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Consultoria em Gestão Empresarial: quais são os benefícios?

Você já pensou em contratar uma empresa de consultoria em gestão empresarial?

Este tipo de serviço tem como objetivo fornecer soluções para o seu negócio por meio de uma visão de outro profissional. O consultor ajudará sua empresa a continuar crescendo e a obter resultados cada vez mais satisfatórios.

Para saber mais, continue lendo este artigo para entender melhor o trabalho das empresas de consultoria em gestão empresarial e por que vale a pena investir neste serviço!

O que é uma Consultoria em Gestão Empresarial?

A consultoria de gestão empresarial é um serviço prestado por profissionais que procuram encontrar soluções que possam melhorar a implementação do modelo de negócio em questão.

Consultores diagnosticam a situação atual da empresa para entender como ela opera e identificar problemas e oportunidades de melhorias.

O objetivo deste tipo de consultoria é melhorar a eficiência dos processos de negócio, otimizar os recursos disponíveis e reduzir custos de forma inteligente. A consultoria de gestão empresarial também é muito útil em projetos de expansão de negócios.

Os consultores são especialistas em tópicos específicos que a empresa precisa desenvolver com mais cuidado. Portanto, ele geralmente é mais pontual e experiente neste campo do que os profissionais que já trabalham na indústria.

5 motivos para contratar uma consultoria em gestão empresarial

  1. Maior velocidade na obtenção de resultados

Sabemos que, em muitos casos, precisamos saber esperar para atingir as expectativas. Na maioria dos casos, o tempo necessário para atingir a meta está mais relacionado à experiência, conhecimento e recursos disponíveis para a equipe do que ao tempo em si.

Portanto, é inteiramente possível que duas pessoas diferentes, uma mais bem preparada com recursos suficientes e a outra menos preparada com menos recursos, atinjam os mesmos resultados em diferentes períodos de tempo.

A contratação de um consultor de negócios permite atingir os resultados desejados com mais rapidez, pois traz recursos importantes para a empresa, principalmente o conhecimento e a experiência do consultor.

2) Possibilita uma visão externa do negócio

Ao contratar uma consultoria em gestão empresarial, você garante uma perspectiva imparcial sobre a maneira com que a empresa é conduzida.

É natural que a liderança não veja os problemas da empresa por estar muito próxima da empresa. Isso ocorre porque muitas dificuldades estão diretamente relacionadas à gestão.

Nesse sentido, as empresas de consultoria fornecem uma perspectiva externa de profissionais que podem analisar de forma neutra o que está acontecendo na empresa.

3) Facilita a tomada de decisão

A orientação de um consultor experiente é uma oportunidade para tomar decisões com mais confiança. Isso é mais benéfico para os empresários, que dirigem a empresa por conta própria e têm grande força de vontade, embora não tenham muita experiência.

Lembre-se que qualquer decisão errada pode prejudicar o negócio, por isso apostar na consultoria de negócios neste momento é uma forma de ganhar mais segurança.

4) Mantém o foco no resultado

Com o turbilhão de tarefas ao longo do dia, os gerentes costumam deixar as ações voltadas para os resultados em segundo plano. Ficar em contato com consultoras é uma forma de se comprometer com o crescimento, pois o empreendedor refletirá constantemente sobre seu desempenho.

5) Ótimo custo-benefício

Contratar um consultor externo pode parecer um grande investimento, mas não é. Se o empresário calcular corretamente, ele perceberá o valor de um serviço, o que pode não só aumentar sua receita e reduzir seus custos, mas também beneficiar todas as suas decisões futuras.

Quem precisa de uma consultoria em gestão empresarial?

Contratar uma consultoria é ideal caso você tenha um problema que deseja resolver ou se existe uma oportunidade de negócio que não sabe bem como aproveitar.

Na realidade qualquer empresa pode se beneficiar de uma consultoria, já que esse olhar de fora traz insights importantes para o futuro de qualquer negócio.

A consultoria em gestão empresarial pode estar relacionada a vários âmbitos da empresa: gestão financeira, vendas, estratégia, recursos humanos, contabilidade, processos, etc

Além disso, ela pode ser muito vantajosa para empresas que precisam criar uma estratégia de crescimento para o futuro. Assim, o consultor auxilia no diagnóstico do negócio, identificando o que pode ser melhorado e o que deve mudar.

Portanto, saiba que a consultoria em gestão empresarial traz benefícios para negócios de todos os portes e segmentos do mercado.

Precisando contratar uma consultoria em gestão empresarial?

Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas

Falamos muito sobre o que é um Plano de Negócios, além de sua aplicabilidade nas empresas, o que ele resolve, suas metodologias, estratégias, etc. O que vamos apresentar nesse artigo são dois Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas!

Ou seja, empresas que de fato possuem um plano de negócios rodando, como foi o desenvolvimento ao longo do tempo e como isto fez com que estas empresas alcançassem o patamar atual.

A ideia desse artigo é te apresentar a aplicação dos planos de negócios em diferentes realidades e contextos, no qual compreenderemos melhor a importância de se ter um e os resultados alcançados. Caso você tenha caído de paraquedas nesse post e queira entender melhor sobre o que é um plano de negócio, é só clicar aqui. Vamos lá?

Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas

  1. Coca-Cola

Bom, vamos ao que interessa para nós agora: cases de sucesso! E para começar, vamos falar de um estudo de caso da Coca-Cola. Sim, a gigante da “felicidade” (afinal de contas, quem nunca viu as propagandas de Natal da empresa e não quis comprar uma garrafa para a ceia?).

Que a nossa escolhida é um sucesso total isso ninguém tem dúvidas, mas para se manter no nível que alcançaram, sem ter um plano de negócios bem estruturado e sempre atualizado, é impossível.

