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Fluxograma de Processos: o que é e quais são as suas partes

Entender o que é, para o que serve e como fazer um fluxograma de processos é essencial para uma empresa que pretende se consolidar no mercado e rodar suas entregas de maneira constante.

No artigo de hoje vamos explicar o que é um fluxograma de processos e quais são as partes que o compõem, assim você será capaz de fazer o seu.

Ficou interessado? Então continue a leitura!

O que é um fluxograma de processos?

Fluxograma de processos é a representação dos processos de uma empresa através de símbolos gráficos, com o objetivo de descrever o passo-a-passo e o fluxo do processo.

Ele é muito utilizado como ferramenta de qualidade, pois trabalha a gestão da empresa facilitando seu entendimento por meio de informações visuais e de fácil entendimento.

Além disso, ele pode ser colocado em locais estratégicos dentro da organização, como corredores muito movimentados, para que os colaboradores o vejam sempre e o internalizem com mais facilidade.

Um fluxograma de processos estabelece uma relação de início, meio e fim em um processo.

As entradas simbolizam o início e são necessárias para que o processo se inicie. O meio é o processo em si, onde estão especificadas as atividades que devem ser feitas e qual a ordem delas. E o fim é dado quando as saídas ficam prontas, gerando o resultado esperado do processo.   

Mas o fluxograma de processos não pode ser feito nos padrões que você escolher. Ele tem seus próprios padrões gráficos para que possa ser entendido de qualquer lugar do mundo.

Por conta disso, agora vamos explicar quais são esses padrões. Se atente!

Quais são as partes que compõem um fluxograma de processos?

As partes de um fluxograma são representadas através de símbolos e cada um desses formatos significa alguma coisa acontecendo dentro do processo.

Entenda o que cada representação significa:

 

  • Início ou fim

É o símbolo utilizado apenas no início e no fim do processo e representa exatamente seus extremos: em qual ponto o processo começa e em qual termina.

Todo fluxograma deve conter o símbolo início e o símbolo fim, para que fiquem claras suas delimitações.

 

  • Processo

Esse é um símbolo muito utilizado em fluxogramas, pois representa as etapas do processo, ou seja, aquilo que deve ser feito.

Alguns exemplos que devem ser enquadrados nessa categoria são: “atender cliente”, “embalar produto”, “chamar candidato para entrevista”, “fazer pedido ao fornecedor” etc.

 

  • Decisão

São os pontos em que o processo pode seguir por um caminho ou outro. Eles dependem de alguma tomada de decisão.

Por exemplo, quando é enviada uma proposta a um cliente, é preciso saber se o ele vai aceitar ou não a proposta para saber por onde o processo vai seguir.

Se ele aceitar, a produção será iniciada. Se ele recusar, será enviada uma contraproposta. E assim por diante.

Leia mais: Como ter uma linha de produção de qualidade e excelência?

  • Fluxo

É a seta que representa o fluxo do processo, ou seja, qual é a ordem que as etapas devem ser seguidas para a realização correta do processo.

Esse é um símbolo bem intuitivo, já que o natural quando vemos setas é ler as informações seguindo-as. Por isso, esse símbolo é utilizado para conectar as demais representações gráficas.

Nenhum símbolo pode estar no seu fluxograma sem estar ligado por uma seta de fluxo, ok?

 

  • Processo pré-definido

Representa uma etapa que já foi utilizada em outro fluxograma. Nesse caso, para não parecer que são duas coisas distintas na visão macro da organização, o mais indicado é utilizar este símbolo.

 

  • Operação Manual

Mostra uma tarefa manual que precisa ser feita manualmente. Por exemplo, no caso de uma máquina que trabalhará incessantemente até que algum funcionário clique no botão de parar.


  • Documento

Toda vez que for gerado algum documento durante o processo, é este símbolo que deverá ser utilizado. É o caso de elaboração de propostas, contratos, relatórios, entre outros.

Esses símbolos também podem ser sobrepostos para definir um conjunto de documentos gerados em uma única etapa do processo.

 

  • Espera

Existem pontos em que é necessário esperar um tempo para que o processo continue seu andamento. Nesse caso utilizamos o símbolo de espera.

Ele pode ser utilizado para esperar os dias pré-definidos que o cliente tem para aceitar a proposta, ou um tempo específico que algum material precisa para ficar pronto.

 

  • Conector

Tem o objetivo de ligar um ponto a outro do fluxo. Mas você deve estar se perguntando o porquê de utilizar um conector se a seta de fluxo já faz esse trabalho.

Bom, essa representação só costuma ser utilizada em fluxogramas bastante complexos, pois ele conecta etapas que estão muito distantes umas das outras, tornando-se confusa a utilização das setas.

Dessa forma, coloca-se uma letra nos conectores que fazem ligação, assim, quem lê o fluxograma sabe para onde deve olhar em seguida.

Veja a seguir um exemplo de fluxograma:

Como montar um fluxograma de processos?

Para montar o seu fluxograma de processos é preciso identificar primeiramente onde o processo começa e onde termina, ou seja, suas entradas e saídas.

A partir daí, anote tudo o que deve ser feito, todas as decisões, caminhos, tudo o que é gerado e qual é a ordem das tarefas.

Procure desenhar o processo com a sua equipe, pois assim haverá mais chances de todos os passos serem lembrados e, de bônus, seus funcionários interiorizarão melhor o processo.

Quando todo o processo estiver desenhado em um fluxograma, faça a análise crítica dele. Ou seja, pense criticamente se cada parte dele está otimizada.

É interessante reunir colaboradores que entendam de gestão para que seja possível fazer a otimização dos processos de maneira eficaz, sendo possível até mesmo diminuir custos.

fluxograma de processos

Por exemplo, no caso de uma espera: ela é realmente necessária ou é um atraso para o processo como um todo? Todos os documentos gerados são necessários? Há alguma etapa que gere problemas com frequência?

A partir daí, modifique o que precisa ser modificado no processo e documente o fluxograma oficial.

Vale lembrar que o mapeamento de processos vai muito além do fluxograma de processos. Para saber mais sobre mapeamento de processos, clique aqui.

fluxograma de processos

 

Auditoria Interna: tire suas dúvidas sobre o assunto agora mesmo

auditoria internaSe você trabalha na área empresarial, é provável que já tenha se deparado com o termo Auditoria Interna. No entanto, se você é leigo no assunto, talvez esse termo não seja tão familiar para você.  

