5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatóriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Mapeamento de Processos: otimize o desempenho dos processos da sua empresa

O que é o Mapeamento de Processos?

Para começar a falar sobre Mapeamento de Processos, primeiro temos que entender o que é um “Processo”, que tem como definição:

Uma sequência contínua de fatos ou operações com início, meio e fim, que tomam um insumo (input) e o transformam para criar um resultado (output). Essas operações normalmente se reproduzem com uma certa regularidade.

O mapeamento de processos é uma ferramenta de gerenciamento e comunicação, sendo muito usada pelas empresas. O objetivo desse mapeamento é fazer com que elas entendam de forma objetiva e prática suas operações.

Isso é feito através da identificação e da disposição visual da sequência das tarefas que fazem parte de um processo e de outros elementos que se relacionam com esse fluxo de trabalho. Ou seja, o mapeamento é a identificação e representação das tarefas de um processo e seu fluxo.

Muitas vezes, as empresas perdem tempo e dinheiro tornando uma tarefa mais eficiente sendo que esta sequer é necessária, ou pior, é até mesmo prejudicial para o negócio.

Em geral, as empresas executam diversas tarefas sem um propósito claro ou um objetivo bem definido. Assim, não sabem exatamente como essa tarefa realmente pode impactar na cadeia de produção. Elas acabam colocando muito esforço para realizar algumas tarefas, sem saber se elas realmente agregam valor no produto final.

Em muitas empresas existem diversas funções padronizadas e enraizadas na cadeia produtiva que são de baixo valor e que nem deveriam ser feitas! Muita das vezes elas atrapalham outras atividades de maior importância e prioridade.

Além dessa falta de foco e priorização, a inexistência dessa visão de todos os processos ainda pode causar:

  • retrabalho nas atividades;
  • prazos não cumpridos;
  • custo dos processos maiores;
  • desgaste e desmotivação na equipe;
  • dúvidas constantes sobre o que fazer no processo.

Então, como é possível evitar essas situações na sua empresa?

Os principais objetivos do mapeamento de processos em uma empresa são:

  • Entender como os processos funcionam;
  • Produzir documentação padrão sobre o processo: assim qualquer profissional que entre no cargo ou necessite trabalhar com determinada atividade conseguirá entender as etapas envolvidas e sua complexidade;
  • Realizar melhorias no processo;
  • Garantir que cada um dos processos sejam executados da melhor forma possível;
  • Proporcionar mudanças detalhadas no processo.

Vantagens do mapeamento de processos

Quando os processos de uma empresa estão mal estruturados o desempenho dela é colocado em risco. Além das desvantagens já citadas, existe ainda a possível dependência do processo em relação a um determinado funcionário. Esse fator traz dificuldades para a empresa quando este se ausenta por alguma enfermidade ou férias, por exemplo).

Para um gestor que desconhece cada etapa dos processos sob sua direção, existe também a dificuldade de monitorar o trabalho e encontrar onde estão os problemas.

Dessa forma, para que a empresa possa realizar as suas atividades da melhor forma possível, é necessário mapear –  identificar, compreender e documentar – seus processos para potencilizar o seu desempenho, especialmente aqueles  relacionados com sua proposta de valor.

Quais as vantagens do mapeamento de processos para o seu negócio?

  • Possibilita identificar os gargalos de produção e remodelar os processos para que se tornem mais eficientes;
  • Relaciona as pessoas que fazem parte do processo. É possível definir funções e tarefas, trazendo mais transparência ao projeto, assim todos conseguem entender como seu trabalho pode impactar no trabalho das outras pessoas;
  • Possibilita a vizualização das possibilidades de automatização de alguma parte ou até mesmo de todo o processo;
  • Facilita controlar os recursos necessários para que o processo consiga cumprir seu objetivo. Assim, é possível garantir que não faltem insumos dentro da cadeia produtiva;
  • Traz visibilidade para as saídas e entradas do processo, sendo assim, possibilita calcular os custos de cada etapa;
  • Permite medir o desempenho dos processos: possibilita a padronização das tarefas – caso o processo seja executado de formas diferentes, dificilmente será possível fazer uma comparação de indicadores, certo?

