teste

7 vantagens do controle financeiro empresarial para o seu negócio

O sonho de todo empreendedor é ter um negócio próspero, ou seja, desenvolver um produto ou serviço de qualidade, ter uma equipe de alta performance e gerar lucro. No entanto, esse roteiro perfeito só se torna realidade se os gestores adotam um bom controle financeiro empresarial.

A análise da situação financeira, o acompanhamento dos indicadores de sustentabilidade e o planejamento financeiro são importantes armas para consolidar um negócio e acompanhar sua evolução. Afinal, o sucesso de uma organização depende de uma gestão de qualidade e de uma boa saúde financeira. São esses os aspectos que garantem um controle financeiro empresarial eficiente.

Realidade financeira das empresas no Brasil

Controle financeiro empresarial no Brasil

De acordo com a pesquisa do Sebrae, Fatores Condicionantes e Taxa de Mortalidade de Empresas no Brasil, constatou-se que  36,3% dos negócios quebram devido à má gestão financeira, que inclui, principalmente: falta de capital de giro, baixo lucro e outras dificuldades financeiras.

Diante desse cenário, prática do controle financeiro empresarial não só se torna essencial para garantir o sucesso das empresas, mas também a sua vitalidade. Tendo em vista que essa é a ferramenta ideal para traçar um panorama financeiro geral do seu negócio, indicando os problemas a serem sanados.

Se precisa entender esse conceito, saber como fazer um sólido controle financeiro empresarial e descobrir quais os benefícios práticos para o seu negócio, acompanhe a leitura abaixo. 

O que é o controle financeiro empresarial?

Em linhas gerais, o controle financeiro empresarial é uma ferramenta de avaliação da condição financeira da empresa. Além disso, com ele é possível coordenar receitas e despesas para uma vida financeira saudável.

A partir disso, o gestor consegue visualizar suas possibilidades de investimento para fazer a empresa crescer, e ainda entender quais setores recebem mais verba e quais estão carentes.

Com o correto controle financeiro empresarial, você consegue controlar e entender:

  • Custos operacionais;
  • Salários;
  • Fontes de lucro;
  • Fontes de prejuízo;
  • Planejamento orçamentário;
  • Contas a pagar;
  • Contas a receber.

Como é feito?

O controle financeiro empresarial é feito a partir do controle de caixa, análise dos demonstrativos e conhecimento do ponto de equilíbrio de entradas e saídas.

Vamos lá! O primeiro passo para obter o controle financeiro empresarial é tomar consciência sobre a atual situação financeira da empresa.

Por isso, liste os pontos negativos e positivos dos processos financeiros. Além disso, faça uma pesquisa de mercado. Avalie qual o posicionamento da empresa no segmento que atua, e como está a situação do mercado no qual a empresa está inserida. Esses aspectos ajudam a visualizar quais recursos estão a favor da saúde financeira da empresa e o quais cortes são necessários.

Além disso, para fazer o controle financeiro empresarial, é essencial traçar projeções de cenários otimistas e pessimistas para o negócio, levando em conta seus gastos e receitas. Um bom ponto de partida para isso é fazer uma Análise SWOT, que pondera forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Abaixo faça o download da Planilha Gratuita de Matriz SWOT da Mais Consultoria.

Baixar Planilha Matriz Swot

 

Outro aspecto que deve ser mapeado para dar início ao controle financeiro empresarial é o ciclo operacional do negócio. Monitore desde a fabricação até a venda do produto ou serviço. Para isso, defina o valor das despesas geradas em cada etapa, como compra de matéria-prima, estoque, produção e frete. Todos esses custos precisam ser confrontados com a sua receita.

As 7 maiores vantagens para o seu negócio

Controle financeiro empresarial

O controle financeiro empresarial é um importante aliado quando o assunto é tomar decisões que impactam o futuro e as finanças da empresa.

Entenda quais são as maiores vantagens dessa ferramenta para o seu negócio:

Segurança para gerir

Fazer o controle financeiro empresarial é a melhor forma de manter seu negócio em funcionamento, as contas em dia e identificar as melhores oportunidades de investimento.

Ao controlar à risca as finanças do seu empreendimento, você tem a noção perfeita do seu caixa, pois todos os dados relativos às finanças são mensurados com cuidado.

Quando conscientes da saúde financeira da empresa, os gestores têm a segurança e a tranquilidade para tomar melhores decisões para o negócio.

Contenção de gastos

Com o controle financeiro empresarial é possível acompanhar todas as suas despesas e custos ao longo do processo produtivo e, assim, identificar quais são supérfluos ou desnecessários.

Logo, é possível cortar os gastos que não têm impacto no produto final e, assim, prevenir-se de eventuais crises financeiras internas e externas.

Perspectiva de futuro

Uma vez que se tem todas as finanças da empresa controladas e analisadas, é possível estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo, com orçamentos mais realistas.

Dessa forma, é muito mais fácil projetar novos investimentos, expansões e planejar a diversificação da sua linha de produtos ou serviços.

Acompanhamento do ROI

O controle financeiro empresarial permite que você avalie com antecedência o Retorno sobre Investimentos (ROI), que é a relação do dinheiro que você ganhou ou perdeu ao fazer um investimento.

Assim, é possível compreender quais investimentos merecem seus esforços e quais você deve descartar.

Quando um investimento é realizado, também torna-se possível acompanhar se o retorno financeiro está saindo como o planejado, o que dá margem para corrigir suas ações, caso necessário.

Recrutamento mais assertivo

Contratações e demissões fazem parte do cotidiano de qualquer empresa. E ambas as ações geram gastos.

No entanto, o controle financeiro empresarial permite que os gestores aumentem ou reduzam a equipe de forma mais ordenada e econômica.

A ferramenta permite que você avalie se o fluxo de caixa é capaz de arcar com um novo funcionário, considerando custos como INSS e FGTS. Além de permitir que você pondere qual é o impacto financeiro com a rescisão contratual de um colaborador.

Organização da tabela de preços

Muitas empresas desenvolvem a sua tabela de preços sem levar em conta todos os seus custos. Uma consequência grave disso é o comprometimento do lucro.

Fazendo o controle financeiro empresarial, é possível ter a projeção de margem de contribuição e o ponto de equilíbrio. Esses são elementos essenciais para o cálculo justo dos produtos e serviços comercializados.

Orçamento colaborativo

O controle financeiro empresarial dá margem para uma ação que traz excelentes resultados para uma organização: o orçamento colaborativo.

Quando se tem noção do fluxo monetário da empresa, cada setor consegue montar um orçamento de acordo com suas necessidades, tornando assim a negociação com a diretoria mais sólida.

Isso amplia a visão sistêmica da empresa, ou seja, todos passam a entender as necessidades e a participação de cada setor no sucesso do negócio.

Um dos benefícios é a divisão do percentual economizado pelos setores. Essa é uma forma dos gestores motivarem e estimularem a produtividade da equipe para o alcance dos objetivos organizacionais.

Assim, o controle das finanças permite que você entenda a viabilidade dos orçamentos apresentados, assim como o retorno gerado pelos setores a partir dos investimentos recebidos.

Case de sucesso

A Academia UltraMove procurou os serviços da Mais Consultoria para tornar a sua gestão financeira mais saudável e sólida. Nossos consultores identificaram que a empresa necessitava de fazer um melhor controle de fluxo de caixa, entender os possíveis investimentos do próprio negócio, definir e precificar seus serviços, entre outros pontos de atenção. Ou seja, muitos aspectos que envolvem o controle financeiro empresarial.

O serviço de consultoria consistiu em fazer um estudo estratégico de capital de giro e mapeamento com a Matriz Swot. O resultado do trabalho foi o seguinte: economia mensal de R$ 2.400 e ainda um lucro líquido de R$ 8.900 por mês.

