Mapeamento de Fluxo de Valor: gerencie o seu estoque com o MFV

O Mapeamento de Fluxo de Valor é uma ferramenta de comunicação e planejamento que permite que as pessoas entendam seu processo de manufatura com detalhes.

A partir dele, é possível estabelecer uma linguagem comum entre os colaboradores e dar início aos processos de melhoria.

Uma vez definidos os produtos da empresa a serem mapeados primeiro, o estado atual do projeto começa com a coleta de informações como: tempo, número de pessoas envolvidas em cada processo, etc.

O Mapeamento de Fluxo de Valor será a força motriz para a melhoria dos processos responsáveis ​​pela transformação dos produtos.

Depois de executar os diagramas de estado atual e futuro, você notará que muitos processos podem ser removidos de sua empresa.

Vamos entender melhor como aplicá-lo na prática para melhorar a gestão de estoque? ↓

3 principais benefícios do Mapeamento de Fluxo de Valor

Permite a visualização macro dos processos

O MFV possibilita a organização ter uma visão sistêmica de todo processo de um produto.

Por ser tudo compilado em um único mapa as atividades, é possível visualizar: a quantidade de mão de obra empregada, tempo da atividade, tempo entre as atividades, transporte de matéria-prima e do produto final, entre outros processos.

Facilita a identificação dos problemas

Se torna mais fácil enxergar pontos de melhoria que vão trazer, de fato, valor ao cliente. Como por exemplo: a redução no tempo de fabricação, de entrega e a melhora na qualidade final.

Fica mais claro perceber onde é possível diminuir ou eliminar fontes de desperdícios!

Torna os planos de ação tangíveis

Uma parte importante do Mapeamento de Fluxo de Valor é a visualização de onde se quer chegar, e para além disso, como a empresa chegará lá.

As mudanças são realizadas já sabendo qual o resultado esperado, ou seja, são mais assertivas e, consequentemente, mais lucrativas.

Qual a diferença entre o Mapeamento de Fluxo de Valor e o mapeamento de processos?

A principal diferença está no foco dessas duas ferramentas.

O mapeamento do processo concentra-se em uma única etapa, ou seja, uma série de etapas para executar as atividades. Já o mapeamento do fluxo de valor se concentra em todo o processo, desde a entrada até a saída de materiais e informações.

Além disso, o objetivo de realizar o mapeamento de processos é tornar esses processos mais padronizados, permitindo que diferentes agentes entendam e reduzam erros e alterações.

O objetivo do Mapeamento de Fluxo de Valor é determinar o estado futuro e fazer melhorias por meio de outras ferramentas enxutas, como 5SKaizen.

Passo a passo para desenhar um mapa de Fluxo de Valor

1) Organize a equipe e a escolha do produto

Na equipe, é importante ter pessoas de diferentes níveis (estratégia, gestão e operações) e departamentos para facilitar o desenho de todo o processo.

É importante definir um líder de projeto que tenha uma visão sistemática do processo e tenha autoridade para tomar decisões.

Para um produto ou série de produtos, é interessante começar com o produto ou série de produtos que é mais crítico ou de maior valor para o cliente.

2) Observe o fluxo atual

A equipe deve percorrer todo o processo produtivo do produto, do início ao fim, observando todas as etapas e os fluxos de materiais e informações envolvidos.

Recomenda-se fazer esta rota mais de uma vez, ou mesmo fazer outra rota para capturar todos os detalhes do processo.

3) Desenhe o processo atual

Nesta etapa, coletamos a equipe e todas as anotações feitas para a concepção do VSM, enfatizando que é um mapeamento do processo atual porque realmente aconteceu, não o que deveria ser.

Para o primeiro esboço, é recomendável usar papel e lápis para evitar perder o foco em coisas irrelevantes.

Aqui, não é necessário incluir todos os detalhes observados, mas incluir os detalhes essenciais do processo. Alguns exemplos disso são: o número de trabalhadores em cada etapa, o tempo que agrega valor e o tempo do processo que não agrega valor, e assim por diante!

4) Analise o fluxo de valor atual

Neste momento, avalie o fluxo de valor atual com o fluxo de valor estabelecido. É hora de analisar criticamente cada etapa e localizar o desperdício.

Isso pode ser inventário excessivo, tempo de inatividade excessivo, problemas de qualidade levando a retrabalho, etc. Esses pontos de melhoria são marcados com “surto de melhoria” no mapa.