Através do mapeamento de processos que o gerente consegue ter uma visão realista e sistêmica da sua empresa. Além disso, os profissionais conseguem enteder como o seu trabalho se relaciona com a dos demais. Com toda informação bem estruturada, é possível identificar os gargalos e criar planos de ação para melhorias da produção. Além de possibilitar uma gestão transparente, unificando a linguagem adotada nos processos da empresa.

Além disso, essa prática de identificação e documentação é essencial para aplicação de muitas metodologias de melhoria de processos, como o Lean Manufacturing, o Ciclo PDCA e o Diagrama de Ishikawa. É através de uma representação bem estruturada do processo que surgem as sugestões de melhoria e a aplicação eficaz dessas metodologias.

Como fazer o Mapeamento de Processos

Precisamos levar em conta muitos parâmetros quando elaboramos o mapeamento de processos. Por isso, neste artigo te daremos um passo a passo dessa implementação! É preciso considerar que esses passos podem variar conforme o modelo de negócios da sua empresa, o nível de maturidade dos processos e, ainda, de acordo com as informações já disponíveis sobre as tarefas exercidas pelos departamentos.

Passo a Passo!

  • 1º passo: Determinar o objetivo dos processos;

Em uma empresa, cada processo deve contribuir individualmente para que esta alcance seus objetivos, e os que não contribuírem devem ser eliminados. Deve-se buscar o entendimento de como cada um deles se relaciona e contribui efetivamente para cadeia de valor, de maneira a montar uma lista de prioridade entre os processos.

  • 2º passo: Identificar as entradas e saídas de cada processo;

Podemos conceituar entradas ou “inputs” como os insumos que o processo recebe para poder operar, e as saídas ou “outputs” como aqueles produtos de fato entregues pelas atividades do processo. Tanto as entradas quanto as saídas podem ser algo físico ou não, a entrada para um processo de compras por exemplo, pode ser o “pedido de um cliente”, e a saída, a “entrega do produto”. Identificar estes elementos é importante para se entender a finalidade de cada processo.

  • 3º passo: Identificar os fornecedores e clientes;

Após reconhecer as entradas e saídas do processo, é necessário diferenciar os stakeholders de cada processo, ou seja, os fornecedores, colaboradores e clientes, etc. É fundamental identificá-los para entender a importância e efetividade deles dentro do processo.

  • 4º passo: Identificar os componentes necessários;

É necessário identificar os componentes que cada processo necessita para pegar o “input” e transformá-lo no “output”, ou seja, essa etapa consiste basicamente em compreender e identificar a transformação operada por esse processo.

  • 5º passo: Classificar os processos;

Como dito antes, o mapeamento de processos facilita a priorização destes, possibilitando que a empresa foque nas principais atividades da sua cadeia produtiva. Sendo assim, é muito importante que classificar os processos em diferentes tipos que, geralmente, são:

  • Gestão: Onde está concentrada a estratégia da empresa;
  • Missão: Onde se concentram os processos que suprem as necessidades do cliente;
  • Suporte: Onde concentram os processos que suprem as necessidades internas da empresa;

 

  • 6º passo: Estruturar as regras de negócio e os Handoffs;

As regras de negócios são as restrições que refletem no direcionamento das decisões dentro da empresa. Por exemplo: em um determinado processo se o valor de compra dos materiais for superior a 5.000 reais a compra deve ser necessariamente autorizada pelo diretor financeiro, mas se for inferior pode ser aprovada por um gerente.

Handoff, segundo o BPM CBOK, é qualquer ponto no processo onde o trabalho ou a informação passa de uma função para a outra, ou seja, é basicamente a troca de responsabilidade entre equipes. Por exemplo: se o responsável pelo departamento de gestão de pessoas esquece de verificar com o departamento financeiro se existe alguma demanda passível de desconto na rescisão de um funcionário, isso geraria um prejuízo financeiro para a empresa.

Ao analisar as regras de negócios e os Handoffs é possível encontrar etapas de processos ineficientes. Nessa etapa é muito importante verificar se o que está sendo executado segue a estratégia de negócio da empresa.

  • 7º passo: Documentar os processos;

Após realizar o levantamento das atividades da empresa, é hora de formalizar toda essa estrutura, o que geralmente se faz através de um diagrama gráfico.

O principal documento nesse passo é o diagrama de processos, nele está contido toda a informação necessária para o entendimento das atividades da empresa.