Leia aqui o case completo. 

Cuide do seu controle financeiro empresarial

Manter o controle financeiro empresarial é essencial para garantir a prosperidade financeira do seu negócio e, consequentemente, o destaque da sua marca no segmento em que atua. Quando se trata de saúde financeira, todo cuidado é pouco!

Como você tem mantido o controle financeiro empresarial do seu negócio? Compartilhe suas dúvidas e sugestões nos comentários!

Alinhamento estratégico: o segredo do sucesso das grandes empresas

Você está começando a empreender agora? Deve estar se familiarizando com estudos e processos de gestão, satisfação dos funcionários e estratégias. Então, deve está se perguntando: como as grandes organizações conseguem lidar com tantos detalhes em larga escala? A resposta: alinhamento estratégico.

Alinhamento estratégico consiste unificar a visão de todas as partes da empresa. Dessa forma, todos os envolvidos no negócio devem buscar um mesmo objetivo final e agir para alcançá-lo.

No artigo de hoje vamos te mostrar como conseguir o tão sonhado alinhamento estratégico que te ajudará a alcançar os melhores resultados.

Ficou interessado? Então vamos lá!

O que deve estar no foco do meu alinhamento estratégico?

Quando falamos sobre unificar a visão das partes, essa ideia pode ficar um pouco confusa. Mas existem alguns pontos principais que devem ser a base do seu alinhamento estratégico.

Esses são os pontos que devem ser conhecidos, entendidos e até decorados se necessário por todos envolvidos no seu negócio.

São eles: a missão, a visão, os valores e os objetivos macros de uma empresa. E todas essas partes fazem parte do planejamento estratégico.

  • Missão

É provável que no planejamento estratégico (PE) da sua empresa haja mais de um objetivo-macro. No entanto, cada organização tem apenas uma missão, que se traduz no motivo da empresa existir.

É essa missão que todos os seus colaboradores devem saber de cor, entender o porquê e utilizá-la como base para qualquer tomada de decisão.

Caso sua empresa ainda não tenha uma missão definida, é hora de criá-la. Como já dissemos, é ela a razão de uma empresa existir.

Para estabelecer a sua missão pense na resposta para as seguintes perguntas: sua empresa foi criada com qual objetivo? O que você gostaria que a sua marca realizasse todos os dias? 

Vamos supor que você tenha uma indústria de calçados infantis, a missão da empresa poderia ser: produzir calçados confortáveis e anatômicos para crianças de todo o Brasil.

Depois de lançada, é preciso divulgar a missão para todos os envolvidos no negócio. Para que, dessa forma, seja possível trabalhar o alinhamento estratégico.

  • Visão

Outro pilar do alinhamento estratégico é a visão, que também deve estar documentada no planejamento estratégico. Ela diz onde a empresa quer estar em um determinado tempo. É uma visão futura da organização.

No nosso exemplo da empresa de confecção de calçados infantis, a visão poderia ser: ao final de 2020 estaremos entre as 3 melhores fábricas de calçados infantis do Brasil.

Repare que a visão é sempre bem mensurável, há uma data limite e um objetivo concreto a ser alcançado.

  • Valores

O terceiro pilar são os valores. Pode-se resumir esse conceito nas crenças e princípios da empresa que regem o trabalho e as decisões da organização.

Dessa forma, a firma cumprirá sua missão e alcançará a longo prazo a sua visão respeitando seus valores, princípios e crenças.

No caso hipotético dos calçados infantis os valores poderiam ser: diversão, felicidade, compromisso, conforto, praticidade e segurança.

Entendeu a ideia? Os valores são realmente os princípios que sustentarão a organização.

  • Objetivos macros

Os objetivos macros são os principais objetivos que devem ser alcançados durante o ciclo daquele planejamento estratégico.

E aqui já começa o alinhamento estratégico do qual estamos falando. A missão é o motivo da empresa existir, e os objetivos macros devem auxiliar o cumprimento da missão e da visão.

Portanto, se seus objetivos macros não ajudam em nada no alcance da visão da empresa, seus objetivos não servem para nada e estão estrategicamente errados.

Os objetivos serão desdobrados em estratégias, metas e indicadores. Assim,  as estratégias podem ser divididas entre áreas e os responsáveis podem ser nomeados e tomar a responsabilidade para si para perseguir esses resultados. 

Mas, vale destacar que, quando essa divisão começa a acontecer, o desalinhamento também começa a aparecer. Por isso, precisamos trabalhar efetivamente o alinhamento estratégico.

Como fazer o alinhamento estratégico?

A premissa básica do alinhamento estratégico consiste em alinhar todos os pontos do planejamento com todos os colaboradores da empresa. Dessa forma, todos estarão na mesma página, trabalhando em prol dos objetivos macro, mas cada um dentro de sua realidade e função diária. 

Vale destacar que, todas as dicas que nós daremos a seguir sobre alinhamento estratégico serão formas de trabalhar a relação planejamento estratégico – membros da empresa.

  • Processo seletivo

O alinhamento estratégico já começa no processo de seleção de novos membros. Isso porque os valores de um indivíduo são muito difíceis de serem modelados.

Por isso, na hora de contratar novos funcionários é necessário identificar seus valores pessoais para saber se esses estão em harmonia com os valores da empresa.

Esse é o primeiro passo para que o funcionário tenha sucesso e se desenvolva na organização. Também é uma forma de garantir profissionais que tenham fit com o negócio e acreditem no que a empresa prega. Ou seja, ter no time pessoas que além de competências, tenham identificação. 

Assim, o processo seletivo é parte imprescindível também do alinhamento estratégico. Uma vez que, se o colaborador não agir de acordo com a expectativa da empresa problemas surgirão inevitavelmente.

  • Alinhamento dos níveis estratégico, tático e operacional

Ao trabalhar o alinhamento estratégico você alinha os objetivos macro à missão e à visão da empresa, e daí surgem as estratégias, metas e indicadores.

Os responsáveis por cada estratégia e meta devem estar alinhados com os gestores que estão mais acima na hierarquia e também com a sua equipe de liderados. Ou seja, cada membro deve estar com suas ideias e práticas alinhadas ao seu líder e seu liderado (se houver).

Dessa forma, desde o CEO até o operário, todos os membros estarão alinhados e, consequentemente, suas práticas convergirão para o mesmo objetivo final.

Estando alinhados os níveis estratégico, tático e operacional, todas as áreas da empresa estarão alinhadas também, gerando um esforço coletivo e direcionado.

  • Reuniões Gerais

As reuniões gerais são uma ferramenta muito utilizada para melhorar a comunicação interna, passar comunicados e fazer dinâmicas.

Nela, todos os membros da empresa se reúnem para debater questões importantes, dar repasses, comunicados oficiais e até confraternizar.

É importante aproveitar as reuniões gerais para divulgar novas práticas e explicar para os colaboradores as partes do PE, cada estratégia, meta e indicador.

Dessa forma, cada funcionário se sentirá um pouco mais responsável por cada meta da organização. Metas compartilhadas têm mais chances de serem alcançadas.

O alinhamento estratégico é muito importante e, como você deve ter percebido, é trabalhado em cima do PE. Mas você sabe como montar um planejamento estratégico para sua empresa? Se não, acesse o nosso artigo sobre o assunto e não perca mais tempo.

Conte com a Mais Consultoria

Se precisa de uma ajuda profissional para implementar o alinhamento estratégico ou até mesmo melhorar outros setores e processos do seu negócio, conte com a Mais Consultoria. A nossa empresa já tem quase duas décadas de história e mais de 200 empresas impactadas pelos nossos serviços nas frentes de Qualidade, Gestão Financeira, Otimização e Estratégia.

Temos um consultor a sua espera para identificar suas necessidades e gargalos e propor soluções totalmente personalizadas, de fácil execução e com excelentes resultados. Fale conosco no banner abaixo.