Atualmente, é a maior empresa do setor “soft drinks”, de acordo com o ranking “Global 500 repport” da Brand Finance’s, com faturamento de cerca de 38 bilhões de dólares, 20 bilhões de dólares acima da principal concorrente (Pepsi).

Dentre todas as empresas no mundo, de todos os setores, é a 34ª maior marca do mundo. Mas manter-se no topo demanda mudanças que vão além de simples planos de ação dentro da organização. E a Coca-Cola mudou totalmente seu posicionamento de mercado nos últimos anos.

Entendendo as mudanças sócio-culturais, climáticas, de saúde e mercadológicas no qual o mundo vivencia atualmente, coube à empresa se adaptar às novas realidades, adequando seu planejamento estratégico: o foco em todas as ações tomadas pela empresa colocam o cliente no centro. Isso não diz respeito a aumentar o faturamento da empresa, mas como a opinião e gostos de cada pessoa importa para a marca.

A Coca-Cola atualmente

Hoje a Coca-Cola possui mais de 500 marcas em quase todas as categorias de bebidas, buscando sempre atingir todos os públicos, de todas as regiões do globo, entendendo a necessidade de se encaixar na cultura de cada lugar e agradar todos os consumidores, se preocupando inclusive com a saúde deles. Além disso, a empresa se posiciona fortemente no combate às mudanças climáticas, com todos os produtos ecologicamente corretos.

Tudo isto contribui para a Coca-Cola ser, de acordo com outro ranking, a 6ª empresa com marca mais forte no mundo. De acordo com o CEO da companhia, James Quincey:

“Estamos trabalhando para assegurar que os consumidores estejam no centro de nosso negócio para podermos continuar a crescer de maneira responsável. Se seguirmos por onde o consumidor está indo, nossas marcas irão prosperar e nosso sistema continuará a crescer. Isso é a nossa jornada”.

Todo esse processo de mudança de estratégia refletiu nas operações da empresa.

Com todas estas questões de sustentabilidade envolvidas, a empresa estreitou relações com ONGs e governos, além de importantes autoridades de saúde (como a OMS), promovendo mudanças em sua produção, desenvolvendo produtos mais saudáveis, sustentáveis e, claro, mais com a cara dos consumidores.

Isso impactou diretamente no crescimento financeiro da empresa: um crescimento em seu valor de mercado de $34,180 mi em 2016 para $37,935 mi
em 2020.

2. Agência Colorate

“Boa tarde Letícia, eu queria deixar aqui meu relato de que realmente foi muito bom trabalhar com todos vocês da Mais Consultoria. Minha avaliação eu dei nota 10 à vocês pela qualidade do serviço entregue.

O plano de negócio ficou realmente bem completo, todos conduziram o trabalho muito bem, com muita seriedade e mesmo no momento que eu precisei me ausentar, por estar doente, vocês deram continuidade não interrompendo o trabalho e com comprometimento de entrega.

Eu acho que todos trabalharam em uma integração com uma sinergia muito boa, resultando em um trabalho muito elogiado pelo cliente final.

É exatamente o que nós da agência Colorado prezamos: a qualidade e a satisfação do cliente, o que com certeza fará com que nós trabalhemos juntos novamente no futuro bem próximo. Obrigado a todos vocês por tudo e até breve!”

O depoimento acima é de um dos nossos clientes, o José Roberto, proprietário da Agência Colorate, uma agência de marketing de São Paulo – SP.

O desenvolvimento do Plano de Negócios para a Agência Colorate

O projeto no qual desenvolvemos com eles foi justamente um plano de negócios para um e-commerce. Porém, para um que ainda não existe. E como não existe, não podemos contar profundamente do que se trata o projeto e o plano em si.

No entanto, uma coisa que há em comum, tanto neste nosso projeto, quanto relacionado à Coca-Cola, foi a forma na qual buscamos olhar as percepções, dores e vontades dos consumidores. No mundo atual, é fundamental e inegociável se ter uma visão de “customer centricity”, isto é, o cliente no centro do negócio.

É ele quem é a principal parte interessada do negócio. Todas as estratégias da empresa foram focadas em ouvir os stakeholders (consumidores finais e usuários da plataforma de e-commerce), entendendo quais são suas respectivas necessidades.

Tudo isto com uma profunda pesquisa de mercado, tanto para validação de hipóteses quanto para coletar pontos de vistas de potenciais clientesR

Realização de um planejamento financeiro

A partir disso, toda a estratégia da empresa, diretrizes, plano de marketing, a operacionalização e todo o planejamento financeiro foi construído. Ao se entender o mercado, tanto na visão de consumidores quanto analisando outros players (concorrentes diretos e indiretos) já existentes, foi possível entender como a empresa atuaria no mercado e quem seriam os principais públicos-alvo do e-commerce.

Desenvolvimento do plano de marketing

Após esse momento, o plano de marketing foi desenvolvido: como a empresa estaria atingindo este público, as campanhas de divulgação direcionadas a cada um dos stakeholders, as parcerias que serão fundamentais para o projeto acontecer e muitos planos de ação, com objetivos e metas claras para o projeto rodar.

Elaboração do plano operacional

Tudo foi desenvolvido baseado em análises dos dados das pesquisas por todo o Brasil. Além do plano de marketing, foi desenvolvido o plano operacional: qual será a plataforma que será utilizada na empresa, pensando em proporcionar a melhor experiência possível para os consumidores.

Além disso, como ela se organizará internamente no que diz respeito à estrutura organizacional, com definição de cargos e tarefas para operar o negócio.

Por último, e talvez a parte mais importante do negócio, é de fato a estrutura financeira do projeto. Foi definido tudo o que diz respeito a custos, tanto investimentos iniciais quanto custos que serão mensais, sejam estes fixos ou variáveis.