5) Desenhe o fluxo de valor ideal

Após identificar os pontos, a equipe deve desenhar o mapa de fluxo de valor do futuro, ou seja, como será o processo ideal após a implantação das melhorias apontadas no mapa atual.

6) Crie um plano de ação

Depois de criar o desenho do mapa ideal e tendo a aprovação do corpo de lideranças da empresa, chegou o momento de fazer o plano de ação.

É preciso ter clareza em todas mudanças que os envolvidos precisam fazer e ter métricas para medir se a mudança está tendo o resultado esperado!

Por ser uma ferramenta muito completa, o mapeamento do fluxo de valor permite especificar diversos aspectos como: 

  • Detalhamento dos processos com caixas de dados;
  • Quantificação de estoques;
  • Fluxo de informação e sistema de controle;
  • Lead time de manufatura e valor agregado;
  • Demanda do cliente;

Quer aplicar o Mapeamento do Fluxo de Valor na sua empresa?

Apesar do processo de criação de um Mapeamento do Fluxo de Valor ser bastante desafiador e envolver diversas etapas, o seu retorno é bastante positivo.

Por meio dessa ferramenta, as empresas conseguem reduzir significativamente os principais problemas envolvendo desperdícios na produção, principalmente quando falamos sobre a gestão de estoque.

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Realize a Gestão de Estoque Industrial e elimine gastos desnecessários

Manter o controle de estoque atualizado é extremamente importante para a empresa determinar o movimento de suas mercadorias que entram e saem. Para que isso aconteça é preciso realizar uma gestão de estoque industrial e eliminar gastos desnecessários na sua empresa!

Com a gestão de estoque, possível entender com precisão a demanda do mercado para o seu produto, o lucro líquido obtido e quaisquer desvios no final do mês contábil.

Saiba que o estoque não é apenas o ambiente em que você guarda as mercadorias. Uma boa gestão de estoque é determinante para quem deseja lucrar mais, diminuir os custos e otimizar processos!

Para te ajudar neste processo, selecionamos 5 dicas práticas para eliminar gastos desnecessários ao o controlar o estoque da sua indústria. Vamos lá?

Qual a importância da gestão de estoque industrial?

Controlar o estoque é saber que existe a quantidade correta de produtos para que a indústria possa fluir corretamente e atender a demanda sem causar perdas.

Para muitos que ainda não sabem como implementar adequadamente o controle de estoque, não parece algo tão óbvio e simples assim.

Quando há excesso ou falta de estoque, o caixa também sofre prejuízo.

Se o projeto ultrapassar o nível aceitável, além do fato de ser necessário esperar muito para obter o retorno do investimento, o capital de giro da empresa também será reduzido devido ao alto índice de desperdício.

Eliminar gastos desnecessários

É possível realizar otimizações no estoque que poderiam ser implementadas para reduzir ou eliminar totalmente os desperdícios de recursos, poupando  significativamente os custos.

O planejamento aliado a estratégias que envolvam técnicas e ferramentas certas otimizarão os processos. Assim, fazendo do controle de estoque um fator determinante para o sucesso do negócio.

Auxiliar nas vendas

Um bom controle de estoque é uma vantagem competitiva para a sua empresa.

A medida em que possuir determinado produto que esteja em falta nas empresas concorrentes, você garante um aumento das vendas.

 

5 dicas para realizar uma gestão de estoque industrial eficaz

  1. Conheça e organize o seu estoque

Mapeie seu estoque para ver informações detalhadas. Existem várias soluções para manter a organização do local, como caixas, estantes e paletes.

Escolha a alternativa que melhor se adapta à realidade da sua empresa e os seus maquinários.

2. Faça uma previsão de demanda

Tente criar um glossário interno para que a equipe responsável consiga consultar esses registros com clareza, a fim de evitar possíveis erros.

Um dos principais erros relacionados ao controle de estoque é a falta de planejamento na hora de comprar.

Para evitar gastos desnecessários, é preciso planejar as compras com base no histórico de vendas da empresa e prestar bastante atenção com relação à demanda dos consumidores.

3. Invista em ferramentas de controle de estoque

As ferramentas podem ser simples, como uma planilha de Excel ou mais completas como softwares especializados para gestão de estoque!