Hoje, vamos explicar o que é Auditoria Interna e responder às principais perguntas sobre o assunto, procurando auxiliar tanto quem já tem um conhecimento prévio, quanto quem não tem.

Por isso, independente do seu conhecimento no assunto, não abandone a leitura. Garantimos que você não vai se arrepender.

O que é Auditoria Interna?

Funcionários com planilhas sobre auditoria interna

Nossa primeira questão é a mais básica: o que é essa tal de Auditoria Interna

Bom, refere-se a um processo que tem como objetivo descobrir se a empresa está seguindo suas regras pré-determinadas e se seu trabalho está adequado às normas pré-estabelecidas.

A palavra auditoria vem do verbo em inglês to audit, que significa examinar, ajustar, corrigir, certificar.

Ele é uma forma de garantir e comprovar que as coisas estão indo bem na organização, seja nos processos, nas finanças ou no planejamento estratégico.

Segundo o site Administradores, 77% das empresas sofrem fraudes de até um milhão de reais por ano e 90% dos funcionários admitem que cometeriam fraudes contra a empresa que trabalham se tivessem certeza que não seriam pegos.  

Esses dados são alarmantes e não podem ser ignorados. A Auditoria Interna pode ser a ferramenta certa para pegar os infratores e impedir que novos deslizes aconteçam.

O resultado de um bom processo de Auditoria Interna é a diminuição dos riscos, das fraudes e dos problemas gerenciais e operacionais da organização.

Vale lembrar que o processo da auditoria não tem como objetivo caçar culpados, e sim ajudar a melhorar o que ainda pode ser melhorado.

Por isso, é importante que todos os membros da empresa estejam cientes de quando a auditoria irá ocorrer e que isso não é uma “caça às bruxas”.

Para que serve a Auditoria Interna?

Blocos formando a palavra auditoria

O processo serve para colocar a casa no lugar. Imagine que na sua empresa nunca foi checado se os funcionários estavam realizando suas atividades seguindo as diretrizes da organização. Então vem um acionista de fora visitar sua empresa e ele percebe que as coisas não estão exatamente como deveriam estar. Péssimo, não é mesmo?

Portanto, não é preciso esperar que um fator externo te mostre o que há de errado. A Auditoria Interna fará isso por você e você poderá arrumar tudo o que estiver “fora do lugar”.

Ela é feita por um membro da empresa especializado no assunto ou por um auditor interno contratado através de uma empresa de consultoria, por exemplo.

É preferível que o auditor interno seja alguém de fora da empresa. Apesar de ele ser chamado de “interno”, não é necessariamente um membro da organização.

Alguém de fora tem mais facilidade em enxergar os problemas e identificar pontos de melhoria, além de ter mais abertura para apontar os erros.

Vale lembrar que se você optar por um auditor interno da sua própria empresa, esse funcionário não deve ter qualquer relação com a área que será auditada.

Quais são os procedimentos de uma auditoria interna?

Funcionário analisando planilhas de auditoria interna

O auditor interno, ao chegar na empresa, começará a observar a identificar pontos de melhoria no trabalho e na estratégia da empresa, além de apontar os potenciais riscos.

E, quando falamos de risco, não estamos falando apenas de riscos à saúde dos colaboradores. Mas também riscos à saúde da empresa, como má administração das finanças, inconformidade nos processos, entre outras coisas.

Ele também observará se os funcionários estão trabalhando com segurança. Isto é, se a sua empresa segue as regras da segurança no trabalho, como o uso obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual em alguns casos.

Após identificar todos os problemas, falhas e pontos de melhoria, ele fará o relatório de auditoria, onde tudo o que foi o observado estará documentado.

A partir daí, o auditor e gestores conversam para a definição dos planos de ação, que serão responsáveis pelas melhorias na organização.

O auditor tem o dever de dar assistência na busca pela otimização dos processos internos, objetivos e metas estratégicas e todo tipo de melhoria que possa agregar valor.

Isso auxilia a familiarização dos colaboradores com os processos e normas internas da empresa, aumentando a conformidade dos processos.

Para saber se a sua empresa está precisando de conformidade nos processos, leia nosso artigo sobre o assunto.

Qual é a diferença entre auditoria interna e externa?

Diferenças entre auditoria interna e externa

A Auditoria Externa de uma empresa é realizada por auditores terceirizados e certificados e tem como objetivo a obtenção de algum certificado.

Por exemplo, para a obtenção do selo ISO 9001 é preciso que a empresa passe por uma auditoria externa, onde o auditor externo examinará os processos e documentos e fará os testes necessários para o ganho ou não da certificação.  

A Auditoria Interna deve ser feita antes da externa. O objetivo dela é deixar tudo em conformidade para quando for a hora da auditoria externa, a casa estar no lugar.

Esse foi só um exemplo, mas a auditoria interna pode ser utilizada também para outros fins que não sejam a obtenção de uma certificação.

Por exemplo, já falamos anteriormente sobre a questão das fraudes e rombos nas contas das empresas. Uma auditoria interna na área financeira da empresa poderia identificar tais problemas.

Esse tipo de auditoria é chamada de auditoria financeira e ela tem como objetivo fiscalizar as contas e patrimônios da empresa.

Quando a organização precisa comprovar seus bens, por exemplo, é feita uma auditoria externa na área da contabilidade, em que um auditor externo vai verificar se o valor dos bens da empresa está de acordo com o assinalado pela organização.

De maneira geral, a auditoria interna serve como auxílio para a administração da empresa, uma forma de melhorar as práticas, as finanças, a conformidade dos processos etc.

Já auditoria externa serve para comprovar que algo é da forma como foi dito pelo administrador, seja uma determinada prática, norma ou valores.

Além da Auditoria Interna, existem outras formas de garantir que o trabalho flua de maneira segura e seguindo os padrões. Uma dessas ferramentas é o Programa de Gestão 5S, saiba mais através do nosso artigo sobre o assunto.

Estratégias de Gestão

Quer saber como criar estratégias para o seu negócio? Veja no vídeo as dicas do fundador do IEEP – Instituto de Educação por Experiência e Prática, Nicolas Giffoni!

Endomarketing nas empresas e a sua importância organizacional

Uma empresa que é formada por colaboradores engajados e motivados a contribuir com o sucesso do negócio está um passo à frente de qualquer outra empresa. Porém, qual o segredo para engajar os funcionários? Certamente, um dos maiores deles é o Endomarketing nas empresas e é sobre isso que será falado neste artigo. Quer entender mais sobre o assunto? Então continue a leitura.