Além disso, foi realizado um estudo aprofundado do mercado no qual o e-commerce será introduzido, entendendo taxas de crescimento do mercado.

Proporcionamos o desenvolvimento de projeções de crescimento da própria empresa, com a criação de cenários realista, pessimista e otimista.

Desta forma, foi possível se ter noção da viabilidade do negócio, o quanto tempo a empresa deixa de ter prejuízos e começa a ter um fluxo de caixa positivo e principalmente o tempo de retorno do investimento inicial realizado (payback). 


A Mais Consultoria Jr. pode ajudar a sua empresa!

Nós desenvolvemos ferramentas de gestão para empresas incluindo Plano de Negócio ! Através de uma análise personalizada do seu negócio vamos atuar com propostas que visam agregar valor e aumentar a competitividade do seu produto ou serviço. Clique no banner abaixo e entre em contato com um dos nossos consultores:

Cases inspiradores do Planos de Negócios nas empresas

 

Principais erros e acertos de um Plano de Negócios

O Plano de Negócios é um documento formal que registra as metas que a empresa terá que atingir para conseguir chegar a um resultado proposto. Separamos nesse artigo os principais erros e acertos de um Plano de Negócios, que infelizmente são erros bastante comuns e que não devem ser cometidos na criação de um plano de negócios eficiente e próspero.

Continue a leitura para entender como estruturar um bom plano que faça com que a sua empresa esteja internamente organizada e preparada para enfrentar os desafios que irão surgir! ↓

O que é o Plano de Negócios?

Antes de abordarmos os principais erros e acertos de um plano de negócios, você precisa entender o que é esse plano, certo?

Um Plano de negócios é uma ferramenta de gestão que permite que você entenda sobre o seu mercado de atuação. Além disso, ele também possibilita que você tenha uma visão mais precisa do futuro da empresa e, com isso, não siga um caminho errado.

O Planos de negócios também auxilia no processo de atrair investidores, uma vez que este documento demonstra que houve um trabalho em conhecer a fundo o mercado e que existe uma boa estruturação do seu próprio negócio.

Principais erros e acertos durante o desenvolvimento desse plano

Chegou o momento de conhecer os erros e acertos no plano de negócios que você não deve cometer na hora da elaboração. Vamos lá?

1. Achar que ele deve ser feito SOMENTE no início do empreendimento

O plano é uma ferramenta vital que não só deve ser revisado regularmente quando a empresa abre, ou seja, ele também deve ser revisto regularmente para a expansão e manutenção da empresa.

2. Não ter um objetivo claro

A falta de metas claras é um dos principais problemas que empreendedores(as)  enfrentam na hora de fazer planos de negócios. É necessário definir claramente quais são seus objetivos, bem como onde você deseja chegar com a empresa daqui um tempo.

O objetivo é a chave de sucesso de um Plano de Negócios! O foco principal deve ser dividido em pequenos objetivos. Portanto, você deve ter um plano de longo prazo, um plano a médio prazo e também um plano de curto prazo. Tudo isso definirá os principais objetivos da empresa!

3. Não fazer uma projeção financeira

O planejamento financeiro é uma parte importantíssima de qualquer plano, seja nos negócios ou na vida pessoal, não é mesmo?

Discuta com especialistas no assunto e descreve em quais ferramentas poderão ser investidas. O ideal é trabalhar com um o orçamento que supere totalmente os objetivos da empresa.

Questões burocráticas e legislativas, infraestrutura, capital de giro e custos fixos são alguns exemplos que devem constituir um plano financeiro e devem ser considerados para a eliminação de erros.

4. Não conhecer seu público-alvo e seus clientes

Se você não considerar os clientes é impossível esperar que uma empresa tenha sucesso. Esse processo pode ser realizado por meio de métricas, pesquisas ou conversas feitas diretamente com eles.

Descubra suas verdadeiras expectativas para o serviço e como o seu negócio pode e deve ajudá-los.

5. Não ter uma estratégia de Marketing

O marketing é a força vital de uma empresa. Por meio dele, você conquistará novos clientes, reterá os clientes existentes e colocará sua marca no mercado. O que acha de começar a investir  nesse método tão poderoso para os resultados do seu negócio?

Muitos gestores ignoram essa etapa do planejamento, porém o grande fato é que essa etapa é fundamental para o grande sucesso das empresas.  Do que adianta ter um produto ou serviço com inúmeras benefícios, se ele não for exposto e “vendido” através do Marketing?

6. Não ter projeções realistas

O otimismo ou pessimismo excessivo podem ser um erros muito sérios. Para evitar essa situação, o ideal é investir em uma projeção razoável e realista. Essas metas realistas irão garantir a segurança financeira de você e de sua equipe e evitar frustrações desnecessárias.

Uma boa técnica é quantificar os recursos de mínimos de sobrevivência da empresa, que devem ser mantidos por pelo menos 6 meses após a abertura da empresa. É necessário otimizar ao máximo o orçamento, evitando financiamentos muito altos e compra de equipamentos desnecessários.

Como desenvolver um Plano de Negócios?

Desenvolva um Plano de Negócios através de 5 partes fundamentais:

  • Sumário executivo;
  • Análise de mercado;
  • Plano de marketing;
  • Plano operacional;
  • Planejamento financeiro.

Sobre o tempo estipulado para a conclusão de todo o seu plano é interessante que não seja muito demorado e nem muito rápido. Leia o artigo da Harvard Business Review, o qual os pesquisadores descobriram que o tempo ideal para escrever todo o seu plano de negócios, é de 3 meses.

Para entender mais a fundo como aplicar o Plano de Negócios na sua empresa, acesse: Entenda como funciona um Plano de Negócios na prática!

