Entenda melhor o seu consumidor através da criação de personas

Conhecer o próprio cliente é uma forma de conversar com esse público e gerar melhores resultados para o negócio, com a entrega de serviços e produtos alinhados com a expectativa da clientela.

Para as estratégias de marketing e prospecção de clientes usa-se o termo “persona”. Através da projeção de um cliente ideal as empresas podem criar um personagem que represente sua persona ou personas.

Uma marca pode ter mais de uma persona, quando se trabalha com variados produtos ou serviços que atendam mais de uma parcela de mercado.

Neste artigo te mostraremos algumas técnicas para compreensão do perfil do cliente e formas de aplicação desse conhecimento para agregar valor ao seu produto ou serviço. Aproveite a leitura!

Quem são as “personas”?

Um personagem é um personagem semifictício, que representa o cliente perfeito de sua empresa. Portanto, sua construção é toda baseada em dados reais para integrar as principais características dos clientes. Com base nisso, é possível traçar uma estratégia mais consistente e direcionada.

As personas buscam traçar um perfil mais detalhado, então outros aspectos são levados em consideração, como: quais são seus desejos e gostos e quais os problemas e dores essa persona enfrenta no dia a dia –  problemas que você pode solucionar com seus produtos e serviços, certo?!

Os papéis são desenvolvidos a partir de pesquisas com o público-alvo e ajudam a nortear as ações e estratégias da empresa.

Em comparação com a análise feita para descobrir público-alvo, a pesquisa sobre personas é mais aprofundada, envolvendo os seguintes fatores:

  1. estilo de vida;
  2. características pessoais,
  3. interesses profissionais;
  4. preferências de lazer;
  5. participação em redes sociais;
  6. descrições de comportamento
  7. elementos psicológicos;
  8. costumes;
  9. principais dificuldades e desafios.

Qual diferença entre público-alvo e persona?

Persona e público-alvo não são a mesma coisa. Já explicamos sobre o que é a persona, mas afinal, o que é público-alvo e qual a diferença?

O conceito de público-alvo está relacionado a um grupo de pessoas que possuem características em comum, como idade, gênero, localização, renda, escolaridade, etc. Por exemplo: profissionais da área da saúde que fazem residência, entre 25 a 30 anos, moradores de Belo Horizonte, com uma renda entre R$ 4.000 a R$ 10.000.

Comparando na prática, fica mais fácil visualizar a diferença entre os dois conceitos. O público-alvo se concentra em uma definição mais geral, deixando espaço para simplificações e estereótipos subconscientes. Por outro lado, as funções criam uma identidade bem definida, humana e personalizada para clientes ideais.

Para resumir, o público-alvo inclui todas as pessoas que podem se interessar por suas soluções. No entanto, ao direcionar todas as suas ações com base apenas nele, você atingirá muitos indivíduos que não têm o menor interesse nos seus produtos ou serviços. Dessa forma, o público-alvo dá um norte de quem a marca deseja atingir, enquanto a persona compreende com exatidão quem a empresa quer e precisa interagir.

Exemplos de Personas

1) Juliana, 26 anos é graduanda em Marketing. Mora sozinha em São Paulo, no bairro Perdizes, em um apartamento quarto e sala. Atualmente, trabalha em uma pequena Agência de Marketing e seu grande objetivo é ter seu própria agência. Sua renda mensal é de R$2.000. Ela tem um perfil bastante humano, é focada, dedicada, esforçada e aplicada nos estudos. Sua vida é corrida, ela se divide entre os estudos e trabalho. Está sempre buscando artigos, livros, e-books, cursos presenciais e online, sites, plataformas e aplicativos que possam ajudá-la a melhorar ainda mais na sua profissão. Sua maior dificuldade é encontrar plataformas e aplicativos com conteúdo de qualidade que possam realmente contribuir para o seu aprendizado. Usa bastante o WhatsApp para se comunicar e sempre encontra um tempinho para olhar o Instagram.