Fale com consultor

Como a estratégia corporativa pode beneficiar o meu negócio?

Com o desenvolvimento tecnológico, o aumento da competitividade dos mercados e a revolução de hábito dos consumidores, as corporações precisam, a todo momento, implementar uma estratégia corporativa que possibilite o destaque mediante a concorrência e o alcance de seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Hoje, os clientes não querem apenas comprar. Mas, fundamentalmente, estabelecer um diálogo e um relacionamento com as marcas.

Dessa forma, as empresas, além de oferecer um produto/serviço de qualidade, precisam estar presentes na vida dos consumidores e buscar um modelo de negócios sustentável.

Todas essas mudanças exigem a implementação de uma estratégia corporativa ostensiva, que impõe diversos desafios a uma empresa sobre reduzir, manter ou aumentar seu escopo corporativo, no que diz respeito a recursos, gestão, vendas e outros aspectos.

Ter uma estratégia corporativa bem delineada é essencial para a prosperidade de uma empresa. Se você quer entender melhor o conceito e seus benefícios práticos, continue a leitura!

O que é uma estratégia?

Estratégia Corporativa

Antes de entender o conceito de estratégia corporativa, é hora de parar, respirar e entender apenas o que é uma estratégia.

Essa palavrinha, que é um verdadeiro jargão nas empresas, consiste em um conjunto de mudanças competitivas e abordagens comerciais que os gerentes executam para atingir o melhor desempenho da empresa.

Ou seja, a estratégia é um conjunto de objetivos, finalidades, metas, diretrizes fundamentais e os planos para atingir os objetivos da empresa, organizados para definir em que situação a organização se encontra, que tipo de organização ela é ou deseja ser.

Níveis de estratégia

De acordo com os estudos da área, podem ser dois os níveis de estratégia. O primeiro deles é a estratégia das unidades de negócio, relativa às  ações específicas de cada empresa ou unidade do negócio para se tornar competitiva no mercado. Já a segunda, é a estratégia corporativa, tema do presente texto, que refere-se aos objetivos traçados para a totalidade do grupo empresarial.

Dessa forma, a estratégia corporativa é traçada a partir do momento em que a empresa tem várias unidades de negócios.

Desvendando o conceito de estratégia corporativa

Entendido o que é uma estratégia, é hora de desvendar a estratégia corporativa.

A estratégia corporativa é o conjunto de ações que uma empresa irá usar para ter vantagens competitivas no setor em que atua, para, assim, obter uma lucratividade superior média.

A escolha da estratégia corporativa de uma empresa é feita pela análise dos seus negócios (atuais e potenciais) e das operações realizadas em relação à sua situação de mercado.

Para assim, definir o posicionamento competitivo global da empresa no mercado. Aqui são declarados os mercados-alvo da empresa e como ela pretende estabelecer sua vantagem competitiva.

Liam Fahey, no livro “Gestão estratégica: o desafio empresarial mais importante da atualidade”, comenta que a estratégia corporativa é aquela que irá informar como uma empresa deve utilizar seus recursos, capacidades e limitações para construir vantagens competitivas que influenciarão positivamente a decisão de compra dos clientes.

Três aspectos da Estratégia Corporativa

Na hora de elaborar uma estratégia corporativa, em geral, os gerentes precisam se preocupar com três questões:

  • Escopo corporativo: qual é o complexo de negócios a corporação deve participar?
  • Relacionamento entre as suas partes: em quais bases as unidades de negócio da empresa devem se relacionar umas com as outras?
  • Os métodos que serão usados para gestão do escopo e dos relacionamentos: quais métodos (aquisições, alianças, investimentos) serão adotados para realizar mudanças específicas no escopo da empresa e nos relacionamentos?

A estratégia corporativa encontra-se em situações simples, do âmbito operacional, que, se esquecidas, podem levar ao fracasso toda a ação estratégica de uma organização.

Material gratuito: NPS

Tipos de estratégias corporativas

Há diferentes maneiras de trabalhar o conceito de estratégia corporativa. Conheça alguns modelos que podem ser muito úteis para o seu negócio:

Estratégia de diferenciação com foco

A estratégia de diferenciação com foco é voltada para um nicho bem específico. Nesse caso, o ideal é desenvolver algo que seja muito valorizado pelos clientes.

Seus produtos e serviços precisam apresentar diferenciais baseados em imagem, qualidade e suporte. Ou seja, deve oferecer soluções completas às necessidades dos clientes almejados.

O principal objetivo da estratégia de diferenciação com foco é conquistar uma posição única no mercado. Dessa forma, ter uma diferenciação em relação aos concorrente para tomar a preferência dos clientes.

Essa posição precisa se tornar um diferencial exclusivo e sustentável da empresa.

Para desenvolver uma estratégia de diferenciação com foco, é necessário:

  • Definir uma categoria isolada de clientes com a qual se possa trabalhar;
  • Entender o perfil desses clientes e o que eles valorizam;
  • Buscar artifícios para ser a única empresa a oferecer a solução ideal diante do que eles valorizam;

A estratégia de diferenciação com foco visa identificar e desenvolver um conjunto de diferenças significativas para distinguir a oferta da sua empresa da oferta da concorrência.

O objetivo aqui é encontrar aquele diferencial pelo qual o nicho de clientes escolhido será conquistado sem nem pensar duas vezes.

Gerência de carteira

Conhecido como um dos conceitos de estratégia corporativa mais utilizados, a gerência de carteira se baseia na diversificação pela aquisição.

Uma corporação adquire empresas sólidas e atraentes, cujos gerentes concordam em permanecer no cargo.

Para que uma empresa invista nessa estratégia, é necessário:

  • Ter elevada capacidade de descobrir e adquirir empresas a preços abaixo do valor real;
  • Ampla autonomia para as unidades e restrições aos tipos de unidades que podem entrar na carteira, para garantir que os gerentes não encontrem dificuldade em analisar criticamente;
  • Unidades de negócios autônomas;
  • Corporação com centro gerencial muito reduzido, de baixo custo;
  • Incentivos normalmente baseados nos resultados das unidades de negócios;

Reestruturação

A estratégia corporativa de reestruturação consiste em procurar organizações ou setores inteiros da empresa que não estão completamente desenvolvidos ou estão doentes e ameaçados.

Nesse caso, os líderes intervêm, trocando a equipe de gerentes da unidade, revendo o planejamento estratégico e/ou introduzindo novas tecnologias.

Definir uma estratégia corporativa é essencial para a sobrevivência e crescimento de uma empresa. Ela é capaz de influenciar os objetivos e a missão da empresa, tornando-se um verdadeira norte para tomada de decisões.

É função dos administradores da empresa dar atenção à estratégia corporativa e selecionar os melhores métodos e ações que ajudarão o negócio a alcançar seus objetivos e aspirações.

Leia também nosso artigo “Gestão de mudanças: por que ela é importante para sua empresa?”

Aplicação de uma Estratégia Corporativa

Resumindo, uma estratégia corporativa é uma alavanca crucial para o desempenho de empresas de múltiplos negócios.  E agora que você já conhece os três principais tipos de estratégia corporativa, deve estar se perguntando como implementá-los em seu negócio.

Pois bem, muitas vezes a colocação das ações em prática passa por certos problemas porque os próprios executivos têm dificuldades de entender como encaixar todos esses aspectos para realmente gerar valor econômico para a corporação.

Por isso, no momento de fazer toda essa estruturação ou reestruturação é importante contar com uma consultoria empresarial que possa contribuir com a criação do plano de estratégia corporativa e também com o treinamento e engajamento das equipes para que elas saiam do papel.

Nesse sentido, conte com a Mais Consultoria. São mais de 16 anos e mais de 200 empresas impactadas por nossos serviços nas frentes de estratégia, qualidade otimização e gestão financeira.