Busque uma ferramenta que atenda às necessidades da sua indústria e ajude a gerar informações relevantes.

Além disso, é de extrema importância capacitar sua equipe para otimizar tempo e recursos. Funcionários treinados irão utilizar as ferramentas da melhor maneira e seu investimento será capaz de gerar retorno em curto prazo.

4. Desenvolva uma cultura na equipe

Outro fator que merece ser considerado para realizar um bom controle de estoque na indústria está na cultura da organização

Os funcionários executam inúmeras operações que devem ser registradas, especialmente as que são referentes ao fluxo de produtos.

Com isso, é imprescindível que o time esteja qualficiado para desempenhar todas as atividades necessárias. Inclusive, a criação de processos e padrões que especificam como executar as tarefas de rotina (chegada e saída de produtos).

Dessa forma, a probabilidade de o estoque e as vendas saírem do controle diminui e é possível evitar o excesso ou falta de produtos.

Portanto, desenvolva uma cultura sólida e embasada na prestação de contas e transparência.

5. Realize inspeções periódicas

Mesmo utilizando softwares mais completos possíveis, erros nos processos ainda podem acontecer. A partir de um pequeno deslize ou falta de atenção, um item pode entrar sem ser cadastrado.

Do mesmo modo, materiais perecíveis podem ser acomodados de maneira irregular e vencerem antes do prazo, por exemplo.

Para identificar todos esses deslizes antes que eles se transformem em problemas graves, tenha uma rotina de vistoria periódica.

Essa rotina pode ser diária, semanal, mensal ou até semestral. A frequência vai depender do tipo de material armazenado e do seu nível de risco.

Aproveite esse momento para averiguar por que essas falhas ocorrem, otimize as operações que levam a elas e faça uma auditoria para analisar a qualidade das entregas dos profissionais envolvidos.

Quais são os principais métodos de gestão de estoque industrial?

PEPS

Busca identificar as mercadorias que estão mais tempo paradas em seu estoque para que sejam vendidas antes de todas as outras.

A sigla significa “primeiro a entrar primeiro a sair”. Por isso, o objetivo é evitar a obsolescência e eliminar o risco de grandes prejuízos.

Visando manter a competitividade da organização e com a tendência dos preços aumentarem com o tempo, esse modelo traz uma grande vantagem.

Os negócios conseguem valorizar seu estoque atual de forma que o valor dos produtos seja bem próximo ao que é praticado no mercado.

UEPS

Esse método de gestão de estoque é completamente contrário do PEPS. Sua sigla significa “o último a entrar, primeiro a sair”. Assim, a gestão envolve focar as estratégias de venda nos produtos mais recentes no estoque

No entanto, essa metodologia não deve ser praticada por qualquer negócio. Empresas que lidam com produtos perecíveis devem ficar atentas em relação ao prazo de validade da sua mercadoria. Deixá-las paradas muito tempo pode gerar prejuízos, portanto, o ideal é vendê-las o mais rápido possível.

Dessa forma, o UEPS não se deve ser utilizado para realizar o cálculo de imposto de renda. Deve ser único e exclusivo para objetivos gerenciais em sua empresa.

Custo médio

Esse método é bastante recomendado para empresas que sofrem com problemas de oscilação de preços em seus negócios. Conhecido também como Média Ponderada Móvel, essa estratégia de gestão de estoque visa a um meio eficiente de renovação de valores.

Sempre que houver uma nova entrada de produtos na organização, os custos de estoque cobrados são renovados por meio de um cálculo de média ponderada.

Assim, a média é justamente o resultado de todos os valores de mercadorias mais antigas com as recentemente adquiridas, divididas pela quantidade final de produtos disponíveis.

Mesmo assim, é importante destacar a importância de adotar meios de controle extras em sua empresa. Isso possibilita uma análise sobre o volume de produtos em seu estoque, evitando problemas futuros.

Outro ponto que você deve prestar atenção é que o método de custo médio e o PEPS são os únicos modelos de gestão aceitos pelo Ministério da Fazenda. Isso significa que você deve usar apenas essas duras formas durante o cálculo de Imposto de Renda.

Just In Time

Essa metodologia pode ser bem controversa, porém, efetiva caso feita corretamente. Traduzindo do inglês, ela significa literalmente “no momento exato” que é justamente seu objetivo. O método de gestão é planejado para que seja possível reduzir os gastos ao manter os níveis de estoque o mínimo possível.