2) Maria Clara tem 32 anos é solteira, mora sozinha com com o seu
cãozinho chamado Luke. Ela é professora em uma universidade pública e durante o ano costuma fazer viagens para apresentar resultados de suas pesquisas acadêmicas em diversos lugares do Brasil. Por isso, precisa de um local de confiança que dê máxima atenção para o seu companheiro durante a sua ausência. Se informa através do WhatsApp e utiliza o Facebook para interagir com seus familiares.

Por que as personas são importantes para a sua estratégia?

A criação de personas é uma etapa essencial em uma estratégia de negócio focada em resultados. A razão é simples: quando entendemos nosso papel, podemos passar a mensagem certa para a pessoa certa no momento certo. Por outro lado, sem um papel claro, sua estratégia será jogada fora. É como falar português com alguém que só fala russo ou tentar vender um pedaço de carne  para vegetarianos.

Listamos os principais motivos pelos quais as personas são importantes para uma estratégia empresarial:

  • Conhecer o seu cliente profundamente;
  • Entender o real valor do seu produto para o seu cliente;
  • Descobrir os melhores canais para se comunicar com o público;
  • Definir as melhores pautas e formatos de conteúdo para conduzir o cliente pela Jornada de Compra;
  • Optar pela melhor linguagem e tom de voz para se comunicar com a sua audiência;
  • Otimizar a experiência do usuário.

Como coletar essas informações específicas do seu público?

No relacionamento com o cliente você pode coletar esses dados para aprimorar a sua persona de diferentes formas. No marketing digital isso pode ser feito por meio da captação e nutrição de leads (para novos clientes) em meio às redes sociais, com formulários e pesquisas.

Já âmbito da prospecção de clientes, o CRM (Customer Relationship Management) pode ajudar a gerir o relacionamento com o público. Além disso, com pesquisas, como a de NPS, fica mais fácil pensar em formas de conhecer e cativar também aqueles que já são clientes.

Criando suas personas na prática

Desenvolvemos uma ferramenta gratuita para facilitar esse processo de construção das personas do seu negócio! Para acessar é muito fácil: você pode acessar a aba “Materiais” no menu do site ou clicar no banner abaixo.

Criando suas personas na prática
Criando suas personas na prática

5 dicas para planejar o início do ano na sua empresa

O final do ano é a melhor época para colocar as coisas em ordem, ou seja, começar a planejar o início do ano na sua empresa e iniciar o ano seguinte com as energias recarregadas!

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para melhorar a lucratividade de qualquer empresa, independente do setor de atuação ou porte.

Segundo o IBGE, no Brasil, quase metade das empresas fecha em três anos por falta de planejamento.

Além disso, os momentos de crises reforçam a importância do planejamento. Uma grande crise pode ser totalmente imprevista. Então imagine passar por ela sem controle do que vem sendo feito na sua operação e sem o norte que o planejamento estratégico dá para o futuro?!

Todo início de ano é muito importante ter uma estratégia planejada para se seguir bem ao longo do caminho. Sendo assim, trouxemos 5 dicas que vão ajudar, e muito, no começo de ano da sua empresa.

Como fazer o planejamento de sua empresa para o próximo ano

 

  1. Faça uma análise do último ano

Não estamos falando só daquele já conhecido: balanço financeiro. (Também muito importante!)

Você deve tirar um tempo para fazer uma retrospectiva e relembrar todas as ações que deram certo e errado, os produtos mais e menos vendidos e os investimentos com maior e menor retorno.

Essa análise vai te ajudar a definir no que apostar novamente, no que é preciso melhorar e como executar, pra não errar novamente no próximo ano.

Entenda de uma vez, para mudar o atual cenário é preciso verificar como foi o cenário anterior e para que isso aconteça é necessário ter uma avaliação detalhada sobre o seu negócio.