 

Endomarketing nas empresas: o que é?

Endomarketing é um conjunto de ações ligadas às áreas de marketing e recursos humanos de uma empresa. As estratégias são voltadas para o público interno da organização com o intuito de melhorar o relacionamento interno e o bem-estar dos colaboradores.

As ações de Endomarketing nas empresas geram grandes resultados para o negócio, uma vez que despertam a motivação, a produtividade da equipe, entre outros benefícios. Consequentemente, essas ações refletem na qualidade dos serviços e na satisfação dos clientes.

 

Endomarketing e Comunicação Interna

Quando o assunto se refere a ações voltadas para os colaboradores de uma empresa, é muito comum confundir o Endomarketing com Comunicação Interna. Isso porque ambos os planos estão interligados e conversam entre si.

Para que o Endomarketing, que tem a finalidade de estimular a motivação dos funcionários, seja eficiente, é fundamental que haja uma boa comunicação entre os setores da organização.

Então, por mais que Endomarketing não seja sinônimo de Comunicação Interna, é necessário que as estratégias de ambos estejam alinhadas para que o resultado obtido seja o esperado.

 

A importância organizacional do Endomarketing nas empresas

Endomarketing nas Empresas e a Importância Organizacional

Uma empresa que tem o Endomarketing aplicado em seu dia-a-dia só tem a ganhar. Afinal, quando se tem funcionários que se dedicam ao máximo às funções que exercem e que vestem verdadeiramente a camisa da marca, todo o restante passa a fluir. Para que você entenda como o método influencia em diversas questões do negócio, veja quatro benefícios que podem ser alcançados com o Endomarketing:

 

Colaboradores motivados

Como você viu anteriormente, a motivação da equipe é um dos principais resultados alcançados com a aplicação do método. E também é ela que abre caminhos para os outros benefícios. Quando o funcionário percebe que seus chefes se preocupam com seu lado pessoal e prezam pelo seu bem-estar, ele passa a ter mais prazer de trabalhar naquele ambiente.

Porque mesmo sabendo que, primordialmente, a relação entre ele e a empresa seja profissional e de troca de favores – o serviço em troca do salário – ele se vê como uma figura importante para o gestor, visto que não há apenas uma preocupação com o que ele entrega para a empresa, mas também como ele se sente estando ali.

Mas como essa motivação pode render bons frutos para o negócio? Bom, um colaborador motivado se torna cada vez mais colaborativo. Portanto, ele se preocupa em bater as metas e se esforça para contribuir com o sucesso da empresa, por exemplo.

 

Menos rotatividade de funcionários

Uma das vantagens de ter profissionais motivados dentro da empresa é a diminuição da rotatividade de funcionários. Veja só: trabalhar é uma das obrigações que todo ser humano tem para conseguir se sustentar e viver bem, na medida do possível. Isso, por si só, torna o compromisso cansativo. Agora imagina o quanto isso piora caso o clima organizacional não seja nada agradável?

Em contrapartida, caso o clima organizacional seja saudável, o funcionário tende a se sentir confortável e satisfeito em trabalhar naquela organização. Assim, ele deseja e se esforça para permanecer trabalhando naquele lugar. Principalmente por saber que são poucos os lugares que proporcionam esse bem-estar. Com isso, o índice de rotatividade diminui e se torna uma preocupação a menos para o empreendedor.

 

Menos faltas e atestados

Um dos maiores motivos que levam à abstenção no trabalho são os problemas psicológicos. O Endomarketing nas empresas surge como uma solução para este problema, visto que as ações estimulam o bem-estar dos funcionários e, com isso, melhora a sua saúde mental e a qualidade de vida.  Consequentemente, os gestores desta organização vão perceber uma redução no número de faltas e de licenças por problemas de saúde.

 

Maior produtividade

Outro benefício é o aumento da produtividade dos colaboradores. Quando estão motivados, eles realizam o trabalho com mais eficiência e qualidade. Assim, há redução de custos e aumento de lucros no negócio.

 

Leia Mais:

Gestão de Pessoas: Como dar ao seu time o melhor ambiente para atingir suas metas?

 

Como aplicar o Endomarketing nas empresas?

Agora que você já conhece a importância e os benefícios do Endomarketing para uma organização, chegou o momento de saber quais ações e estratégias podem ser aplicadas para alcançar os benefícios do método. Então, vamos lá!

 

Faça pesquisas de clima organizacional

O primeiro passo é fazer uma pesquisa de clima organizacional com os colaboradores para entender como eles se sentem trabalhando naquele ambiente e como eles enxergam a empresa. Além de descobrir quais os pontos negativos e positivos da empresa que mais chamam a atenção deles. Com isso, você vai ter informação suficiente para, a partir de então, traçar as ações.

 

Crie momentos de descontração

Geralmente o ambiente de trabalho é sério e não permite que a equipe interaja entre si. Mas para que os funcionários se sintam animados, à vontade e confortáveis para compartilhar o mesmo espaço com outras pessoas crie momentos de integração. Promova cafés, happy hour, comemoração de aniversariantes do mês, entre outras coisas.

 

Política de benefícios

Para que o colaborador se sinta mais motivado, uma das estratégias é implantar a política de benefícios. Por exemplo, dê a ele vale refeição, vale saúde, descontos em academias, restaurantes, etc.

 

Ambiente planejado

Talvez não seja tão claro para você, mas planejar o ambiente de trabalho é uma das ações que contribuem com o bem-estar do funcionário. Portanto, procure decorar o espaço com frases motivacionais, quadros e plantas.

 

Não force um objetivo

Por fim, vale destacar que as ações e estratégias do Endomarketing só serão eficientes se o seu intuito for realmente motivar e oferecer um ambiente agradável aos seus funcionários. Ou seja, não adianta usar as estratégias do método para manipular ou comprar seus colaboradores. Eles vão perceber a sua intenção e, assim, o jogo pode virar contra você.

 

Mais informações sobre Endomarketing nas empresas? Fale com um consultor

As dicas foram úteis mas, mesmo assim, você gostaria de contar com o auxílio de algum profissional que entenda mais sobre o assunto? Entre em contato e fale com um dos consultores da Mais Consultoria Jr.