Como vimos, investir em um bom plano de negócios é fundamental para o sucesso e a saúde de sua empresa.

Esperamos que você tenha aprendido no artigo os principais erros cometidos por outros empresas e evite possíveis erros no seu negócio!


Erros no plano de negócios nunca mais!

Você pode contar com toda nossa equipe para te ajudar a alavancar seu plano de negócios da sua empresa. Clique no banner abaixo e entre em contato com um dos nossos especialistas!

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Quais são as diferenças entre modelo e plano de negócio?

Você sabe qual a diferença entre modelo e plano de negócio? Apesar de terem nomes muito parecidos, eles são completamente diferentes, mas extremamente complementares!

Enquanto o modelo de negócio é a base, a ideia original de sua empresa, o plano é a sua estrutura, a descrição geral de como sua empresa funciona. O plano de negócio é um documento escrito, que contém tudo sobre a empresa, inclusive o detalhamento do modelo de negócios.

Antes disso, é importante entender os respectivos significados desses termos para que você possa entender suas semelhanças e diferenças e em qual estágio do negócio você deve prestar atenção a cada termo. Continue a leitura!

O Plano de Negócio

O Plano de Negócio (também conhecido como Business Plan) é o método mais tradicional usado há dezenas de anos para explicar novas empresas!

Normalmente, é um arquivo em Word/PDF que contém descritivamente todas as áreas do negócio, como:

a) Descrição dos Produtos e Serviços
b) Análise da Concorrência
c) Estratégia de Marketing
d) Segmento de Clientes
e) Distribuição Societária
f) Classificação Tributária
g) Estrutura Organizacional
h) Projeção Financeira e de Retorno

A última coisa a notar é que o plano de negócios é baseado em uma ideia de negócio, geralmente relacionada às habilidades técnicas do empresário. Em outras palavras, todo o plano foi desenvolvido para “provar” que a ideia é comercializável, financeiramente viável!

O foco do plano de negócios é fornecer aos executivos, investidores e outras partes interessadas uma visão abrangente e detalhada da situação do negócio. Este é um documento de extrema importância para a busca de empréstimos, fontes de financiamento e investimentos, viu?!

O plano é uma ferramenta vital que não só deve ser revisado regularmente quando a empresa abre, mas também deve ser revisto regularmente para a expansão e manutenção da empresa.

O Modelo de Negócio

Já o Modelo de Negócio (também conhecido como Business Model) é uma ferramenta nova desenvolvida pelo consultor Alexander Osterwalder em 2008

O modelo de negócios representa como a empresa cria e entrega valor aos clientes. Isso é feito estruturando os elementos e etapas que tornam sua empresa única e demonstrando “como” o trabalho é feito.

Dentre algumas das possibilidades de elaboração de modelos de negócios, a mais conhecida é por meio de um método denominado Canvas.

O Canvas é uma ferramenta visual, muito simples, essencial para qualquer tipo de empresa. Ele ajuda a identificar a maneira  como a empresa consegue criar, entregar e capturar o valor. É por meio da ferramenta que o Empreendedor fará uma reflexão identificando se existe uma conexão entre as partes, formando um sistema.

Essa ferramenta o ajudará na fase de análise das oportunidades de mercado que os empreendedores pensam. Com ele, é possível entender a natureza do negócio, não o planejamento.

No Modelo de Negócio, é o momento de expor de maneira bastante clara e direta a proposta de valor da empresa. Isso é realizado por meio de um quadro, formado por 9 blocos:

  1. Proposta de valor
    o que é que vou entregar? qual o diferencial? qual a inovação na atividade que vai gerar ganho
  2. Para quem
    Público-alvo que se pretende atingir
  3. Como
    Qual a dinâmica do negócio, operação, possíveis parcerias
  4. Quanto
    fonte de receita, de que maneira o negócio vai se monetizar

Diferença: Modelo e Plano de Negócio

A essa altura, você deve ter percebido que esses dois processos são particularmente importantes, mas em geral são completamente diferentes. Por outro lado, um plano de negócios é um documento detalhado que pode comprovar sua viabilidade para você e para o futuro relacionado ao seu negócio.

Isso é feito por meio de análises de mercado, econômicas e de processos. Por outro lado, um modelo de negócio é um documento com vieses visuais e práticos, para que qualquer pessoa possa entender seu negócio de uma perspectiva macro, mesmo em novos projetos dentro do seu escopo de negócios.

É verdade: toda empresa tem um plano de negócios, mas pode ter vários modelos de negócios, cada um deles separado pelo tipo de entrega.

Ambas as ferramentas são eficazes e interessantes quando se trata de construir um negócio.

Um pode aprofundar mais dados e mostrar caminhos que podem ser explicados a outros, enquanto o outro é mais flexível e permite que outras visões auxiliem na execução de propostas e discussões entre parceiros e funcionários.

Em suma, o modelo de negócio é a ideia de como você pretende ganhar dinheiro, já o plano de negócio é exatamente como você planeja fazer isso.


Construir um novo negócio do zero não é uma tarefa nada fácil. No entanto, um bom começo pode evitar problemas que possam surgir no futuro. Dessa forma, você garante previsibilidade e avaliacuidadosamente a viabilidade de novos projetos.

A Mais Consultoria Jr. pode te ajudar!

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Entenda melhor o seu consumidor através da criação de personas

Conhecer o próprio cliente é uma forma de conversar com esse público e gerar melhores resultados para o negócio, com a entrega de serviços e produtos alinhados com a expectativa da clientela.

Para as estratégias de marketing e prospecção de clientes usa-se o termo “persona”. Através da projeção de um cliente ideal as empresas podem criar um personagem que represente sua persona ou personas.

Uma marca pode ter mais de uma persona, quando se trabalha com variados produtos ou serviços que atendam mais de uma parcela de mercado.