Orçamento Mais Consultoria

Executando o PE: níveis estratégico, tático e operacional

Ter um bom Planejamento Estratégico (PE) é primordial para o crescimento contínuo de uma organização. No entanto, o que nem todos sabem é que o PE se desmembra em outros dois planejamentos. Eles são: o tático e o operacional. Dessa forma, para um bom funcionamento da organização é preciso que os níveis estratégico, tático e operacional estejam em sintonia.

Esse artigo tem como objetivo explicar as diferenças entre esses três tipos de planejamento. E ainda exemplificar como eles se alinham para o melhor funcionamento da organização.

Vamos lá?

O que são os planejamentos estratégico, tático e operacional?

Entender o que é cada planejamento é o primeiro passo para garantir o crescimento planejado e constante da sua empresa.

O gráfico abaixo nos dá uma ideia visual de como funciona a hierarquia deles nas organizações:

Estratégico, tático e operacional

Observando a figura, é possível perceber que o nível estratégico está acima dos demais. Sendo assim, é de responsabilidade de menos pessoas.

O nível tático vem logo abaixo, servindo de elo de ligação para os níveis estratégico e operacional.

Enquanto isso, o nível operacional é visto na base da pirâmide. Assim, engloba a maior parte da mão-de-obra de uma organização. Por isso, é o responsável por fazer todos os processos rodarem dentro da empresa.

A seguir explicaremos mais detalhadamente cada um dos níveis de planejamento estratégico, tático e operacional. Vale destacar que, cada um deles necessita de seu próprio planejamento para um bom funcionamento da cadeia produtiva. 

Planejamento Estratégico

Estratégico, tático e operacional

O Planejamento Estratégico é a ferramenta de gestão responsável por fazer os gestores pensarem a longo prazo. Ou seja, se volta sempre para o futuro. É um processo contínuo que visa a tomada de decisões para atingir os objetivos-macros da organização.

Pode-se dizer que o planejamento estratégico serve para organizar uma empresa e evitar que ela apenas “apague incêndios” ou resolva questões superficiais e imediatas. Por isso, é parte do PE o desenvolvimento da missão, visão e valores do negócio. Assim como as metas e objetivos.

Dessa forma, é nesse planejamento que os responsáveis pensam nas melhores estratégias para toda a organização. Logo, funciona como se fossem a cabeça de um grande polvo dando direcionamento para os seus diversos tentáculos.

Além disso, é no nível do Planejamento Estratégico que é definida a alocação ou realocação de recursos da maneira mais eficiente, por exemplo.

Vale destacar que, os planos criados nesse nível são para longo prazo, de 5 a 10 anos, e são de responsabilidade dos cargos mais altos, geralmente CEO, presidência e diretoria.

Como mapear?

No PE é importante levar em conta os fatores internos e externos. Ou seja, deve-se levar em consideração o cenário econômico, a situação dos concorrentes e todos os elementos que podem interferir na sua projeção.

Aqui é interessante fazer uma análise SWOT, que mapeia as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da empresa.

  • S: Stregths  (Forças): vantagens da empresa em relação aos concorrentes.
  • W: Weakness (Fraquezas): desvantagens da empresa em relação aos concorrentes.
  • O: Opportunities (Oportunidades): fatores externos com potencial de ajudar no crescimento da vantagem competitiva da empresa.
  • T: Threats (Ameaças): fatores externos que ameaçam o crescimento da empresa.

Análise SWOT: material gratuito

As forças e fraquezas habitam o ambiente interno da organização. Sendo assim, são considerados controláveis. Enquanto as oportunidades e ameaças dependem de fatores externos. Logo, não são previsíveis.

Dessa forma, é possível pensar estrategicamente nos próximos passos que a empresa vai tomar, sabendo qual cenário ela enfrentará. No Brasil, a Análise SWOT também é chamada de Análise FOFA, pois é a palavra formada quando traduzimos os nomes dos fatores analisados.

O que norteia o seu negócio?

É também no Planejamento Estratégico que são definidos a missão, a visão e os valores da empresa. Sendo:

  • Missão:  objetivo da empresa existir.
  • Visão: onde a empresa quer chegar em um determinado tempo.
  • Valores: princípios que devem ser seguidos por todos os que trabalham na organização para o crescimento da empresa.

Vamos a um exemplo?

A empresa Netshoes tem como missão conectar as pessoas a uma vida com mais estilo e simplicidade. Sua visão é ser referência global em experiência de compras online, e seus valores são: paixão, inovação, sem limites, foco no resultado, olhar de dono, valorização das pessoas, agilidade e simplicidade.

Por serem feitos para um prazo muito longo, as ações propostas devem ser revisadas e atualizada frequentemente, visando a otimização dos resultados.

É importante que os responsáveis pelo PE não estejam envolvidos no planejamento tático e nem no operacional. Dessa forma, conseguirão pensar nas melhores estratégias para a organização.

Planejamento Tático

Estratégica, tático e operacional

Enquanto o Planejamento Estratégico se preocupa em direcionar todas as macro-áreas da organização, o Planejamento Tático é focado em colocar em práticas os planos de ação para alcançar os objetivos de longo prazo do PE. 

Ele é o planejamento pensado a nível departamental. Ou seja, delineia os objetivos de forma setorizada, para que cada time dentro da empresa atinga seus próprios objetivos. Assim,  impacta diretamente nas metas globais com a colocação de planos concretos em ação.

Os responsáveis por esse nível são os gerentes das equipes e seus objetivos têm prazo médio para serem postos em prática, geralmente entre 1 a 3 anos.

É importante que cada departamento saiba exatamente qual é a sua missão e como pode contribuir para o bom andamento da organização.  Além disso, é o principal fator de sucesso para alcançar os objetivos gerais de uma corporação. 

Como estipular metas setorizadas?

Para estipular metas é preciso ter uma metodologia para defini-las. Uma muito simples e de fácil utilização é a 5W2H. Você pode saber como usar essa metodologia em outro conteúdo do nosso site, clicando aqui. Além disso, ela também pode ser empregada no próximo nível de planejamento.

Vale ressaltar que o nível tático é a ponte entre o nível estratégico e o operacional, que falaremos a seguir.

Planejamento Operacional

Estratégico, tático e operacional

O nível operacional é executado pela equipe de profissionais na empresa em sua rotina diária. Assim, tem como objetivo colocar em prática o que foi proposto no Planejamento Tático em um curto período de tempo (geralmente entre 3 meses e 1 ano).

É no Planejamento Operacional que são definidos os métodos e processos que deverão ser utilizados para a execução da tarefa.

Ele está focando no “o que fazer” e no “como fazer” as tarefas rotineiras da organização. Aqui entra também a metodologia 5W2H para essas definições. Em linhas gerais, o Planejamento Operacional objetiva garantir que tudo seja feito dentro dos padrões estipulados pela empresa.

É nele que também são definidos os responsáveis por cada tarefa, os prazos, além dos recursos financeiros necessários para a execução de cada um das atividades descritas. 

Geralmente nesse nível são criados planos de ação, fluxogramas, checklists e cronogramas, que auxiliam na realização dos trabalhos.

O que é cada um desses conceitos?

  • Plano de ação: documento que planeja todas as ações necessárias para atingir uma meta ou resolver um problema.
  • Fluxograma: gráfico que representa o fluxo de procedimentos que devem ser seguidos para alcançar um objetivo final.
  • Checklist: lista com tudo o que deve ser considerado para a realização de um determinado trabalho.
  • Cronograma: documento que mostra quando cada tarefa deve ser executada e seus deadlines.

O Planejamento Operacional foca na eficiência do trabalho e nos meios de maximizar as entregas. Enquanto o estratégico e tático focam no lugar em que a organização deseja chegar.