Indústria de alimentos: perspectivas para os próximos anos

As inovações surgem a todo instante e, com isso os mercados passam por revoluções constantemente. É por isso que é fundamental que os empreendedores estejam atentos às perspectivas para os próximos anos do setor em que está inserido. A indústria de alimentos, por exemplo, precisa se preparar para os desafios dos próximos anos. É sobre eles que falaremos a seguir. Continue a leitura!

 

Revolução na indústria de alimentos

O mundo passa por constantes transformações que refletem diretamente na vida da população, de uma forma geral. Mas algumas áreas são mais afetadas que outras. E segundo as projeções, a indústria de alimentos é uma delas. Isso porque as inovações tecnológicas e as mudanças no comportamento do consumidor prometem revolucionar a indústria de alimentos.

 

Desafios futuros para o setor alimentício

Para se manter firme no mercado é necessário que os negócios acompanhem toda essa revolução e se adapte com base nas tendências e tecnologias que estão cada vez mais perto. Conheça a seguir alguns dos desafios que vão exigir as mudanças no mercado em questão.

 

Alimentação mais sofisticada

Os estudos sobre segurança alimentar indicam que o crescimento populacional refletirá numa sociedade mais educada, rica e exigente. Dessa forma, os padrões de consumo serão impactados significativamente. Aspectos como produção, diversificação e especialização de alimentos serão observados com mais intensidade.

 

Preocupação nutricional

indústria de alimentos

As pessoas têm se importado cada vez mais com a qualidade nutricional do que consomem. Por isso, buscam o consumo de produtos com ingredientes saudável e, preferencialmente, que tenham métodos de produção e suas composições bem transparentes.

A tendência é que isso se intensifique com o passar dos anos. Portanto, é fundamental que os negócios da indústria de alimentos busquem se adaptar, com urgência, a este novo modelo. É o que já tem feito algumas multinacionais, como a Coca-Cola. A marca refez as receitas de 60 produtos e diminuiu o teor de açúcar de 42 deles.

 

Menos impacto ambiental

Outro desafio para as empresas do setor alimentício é procurar alternativas que não agridam o meio ambiente. Para isso, já existem estudos que buscam substitutos mais naturais para certos alimentos, como a carne bovina.

Ela tem como consequências da sua produção o desmatamento, o consumo exacerbado de água durante a fabricação e emissão de gases de efeito estufa. Entre as alternativas para substituição futura da carne, estão as proteínas vegetais.

 

Avanço tecnológico como influência nas compras

A indústria de alimentos também vai precisar se adaptar para otimizar a experiência de compra dos consumidores com base no avanço tecnológico. Isso porque a Indústria 4.0 tende a revolucionar o comércio e a tornar os processos cada vez mais otimizados.

A startup americana Creator já tem acompanhado esses avanços. Ela inaugurou recentemente onde a produção do hambúrguer é completamente automatizada, rápida e barata. O pedido é feito em um tablet e em cerca de cinco minutos é feito todo o processo de preparação do hambúrguer.

 

Preocupe-se com o presente

Para conseguir acompanhar todas essas mudanças projetadas para o futuro da indústria de alimentos, é preciso que a atual situação do negócio esteja consolidada. Como está a sua empresa? Ela está passando por alguma crise ou momento ruim? Nós podemos te ajudar. Clique aqui e fale com um de nossos consultores.

4 alternativas para reduzir custo de pequena empresa

Para que uma empresa faça uma trajetória lucrativa e alcance bons resultados é preciso que a movimentação do fluxo de caixa seja gerenciada detalhadamente. Afinal, o investimento mal planejado pode afetar a realidade do seu negócio, de maneira geral. Não adianta ter um lucro elevado se os seus gastos também são altos. Por isso, continue a leitura e conheça algumas alternativas que ajudam a reduzir custo de pequena empresa.

 

Reduzir custos de pequena empresa: por que tão importante?

Lucro é aquilo que resta quando diminuímos a receita pelas despesas. E quando o valor de um é bem próximo ao do outro o resultado é uma margem de lucro muito baixa. Ou seja, o crescimento de uma empresa está diretamente ligado a quanto ela lucra. Isso é uma grande preocupação para os empreendedores, visto que eles desejam que a empresa cresça cada vez mais.

Afinal, do que adianta vender muito e ter gastos extremamente elevados? É por isso que reduzir custos deve ser um dos principais objetivos de uma empresa. Mas o problema é que muitos empreendedores não sabem onde economizar e de que maneira.

Porém, essa pode ser uma tarefa bem simples e que pode começar nas áreas que você menos imagina. É sobre isso que será falado neste artigo.

 

4 alternativas para reduzir custo de pequena empresa

Como falado acima, separamos 4 alternativas que podem ajudar a reduzir custo de pequena empresa. Você sabia que até mesmo os copos descartáveis utilizados pelos seus funcionários pode ser um ótimo meio para começar a economia? Saiba mais a seguir.

 

Impressão de papel

reduzir custo de pequena empresa

 

Talvez pra você a impressão de papel não seja incômodo algum. Mas saiba que existem formas de reduzir os gastos reduzindo também o número de impressões. Desenvolva em sua empresa uma cultura de reaproveitamento. Incentive seus funcionários a utilizarem o meio digital como alternativa.

 

E quando a impressão for necessária, oriente-os a utilizar os dois lados da folha e a reaproveitar os rascunhos. Além da otimização de recursos você estará desenvolvendo uma política de consciência ambiental.

 

Energia elétrica

Uma das grandes despesas de uma empresa é com a energia elétrica. Isso porque computadores, lâmpadas e outros aparelhos elétricos utilizados diariamente consomem muita energia. Porém, existem maneiras bem fáceis de economizar bastante os gastos com energia elétrica.

O primeiro ponto é priorizar o uso da luz solar e manter as luzes dos cômodos vazios apagadas. Além disso, sempre desligue os aparelhos elétricos tirando, inclusive, da tomada – o modo stand-by também gera consumo de energia.

Outra maneira de economizar é com o ar condicionado. Opte pelas janelas abertas enquanto a temperatura estiver amena.

 

Copos de água e café

reduzir custo de pequena empresa

 

Um saco de copo descartável hoje, outro amanhã e assim por diante. Pensando assim, chega a parecer um gasto indefeso, não é mesmo?! Mas quando calculado a longo prazo, é possível perceber o quanto os gastos com esses produtos afetam o seu bolso.  Para reverter a situação, uma boa alternativa é o uso de canecas individuais que podem ser fornecidas pela própria empresa.