Esse diagnóstico costuma explicar suas métricas, os erros, os acertos, o lucro, quais foram os pontos que geraram resultados e quais foram os obstáculos enfrentados ao decorrer do último ano.

2. Trace metas e objetivos

Coloque no papel quais são os objetivos da empresa para o próximo ano. Desde metas financeiras e de vendas até indicadores mais internos de cada setor, defina onde você pretende chegar.

Atenção: esses números não podem ser inseridos aleatoriamente, por isso a etapa acima é importante. Ela te guiará na hora de traçar metas tangíveis e novos rumos para o seu negócio.

Além disso, planeje ciclos menores. Principalmente nesse período instável em que estamos vivendo, é preciso errar rápido e acertar rápido, então planeje esses períodos de testes e diferentes cenários.

3. Defina planos de ação

Não adianta nada definirmos as metas e os objetivos do negócio, se não estipularmos os planos de ação e quem serão os responsáveis por cada um deles, certo?!
Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia definida para definir metas e as atividades que devem ser realizadas. Além disso, ele deve apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e acompanhar o andamento de um projeto, para que se possa atingir os melhores resultados.
Você pode utilizar uma ferramenta de gerenciamento de processos, chamada de CICLO PDCA para essa definição e acompanhamento dos planos de ação!

4. Execute e seja adaptável

Esta é a fase em que as ações planejadas no Plano de Atividades serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos. O executor ou executora, deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

E por que “ser adaptável”? Lembre-se que nem sempre os planos saem como queremos e é preciso contornar a situação, adaptando-a.

5. Monitore os resultados

De nada adianta planejar e não acompanhar os resultados, não é mesmo?!

É necessário monitorar com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que o cenário esteja ruim para começar a medir e testar novas estratégias.

Só com o acompanhamento regular dos resultados é possível conhecer onde a empresa pode melhorar seus custos, reduzir despesas ou aproveitar oportunidades que podem não estar sendo exploradas.

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Gestão financeira empresarial: 3 conceitos essenciais para pequenas e médias empresas

O que é a gestão financeira empresarial? 

A gestão financeira empresarial é um conjunto de decisões estratégicas que norteiam o negócio a longo prazo. Para essa tomada de decisão são avaliados muitos aspectos. É possível citar entre eles o fluxo de caixa, a criação de valor para a empresa e a estrutura de capital. Isso é feito a partir da contabilidade do negócio prioritariamente. Afinal, uma gestão financeira eficiente tem como pressuposto um caixa fechando no verde

Em pequenas e médias empresas é muito comum que os próprios donos façam a parte de gestão de pessoas e também a de gestão financeira. Afinal, a empresa ainda não dispõe de tanto capital para contratação de funcionários. Por isso, hoje apresentamos aqui 3 conceitos que compõem a gestão financeira e que irão te ajudar a entendê-la de forma simplificada para colocar em prática desde já no seu negócio. 

1- Fluxo de caixa 

Ter um controle de fluxo de caixa significa avaliar todas as despesas que devem ser pagas pela empresa ao longo do mês e tudo o que entra de lucro. Esse cálculo deve ser feito periodicamente, a frequência deve ser definida de acordo com as necessidades do seu negócio, pode ser mensal, semanal ou até mesmo diária, dependendo do fluxo de contas que devem ser pagas. 

O importante de fazer esse cálculo é garantir que o dinheiro que está entrando é suficiente para suprir as despesas da empresas nos respectivos dias de vencimento.  Além disso, previne erros de contabilidade e permite saber com clareza qual é o melhor momento para investir em novos equipamentos, contratações e outras questões de melhorias estruturais. 

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2- Estrutura de Capital 

Esse conceito diz respeito às formas de conseguir recursos para subsidiar a empresa. Podem ser: fundos próprios (economias do empreendedor), empréstimos de bancos, sócios, investidores, dívidas, etc. 