É importante entender que os planejamentos estratégicos, tático e operacional precisam estar em sintonia para que a empresa continue avançando.

Resumindo a relação entre os planejamentos estratégico, tático e operacional

A empresa define os objetivos estratégicos no Planejamento Estratégico, os subdivide em objetivos práticos para cada setor no Planejamento Tático e cria planos de ação para os objetivos operacionais no Planejamento Operacional.

Agora que você já entende as diferenças entre os níveis estratégico, tático e operacional, que tal entender melhor como a estratégia corporativa pode beneficiar seu negócio? Saiba tudo no nosso artigo sobre o assunto.

Precisa de uma consultoria para te ajudar a alavancar seu negócio? Conheça os serviços de Estratégica, Qualidade, Otimização de Processos e Gestão Financeira da Mais Consultoria, clique no banner abaixo e converse com um de nossos consultores para ter uma proposta personalizada para as suas necessidades.

Contato Mais Consultoria

Fluxograma de Processos: o que é e quais são as suas partes

Entender o que é, para o que serve e como fazer um fluxograma de processos é essencial para uma empresa que pretende se consolidar no mercado e rodar suas entregas de maneira constante.

No artigo de hoje vamos explicar o que é um fluxograma de processos e quais são as partes que o compõem, assim você será capaz de fazer o seu.

Ficou interessado? Então continue a leitura!

O que é um fluxograma de processos?

Fluxograma de processos é a representação dos processos de uma empresa através de símbolos gráficos, com o objetivo de descrever o passo-a-passo e o fluxo do processo.

Ele é muito utilizado como ferramenta de qualidade, pois trabalha a gestão da empresa facilitando seu entendimento por meio de informações visuais e de fácil entendimento.

Além disso, ele pode ser colocado em locais estratégicos dentro da organização, como corredores muito movimentados, para que os colaboradores o vejam sempre e o internalizem com mais facilidade.

Um fluxograma de processos estabelece uma relação de início, meio e fim em um processo.

As entradas simbolizam o início e são necessárias para que o processo se inicie. O meio é o processo em si, onde estão especificadas as atividades que devem ser feitas e qual a ordem delas. E o fim é dado quando as saídas ficam prontas, gerando o resultado esperado do processo.   

Mas o fluxograma de processos não pode ser feito nos padrões que você escolher. Ele tem seus próprios padrões gráficos para que possa ser entendido de qualquer lugar do mundo.

Por conta disso, agora vamos explicar quais são esses padrões. Se atente!

Quais são as partes que compõem um fluxograma de processos?

As partes de um fluxograma são representadas através de símbolos e cada um desses formatos significa alguma coisa acontecendo dentro do processo.

Entenda o que cada representação significa:

 

  • Início ou fim

É o símbolo utilizado apenas no início e no fim do processo e representa exatamente seus extremos: em qual ponto o processo começa e em qual termina.

Todo fluxograma deve conter o símbolo início e o símbolo fim, para que fiquem claras suas delimitações.

 

  • Processo

Esse é um símbolo muito utilizado em fluxogramas, pois representa as etapas do processo, ou seja, aquilo que deve ser feito.

Alguns exemplos que devem ser enquadrados nessa categoria são: “atender cliente”, “embalar produto”, “chamar candidato para entrevista”, “fazer pedido ao fornecedor” etc.

 

  • Decisão

São os pontos em que o processo pode seguir por um caminho ou outro. Eles dependem de alguma tomada de decisão.

Por exemplo, quando é enviada uma proposta a um cliente, é preciso saber se o ele vai aceitar ou não a proposta para saber por onde o processo vai seguir.

Se ele aceitar, a produção será iniciada. Se ele recusar, será enviada uma contraproposta. E assim por diante.

Leia mais: Como ter uma linha de produção de qualidade e excelência?

  • Fluxo

É a seta que representa o fluxo do processo, ou seja, qual é a ordem que as etapas devem ser seguidas para a realização correta do processo.

Esse é um símbolo bem intuitivo, já que o natural quando vemos setas é ler as informações seguindo-as. Por isso, esse símbolo é utilizado para conectar as demais representações gráficas.

Nenhum símbolo pode estar no seu fluxograma sem estar ligado por uma seta de fluxo, ok?

 

  • Processo pré-definido

Representa uma etapa que já foi utilizada em outro fluxograma. Nesse caso, para não parecer que são duas coisas distintas na visão macro da organização, o mais indicado é utilizar este símbolo.

 

  • Operação Manual

Mostra uma tarefa manual que precisa ser feita manualmente. Por exemplo, no caso de uma máquina que trabalhará incessantemente até que algum funcionário clique no botão de parar.


  • Documento

Toda vez que for gerado algum documento durante o processo, é este símbolo que deverá ser utilizado. É o caso de elaboração de propostas, contratos, relatórios, entre outros.

Esses símbolos também podem ser sobrepostos para definir um conjunto de documentos gerados em uma única etapa do processo.

 

  • Espera

Existem pontos em que é necessário esperar um tempo para que o processo continue seu andamento. Nesse caso utilizamos o símbolo de espera.

Ele pode ser utilizado para esperar os dias pré-definidos que o cliente tem para aceitar a proposta, ou um tempo específico que algum material precisa para ficar pronto.

 

  • Conector

Tem o objetivo de ligar um ponto a outro do fluxo. Mas você deve estar se perguntando o porquê de utilizar um conector se a seta de fluxo já faz esse trabalho.

Bom, essa representação só costuma ser utilizada em fluxogramas bastante complexos, pois ele conecta etapas que estão muito distantes umas das outras, tornando-se confusa a utilização das setas.

Dessa forma, coloca-se uma letra nos conectores que fazem ligação, assim, quem lê o fluxograma sabe para onde deve olhar em seguida.

Veja a seguir um exemplo de fluxograma:

Como montar um fluxograma de processos?

Para montar o seu fluxograma de processos é preciso identificar primeiramente onde o processo começa e onde termina, ou seja, suas entradas e saídas.

A partir daí, anote tudo o que deve ser feito, todas as decisões, caminhos, tudo o que é gerado e qual é a ordem das tarefas.

Procure desenhar o processo com a sua equipe, pois assim haverá mais chances de todos os passos serem lembrados e, de bônus, seus funcionários interiorizarão melhor o processo.

Quando todo o processo estiver desenhado em um fluxograma, faça a análise crítica dele. Ou seja, pense criticamente se cada parte dele está otimizada.

É interessante reunir colaboradores que entendam de gestão para que seja possível fazer a otimização dos processos de maneira eficaz, sendo possível até mesmo diminuir custos.

Por exemplo, no caso de uma espera: ela é realmente necessária ou é um atraso para o processo como um todo? Todos os documentos gerados são necessários? Há alguma etapa que gere problemas com frequência?

A partir daí, modifique o que precisa ser modificado no processo e documente o fluxograma oficial.

Vale lembrar que o mapeamento de processos vai muito além do fluxograma de processos. Para saber mais sobre mapeamento de processos, clique aqui.

fluxograma de processos

 

Auditoria Interna: tire suas dúvidas sobre o assunto agora mesmo

auditoria internaSe você trabalha na área empresarial, é provável que já tenha se deparado com o termo Auditoria Interna. No entanto, se você é leigo no assunto, talvez esse termo não seja tão familiar para você.  

Hoje, vamos explicar o que é Auditoria Interna e responder às principais perguntas sobre o assunto, procurando auxiliar tanto quem já tem um conhecimento prévio, quanto quem não tem.

Por isso, independente do seu conhecimento no assunto, não abandone a leitura. Garantimos que você não vai se arrepender.

O que é Auditoria Interna?