Neste artigo te mostraremos algumas técnicas para compreensão do perfil do cliente e formas de aplicação desse conhecimento para agregar valor ao seu produto ou serviço. Aproveite a leitura!

Quem são as “personas”?

Um personagem é um personagem semifictício, que representa o cliente perfeito de sua empresa. Portanto, sua construção é toda baseada em dados reais para integrar as principais características dos clientes. Com base nisso, é possível traçar uma estratégia mais consistente e direcionada.

As personas buscam traçar um perfil mais detalhado, então outros aspectos são levados em consideração, como: quais são seus desejos e gostos e quais os problemas e dores essa persona enfrenta no dia a dia –  problemas que você pode solucionar com seus produtos e serviços, certo?!

Os papéis são desenvolvidos a partir de pesquisas com o público-alvo e ajudam a nortear as ações e estratégias da empresa.

Em comparação com a análise feita para descobrir público-alvo, a pesquisa sobre personas é mais aprofundada, envolvendo os seguintes fatores:

  1. estilo de vida;
  2. características pessoais,
  3. interesses profissionais;
  4. preferências de lazer;
  5. participação em redes sociais;
  6. descrições de comportamento
  7. elementos psicológicos;
  8. costumes;
  9. principais dificuldades e desafios.

Qual diferença entre público-alvo e persona?

Persona e público-alvo não são a mesma coisa. Já explicamos sobre o que é a persona, mas afinal, o que é público-alvo e qual a diferença?

O conceito de público-alvo está relacionado a um grupo de pessoas que possuem características em comum, como idade, gênero, localização, renda, escolaridade, etc. Por exemplo: profissionais da área da saúde que fazem residência, entre 25 a 30 anos, moradores de Belo Horizonte, com uma renda entre R$ 4.000 a R$ 10.000.

Comparando na prática, fica mais fácil visualizar a diferença entre os dois conceitos. O público-alvo se concentra em uma definição mais geral, deixando espaço para simplificações e estereótipos subconscientes. Por outro lado, as funções criam uma identidade bem definida, humana e personalizada para clientes ideais.

Para resumir, o público-alvo inclui todas as pessoas que podem se interessar por suas soluções. No entanto, ao direcionar todas as suas ações com base apenas nele, você atingirá muitos indivíduos que não têm o menor interesse nos seus produtos ou serviços. Dessa forma, o público-alvo dá um norte de quem a marca deseja atingir, enquanto a persona compreende com exatidão quem a empresa quer e precisa interagir.

Exemplos de Personas

1) Juliana, 26 anos é graduanda em Marketing. Mora sozinha em São Paulo, no bairro Perdizes, em um apartamento quarto e sala. Atualmente, trabalha em uma pequena Agência de Marketing e seu grande objetivo é ter seu própria agência. Sua renda mensal é de R$2.000. Ela tem um perfil bastante humano, é focada, dedicada, esforçada e aplicada nos estudos. Sua vida é corrida, ela se divide entre os estudos e trabalho. Está sempre buscando artigos, livros, e-books, cursos presenciais e online, sites, plataformas e aplicativos que possam ajudá-la a melhorar ainda mais na sua profissão. Sua maior dificuldade é encontrar plataformas e aplicativos com conteúdo de qualidade que possam realmente contribuir para o seu aprendizado. Usa bastante o WhatsApp para se comunicar e sempre encontra um tempinho para olhar o Instagram.

2) Maria Clara tem 32 anos é solteira, mora sozinha com com o seu
cãozinho chamado Luke. Ela é professora em uma universidade pública e durante o ano costuma fazer viagens para apresentar resultados de suas pesquisas acadêmicas em diversos lugares do Brasil. Por isso, precisa de um local de confiança que dê máxima atenção para o seu companheiro durante a sua ausência. Se informa através do WhatsApp e utiliza o Facebook para interagir com seus familiares.

Por que as personas são importantes para a sua estratégia?

A criação de personas é uma etapa essencial em uma estratégia de negócio focada em resultados. A razão é simples: quando entendemos nosso papel, podemos passar a mensagem certa para a pessoa certa no momento certo. Por outro lado, sem um papel claro, sua estratégia será jogada fora. É como falar português com alguém que só fala russo ou tentar vender um pedaço de carne  para vegetarianos.

Listamos os principais motivos pelos quais as personas são importantes para uma estratégia empresarial:

  • Conhecer o seu cliente profundamente;
  • Entender o real valor do seu produto para o seu cliente;
  • Descobrir os melhores canais para se comunicar com o público;
  • Definir as melhores pautas e formatos de conteúdo para conduzir o cliente pela Jornada de Compra;
  • Optar pela melhor linguagem e tom de voz para se comunicar com a sua audiência;
  • Otimizar a experiência do usuário.

Como coletar essas informações específicas do seu público?

No relacionamento com o cliente você pode coletar esses dados para aprimorar a sua persona de diferentes formas. No marketing digital isso pode ser feito por meio da captação e nutrição de leads (para novos clientes) em meio às redes sociais, com formulários e pesquisas.

Já âmbito da prospecção de clientes, o CRM (Customer Relationship Management) pode ajudar a gerir o relacionamento com o público. Além disso, com pesquisas, como a de NPS, fica mais fácil pensar em formas de conhecer e cativar também aqueles que já são clientes.

Criando suas personas na prática

Desenvolvemos uma ferramenta gratuita para facilitar esse processo de construção das personas do seu negócio! Para acessar é muito fácil: você pode acessar a aba “Materiais” no menu do site ou clicar no banner abaixo.

Criando suas personas na prática
Criando suas personas na prática

5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatoriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Já imaginou ter resultados positivos durante o ano todo? Tenha o apoio profissional necessário para decolar os resultados do seu negócio!