Ter uma estrutura de capital bem definido é primordial para uma gestão financeira empresarial saudável. De outra forma, os custos da empresa podem ser muito elevados. Como, por exemplo, no caso de ter que pagar mensalmente um valor elevado de prestações de empréstimos. Já que isso o que pode deixar até mesmo o caixa do empreendimento no vermelho. 

3-  Criação de valor para a empresa

Por fim, o último conceito apresentado trata do valor agregado. Ou seja, o quanto o seu produto ou serviço acrescenta em termos de soluções para o consumidor final.

O valor agregado pode se dar por necessidade, como o caso de medicamentos. Isso porque esse tipo de produto é imprescindível para o bem-estar do consumidor. Além disso, é possível citar o valor agregado no sentido de representação. 

Para criar valor para empresa podem ser usadas diferentes estratégias, alinhadas ao marketing, para gerar valor por meio do que o produto ou serviço representam. Por exemplo, um produto feito com matéria-prima ecológica e biodegradável tem algo a mais para oferecer para o seu público. 

O consumidor, por sua vez, se tem como uma preocupação as questões ambientais, estará disposto a pagar um valor mais elevado que a média de mercado ao saber que sua ação contribui para a preservação ambiental. 

A forma de se avaliar o retorno financeiro obtido com essas ações chama-se ROI, em inglês, Retorno Sobre Investimento. 

Conte com especialistas para a sua gestão financeira empresarial

Tendo frentes de atuação sobre três conceitos é possível fazer uma gestão financeira empresarial eficiente para pequenas e médias empresas. Necessita de uma consultoria especializada para colocar esses e outros conhecimentos em prática no seu negócio? Entre em contato conosco. Nós já atendemos mais de 200 empresas.  Além disso, contamos com escopo para executar projetos nos setores de estratégia, gestão financeira, otimização e qualidade. Vamos juntos impulsionar o seu negócio? 

Contanto

Como conseguir investidores para pequenos negócios?

Nesse artigo vamos falar sobre como conseguir investidores para alavancar o seu pequeno negócio. Confira!

Como alavancar pequenos negócios com investimento

O investidor é aquele que injeta capital em um negócio. O objetivo é de oportunizar o crescimento da empresa e, claro, ter algum retorno financeiro com isso. Ter um investidor em grandes negócios sempre foi facilitado pela legislação brasileira. E, a partir de 2017, com a Lei Complementar nº 155/2016, essa realidade passou a ser palpável também para negócios de pequeno porte. Então, se você deseja saber como conseguir investidores para o seu empreendimento e de que forma a lei contribui para isso, continue a leitura.

Lei Complementar nº 155/2016

Com a lei passou a ser regulamentado o investimento em pequenas e microempresas. O principal benefício para os empreendimento é a possibilidade de ter um investidor-anjo no negócio.

Como conseguir investidores?

Os primeiros detalhes que devem ser observados para angariar investidores para o seu negócio são:

Que soluções a sua empresa oferece? Qual o seu diferencial?

Injetar dinheiro em um projeto requer um plano de negócios estruturado. Mas, mais do que isso, uma ideia que realmente tenha chances de dar certo por meio de sua autenticidade e, sobretudo, pela solução de problemas que ela oferece.

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Retorno financeiro

Outro quesito essencial para a atração de investidores é entender o momento do negócio. Algumas pessoas optam por colocar dinheiro naquilo que já está dando certo, ou seja, que apresenta resultados. Sobretudo, financeiramente.

Já outros investidores estão dispostos a apostar em uma ideia, verdadeiramente inovadora, antes mesmo dela sair do papel. Ou seja, aqui vale refletir sobre o negócio, e também sobre o perfil dos potenciais investidores que você pode angariar.