 

 

Estoque mal planejado

Ter um controle do seu estoque é essencial para evitar desperdícios de dinheiro. É muito comum encontrar empresas com mercadorias estocadas numa quantidade além do necessário. E estoque com material parado é dinheiro sem movimentação. Além disso, eles ocupam espaço e correm risco de deterioração. Para evitar essa situação, faça compras programadas.

Caso esteja enfrentando, neste momento, o problema de estoque parado, uma boa alternativa é promover ofertas com os produtos estagnados.

 

Conte com seu time

Lembre-se que para o desenvolvimento da cultura de redução de gastos na sua empresa é preciso que toda sua equipe seja envolvida no processo. Alie-se aos seus funcionários e os conscientize sobre a importância da colaboração para a redução de custos.

Quer conhecer outras maneiras de reduzir custo de pequena empresa? Clique aqui.

 

5W2H: atinja melhores resultados com esse método

5W2H é uma ferramenta de gestão que auxilia o planejamento operacional na tarefa de monitoramento dos planos de ação de uma empresa. Por mais que a sigla parece difícil, a sua aplicação é bem fácil e resulta em grandes resultados. Então, saiba como aplicar para diminuir seus custos e lucrar mais!

5W2H: O que significa

5W2H

 

5W2H é uma sigla que corresponde às iniciais em inglês de sete vertentes capazes de eliminar dúvidas e impasses dos processos.

Além de proporcionar a transparência em todas as atividades da organização. As perguntas são:

5W

What: “O que?”

O que é a ação que deve ser realizada? Aqui devem ser detalhados os objetivos e tudo o que deve ser feito para que os objetivos sejam alcançados.

 

Why: Por que?

Dá o sentido daquilo existir. Por que vamos realizar essa ação? Por que ela é importante? Sem saber exatamente qual é a função de cada procedimentos, as pessoas ficarão desmotivadas. Quando o propósito é passado e posteriormente entendido pelos colaboradores, fica natural o engajamento na causa, o que inclusive aumenta a produtividade dos envolvidos.

 

Where: Onde?

O campo “onde?” não especifica apenas o local específico em que as ações acontecerão, mas também quais ferramentas serão necessárias para a realização (máquinas, equipamentos etc).

 

When: Quando?

Quando a ação deve ser realizada? Quanto tempo ela dura? Aqui serão estipulados prazos, períodos e datas para cada entrega.

 

2H

How: Como?

Aqui devem ser detalhadas as tarefas envolvidas no processo. Se necessário, podem ser criadas Instruções de Trabalho (ITs) e checklists para ajudar no processo.

 

How much: Quanto custa?

Aqui estará estipulado todo o gasto e investimento utilizado no plano de ação em questão. Isso inclui custos com recursos, materiais, equipamentos, pessoas e terceirizados. É o planejamento financeiro do seu plano de ação e deve levar em consideração os fornecedores e orçamentos já pré-feitos.

O método baseia-se nas respostas dadas a estas sete perguntas. Ou seja, para cada plano de ação ou para cada ação realizada pela sua equipe, você deverá responder a cada uma delas. Dessa forma, é possível ter o controle de todas as informações necessárias sobre certo projeto. Com isso, a execução do mesmo é feita de forma mais clara e efetiva.

Por mais que não pareça, a implementação dessa ferramenta em uma empresa é capaz de otimizar o tempo e, até mesmo, de economizar recursos.

Com o 5W2H todos os envolvidos em um projeto conseguem acompanhar com mais clareza quais são suas obrigações, como realizá-las e demais informações, como local e data da tarefa.

Como aplicar na prática o 5W2H e aumentar os lucros da sua empresa”

 

 

Aplicar essa ferramenta de gestão no seu negócio é mais fácil do que você imagina e gera resultados muito melhores do que você espera. Talvez você pense que registrar em um documento informações sobre um projeto a ser realizado pela sua empresa não faz tanta diferença, mas após a prática é que os resultados realmente aparecem. Veja um exemplo:

Digamos que há na sua empresa uma demanda por um novo funcionário. Ele vai ocupar a vaga de Vendedor. Então, antes de realizar o processo seletivo, é necessário que você preencha a ferramenta e responda as perguntas como:

What: Contratação de um novo profissional;

Why: Para ocupar a vaga de Vendedor;

Who: No setor Comercial da empresa.

E assim por diante…

Talvez você encontre dificuldades para responder a todas as perguntas. Mas não deixe de preencher. Tenha certeza que os processos da sua empresa serão otimizados e tudo ficará mais ágil.

 

Conte com a ajuda de outros profissionais

Para alcançar mais resultados ao aplicar esse e outros métodos, conte com profissionais qualificados que são especialistas em gestão empresarial. Clique aqui e fale com um consultor da Mais Consultoria Jr.

Plano de Negócios: guia completo para montar o seu

Nada acontece por acaso e para as coisas darem certo é preciso que haja um planejamento. No mundo dos negócios, boas ideias são essenciais, mas para elas saírem do papel é preciso contar com um Plano de Negócios.  Ele é responsável por embasar e dar assistência às ideias e às oportunidades encontradas pela empresa.

O que é Plano de Negócios

plano de negócios

 

Para entender como aplicar o plano de negócios e aproveitar as vantagens que ele proporciona primeiramente é preciso saber o que ele significa. Plano de negócios é uma ferramenta de gestão que permite que você entenda sobre o seu mercado de atuação. Além disso, ele também possibilita que você tenha uma visão mais precisa do futuro da empresa e, com isso, não siga um caminho errado.

Para isso, é preciso registrar diversas informações correspondentes à empresa, como metas e objetivos a serem conquistados.

Ele não é o responsável pela rentabilidade da empresa, mas ajuda no gerenciamento de riscos, sendo possível prever problemas futuros e já resolvê-los antes que ele ocorram.

Um bom plano de negócios te transforma em um entendedor íntimo do seu modelo de negócios, trazendo conhecimento e profundidade.

Imagino que você prefira errar no papel ao invés de errar  no mercado, certo? Portanto o seu plano de negócios deve ser feito por escrito para que você consiga acompanhar todos os registros.

Planos de negócios também auxiliam no processo de atrair investidores, porque mostram que houve um trabalho em conhecer a fundo o mercado, o que diz que o empreendedor é preocupado com o sucesso do seu negócio e não apenas alguém querendo lucrar com uma ideia.

Como montar um Plano de Negócios

Mas como montar um plano de negócios? Ou melhor: como montar um plano de negócios inovador, diferenciado e efetivo?