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Mapeamento de Processos: otimize o desempenho dos processos da sua empresa

O que é o Mapeamento de Processos?

Para começar a falar sobre Mapeamento de Processos, primeiro temos que entender o que é um “Processo”, que tem como definição:

Uma sequência contínua de fatos ou operações com início, meio e fim, que tomam um insumo (input) e o transformam para criar um resultado (output). Essas operações normalmente se reproduzem com uma certa regularidade.

O mapeamento de processos é uma ferramenta de gerenciamento e comunicação, sendo muito usada pelas empresas. O objetivo desse mapeamento é fazer com que elas entendam de forma objetiva e prática suas operações.

Isso é feito através da identificação e da disposição visual da sequência das tarefas que fazem parte de um processo e de outros elementos que se relacionam com esse fluxo de trabalho. Ou seja, o mapeamento é a identificação e representação das tarefas de um processo e seu fluxo.

Muitas vezes, as empresas perdem tempo e dinheiro tornando uma tarefa mais eficiente sendo que esta sequer é necessária, ou pior, é até mesmo prejudicial para o negócio.

Em geral, as empresas executam diversas tarefas sem um propósito claro ou um objetivo bem definido. Assim, não sabem exatamente como essa tarefa realmente pode impactar na cadeia de produção. Elas acabam colocando muito esforço para realizar algumas tarefas, sem saber se elas realmente agregam valor no produto final.

Em muitas empresas existem diversas funções padronizadas e enraizadas na cadeia produtiva que são de baixo valor e que nem deveriam ser feitas! Muita das vezes elas atrapalham outras atividades de maior importância e prioridade.

Além dessa falta de foco e priorização, a inexistência dessa visão de todos os processos ainda pode causar:

  • retrabalho nas atividades;
  • prazos não cumpridos;
  • custo dos processos maiores;
  • desgaste e desmotivação na equipe;
  • dúvidas constantes sobre o que fazer no processo.

Então, como é possível evitar essas situações na sua empresa?

Os principais objetivos do mapeamento de processos em uma empresa são:

  • Entender como os processos funcionam;
  • Produzir documentação padrão sobre o processo: assim qualquer profissional que entre no cargo ou necessite trabalhar com determinada atividade conseguirá entender as etapas envolvidas e sua complexidade;
  • Realizar melhorias no processo;
  • Garantir que cada um dos processos sejam executados da melhor forma possível;
  • Proporcionar mudanças detalhadas no processo.

Vantagens do mapeamento de processos

Quando os processos de uma empresa estão mal estruturados o desempenho dela é colocado em risco. Além das desvantagens já citadas, existe ainda a possível dependência do processo em relação a um determinado funcionário. Esse fator traz dificuldades para a empresa quando este se ausenta por alguma enfermidade ou férias, por exemplo).

Para um gestor que desconhece cada etapa dos processos sob sua direção, existe também a dificuldade de monitorar o trabalho e encontrar onde estão os problemas.

Dessa forma, para que a empresa possa realizar as suas atividades da melhor forma possível, é necessário mapear –  identificar, compreender e documentar – seus processos para potencilizar o seu desempenho, especialmente aqueles  relacionados com sua proposta de valor.

Quais as vantagens do mapeamento de processos para o seu negócio?

  • Possibilita identificar os gargalos de produção e remodelar os processos para que se tornem mais eficientes;
  • Relaciona as pessoas que fazem parte do processo. É possível definir funções e tarefas, trazendo mais transparência ao projeto, assim todos conseguem entender como seu trabalho pode impactar no trabalho das outras pessoas;
  • Possibilita a vizualização das possibilidades de automatização de alguma parte ou até mesmo de todo o processo;
  • Facilita controlar os recursos necessários para que o processo consiga cumprir seu objetivo. Assim, é possível garantir que não faltem insumos dentro da cadeia produtiva;
  • Traz visibilidade para as saídas e entradas do processo, sendo assim, possibilita calcular os custos de cada etapa;
  • Permite medir o desempenho dos processos: possibilita a padronização das tarefas – caso o processo seja executado de formas diferentes, dificilmente será possível fazer uma comparação de indicadores, certo?

Através do mapeamento de processos que o gerente consegue ter uma visão realista e sistêmica da sua empresa. Além disso, os profissionais conseguem enteder como o seu trabalho se relaciona com a dos demais. Com toda informação bem estruturada, é possível identificar os gargalos e criar planos de ação para melhorias da produção. Além de possibilitar uma gestão transparente, unificando a linguagem adotada nos processos da empresa.

Além disso, essa prática de identificação e documentação é essencial para aplicação de muitas metodologias de melhoria de processos, como o Lean Manufacturing, o Ciclo PDCA e o Diagrama de Ishikawa. É através de uma representação bem estruturada do processo que surgem as sugestões de melhoria e a aplicação eficaz dessas metodologias.

Como fazer o Mapeamento de Processos

Precisamos levar em conta muitos parâmetros quando elaboramos o mapeamento de processos. Por isso, neste artigo te daremos um passo a passo dessa implementação! É preciso considerar que esses passos podem variar conforme o modelo de negócios da sua empresa, o nível de maturidade dos processos e, ainda, de acordo com as informações já disponíveis sobre as tarefas exercidas pelos departamentos.

Passo a Passo!

  • 1º passo: Determinar o objetivo dos processos;

Em uma empresa, cada processo deve contribuir individualmente para que esta alcance seus objetivos, e os que não contribuírem devem ser eliminados. Deve-se buscar o entendimento de como cada um deles se relaciona e contribui efetivamente para cadeia de valor, de maneira a montar uma lista de prioridade entre os processos.