Funcionários com planilhas sobre auditoria interna

Nossa primeira questão é a mais básica: o que é essa tal de Auditoria Interna

Bom, refere-se a um processo que tem como objetivo descobrir se a empresa está seguindo suas regras pré-determinadas e se seu trabalho está adequado às normas pré-estabelecidas.

A palavra auditoria vem do verbo em inglês to audit, que significa examinar, ajustar, corrigir, certificar.

Ele é uma forma de garantir e comprovar que as coisas estão indo bem na organização, seja nos processos, nas finanças ou no planejamento estratégico.

Segundo o site Administradores, 77% das empresas sofrem fraudes de até um milhão de reais por ano e 90% dos funcionários admitem que cometeriam fraudes contra a empresa que trabalham se tivessem certeza que não seriam pegos.  

Esses dados são alarmantes e não podem ser ignorados. A Auditoria Interna pode ser a ferramenta certa para pegar os infratores e impedir que novos deslizes aconteçam.

O resultado de um bom processo de Auditoria Interna é a diminuição dos riscos, das fraudes e dos problemas gerenciais e operacionais da organização.

Vale lembrar que o processo da auditoria não tem como objetivo caçar culpados, e sim ajudar a melhorar o que ainda pode ser melhorado.

Por isso, é importante que todos os membros da empresa estejam cientes de quando a auditoria irá ocorrer e que isso não é uma “caça às bruxas”.

Para que serve a Auditoria Interna?

Blocos formando a palavra auditoria

O processo serve para colocar a casa no lugar. Imagine que na sua empresa nunca foi checado se os funcionários estavam realizando suas atividades seguindo as diretrizes da organização. Então vem um acionista de fora visitar sua empresa e ele percebe que as coisas não estão exatamente como deveriam estar. Péssimo, não é mesmo?

Portanto, não é preciso esperar que um fator externo te mostre o que há de errado. A Auditoria Interna fará isso por você e você poderá arrumar tudo o que estiver “fora do lugar”.

Ela é feita por um membro da empresa especializado no assunto ou por um auditor interno contratado através de uma empresa de consultoria, por exemplo.

É preferível que o auditor interno seja alguém de fora da empresa. Apesar de ele ser chamado de “interno”, não é necessariamente um membro da organização.

Alguém de fora tem mais facilidade em enxergar os problemas e identificar pontos de melhoria, além de ter mais abertura para apontar os erros.

Vale lembrar que se você optar por um auditor interno da sua própria empresa, esse funcionário não deve ter qualquer relação com a área que será auditada.

Quais são os procedimentos de uma auditoria interna?

Funcionário analisando planilhas de auditoria interna

O auditor interno, ao chegar na empresa, começará a observar a identificar pontos de melhoria no trabalho e na estratégia da empresa, além de apontar os potenciais riscos.

E, quando falamos de risco, não estamos falando apenas de riscos à saúde dos colaboradores. Mas também riscos à saúde da empresa, como má administração das finanças, inconformidade nos processos, entre outras coisas.

Ele também observará se os funcionários estão trabalhando com segurança. Isto é, se a sua empresa segue as regras da segurança no trabalho, como o uso obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual em alguns casos.

Após identificar todos os problemas, falhas e pontos de melhoria, ele fará o relatório de auditoria, onde tudo o que foi o observado estará documentado.

A partir daí, o auditor e gestores conversam para a definição dos planos de ação, que serão responsáveis pelas melhorias na organização.

O auditor tem o dever de dar assistência na busca pela otimização dos processos internos, objetivos e metas estratégicas e todo tipo de melhoria que possa agregar valor.

Isso auxilia a familiarização dos colaboradores com os processos e normas internas da empresa, aumentando a conformidade dos processos.

Para saber se a sua empresa está precisando de conformidade nos processos, leia nosso artigo sobre o assunto.

Qual é a diferença entre auditoria interna e externa?

Diferenças entre auditoria interna e externa

A Auditoria Externa de uma empresa é realizada por auditores terceirizados e certificados e tem como objetivo a obtenção de algum certificado.

Por exemplo, para a obtenção do selo ISO 9001 é preciso que a empresa passe por uma auditoria externa, onde o auditor externo examinará os processos e documentos e fará os testes necessários para o ganho ou não da certificação.  

A Auditoria Interna deve ser feita antes da externa. O objetivo dela é deixar tudo em conformidade para quando for a hora da auditoria externa, a casa estar no lugar.

Esse foi só um exemplo, mas a auditoria interna pode ser utilizada também para outros fins que não sejam a obtenção de uma certificação.

Por exemplo, já falamos anteriormente sobre a questão das fraudes e rombos nas contas das empresas. Uma auditoria interna na área financeira da empresa poderia identificar tais problemas.

Esse tipo de auditoria é chamada de auditoria financeira e ela tem como objetivo fiscalizar as contas e patrimônios da empresa.

Quando a organização precisa comprovar seus bens, por exemplo, é feita uma auditoria externa na área da contabilidade, em que um auditor externo vai verificar se o valor dos bens da empresa está de acordo com o assinalado pela organização.

De maneira geral, a auditoria interna serve como auxílio para a administração da empresa, uma forma de melhorar as práticas, as finanças, a conformidade dos processos etc.

Já auditoria externa serve para comprovar que algo é da forma como foi dito pelo administrador, seja uma determinada prática, norma ou valores.

Além da Auditoria Interna, existem outras formas de garantir que o trabalho flua de maneira segura e seguindo os padrões. Uma dessas ferramentas é o Programa de Gestão 5S, saiba mais através do nosso artigo sobre o assunto.

Estratégias de Gestão

Quer saber como criar estratégias para o seu negócio? Veja no vídeo as dicas do fundador do IEEP – Instituto de Educação por Experiência e Prática, Nicolas Giffoni!

Endomarketing nas empresas e a sua importância organizacional

Uma empresa que é formada por colaboradores engajados e motivados a contribuir com o sucesso do negócio está um passo à frente de qualquer outra empresa. Porém, qual o segredo para engajar os funcionários? Certamente, um dos maiores deles é o Endomarketing nas empresas e é sobre isso que será falado neste artigo. Quer entender mais sobre o assunto? Então continue a leitura.

 

Endomarketing nas empresas: o que é?

Endomarketing é um conjunto de ações ligadas às áreas de marketing e recursos humanos de uma empresa. As estratégias são voltadas para o público interno da organização com o intuito de melhorar o relacionamento interno e o bem-estar dos colaboradores.

As ações de Endomarketing nas empresas geram grandes resultados para o negócio, uma vez que despertam a motivação, a produtividade da equipe, entre outros benefícios. Consequentemente, essas ações refletem na qualidade dos serviços e na satisfação dos clientes.

 

Endomarketing e Comunicação Interna

Quando o assunto se refere a ações voltadas para os colaboradores de uma empresa, é muito comum confundir o Endomarketing com Comunicação Interna. Isso porque ambos os planos estão interligados e conversam entre si.

Para que o Endomarketing, que tem a finalidade de estimular a motivação dos funcionários, seja eficiente, é fundamental que haja uma boa comunicação entre os setores da organização.

Então, por mais que Endomarketing não seja sinônimo de Comunicação Interna, é necessário que as estratégias de ambos estejam alinhadas para que o resultado obtido seja o esperado.

 

A importância organizacional do Endomarketing nas empresas

Endomarketing nas Empresas e a Importância Organizacional

Uma empresa que tem o Endomarketing aplicado em seu dia-a-dia só tem a ganhar. Afinal, quando se tem funcionários que se dedicam ao máximo às funções que exercem e que vestem verdadeiramente a camisa da marca, todo o restante passa a fluir. Para que você entenda como o método influencia em diversas questões do negócio, veja quatro benefícios que podem ser alcançados com o Endomarketing:

 

Colaboradores motivados

Como você viu anteriormente, a motivação da equipe é um dos principais resultados alcançados com a aplicação do método. E também é ela que abre caminhos para os outros benefícios. Quando o funcionário percebe que seus chefes se preocupam com seu lado pessoal e prezam pelo seu bem-estar, ele passa a ter mais prazer de trabalhar naquele ambiente.