Para te transformar em um mestre da criação de planos de negócios, primeiramente você precisa saber que o plano de negócios é dividido em 5 partes:

  • Sumário executivo;
  • Análise de mercado;
  • Plano de marketing;
  • Plano operacional;
  • Plano financeiro.

E nenhum desses itens pode ficar de fora do seu documento.

Sumário Executivo

O sumário executivo é um resumo de todo o plano de negócios. Atenção: não confunda com uma introdução. O sumário executivo contém os pontos principais do plano.

Apesar dele ser a primeira parte do plano, ele só deve ser elaborado depois que todo o resto do documento já tiver sido escrito.

Este sumário deve ser simples, contendo no máximo duas páginas. Nele é preciso conter:

  • Um resumo dos principais pontos da empresa (o que é, quais os principais produtos/serviços, quem serão os clientes, onde será localizada, qual o capital investido, qual o faturamento mensal, qual lucro espera-se obter, em quanto tempo espera-se que o capital investido retorne);
  • Dados dos responsáveis pelo negócio, um curriculum breve de cada um e as atribuições de cada um dentro da empresa;
  • Dados do empreendimento: nome e CNPJ;
  • Missão da empresa: qual é a razão de existência dela;
  • Setores de atividades (Ex.: comércio, agropecuária, indústria, serviço, entre outros)
  • Forma jurídica: como o negócio vai ser tratado pela lei (Ex.: Microempreendedor Individual)
  • Enquadramento tributário: onde a empresa está inserida em relação ao pagamento de tributos (Ex.:Simples Nacional);
  • Capital social: todos os recursos disponibilizados pelos sócios para a criação da empresa;
  • Fonte de recursos: de onde virão os recursos necessários para a implantação do negócio (próprio, de terceiros ou ambos);

Análise de mercado

plano de negócios

 

Essa pode ser considerada a parte mais importante na hora de montar seu plano de negócios, pois de nada adianta todo o planejamento de criação do empreendimento se você não tiver clientes.

Para isso, é preciso fazer a análise dos clientes, dos concorrentes e dos fornecedores.

Perfil dos clientes

Se seus clientes forem pessoas físicas, procure descobrir:

  • Qual é a faixa etária?
  • Qual a maioria: feminina ou masculina?
  • Onde trabalham?
  • Quanto ganham?
  • Qual o nível de escolaridade?
  • Onde moram?

É importante também descobrir o perfil comportamental dos clientes. Ou seja, onde eles costumam comprar esse tipo de produto, de quanto em quanto tempo compram, qual preço costumam pagar e qual é o fator decisivo da compra (preço, marca, qualidade, atendimento, prazo de pagamento etc).

Caso seus clientes sejam empresas, é preciso entender outros pontos:

  • Qual é o rama de atuação?
  • Quais serviços/produtos eles oferecem?
  • Qual é o tamanho da empresa?
  • Há quanto tempo estão no mercado?
  • Eles possuem uma boa imagem no mercado?

Vale lembrar que essas perguntas não são fixas, elas devem ser adaptadas à realidade da sua empresa. O importante é não deixar de fora informações importantes sobre o mercado.

Perfil dos concorrentes

Na hora de montar um plano de negócios também é preciso considerar o perfil dos concorrentes.

Primeiro enumere quem são os seus principais concorrentes, depois descubra:

  • Quanto eles cobram no produto/serviço?
  • Quais são as condições de pagamento?
  • Onde eles estão localizados?
  • Como é o atendimento prestado?
  • Qual o horário de funcionamento?

Depois disso, pense com sinceridade se a sua empresa está apta a competir com essas e porquê os clientes deveriam escolher a sua ao invés da concorrência. Tudo isso deve ser descrito e explicado no seu plano de negócios.

Perfil dos fornecedores

Nessa fase é preciso elencar quem serão seus fornecedores, tanto de matéria-prima, quanto equipamentos, ferramentas, mercadorias e até serviços.

Portanto, pesquise bem quais serão os fornecedores certos para você. Saiba o preço, o prazo de entrega, a qualidade dos produtos etc.

Além disso, é preciso manter um cadastro atualizado dos seus fornecedores para entender como eles atuam.

Plano de Marketing

plano de negócios

Na hora de montar um plano de negócios também é preciso pensar no seu plano de marketing, que envolvem 4 P’s: produto, preço, promoção e praça.  

Na parte do produto, descreva os principais produtos que serão fabricados, os tamanhos, cores, sabores, rótulos, etc. Se necessário, fotografe os produtos e documente esses modelos.

Na hora de falar do preço, pense em quanto o consumidor estará disposto a pagar no seu produto/serviço. Para isso vale a pena pesquisar quanto a concorrência está cobrando.

Leve também em consideração o preço de custo e quanto lucro você deseja obter com cada venda.

Não se engane: promoção no marketing não é sinônimo de desconto. Promoção aqui é toda a forma de informar ao público sobre o seu produto. Nela se enquadram propagandas em rádio, TV, panfletos, participação em eventos, catálogos e até amostras grátis.

No item “praça” são especificadas as formas de distribuição do produto. Como eles chegarão até os seus clientes? Haverá vendedores internos? Externos? Representantes? Revendedores? Tudo isso precisa estar especificado no seu plano de marketing.   

Plano Operacional

O plano operacional define como a empresa funcionará, ou seja, como ela vai desenvolver e distribuir seu produtos.

É hora de colocar no papel todos os passos necessários para que empresa execute com sucesso o que se programou para fazer.

Algumas perguntas podem te ajudar a identificar todas essas necessidades. São elas:

  • Quantos funcionários serão necessários para o funcionamento da empresa?
  • Onde trabalhará cada pessoa da sua empresa?
  • Quais são os equipamentos necessários para cada etapa?
  • Quais serão os processos principais da organização?
  • Quais ferramentas auxiliarão esses processos?

Não tenha medo de colocar coisas demais no seu plano operacional. Esse é o momento de detalhar cada passo, tudo o que auxiliará para que o seu produto final seja entregue com qualidade para o cliente.

Plano Financeiro

plano de negócios

É claro que não poderia ficar de fora do nosso guia para montar um plano de negócios a parte financeira do empreendimento.

Para elaborar o plano financeiro é necessário definir qual será o investimento fixo, o capital de giro e os investimentos pré-operacionais (aqueles necessário para que a empresa comece a funcionar).

Após estimar esses valores, defina como será feito esse investimento. Isto é, se será através de recursos próprios, de terceiros ou ambos.