  • 2º passo: Identificar as entradas e saídas de cada processo;

Podemos conceituar entradas ou “inputs” como os insumos que o processo recebe para poder operar, e as saídas ou “outputs” como aqueles produtos de fato entregues pelas atividades do processo. Tanto as entradas quanto as saídas podem ser algo físico ou não, a entrada para um processo de compras por exemplo, pode ser o “pedido de um cliente”, e a saída, a “entrega do produto”. Identificar estes elementos é importante para se entender a finalidade de cada processo.

  • 3º passo: Identificar os fornecedores e clientes;

Após reconhecer as entradas e saídas do processo, é necessário diferenciar os stakeholders de cada processo, ou seja, os fornecedores, colaboradores e clientes, etc. É fundamental identificá-los para entender a importância e efetividade deles dentro do processo.

  • 4º passo: Identificar os componentes necessários;

É necessário identificar os componentes que cada processo necessita para pegar o “input” e transformá-lo no “output”, ou seja, essa etapa consiste basicamente em compreender e identificar a transformação operada por esse processo.

  • 5º passo: Classificar os processos;

Como dito antes, o mapeamento de processos facilita a priorização destes, possibilitando que a empresa foque nas principais atividades da sua cadeia produtiva. Sendo assim, é muito importante que classificar os processos em diferentes tipos que, geralmente, são:

  • Gestão: Onde está concentrada a estratégia da empresa;
  • Missão: Onde se concentram os processos que suprem as necessidades do cliente;
  • Suporte: Onde concentram os processos que suprem as necessidades internas da empresa;

 

  • 6º passo: Estruturar as regras de negócio e os Handoffs;

As regras de negócios são as restrições que refletem no direcionamento das decisões dentro da empresa. Por exemplo: em um determinado processo se o valor de compra dos materiais for superior a 5.000 reais a compra deve ser necessariamente autorizada pelo diretor financeiro, mas se for inferior pode ser aprovada por um gerente.

Handoff, segundo o BPM CBOK, é qualquer ponto no processo onde o trabalho ou a informação passa de uma função para a outra, ou seja, é basicamente a troca de responsabilidade entre equipes. Por exemplo: se o responsável pelo departamento de gestão de pessoas esquece de verificar com o departamento financeiro se existe alguma demanda passível de desconto na rescisão de um funcionário, isso geraria um prejuízo financeiro para a empresa.

Ao analisar as regras de negócios e os Handoffs é possível encontrar etapas de processos ineficientes. Nessa etapa é muito importante verificar se o que está sendo executado segue a estratégia de negócio da empresa.

  • 7º passo: Documentar os processos;

Após realizar o levantamento das atividades da empresa, é hora de formalizar toda essa estrutura, o que geralmente se faz através de um diagrama gráfico.

O principal documento nesse passo é o diagrama de processos, nele está contido toda a informação necessária para o entendimento das atividades da empresa.

Além disso, nessa etapa é possível relacionar as formas de acompanhamento de desempenho das atividades e começar a identificar as principais possibilidades de melhoria nos processos.

  • 8º passo: Otimizar os processos;

Agora que os processos estão mapeados é possível eliminar ou otimizar os processos, buscando melhorias para o desempenho da empresa.

É importante reconhecer as melhorias que o processo necessita: conflitos, atrasos, obstáculos, ou até mesmo as atividades críticas – que geram maior valor na cadeia produtiva. Além disso, deve-se atentar às atividades finais em que existe contato direto com o cliente, para garantir a melhor experiência possível.

Existem algumas ferramentas de melhoria de processos como a 5W2H, PDCA e Diagrama de Ishikawa. Elas irão ajudar a busca pelas causas dos problemas e pelas possibilidades de melhoria.

Por fim, essas melhorias devem ser aplicadas no processo e, depois, elas devem ser acompanhadas para que o projeto garanta a sua eficácia.

Exemplo de um Mapeamento de Processos

Para conseguir entender bem o exemplo, temos que considerar um ponto importante na construção do mapeamento de processos: a decisão de qual notação utilizar! Dessa forma, toda a equipe precisará saber qual será o padrão de ícones a ser utilizados. Algumas notações utilizadas são a notação Fluxograma e a notação BPMN (Business Process Model and Notation).

Utilizamos o fluxograma quando existem processos mais simples, com menos ícones representativos. Já a notação BPMN é capaz de apresentar os processos complexos de forma clara e intuitiva. É ideal para ser automatizada, de tal maneira que os processos poderiam ser controlados e monitorados fornecendo indicadores de desempenho para ações de melhoria.

Um exemplo de um mapeamento simplificado dos processos de uma pizzaria:

fluxograma de processos de uma pizzaria

 

A notação BPMN é padrão para comunicação no mundo dos negócios e permite que você ilustre os processos de uma forma mais completa.

símbolos da notação BPMN

 

Aqui nós temos um exemplo de documento que mostra o mapeamento de um processo de melhoria de desempenho de trabalho, utilizando a notação BPMN e a ferramenta Bizagi para o mapeamento de processos:

fluxograma de processos de uma empresa

 

As equipes enfrentarão algumas barreiras durante a implementação do mapeamento, como por exemplo:

  • escolher a notação;
  • a resistência dos empregados à mudança;
  • a dificuldade de se expressar de quem executa a tarefa mapeada;
  • a falta de visão dos processos da equipe;
  • a falta de colaboração dos envolvidos.

Um bom projeto de mapeamento, bem implementado, consegue coordenar as partes da empresa para lidar com essas dificuldades. Esperamos que você tenha entendido a importância do mapeamento de processos para a sua organização.

Se você procura para potencializar os resultados da sua empresa através do mapeamento de processos, entre em contato conosco!

Sustentabilidade empresarial: adote essa prática

O que é sustentabilidade empresarial?