Porque mesmo sabendo que, primordialmente, a relação entre ele e a empresa seja profissional e de troca de favores – o serviço em troca do salário – ele se vê como uma figura importante para o gestor, visto que não há apenas uma preocupação com o que ele entrega para a empresa, mas também como ele se sente estando ali.

Mas como essa motivação pode render bons frutos para o negócio? Bom, um colaborador motivado se torna cada vez mais colaborativo. Portanto, ele se preocupa em bater as metas e se esforça para contribuir com o sucesso da empresa, por exemplo.

 

Menos rotatividade de funcionários

Uma das vantagens de ter profissionais motivados dentro da empresa é a diminuição da rotatividade de funcionários. Veja só: trabalhar é uma das obrigações que todo ser humano tem para conseguir se sustentar e viver bem, na medida do possível. Isso, por si só, torna o compromisso cansativo. Agora imagina o quanto isso piora caso o clima organizacional não seja nada agradável?

Em contrapartida, caso o clima organizacional seja saudável, o funcionário tende a se sentir confortável e satisfeito em trabalhar naquela organização. Assim, ele deseja e se esforça para permanecer trabalhando naquele lugar. Principalmente por saber que são poucos os lugares que proporcionam esse bem-estar. Com isso, o índice de rotatividade diminui e se torna uma preocupação a menos para o empreendedor.

 

Menos faltas e atestados

Um dos maiores motivos que levam à abstenção no trabalho são os problemas psicológicos. O Endomarketing nas empresas surge como uma solução para este problema, visto que as ações estimulam o bem-estar dos funcionários e, com isso, melhora a sua saúde mental e a qualidade de vida.  Consequentemente, os gestores desta organização vão perceber uma redução no número de faltas e de licenças por problemas de saúde.

 

Maior produtividade

Outro benefício é o aumento da produtividade dos colaboradores. Quando estão motivados, eles realizam o trabalho com mais eficiência e qualidade. Assim, há redução de custos e aumento de lucros no negócio.

 

Leia Mais:

Gestão de Pessoas: Como dar ao seu time o melhor ambiente para atingir suas metas?

 

Como aplicar o Endomarketing nas empresas?

Agora que você já conhece a importância e os benefícios do Endomarketing para uma organização, chegou o momento de saber quais ações e estratégias podem ser aplicadas para alcançar os benefícios do método. Então, vamos lá!

 

Faça pesquisas de clima organizacional

O primeiro passo é fazer uma pesquisa de clima organizacional com os colaboradores para entender como eles se sentem trabalhando naquele ambiente e como eles enxergam a empresa. Além de descobrir quais os pontos negativos e positivos da empresa que mais chamam a atenção deles. Com isso, você vai ter informação suficiente para, a partir de então, traçar as ações.

 

Crie momentos de descontração

Geralmente o ambiente de trabalho é sério e não permite que a equipe interaja entre si. Mas para que os funcionários se sintam animados, à vontade e confortáveis para compartilhar o mesmo espaço com outras pessoas crie momentos de integração. Promova cafés, happy hour, comemoração de aniversariantes do mês, entre outras coisas.

 

Política de benefícios

Para que o colaborador se sinta mais motivado, uma das estratégias é implantar a política de benefícios. Por exemplo, dê a ele vale refeição, vale saúde, descontos em academias, restaurantes, etc.

 

Ambiente planejado

Talvez não seja tão claro para você, mas planejar o ambiente de trabalho é uma das ações que contribuem com o bem-estar do funcionário. Portanto, procure decorar o espaço com frases motivacionais, quadros e plantas.

 

Não force um objetivo

Por fim, vale destacar que as ações e estratégias do Endomarketing só serão eficientes se o seu intuito for realmente motivar e oferecer um ambiente agradável aos seus funcionários. Ou seja, não adianta usar as estratégias do método para manipular ou comprar seus colaboradores. Eles vão perceber a sua intenção e, assim, o jogo pode virar contra você.

 

Mais informações sobre Endomarketing nas empresas? Fale com um consultor

As dicas foram úteis mas, mesmo assim, você gostaria de contar com o auxílio de algum profissional que entenda mais sobre o assunto? Entre em contato e fale com um dos consultores da Mais Consultoria Jr.

Indústria de alimentos: perspectivas para os próximos anos

As inovações surgem a todo instante e, com isso os mercados passam por revoluções constantemente. É por isso que é fundamental que os empreendedores estejam atentos às perspectivas para os próximos anos do setor em que está inserido. A indústria de alimentos, por exemplo, precisa se preparar para os desafios dos próximos anos. É sobre eles que falaremos a seguir. Continue a leitura!

Revolução na indústria de alimentos

O mundo passa por constantes transformações que refletem diretamente na vida da população, de uma forma geral. Mas algumas áreas são mais afetadas que outras. E segundo as projeções, a indústria de alimentos é uma delas. Isso porque as inovações tecnológicas e as mudanças no comportamento do consumidor prometem revolucionar a indústria de alimentos.

Desafios futuros para o setor alimentício

Para se manter firme no mercado é necessário que os negócios acompanhem toda essa revolução e se adapte com base nas tendências e tecnologias que estão cada vez mais perto. Conheça a seguir alguns dos desafios que vão exigir as mudanças no mercado em questão.

Alimentação mais sofisticada

Os estudos sobre segurança alimentar indicam que o crescimento populacional refletirá numa sociedade mais educada, rica e exigente. Dessa forma, os padrões de consumo serão impactados significativamente. Aspectos como produção, diversificação e especialização de alimentos serão observados com mais intensidade.

Preocupação nutricional

As pessoas têm se importado cada vez mais com a qualidade nutricional do que consomem. Por isso, buscam o consumo de produtos com ingredientes saudável e, preferencialmente, que tenham métodos de produção e suas composições bem transparentes.

A tendência é que isso se intensifique com o passar dos anos. Portanto, é fundamental que os negócios da indústria de alimentos busquem se adaptar, com urgência, a este novo modelo. É o que já tem feito algumas multinacionais, como a Coca-Cola. A marca refez as receitas de 60 produtos e diminuiu o teor de açúcar de 42 deles.

Menos impacto ambiental

Outro desafio para as empresas do setor alimentício é procurar alternativas que não agridam o meio ambiente. Para isso, já existem estudos que buscam substitutos mais naturais para certos alimentos, como a carne bovina.

Ela tem como consequências da sua produção o desmatamento, o consumo exacerbado de água durante a fabricação e emissão de gases de efeito estufa. Entre as alternativas para substituição futura da carne, estão as proteínas vegetais.

Avanço tecnológico como influência nas compras

A indústria de alimentos também vai precisar se adaptar para otimizar a experiência de compra dos consumidores com base no avanço tecnológico. Isso porque a Indústria 4.0 tende a revolucionar o comércio e a tornar os processos cada vez mais otimizados.

A startup americana Creator já tem acompanhado esses avanços. Ela inaugurou recentemente onde a produção do hambúrguer é completamente automatizada, rápida e barata. O pedido é feito em um tablet e em cerca de cinco minutos é feito todo o processo de preparação do hambúrguer.

Preocupe-se com o presente

Para conseguir acompanhar todas essas mudanças projetadas para o futuro da indústria de alimentos, é preciso que a atual situação do negócio esteja consolidada. Como está a sua empresa? Ela está passando por alguma crise ou momento ruim? Nós podemos te ajudar. Clique aqui e fale com um de nossos consultores.