Além disso, nessa etapa é possível relacionar as formas de acompanhamento de desempenho das atividades e começar a identificar as principais possibilidades de melhoria nos processos.

  • 8º passo: Otimizar os processos;

Agora que os processos estão mapeados é possível eliminar ou otimizar os processos, buscando melhorias para o desempenho da empresa.

É importante reconhecer as melhorias que o processo necessita: conflitos, atrasos, obstáculos, ou até mesmo as atividades críticas – que geram maior valor na cadeia produtiva. Além disso, deve-se atentar às atividades finais em que existe contato direto com o cliente, para garantir a melhor experiência possível.

Existem algumas ferramentas de melhoria de processos como a 5W2H, PDCA e Diagrama de Ishikawa. Elas irão ajudar a busca pelas causas dos problemas e pelas possibilidades de melhoria.

Por fim, essas melhorias devem ser aplicadas no processo e, depois, elas devem ser acompanhadas para que o projeto garanta a sua eficácia.

Exemplo de um Mapeamento de Processos

Para conseguir entender bem o exemplo, temos que considerar um ponto importante na construção do mapeamento de processos: a decisão de qual notação utilizar! Dessa forma, toda a equipe precisará saber qual será o padrão de ícones a ser utilizados. Algumas notações utilizadas são a notação Fluxograma e a notação BPMN (Business Process Model and Notation).

Utilizamos o fluxograma quando existem processos mais simples, com menos ícones representativos. Já a notação BPMN é capaz de apresentar os processos complexos de forma clara e intuitiva. É ideal para ser automatizada, de tal maneira que os processos poderiam ser controlados e monitorados fornecendo indicadores de desempenho para ações de melhoria.

Um exemplo de um mapeamento simplificado dos processos de uma pizzaria:

fluxograma de processos de uma pizzaria

 

A notação BPMN é padrão para comunicação no mundo dos negócios e permite que você ilustre os processos de uma forma mais completa.

símbolos da notação BPMN

 

Aqui nós temos um exemplo de documento que mostra o mapeamento de um processo de melhoria de desempenho de trabalho, utilizando a notação BPMN e a ferramenta Bizagi para o mapeamento de processos:

fluxograma de processos de uma empresa

 

As equipes enfrentarão algumas barreiras durante a implementação do mapeamento, como por exemplo:

  • escolher a notação;
  • a resistência dos empregados à mudança;
  • a dificuldade de se expressar de quem executa a tarefa mapeada;
  • a falta de visão dos processos da equipe;
  • a falta de colaboração dos envolvidos.

Um bom projeto de mapeamento, bem implementado, consegue coordenar as partes da empresa para lidar com essas dificuldades. Esperamos que você tenha entendido a importância do mapeamento de processos para a sua organização.

Se você procura para potencializar os resultados da sua empresa através do mapeamento de processos, entre em contato conosco!

Sustentabilidade empresarial: adote essa prática

O que é sustentabilidade empresarial?

A sustentabilidade empresarial é, basicamente, um conjunto de práticas trabalhadas por uma marca para contribuir com o desenvolvimento mais sustentável da sociedade em relação ao meio ambiente. Dessa forma, são consideradas medidas nesse sentido, soluções referentes à degradação ambiental e, consequentemente,  a preservação de recursos minerais e naturais.

Mas, uma empresa precisa também crescer economicamente para se manter em atividade, cumprindo suas entregas e funções. E existem muitas maneiras de unir o desenvolvimento sustentável e econômico de um negócio. Confira algumas dicas que vão te ajudar nessa missão.

Vantagens de implementar um projeto de sustentabilidade empresarial

É urgente que terceiro setor, Estado e as pessoas desenvolvam formas de viver sustentavelmente. Isso porque toda a natureza está em um nível profundo de esgotamento. É possível perceber isso por muito sinais, como secas, queimadas e enchentes em níveis extremos.

A partir dessa urgência, muitos consumidores tem se atentado para as marcas que trabalham em prol da causa ambiental. Ou seja, as empresas que atuam dessa forma são mais bem vistas por seu público.

Além disso, medidas sustentáveis acabam sendo muito mais econômicas. Por exemplo, tentar reduzir o consumo de água, matéria-prima, ou usar fontes de energias renováveis e reaproveitar materiais, são formas de contribuir com o meio ambiente e também com o caixa do seu próprio negócio. Essa redução de custos podem ser sentida a curto e longo prazo, dependendo das estratégias empregadas.