Para realizar o método Just in Time é preciso muito planejamento e acompanhamento.

Essa etapa é importante, já que, sem ela, é bem provável que você perca oportunidades de vendas em seu negócio.

A principal causa disso é a falta de estoque. Sem produtos disponíveis você não será capaz de vender e obter lucro.

Dessa forma, para que o método tenha sucesso em seu negócio, é muito importante fechar parcerias com fornecedores de confiança. Assim, você vai ter a garantia de que suas requisições serão atendidas e irá evitar prejuízos.

Leia também:

 


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5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatoriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Gestão de estoques de supermercados: 5 dicas para um controle eficiente

Padrão de qualidade de processos e atendimento, otimização de processos, redução de gastos e desperdícios em um supermercado passa por uma gestão de estoques e controle eficiente. Então, se você quer melhorar os processos que envolvem os estoques de mercado, confira as cinco dicas que preparamos. Elas podem ser aplicadas em negócios de qualquer porte. Vamos lá?

#1 Cálculo para ter um controle eficiente e garantir uma boa experiência do cliente

A razão de existir de qualquer supermercado é fornecer o que seus clientes precisam no momento de fazer suas compras. Por isso, o principal ponto de atenção, com impacto direto na gestão de estoque, é o cálculo de saída dos produtos.

É a partir dele que se pode fazer uma escala viável e prática de reposição de produtos nas prateleiras, bem como para fazer os pedidos aos fornecedores. Assim, você garante que seu cliente sempre encontre o que precisa.

Atenção, aqui é preciso levar em consideração também o tempo que a transportadora leva para entregar cada produto. Ou seja, faça o cálculo de quanto deve ser o seu pedido para garantir que os produtos não se esgotem antes de uma nova remessa chegar.

Leia também: Gestão de estoque eficiente: impacto nos custos e lucro

Observação: perfil do consumidor

Em um supermercado os públicos consumidores podem ser de diferentes perfis. Por isso, durante a escolha da cartela de produtos pode ser interessante investir em variedade de marcas e preços para atrair e agradar todos os compradores do seu estabelecimento. Essa escolha de novos e diversificados itens pode ser feita a partir da observação dos hábitos de consumo dos seus clientes.

#2 Automação para gestão de estoques de supermercado

Outra questão que pode ajudar, e muito, em uma gestão de estoques de supermercado eficiente e otimizada é a utilização de tecnologia a seu favor. Atualmente são muitos softwares disponíveis com bom custo-benefício para tornar essa tarefa de organizar seus estoques mais fácil e rápida.

A partir dessas ferramentas de automação você consegue ter dimensão das saídas do estoque, fica sabendo quais produtos têm pouca saída ou quando está na hora de fazer novos pedidos. Além disso, esses softwares podem ser integrados ao sistema dos caixas e tornar tudo muito mais prático na sua rotina produtiva.

 

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#3 Prazos de validade

A cartela de produtos de um supermercado é majoritariamente composta por produtos perecíveis. Por isso, é muito importante gerenciar prazos de validade para evitar desperdícios de mercadoria e maiores problemas.

Quando uma nova remessa de produtos chegar, tenha a preocupação em colocar nas prateleiras primeiramente os itens remanescentes. Além disso, conte com ferramentas de gestão que notifiquem automaticamente ao departamento responsável pelas reposições sobre as datas de validade passadas para que o descarte correto seja feito.

Uma dica: quando você souber que os itens estão próximos da data de validade, pode criar promoções para liquidar os itens.

Fazendo os cálculos corretos de saída de produtos em pouco tempo você verá a economia e a redução de desperdícios por conta de prazos de validade.

#4 Balanço de mercadoria periódico

Quer uma visão ampla sobre os estoques de supermercado? Faça bimestralmente o balanço de mercadoria. A partir dele é possível entender os hábitos de consumo dos seus clientes, melhorar seus processos, avaliar o controle de estoque e implementar melhorias constantes.

#5 Condições de armazenamento

Por fim, a quinta dica para um controle de estoques de supermercado eficiente é a avaliação das condições de armazenamento dos seus produtos. Nada pior do que perder mercadoria por conta de um armazenamento indevido. Além de tamanho para comportar todos os itens necessários para a boa logística do mercado, esse espaço precisa respeitar condições de higiene e outras especificidades. Por exemplo, iogurtes, manteigas e carnes precisam de freezers e câmaras refrigeradas para a manutenção da qualidade dos produtos.