O plano financeiro também deve conter a estimativa de faturamento mensal da organização. Esse ponto é importante pois é um indicador de sucesso da empresa, além de ajudar na hora de conseguir investidores.  

Uma forma simples de descobrir a estimativa de faturamento mensal é multiplicando o valor dos produtos pela quantidade de produtos que pretende-se vender.

Outro dado importante é a estimativa de valor gasto com matérias-primas, terceirização e comercialização.

Após prever todos os gastos e recebimentos da empresa, é possível estimar os resultados do negócio. Algumas fórmulas vão ajudar nessa projeção:

  • Lucratividade = Lucro Líquido x 100 / Receita Total
  • Rentabilidade = Lucro Líquido x 100 / Investimento Total
  • Prazo de Retorno do Investimento = Investimento Total / Lucro Líquido

Peça ajuda!

Montar um plano de negócios não é tarefa fácil, mas é indispensável na hora de montar seu próprio negócio. É ele que vai mostrar numericamente as reais chances dela dar certo.

Por isso, não tenha medo de pedir ajuda na hora de montar seu plano de negócios. Contratar uma empresa de consultoria pode fazer uma grande diferença nessa hora. Clique aqui para falar com nosso consultor e entender como a Mais Consultoria pode te ajudar. 

 

Fluxo de caixa: passos para criar a estratégia perfeita

Para que uma empresa não precise passar por apertos financeiros é indispensável que haja um controle do fluxo de caixa. É através dele que é feito um gerenciamento das entradas e saídas de dinheiro da organização. A partir disso, é possível identificar a situação financeira atual do negócio.

Mas, engana-se quem acredita que basta anotar os gastos e a receita da empresa. O fluxo de caixa vai muito além. E, para te ajudar nessa empreitada, que tal conferir algumas estratégias infalíveis para controlar da melhor forma as suas movimentações financeiras? É isto que este artigo traz para você.

 

O que é fluxo de caixa

 

Para ter um fluxo de caixa controlado é claro que o primeiro passo é saber o que ele significa. O fluxo de caixa é um instrumento essencial para uma gestão financeira, visto que é através dele que a realidade financeira da empresa pode ser visualizada.

Ele controla todas as entradas e saídas de recursos do caixa. Ou seja, dados sobre recebimentos, pagamentos, vendas e gastos devem ser rigorosamente registrados na ferramenta.

Vale ressaltar que o fluxo de caixa não tem limites de valores. Isto é, por menor que seja o gasto ou a receita, é fundamental que ela conste no instrumento.

 

Benefícios de ter o fluxo de caixa como aliado

Além de projetar a momento financeiro da organização, a ferramenta também funciona como um planejamento organizacional. Ou seja, por meio dela é possível identificar a situação futura da empresa e, dessa forma, planejar estratégias para serem aplicadas de acordo com a situação.

Por exemplo: imagine que através da análise, você conseguiu identificar que o recebimento por vendas do próximo mês não será suficiente para cobrir os gastos. Por ter descoberto com antecedência, as chances e o tempo para conseguir formas de reverter a situação são maiores, certo?

Agora imagine que ao analisar a ferramenta você identificou que o próximo mês será bem positivo e que vai haver uma folga financeira. Com essa notícia, você pode criar uma estratégia para atrair mais clientes, como lançar uma promoção ou liquidação.

Conseguiu perceber que o fluxo de caixa vai muito além do controle financeiro? Ele dá a você a visão atual e futura do negócio, permitindo que você tome as decisões mais certeiras.

 

Fluxo de caixa: passos para um controle certeiro

Para que o fluxo de caixa funcione como uma bússola financeira e faça a previsão orçamentária de forma correta, é preciso seguir alguns passos. São eles:

 

  • Separe as saídas de dinheiro em categorias

Não basta simplesmente registrar o valor das saídas de dinheiro. É preciso especificar o destino do recurso. Para isso, existem três categorias: fornecedores, despesas e outras saídas.

Em despesas há uma subdivisão: administrativas, que são gastos como conta de telefone, internet e salários. Comerciais, que são gastos com marketing e comissões. E financeiras, como multas e juros, por exemplo.

 

  • Separe as entradas de dinheiro em categorias

Já as entradas precisam ser registradas na ferramenta acompanhadas de sua origem. Isto é, vendas, pagamentos à vista e pagamentos a prazo.

 

  • Saldo negativo: encontre estratégias para reverter a situação

Antes de tudo, vale ressaltar que saldo negativo não significa prejuízo. Na verdade, significa que tem saído mais dinheiro do que entrado. E, dessa forma, surge o alerta de que a sua gestão financeira precisa ser otimizada.

Caso a conta “entrada menos saída” seja frequentemente negativa, é necessário encontrar uma estratégia para reverter a situação. Fazer uma negociação maior com os fornecedores e definir um menor prazo para os clientes pagarem, são táticas que dão certo, na maioria das vezes.

 

  • Fim de expediente = fechar o caixa

Independentemente do tamanho da empresa, o expediente de trabalho só pode ser encerrado depois de fechar o caixa. Ou seja, para concluir o dia de trabalho, é preciso conferir tudo que entrou e saiu no caixa naquele dia.

 

A Mais pode te ajudar

Certamente este artigo mudou bastante a sua visão à respeito do fluxo de caixa. E o que já está bom pode ficar ainda melhor. Quer uma ajuda de como aplicar na prática o fluxo de caixa a favor do seu negócio? A Mais Consultoria Jr. pode te ajudar. Clique aqui e fale com um de nossos consultores.  

 

Gestão Empresarial: faça o teste e aumente seus lucros

Se a sua empresa está passando por alguma fase complicada o primeiro passo para reverter a situação é identificar qual é e onde está a raiz deste problema. Além disso, para aumentar os lucros e se destacar no mercado é preciso aprimorar os processos logísticos da sua empresa e exercer uma Gestão Empresarial de qualidade.

Por mais que pareça difícil se livrar de um problema da sua gestão, saiba que a solução existe. O ponto-chave, como já mencionado acima, é identificar a origem dele para, dessa forma, aplicar um processo de Melhoria Contínua específico.

 

Projetos para a Melhoria Contínua da Gestão Empresarial

 

gestão empresarial

 

A  Mais Consultoria Jr. é uma empresa que atua no mercado proporcionando soluções únicas de redução de custos e Melhoria Contínua. Para isso,  ela realiza alguns projetos personalizados. No artigo de hoje serão abordados três deles: Otimização de Recursos, Gestão Financeira e Gestão Estratégica. Cada um deles atua em áreas específicas com o intuito de solucionar problemas e otimizar processos.