A sustentabilidade empresarial é, basicamente, um conjunto de práticas trabalhadas por uma marca para contribuir com o desenvolvimento mais sustentável da sociedade em relação ao meio ambiente. Dessa forma, são consideradas medidas nesse sentido, soluções referentes à degradação ambiental e, consequentemente,  a preservação de recursos minerais e naturais.

Mas, uma empresa precisa também crescer economicamente para se manter em atividade, cumprindo suas entregas e funções. E existem muitas maneiras de unir o desenvolvimento sustentável e econômico de um negócio. Confira algumas dicas que vão te ajudar nessa missão.

Vantagens de implementar um projeto de sustentabilidade empresarial

É urgente que terceiro setor, Estado e as pessoas desenvolvam formas de viver sustentavelmente. Isso porque toda a natureza está em um nível profundo de esgotamento. É possível perceber isso por muito sinais, como secas, queimadas e enchentes em níveis extremos.

A partir dessa urgência, muitos consumidores tem se atentado para as marcas que trabalham em prol da causa ambiental. Ou seja, as empresas que atuam dessa forma são mais bem vistas por seu público.

Além disso, medidas sustentáveis acabam sendo muito mais econômicas. Por exemplo, tentar reduzir o consumo de água, matéria-prima, ou usar fontes de energias renováveis e reaproveitar materiais, são formas de contribuir com o meio ambiente e também com o caixa do seu próprio negócio. Essa redução de custos podem ser sentida a curto e longo prazo, dependendo das estratégias empregadas.

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Mercado de ações e sustentabilidade empresarial

E não é apenas junto aos consumidores que a empresa passa a ser mais valorizada. O mercado também mensura as atividades de sustentabilidade empresarial e isso incide sobre o valor da marca. Um bom exemplo disso é que a Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, criou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).

O ISE analisa a performance das empresas no aspecto da sustentabilidade corporativa. Para isso, baseia-se em eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Além disso, faz uma diferenciação em termos de qualidade, nível de compromisso com o desenvolvimento sustentável, equidade, transparência e prestação de contas, natureza do produto. E ainda do desempenho empresarial nas dimensões econômico-financeira, social, ambiental e de mudanças climáticas.

Mas não são apenas as grandes empresas que devem promover sua marca de fora mais sustentável. Medidas simples já fazem toda a diferença, na preservação ambiental e na economia.

Ações: os 4 Rs

Sustentabilidade empresarial: os 4 Rs

 

A sustentabilidade desenvolve-se a partir de 4 Rs: repensar, reduzir, reutilizar e reciclar. Dessa forma, para implementar ações voltadas para a proteção ambiental é preciso atuar nessas 4 esferas.

1- Repensar

Este é o momento de colocar na ponta do papel e avaliar o que está sendo feito hoje na sua empresa. A partir disso é que se pode estabelecer de que forma é possível atuar de forma mais sustentável. Depois da reflexão pense em ações voltadas para estas 3 frentes de atuação: reduzir, reutilizar e reciclar.

Vale destacar que é importante desenvolver suas ações seguindo exatamente essa ordem, primeiro buscando a redução, para evitar desperdícios, depois reutilizando e, por fim, reciclando. Assim evitam-se gastos para o descarte e refação de novas peças com os materiais jogados fora.

2- Reduzir

A redução refere-se a produção de lixo, consumo de recursos e também produção de poluentes. Nas empresas, ações voltadas para essa redução estão intimamente relacionadas com a utilização de combustíveis limpos e redução de desperdícios.

De que forma isso pode ser feito? Uma consultoria de otimização de processos dá conta de colocar em prática essas ações. Com esse serviço ainda é possível gerar um maior  e melhor rendimento na produção.

Sustentabilidade empresarial: reduzir

Além disso, o uso de energias renováveis, como a solar, uma das mais acessíveis atualmente no Brasil, ajuda a reduzir o consumo de outras fontes, como a produzida por hidrelétricas. Outra ação nesse sentido é trocar as lâmpadas para as de LED. O impacto disso também pode ser sentido na conta de luz, que acaba sendo um dos maiores gastos em empresas de todos os portes.

3- Reutilizar

A reutilização em empresas passa pelo aproveitamento de embalagens e outros materiais que envolvem a produção, dando a ele uma nova finalidade. Além dessa medida, o uso de restos de alimentos do refeitório, em compostagem, por exemplo, é uma maneira efetiva de reduzir a quantidade de lixo mandada para os aterros diariamente.

No entanto, se a sua empresa não dispõe de espaço, uma forma muito importante de reutilização é a doação. Por exemplo, se o seu empreendimento utiliza muito cabos, que são fornecidos em carretel, é possível doá-los para entidades fazerem o aproveitamento para o artesanato. O mesmo vale para potes, vidros e até mesmo óleo de cozinha, esse último é transformado em sabão e ainda complementa a renda de muitas pessoas.

4- Reciclar:

Por fim, a reciclagem resulta na transformação de um objeto em um novo produto. Aqui são destinados os materiais que não puderam ser aproveitados nos outros Rs. Para contribuir para a reciclagem é preciso fazer a coleta seletiva. Além disso, filiar-se a uma empresa responsável pelo recolhimento e destinação correta desses materiais. O impacto da reciclagem está em poupar matéria-prima que seria retirada da natureza. 

A urgência da sustentabilidade empresarial

Todas essas ações precisam ser colocadas em prática com máxima urgência para benefício do nosso ecossistema e garantia de vida equilibrada para as futuras gerações. Precisa de ajuda para colocar tudo isso em prática? Conte com a Mais Consultoria, nossos serviços de otimização, qualidade, estratégia e gestão financeira podem te auxiliar a desenvolver seu negócio de forma rentável e ainda assim sustentável.

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