Cálculos precisos, sem desperdício = controle eficiente!

Com os cálculos corretos de fluxo de estoque e precificação de produtos o seu supermercado vai crescer com as contas no verde e atendendo bem os clientes.

A Mais Consultoria é especialista em otimização de processos, controle de qualidade e proposição de estratégias para o bom funcionamento de empresas. Conta inclusive com case de sucesso de supermercados, conheça aqui o trabalho desenvolvido no Supermercado Pais e Filhos. 

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Consultoria para restaurante: 7 dicas para um gerenciamento eficiente

Um restaurante de sucesso é feito por um conjunto de estratégias e processos para garantir uma experiência completa para seus consumidores. O pleno funcionamento de tudo isso pode ter impacto direto de uma consultoria para restaurante. Mas, de imediato, se você tem interesse em alavancar o seu negócio do setor, confira as 7 dicas para um gerenciamento eficiente.

#1 Plano de negócio e controle financeiro

Essa primeira dica é bem geral. Não apenas um negócio do segmento alimentício, mas qualquer outro precisa ter, primeiramente, um plano de negócio e também controle financeiro.

Isso porque, uma comida incrível, marketing e infraestrutura são conquistados com verba, e guiados por um estruturado plano de negócios.

Se você ainda não desenvolveu o seu plano de negócios, ou precisa aperfeiçoar o existente, pode conferir todos os detalhes do que precisa para criá-lo no nosso artigo “Plano de negócios: guia completo para montar o seu”

#2 Inove

Para as estratégias do seu estabelecimento é preciso pensar em táticas de fidelização de seus clientes. Mas, isso não significa seguir as mesma regras do jogo para sempre. Pense em pequenas inovações que podem fazer toda a diferença para os consumidores.

São ações importantes implementar novidades no cardápio, oferecer um brinde ou fazer uma promoção. Além disso, existem outras possibilidades trazidas pelo mundo online.

É possível citar como exemplo os aplicativos de delivery. Assim, seus consumidores podem recorrer aos seus pratos mesmo na correria do dia a dia no trabalho ou em casa. O mundo dos aplicativos também pode ser incorporado para fazer a coleta de feedbacks ou até mesmo para automatizar o recurso das reservas.

#3 Gestão de estoque

A gestão de estoque para restaurantes é uma tarefa complexa e absolutamente necessária. Mais do que qualquer outro negócio, o rigor aqui implica em não comprar nada em demasia, ter muita atenção às datas de validade, entre tantos outros aspectos essenciais para qualquer gestão de estoque eficiente.

Resumidamente, pode-se dizer que existem 4 pontos de atenção em uma gestão de estoque eficiente. São eles:

  • Periodicidade para balaço do estoque;
  • Cálculo de quantidades mínimas e máximas de cada item;
  • Organização de produtos por categorias;
  • Software para a gestão de estoque.

Para saber mais detalhes, leia nosso artigo “Gestão de estoque eficiente

#4 Monitore processos e resultados

Mas, mesmo com todas essas dicas, como saber se a sua estratégia vai bem? Monitore resultados. Por meio deles é possível aprimorar as estratégias. Nesse sentido, os principais indicadores que configuram pontos de atenção são estes:

  • Quantidade de pedidos;
  • Fluxo de caixa;
  • Controle de estoque;
  • Identificação de sobras (para evitar desperdícios);
  • Acompanhamento de fornecedores.

Banner para o guia "Métodos para otimizar processos e reduzir custos", no artigo "Consultoria para restaurante"

#5 Invista em tecnologia

A tecnologia é importante não apenas para aproximar o seu restaurante do público. Mas, sobretudo, para a automatização de processos e facilitação da rotina produtiva.

Isso porque a automação de frente de caixa, controle de estoque, ou até mesmo de suporte técnico vão fazer toda a diferença no tempo de produção, controle de processos e incidir sobre a produtividade e rentabilidade do restaurante.

#6 Fique de olho na legislação para o segmento

Além de uma consultoria para restaurante, invista também em conhecimento sobre as normas do setor. A alimentação de grandes públicos precisa de extremo rigor. Para ter o respaldo legal mantenha o seu ambiente dentro das condições desejáveis para pleno funcionamento do estabelecimento. 