 

Quer saber qual deles pode ajudar na evolução da sua Gestão Empresarial? Temos um teste que te dá a resposta em pouquíssimos minutos. Então continue a leitura para ter acesso a ele. Porém, que tal conhecer um pouco sobre cada um deles antes? Vamos lá!

 

Otimização de Recursos

 

Para evitar o desperdício dentro da sua organização, seja de matéria prima, tempo, dinheiro e pessoas, é preciso ter processos bem planejados e executados. É neste ponto que a Otimização de Recursos torna-se fundamental para a empresa melhorar a produtividade e alcançar os melhores resultados.

Planejamento e Controle da Produção, Kaizen e Gestão de Estoque são algumas das ações implantadas na Otimização de Recursos.

Confira a seguir alguns problemas que comumente são resolvidos com a aplicação da Otimização de Recursos:

  • Processos inchados, por exemplo: muitas pessoas para a mesma função, muito retrabalho e pouca objetividade.
  • Falta de atendimento ágil.
  • Dinheiro parado (muito estoque)
  • Tempo de produção maior que o necessário (equipe pouco produtiva).

 

Gestão Estratégica

 

Para estabelecer no Mercado, tornar mais competitivo e expandir o negócio, é necessário definir diretrizes e objetivos estratégicos. Dessa forma, a Gestão Estratégica atua na organização definindo metas, analisando ambiente interno e externo e elaborando planos de ação para a melhoria dos resultados.

Para melhorar a estratégia da sua empresa, a Mais implanta ações como Gerenciamento pelas Diretrizes, Planejamento Estratégico e Gestão para Resultados.

Veja a seguir alguns problemas que comumente são resolvidos com a aplicação da Gestão Estratégica:

  • Não ter posicionamento no mercado.
  • Não conhecer o cliente a fundo.
  • Estagnação/ Declínio no mercado.
  • Não estar aumentando as vendas.

 

Gestão Financeira

 

Ter uma Gestão Financeira é fundamental para a tomada de decisão em relação a novos investimentos e balanço financeiro favorável. Portanto, possuir um financeiro saudável é o primeiro passo para o sucesso.

A Mais pode ajudar a Gestão Financeira da sua empresa por meio de Análise de Custos, Planos de Ação para redução de custos e Precificação.

Confira a seguir alguns problemas que comumente são resolvidos com a aplicação da Gestão Financeira:

  • Não saber onde pode haver redução de custos.
  • Não ter os melhores dados para precificar e deixar o orçamento mais agradável.
  • Não ter tomada de decisão para investimento, devido à falta de estabilidade financeira.
  • Baixa remuneração.

Faça o teste!

Com base nos problemas apresentados, conseguiu identificar qual é o serviço ideal para a melhoria contínua da sua Gestão Empresarial? Então chegou a hora de ter a confirmação através do nosso Quiz. Clique aqui para responder as perguntas.

Como vencer a crise financeira: estratégias das grandes empresas

No mundo empresarial, é comum os gestores fecharem as portas do próprio negócio por estar no vermelho e não saber como reverter a situação. Se a sua empresa está passando por momentos de crise, este artigo pode te ajudar. Veja dicas de como vencer a crise financeira com estratégias utilizadas pelas grandes empresas.

 

Como vencer a crise financeira

 

como vencer a crise financeira

 

A crise financeira surge de uma gestão mal planejada e não se fazer de vítima é o primeiro passo para que a situação seja resolvida. Se você já reconheceu o erro, ótimo. Agora já está pronto para reverter a situação e sair do vermelho. Basta conferir as dicas a seguir:

 

Identifique os problemas

 

Depois de reconhecer que o seu negócio está passando por uma crise econômica, é hora de identificar onde se encontram os problemas. Para isso, analise o fluxo de caixa e encontre tudo o que há de errado.

Para um melhor controle é indispensável contar com um sistema de gestão. Com ele, as informações podem ser extraídas com mais facilidade. Além disso, caso a sua empresa tenha algum responsável pelas finanças, é importante contar com ele nesse processo.

 

Jogue limpo sobre as dívidas

 

Após identificar os problemas, certamente, você saberá para quem você está devendo. Bancos, funcionários ou fornecedores. A melhor alternativa é ser sincero e explicar a real situação do negócio. Em seguida, tente negociar o pagamento das dívidas com valores que estejam ao seu alcance econômico. Como os credores preferem receber aos poucos do que não receber, provavelmente, eles aceitarão a sua proposta.

 

Corte custos desnecessários

 

Sempre existem, nas empresas, algumas funções que servem apenas para gerar gastos. Portanto, analise os processos e veja quais delas não são necessárias para o funcionamento do negócio. Depois de identificá-los, o próximo passo é cortá-las.

Além disso, algumas despesas como luz, telefone e água podem ser significativamente, reduzidas. Principalmente se houver a colaboração de toda a equipe.

 

Não confunda finanças pessoais com finanças da empresa

 

Um erro muito comum no mundo dos negócios, é o fato dos gestores confundirem as finanças pessoais com as finanças da organização. Isso é extremamente prejudicial e pode fazer com que a sua empresa afunde ainda mais nas dívidas. Portanto, faça uma divisão entre as finanças das duas áreas para que a situação se resolva.

 

Redefina um plano de negócios

 

O próximo passo é traçar estratégias que te auxiliarão a conquistar a estabilidade financeira. Para isso, redefina um plano de negócios com novas metas e novos objetivos.

Vale ressaltar que a definição deve ser feita respeitando a realidade econômica enfrentada pela organização. Essa é uma fase muito importante e ter um plano de negócios bem estruturado faz toda a diferença.

 

Dobre o seu esforço

 

A última dica, mas não menos importante, é: dobre o seu esforço: Para sair do vermelho e voltar a crescer, o gestor precisa trabalhar dobrado. Por exemplo, se já é feito um controle do fluxo de caixa, o ideal é que esse controle seja feito com ainda mais intensidade.

 

Recorra à ajuda

 

Além de seguir todas as dicas dadas acima, também é possível contar com o suporte de pessoas especializadas em gestão de negócios. A Mais Consultoria Jr. é um exemplo.

Ela é composta por profissionais competentes e habilitados para elaborar seu plano e fazer com que sua empresa cresça novamente. Clique aqui para falar com um consultor.

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