir em que situação a organização se encontra, que tipo de organização ela é ou deseja ser.

Níveis de estratégia

De acordo com os estudos da área, podem ser dois os níveis de estratégia. O primeiro deles é a estratégia das unidades de negócio, relativa às  ações específicas de cada empresa ou unidade do negócio para se tornar competitiva no mercado. Já a segunda, é a estratégia corporativa, tema do presente texto, que refere-se aos objetivos traçados para a totalidade do grupo empresarial.

Dessa forma, a estratégia corporativa é traçada a partir do momento em que a empresa tem várias unidades de negócios.

Desvendando o conceito de estratégia corporativa

Entendido o que é uma estratégia, é hora de desvendar a estratégia corporativa.

A estratégia corporativa é o conjunto de ações que uma empresa irá usar para ter vantagens competitivas no setor em que atua, para, assim, obter uma lucratividade superior média.

A escolha da estratégia corporativa de uma empresa é feita pela análise dos seus negócios (atuais e potenciais) e das operações realizadas em relação à sua situação de mercado.

Para assim, definir o posicionamento competitivo global da empresa no mercado. Aqui são declarados os mercados-alvo da empresa e como ela pretende estabelecer sua vantagem competitiva.

Liam Fahey, no livro “Gestão estratégica: o desafio empresarial mais importante da atualidade”, comenta que a estratégia corporativa é aquela que irá informar como uma empresa deve utilizar seus recursos, capacidades e limitações para construir vantagens competitivas que influenciarão positivamente a decisão de compra dos clientes.

Três aspectos da Estratégia Corporativa

Na hora de elaborar uma estratégia corporativa, em geral, os gerentes precisam se preocupar com três questões:

  • Escopo corporativo: qual é o complexo de negócios a corporação deve participar?
  • Relacionamento entre as suas partes: em quais bases as unidades de negócio da empresa devem se relacionar umas com as outras?
  • Os métodos que serão usados para gestão do escopo e dos relacionamentos: quais métodos (aquisições, alianças, investimentos) serão adotados para realizar mudanças específicas no escopo da empresa e nos relacionamentos?

A estratégia corporativa encontra-se em situações simples, do âmbito operacional, que, se esquecidas, podem levar ao fracasso toda a ação estratégica de uma organização.

Material gratuito: NPS

Tipos de estratégias corporativas

Há diferentes maneiras de trabalhar o conceito de estratégia corporativa. Conheça alguns modelos que podem ser muito úteis para o seu negócio:

Estratégia de diferenciação com foco

A estratégia de diferenciação com foco é voltada para um nicho bem específico. Nesse caso, o ideal é desenvolver algo que seja muito valorizado pelos clientes.

Seus produtos e serviços precisam apresentar diferenciais baseados em imagem, qualidade e suporte. Ou seja, deve oferecer soluções completas às necessidades dos clientes almejados.

O principal objetivo da estratégia de diferenciação com foco é conquistar uma posição única no mercado. Dessa forma, ter uma diferenciação em relação aos concorrente para tomar a preferência dos clientes.

Essa posição precisa se tornar um diferencial exclusivo e sustentável da empresa.

Para desenvolver uma estratégia de diferenciação com foco, é necessário:

  • Definir uma categoria isolada de clientes com a qual se possa trabalhar;
  • Entender o perfil desses clientes e o que eles valorizam;
  • Buscar artifícios para ser a única empresa a oferecer a solução ideal diante do que eles valorizam;

A estratégia de diferenciação com foco visa identificar e desenvolver um conjunto de diferenças significativas para distinguir a oferta da sua empresa da oferta da concorrência.

O objetivo aqui é encontrar aquele diferencial pelo qual o nicho de clientes escolhido será conquistado sem nem pensar duas vezes.

Gerência de carteira

Conhecido como um dos conceitos de estratégia corporativa mais utilizados, a gerência de carteira se baseia na diversificação pela aquisição.

Uma corporação adquire empresas sólidas e atraentes, cujos gerentes concordam em permanecer no cargo.

Para que uma empresa invista nessa estratégia, é necessário:

  • Ter elevada capacidade de descobrir e adquirir empresas a preços abaixo do valor real;
  • Ampla autonomia para as unidades e restrições aos tipos de unidades que podem entrar na carteira, para garantir que os gerentes não encontrem dificuldade em analisar criticamente;
  • Unidades de negócios autônomas;
  • Corporação com centro gerencial muito reduzido, de baixo custo;
  • Incentivos normalmente baseados nos resultados das unidades de negócios;

Reestruturação

A estratégia corporativa de reestruturação consiste em procurar organizações ou setores inteiros da empresa que não estão completamente desenvolvidos ou estão doentes e ameaçados.

Nesse caso, os líderes intervêm, trocando a equipe de gerentes da unidade, revendo o planejamento estratégico e/ou introduzindo novas tecnologias.

Definir uma estratégia corporativa é essencial para a sobrevivência e crescimento de uma empresa. Ela é capaz de influenciar os objetivos e a missão da empresa, tornando-se um verdadeira norte para tomada de decisões.

É função dos administradores da empresa dar atenção à estratégia corporativa e selecionar os melhores métodos e ações que ajudarão o negócio a alcançar seus objetivos e aspirações.

Leia também nosso artigo “Gestão de mudanças: por que ela é importante para sua empresa?”

Aplicação de uma Estratégia Corporativa

Resumindo, uma estratégia corporativa é uma alavanca crucial para o desempenho de empresas de múltiplos negócios.  E agora que você já conhece os três principais tipos de estratégia corporativa, deve estar se perguntando como implementá-los em seu negócio.

Pois bem, muitas vezes a colocação das ações em prática passa por certos problemas porque os próprios executivos têm dificuldades de entender como encaixar todos esses aspectos para realmente gerar valor econômico para a corporação.

Por isso, no momento de fazer toda essa estruturação ou reestruturação é importante contar com uma consultoria empresarial que possa contribuir com a criação do plano de estratégia corporativa e também com o treinamento e engajamento das equipes para que elas saiam do papel.

Nesse sentido, conte com a Mais Consultoria. São mais de 16 anos e mais de 200 empresas impactadas por nossos serviços nas frentes de estratégia, qualidade otimização e gestão financeira.

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