É essencial ter um ambiente limpo e higienizado e cuidar bem da conservação e manuseio dos alimentos. Além disso, informe-se também sobre questões estruturais para a segurança do local, como disposição das mesas, avisos de segurança, etc.

#7 Conte com uma consultoria para restaurante especializada

Por fim, nossa última dica é sobre o serviço, propriamente dito, de consultoria para restaurantes. Pratos saborosos, ambiente agradável, um bom marketing e um atendimento diferenciado são os pontos visíveis de toda uma estratégia de gerenciamento. No entanto, a mesma também deve trabalhar em prol de padrões de qualidade, logística e manutenção de todo o estabelecimento.

Por isso, é importante contar com uma consultoria para restaurante profissional. Ela já estará familiarizada com parâmetros, padrões e números que podem levar seu restaurante ao sucesso. A Mais Consultoria presta esse tipo de atendimento trabalhando em 4 principais frentes de atuação: Qualidade, Estratégia, Gestão Financeira e Otimização.

Por meio de uma avaliação gratuita é possível enxergar em qual ou quais desses pontos o seu restaurante tem gargalos, para saná-los com soluções de fácil aplicação e com excelentes resultados.

Banner para solicitação de proposta, no artigo "Consultoria para restaurante"

Gestão de estoque eficiente: impacto nos custos e lucro

Refinar processos e tornar a empresa o mais produtiva possível passa por uma gestão precisa. Dessa forma, é necessário ter controle de todos os números do negócio para efetivar o bom funcionamento da cadeia produtiva. Nesse sentido, a gestão de estoque é um fator preponderante para se ter atenção. Isso porque é um indicador que garante matéria-prima, produtos e demais utensílios para todo o abastecimento e funcionamento da empresa. Confira agora como uma gestão de estoque eficiente impacta nos custos e lucros do negócio. 

# Sazonalidades 

Uma gestão de estoque eficiente leva em consideração sazonalidades. Essas podem estar relacionadas ao clima (verão e inverno) ou até mesmo datas comerciais, como Dias das Mães e Natal. Está se perguntando o que o seu estoque tem a ver com isso? Vamos lá! 

Se você trabalha com produtos, é de se esperar que certas épocas do ano saiam alguns itens mais que os outros. Já no caso de serviços, a sazonalidade pode interferir até mesmo nos uniformes dos seus profissionais. Por exemplo, com peças de frio ou ainda temáticas para as festividades. Ou seja, a gestão de estoque precisa prever, lá no planejamento do início do ano, todas essas variáveis. Dessa forma, garante-se que durante cada época do ano estejam disponíveis peças, utensílios e materiais necessários. Reduza os custos

# Performance 

Ter um controle de estoque eficiente faz com que a empresa tenha uma melhor performance frente ao mercado. Isso porque, através desses dados, é possível entender quais produtos possuem um maior apelo no mercado. Para assim fazer campanhas específicas para eles. 

Além disso, esse dados permitem uma otimização de processos junto aos fornecedores. Já que são eles que fazem o abastecimento da empresa é preciso que tudo funciona em um ritmo coerente com as demandas. Assim, garante-se que não falte produtos para o público consumidor.

#Indicadores 

A gestão de estoque eficiente é o que ordena toda a cadeia produtiva. Agora você já viu como ela é importante. Mas, em termos práticos, sabem quais são os principais indicadores para se analisar? 

  • Número de produtos 

Para tomar qualquer decisão em um negócio é preciso ter em mãos os número de produtos disponível. Imagina só: você lança uma promoção e não tem quantidade de produtos suficiente para atender a demanda. Isso causa uma enorme frustração no cliente, que pode nem querer mais comprar com você. 

  • Ruptura 

Esse dado demonstra a porcentagem de itens em falta em relação ao total existente na loja.

  • OSA

Em inglês o “On Shelf Availability” permite ao gestor saber em porcentagem quantas vezes o cliente procurou um certo item e o encontrou para a compra e também quando não o encontrou. Dessa forma, avalia o quanto a demanda do consumidor foi satisfeita. 

  • Giro de estoque 

Já esse indicador demonstra quais produtos estão encalhados na empresa. Os itens que estão sem vender por muito tempo sinalizam um problema na rentabilidade do negócio. Ter a ciência disso, possibilita o desenvolvimento de ações para reverter esse quadro. 

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