Se você está no momento de abertura do negócio ou de lançamento de um novo produto/serviço existem 3 tipos de investidores que você pode procurar:

Tipos de investidores

Sócio investidor

O sócio investidor tem um poder aquisitivo alto. Dessa forma, pode colocar um valor elevado de capital no negócio e até financiá-lo sozinho. Esse tipo de sócio não busca um envolvimento com a rotina do empreendimento. No entanto, almeja um retorno financeiro mais rápido, devido ao risco do alto investimento.

Sócio capitalista

Já o sócio capitalista tem um poder de investimento menor. Assim, é possível reunir mais de um sócio para ter o capital necessário para alavancar o empreendimento. Nesse caso, o retorno financeiro pode ser a longo prazo e dividido entre os sócios. Esses ainda podem se envolver na rotina da empresa de forma efetiva. 

Investidor-anjo

Além de recursos financeiros, um negócio bem sucedido precisa de experiência de mercado. Nesse sentido, o investidor-anjo, como o nome já aponta é um anjo para o negócio.

Normalmente fazem parte desse grupo pessoas físicas, como executivos aposentados que estão dispostos a compartilhar experiência e contribuir com o negócio, tanto com ideias e conhecimento específico, quanto com capital (cerca de 5 a 10% de seu próprio patrimônio). Também há casos de investidores-anjo que são pessoas jurídicas.

Pequenos negócios

Para a abertura e manutenção de pequenos negócios o ideal é a busca de um investidor-anjo, que tem o comprometimento em ajudar o negócio a dar certo. A segunda opção é um sócio investidor, isso porque o capitalista costuma ter como exigência 70% de certeza de que o negócio trará rendimentos a curto prazo. Além disso, lançar um produto, serviço ou um novo negócio com essa obrigação de fazer dar certo rapidamente não é produtivo.

Passo a passo de como conseguir investidores

1- Faça um estudo dos potenciais investidores

Procurar a pessoa errada pode causar frustração e desânimo. Por isso, antes mesmo de começar, faça um estudo de pessoas físicas e jurídicas que possam entrar no seu projeto. Para um investidor-anjo é muito importante buscar aqueles que tenham fit com as soluções que você deseja oferecer e com o tipo de modelo do negócio, para o conhecimento específico dessa pessoas realmente ser aplicável no empreendimento.

2- Plano de negócio

Depois do estudo é hora de apresentar o plano de negócios. É importante mostrar ao investidor o momento atual do empreendimento, perspectivas no mercado, seu diferencial da concorrência. E, sobretudo, saber vender a sua ideia.

3- Seja visto no lugar certo

Meetups, feiras de negócios e outros ambientes desse tipo podem te colocar no mesmo lugar que o seu futuro sócio. Networking é tudo! Esforce-se para conhecer pessoas do seu ramo de atuação ou que sejam alinhadas com investimentos. Nem sempre é preciso bater de porta em porta para conseguir um investidor. Nesses eventos é possível vender seu peixe para quem está predisposta a ouvir e a injetar dinheiro naquilo que for atrativo.

Agora que você já sabe como conseguir investidores, que tal uma ajuda para estruturar seu plano de negócios? Ou ainda para desenvolver outras áreas da empresa para alavancar seu empreendimento? No banner abaixo você consegue entrar em contato com os nossos consultores. A Mais Consultoria tem mais de 200 empresas atendidas e melhoras significativas em estratégias, entregas, logística e muito mais.

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Como administrar uma empresa: guia para iniciantes

O número de empreendedores no Brasil cresce a cada dia. Só no primeiro trimestre deste ano houve um aumento de abertura de empresas de 17,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Dessas, cerca de 80% corresponde a negócios de MEIs (microempreendedores individuais). São os dados da pesquisa da Boa Vista baseada no levantamento da Receita Federal. Se você é um dos novos empreendedores do país veja os 5 principais tópicos sobre como administrar uma empresa.

Os 5 principais tópicos sobre como administrar uma empresa

1 – Estude e preveja

Lupa sobre papeis com gráficos representando o tópico "Estude e preveja" do artigo "Como administrar uma empresa?"