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Mercado de ações e sustentabilidade empresarial

E não é apenas junto aos consumidores que a empresa passa a ser mais valorizada. O mercado também mensura as atividades de sustentabilidade empresarial e isso incide sobre o valor da marca. Um bom exemplo disso é que a Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, criou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).

O ISE analisa a performance das empresas no aspecto da sustentabilidade corporativa. Para isso, baseia-se em eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Além disso, faz uma diferenciação em termos de qualidade, nível de compromisso com o desenvolvimento sustentável, equidade, transparência e prestação de contas, natureza do produto. E ainda do desempenho empresarial nas dimensões econômico-financeira, social, ambiental e de mudanças climáticas.

Mas não são apenas as grandes empresas que devem promover sua marca de fora mais sustentável. Medidas simples já fazem toda a diferença, na preservação ambiental e na economia.

Ações: os 4 Rs

Sustentabilidade empresarial: os 4 Rs

 

A sustentabilidade desenvolve-se a partir de 4 Rs: repensar, reduzir, reutilizar e reciclar. Dessa forma, para implementar ações voltadas para a proteção ambiental é preciso atuar nessas 4 esferas.

1- Repensar

Este é o momento de colocar na ponta do papel e avaliar o que está sendo feito hoje na sua empresa. A partir disso é que se pode estabelecer de que forma é possível atuar de forma mais sustentável. Depois da reflexão pense em ações voltadas para estas 3 frentes de atuação: reduzir, reutilizar e reciclar.

Vale destacar que é importante desenvolver suas ações seguindo exatamente essa ordem, primeiro buscando a redução, para evitar desperdícios, depois reutilizando e, por fim, reciclando. Assim evitam-se gastos para o descarte e refação de novas peças com os materiais jogados fora.

2- Reduzir

A redução refere-se a produção de lixo, consumo de recursos e também produção de poluentes. Nas empresas, ações voltadas para essa redução estão intimamente relacionadas com a utilização de combustíveis limpos e redução de desperdícios.

De que forma isso pode ser feito? Uma consultoria de otimização de processos dá conta de colocar em prática essas ações. Com esse serviço ainda é possível gerar um maior  e melhor rendimento na produção.

Sustentabilidade empresarial: reduzir

Além disso, o uso de energias renováveis, como a solar, uma das mais acessíveis atualmente no Brasil, ajuda a reduzir o consumo de outras fontes, como a produzida por hidrelétricas. Outra ação nesse sentido é trocar as lâmpadas para as de LED. O impacto disso também pode ser sentido na conta de luz, que acaba sendo um dos maiores gastos em empresas de todos os portes.

3- Reutilizar

A reutilização em empresas passa pelo aproveitamento de embalagens e outros materiais que envolvem a produção, dando a ele uma nova finalidade. Além dessa medida, o uso de restos de alimentos do refeitório, em compostagem, por exemplo, é uma maneira efetiva de reduzir a quantidade de lixo mandada para os aterros diariamente.

No entanto, se a sua empresa não dispõe de espaço, uma forma muito importante de reutilização é a doação. Por exemplo, se o seu empreendimento utiliza muito cabos, que são fornecidos em carretel, é possível doá-los para entidades fazerem o aproveitamento para o artesanato. O mesmo vale para potes, vidros e até mesmo óleo de cozinha, esse último é transformado em sabão e ainda complementa a renda de muitas pessoas.

4- Reciclar:

Por fim, a reciclagem resulta na transformação de um objeto em um novo produto. Aqui são destinados os materiais que não puderam ser aproveitados nos outros Rs. Para contribuir para a reciclagem é preciso fazer a coleta seletiva. Além disso, filiar-se a uma empresa responsável pelo recolhimento e destinação correta desses materiais. O impacto da reciclagem está em poupar matéria-prima que seria retirada da natureza. 

A urgência da sustentabilidade empresarial

Todas essas ações precisam ser colocadas em prática com máxima urgência para benefício do nosso ecossistema e garantia de vida equilibrada para as futuras gerações. Precisa de ajuda para colocar tudo isso em prática? Conte com a Mais Consultoria, nossos serviços de otimização, qualidade, estratégia e gestão financeira podem te auxiliar a desenvolver seu negócio de forma rentável e ainda assim sustentável.

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