4 alternativas para reduzir custo de pequena empresa

Para que uma empresa faça uma trajetória lucrativa e alcance bons resultados é preciso que a movimentação do fluxo de caixa seja gerenciada detalhadamente. Afinal, o investimento mal planejado pode afetar a realidade do seu negócio, de maneira geral. Não adianta ter um lucro elevado se os seus gastos também são altos. Por isso, continue a leitura e conheça algumas alternativas que ajudam a reduzir custo de pequena empresa.

Reduzir custos de pequena empresa: por que tão importante?

Lucro é aquilo que resta quando diminuímos a receita pelas despesas. E quando o valor de um é bem próximo ao do outro o resultado é uma margem de lucro muito baixa. Ou seja, o crescimento de uma empresa está diretamente ligado a quanto ela lucra. Isso é uma grande preocupação para os empreendedores, visto que eles desejam que a empresa cresça cada vez mais.

Afinal, do que adianta vender muito e ter gastos extremamente elevados? É por isso que reduzir custos deve ser um dos principais objetivos de uma empresa. Mas o problema é que muitos empreendedores não sabem onde economizar e de que maneira.

Porém, essa pode ser uma tarefa bem simples e que pode começar nas áreas que você menos imagina. É sobre isso que será falado neste artigo.

Leia também: Qual a diferença entre custo e despesa

4 alternativas para reduzir custo de pequena empresa

Como falado acima, separamos 4 alternativas que podem ajudar a reduzir custo de pequena empresa. Você sabia que até mesmo os copos descartáveis utilizados pelos seus funcionários pode ser um ótimo meio para começar a economia? Saiba mais a seguir.

Impressão de papel

Talvez pra você a impressão de papel não seja incômodo algum. Mas saiba que existem formas de reduzir os gastos reduzindo também o número de impressões. Desenvolva em sua empresa uma cultura de reaproveitamento. Incentive seus funcionários a utilizarem o meio digital como alternativa.

E quando a impressão for necessária, oriente-os a utilizar os dois lados da folha e a reaproveitar os rascunhos. Além da otimização de recursos você estará desenvolvendo uma política de consciência ambiental.

Energia elétrica

Uma das grandes despesas de uma empresa é com a energia elétrica. Isso porque computadores, lâmpadas e outros aparelhos elétricos utilizados diariamente consomem muita energia. Porém, existem maneiras bem fáceis de economizar bastante os gastos com energia elétrica.

O primeiro ponto é priorizar o uso da luz solar e manter as luzes dos cômodos vazios apagadas. Além disso, sempre desligue os aparelhos elétricos tirando, inclusive, da tomada – o modo stand-by também gera consumo de energia.

Outra maneira de economizar é com o ar condicionado. Opte pelas janelas abertas enquanto a temperatura estiver amena.

Copos de água e café

Um saco de copo descartável hoje, outro amanhã e assim por diante. Pensando assim, chega a parecer um gasto indefeso, não é mesmo?! Mas quando calculado a longo prazo, é possível perceber o quanto os gastos com esses produtos afetam o seu bolso.  Para reverter a situação, uma boa alternativa é o uso de canecas individuais que podem ser fornecidas pela própria empresa.

Estoque mal planejado

Ter um controle do seu estoque é essencial para evitar desperdícios de dinheiro. É muito comum encontrar empresas com mercadorias estocadas numa quantidade além do necessário. E estoque com material parado é dinheiro sem movimentação. Além disso, eles ocupam espaço e correm risco de deterioração. Para evitar essa situação, faça compras programadas.

Caso esteja enfrentando, neste momento, o problema de estoque parado, uma boa alternativa é promover ofertas com os produtos estagnados.

Conte com seu time

Lembre-se que para o desenvolvimento da cultura de redução de gastos na sua empresa é preciso que toda sua equipe seja envolvida no processo. Alie-se aos seus funcionários e os conscientize sobre a importância da colaboração para a redução de custos.

Quer conhecer outras maneiras de reduzir custo de pequena empresa? Clique aqui.

5W2H: atinja melhores resultados com esse método

5W2H é uma ferramenta de gestão que auxilia o planejamento operacional na tarefa de monitoramento dos planos de ação de uma empresa. Por mais que a sigla parece difícil, a sua aplicação é bem fácil e resulta em grandes resultados. Então, saiba como aplicar para diminuir seus custos e lucrar mais!

5W2H: O que significa

5W2H é uma sigla que corresponde às iniciais em inglês de sete vertentes capazes de eliminar dúvidas e impasses dos processos.

Além de proporcionar a transparência em todas as atividades da organização. As perguntas são:

5W

What: “O que?”

O que é a ação que deve ser realizada? Aqui devem ser detalhados os objetivos e tudo o que deve ser feito para que os objetivos sejam alcançados.

Why: Por que?

Dá o sentido daquilo existir. Por que vamos realizar essa ação? Por que ela é importante? Sem saber exatamente qual é a função de cada procedimentos, as pessoas ficarão desmotivadas. Quando o propósito é passado e posteriormente entendido pelos colaboradores, fica natural o engajamento na causa, o que inclusive aumenta a produtividade dos envolvidos.

Where: Onde?

O campo “onde?” não especifica apenas o local específico em que as ações acontecerão, mas também quais ferramentas serão necessárias para a realização (máquinas, equipamentos etc).

When: Quando?

Quando a ação deve ser realizada? Quanto tempo ela dura? Aqui serão estipulados prazos, períodos e datas para cada entrega.

2H

How: Como?

Aqui devem ser detalhadas as tarefas envolvidas no processo. Se necessário, podem ser criadas Instruções de Trabalho (ITs) e checklists para ajudar no processo.

How much: Quanto custa?

Aqui estará estipulado todo o gasto e investimento utilizado no plano de ação em questão. Isso inclui custos com recursos, materiais, equipamentos, pessoas e terceirizados. É o planejamento financeiro do seu plano de ação e deve levar em consideração os fornecedores e orçamentos já pré-feitos.

O método baseia-se nas respostas dadas a estas sete perguntas. Ou seja, para cada plano de ação ou para cada ação realizada pela sua equipe, você deverá responder a cada uma delas. Dessa forma, é possível ter o controle de todas as informações necessárias sobre certo projeto. Com isso, a execução do mesmo é feita de forma mais clara e efetiva.

Por mais que não pareça, a implementação dessa ferramenta em uma empresa é capaz de otimizar o tempo e, até mesmo, de economizar recursos.

Com o 5W2H todos os envolvidos em um projeto conseguem acompanhar com mais clareza quais são suas obrigações, como realizá-las e demais informações, como local e data da tarefa.

Como aplicar na prática o 5W2H e aumentar os lucros da sua empresa”

Aplicar essa ferramenta de gestão no seu negócio é mais fácil do que você imagina e gera resultados muito melhores do que você espera. Talvez você pense que registrar em um documento informações sobre um projeto a ser realizado pela sua empresa não faz tanta diferença, mas após a prática é que os resultados realmente aparecem. Veja um exemplo:

Digamos que há na sua empresa uma demanda por um novo funcionário. Ele vai ocupar a vaga de Vendedor. Então, antes de realizar o processo seletivo, é necessário que você preencha a ferramenta e responda as perguntas como:

What: Contratação de um novo profissional;

Why: Para ocupar a vaga de Vendedor;

Who: No setor Comercial da empresa.

E assim por diante…

Talvez você encontre dificuldades para responder a todas as perguntas. Mas não deixe de preencher. Tenha certeza que os processos da sua empresa serão otimizados e tudo ficará mais ágil.

Conte com a ajuda de outros profissionais

Para alcançar mais resultados ao aplicar esse e outros métodos, conte com profissionais qualificados que são especialistas em gestão empresarial. Clique aqui e fale com um consultor da Mais Consultoria Jr.

Nossa localização

Faculdade de Engenharia - UFJF Rua José Lourenço Kelmer, s/n São Pedro, Juiz de Fora - MG