A primeira dica para administrar uma empresa, independentemente de seu tamanho, é o estudo de mercado e conjuntura. É muito importante oferecer um bom serviço, ter uma boa comunicação e outros desses tópicos que serão falados adiante. Mas, sobretudo, é essencial não ser surpreendido por mudanças no mercado ou problemas internos.

Muitos imprevistos podem acontecer, desde um funcionário ficar doente, até a inflação econômica afetar todo o Brasil. Dessa forma, o segredo para não ter prejuízos ou mesmo quebrar nessas situações adversas é ter um bom planejamento.

Bons resultados são fruto de atitudes preventivas nessas situações. Sabemos que não é possível prever os problemas, mas o que define o futuro do negócio é a forma como o gestor se posiciona e se desvencilha dos imprevistos.

2 – Finanças: parte fundamental sobre como administrar uma empresa

Todo negócio precisa de um rigoroso controle de fluxo de caixa. É a partir de seus indicadores que é possível precificar produtos e serviços de forma adequada. Além disso, com o controle do caixa faz-se uma contabilidade precisa de pagamentos de fornecedores e colaboradores e analisa-se o que tem sido mais lucrativo para o negócio, entre tantos outros aspectos.

A longo prazo, um bom controle financeiro possibilita o investimentos para otimização de processos.  Por exemplo, com a aquisição de maquinário, ferramentas e implementação de novos produtos e serviços.

Funcionários sentados em volta de uma mesa trabalhando. Banner para o guia de redução de custos

3 – Comunicação e marketing

A comunicação interna do negócio é importante para que todos os colaboradores entendam as decisões e diretrizes da empresa. Dessa forma, os profissionais de sentem integrados ao ambiente de trabalho e valorizados. Além disso, uma comunicação interna bem estruturada evita mal entendidos e contribui para a melhoria constante de processos e entregas.

Já o plano de marketing é o responsável por ditar as ações e posicionamentos da marca frente ao mercado. É também essa parte do negócio que faz os estudos de tendências do setor para antecipar as novidades na empresa e mantê-la competitiva. A captação de novos clientes por meio da definição de perfil, públicos-alvo e publicidade direcionadas também fica a cargo do marketing. Se a gestão financeira é fundamental para as contas fecharem no fim do mês, o marketing é essencial para trazer novos clientes e não deixar a marca estagnar em relação à concorrência. 

4 – Produtividade e processos

A produtividade está relacionada com fazer mais em menos tempo e gastando menos recursos. Para isso, a parte de tecnologia e técnica precisam estar em constante atualização e manutenção. Mas, sobretudo o investimento em um ambiente agradável para os colaboradores é parte essencial da produtividade. Isso porque uma empresa é feita por pessoas, a satisfação do público interno faz com que todo o time trabalhe engajado em prol dos objetivos do negócio. Ou seja, tenha atenção não apenas na tecnologia, mas nas pessoa que trabalham com você. 

Além disso, todos os processos do negócio precisam estar integrados para não haver ruídos na comunicação e garantir que todos os produtos e serviços sejam entregues com rapidez e excelência. Por exemplo, quando o comercial faz uma venda o financeiro e o setor de estoque precisa estar cientes disso para agilizar os demais procedimentos que envolvem essa transação. Dessa forma, por menor que seja a sua empresa, invista na integração de processos e em uma comunicação interna eficiente. 

5 – Consultoria especializada

Para implantar e otimizar todos os processos mencionados anteriormente você deve  pensar em investir uma consultoria especializada. A Mais Consultoria atua em Juiz de Fora e região do entorno há 16 anos. A empresa oferece soluções inteligentes e ágeis para melhorar as entregas da empresa. Para isso faz um estudo detalhado dos processos para identificar gargalos e implantar estratégias que impactam os negócios e seus resultados.

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